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[Cosmos] - Uma nova Odisseia - A viagem sobre o Tempo

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Apresenta

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A Viagem sobre o Tempo

 

 

- Saudações viajantes. Bem vindos á segunda temporada, neste capítulo falaremos sobre a Velocidade da Luz e a Distorção do Espaço-Tempo, elementos que compõe a viagem sobre o tempo que iremos desvendar nesta Odisseia.

 

 

Se você ainda não viu ou deseja rever os capítulos anteriores pode encontra-los nos links abaixo:

...Misterioso e poderoso tempo...

 

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Velocidade da Luz

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Aprendemos na escola que nada é mais rápido que a luz, e de fato a afirmação está correta. Viajando a incríveis 299 792 458 m / s (metros por segundo), poderia circundar o planeta Terra 7 vezes em apenas um único segundo. Mas nós ainda sonhamos algum dia alcançar esta incrível velocidade ou imaginar como seria...

 

No espaço sideral, as distâncias são monstruosas, inimagináveis a tal ponto de termos que utilizar a unidade de medida ano-luz, que significa quantos anos leva para a luz chegar até determinado ponto do universo.

 

Por exemplo...

 

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O Sol está a 150 milhões de km de distância do nosso planeta.

 

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Leva aproximadamente 8 minutos para sua luz nos alcançar, isso significa que se a estrela sumisse ou explodisse, demoraria 8 minutos para percebermos... Quando sentimos o calor do sol, na verdade é radiação de 8 minutos atrás e não instantânea como a maioria das pessoas acham.

 

 

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Nossa galáxia, a Via-Láctea, possui um comprimento de 100.000 (cem mil) anos-luz, isto significa que levaria os 100.000 anos para um feixe de luz cruzar de ponta-a-ponta toda a galáxia. É tempo pra caramba!

 

 

 

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Todas as estrelas que vemos à noite a olho nu em um céu bem estrelado estão dentro deste pequeno círculo. Elas estão há aproximadamente até 200 anos-luz distância de nós, isto significa que o que vemos é a luz emitida até 200 anos atrás.

 

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Algumas estrelas que vemos com telescópios em observatórios na verdade não existem mais devido a explosões de super-novas. É realmente algo chocante e desanimador, estaremos sempre enxergando o passado no espaço em distâncias muito grandes. Ainda que a luz seja a unidade mais rápida, não conseguirá superar o tempo-espaço (molde/tecido do universo).

 

 

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E como seria se nós pudéssemos viajar a tal velocidade?

A física moderna foi capaz de imaginar o que aconteceria se fôssemos capazes de viajar tão rapidamente quanto um dos seus raios. Chamam-se velocinautas esses viajantes do espaço; se chegarem a existir um dia, experimentarão sensações não tão agradáveis. Antes mesmo de chegarem aos 300 000 quilômetros por segundo, todos os objetos que encontrarem no espaço parecerão diminuídos em seu comprimento. O tempo dentro da nave espacial andará cada vez mais devagar, fazendo com que os velocinautas envelheçam menos que seus parentes na Terra.

 

Apesar da aceleração sempre constante, será cada vez mais difícil aumentar a velocidade porque a nave e tudo que viaja nela, inclusive os tripulantes, se tornarão cada vez mais pesados. Teoricamente, a nave atrairá outros corpos celestes, até que todos se choquem com ela. Os velocinautas estarão, a essa altura, aproximando-se da fronteira temporal do Universo: voarão diretamente para o futuro. Um dos responsáveis por isso é o fenômeno chamado dilatação temporal.

 

Imagine uma barra de cristal, vertical, dentro da qual um raio de luz se desloca, de um extremo ao outro. Os dois extremos, por sinal, dispõem de espelhos. O raio de luz gasta um segundo para ir de uma ponta a outra, pois a barra tem 1 segundo/luz de comprimento, ou seja, 300 000 quilômetros. Se a barra se deslocar para a direita, o raio de luz não estará mais se movendo apenas de baixo para cima, mas também da esquerda para a direita, e assim percorrerá uma distância maior e demorará mais tempo para atravessar a barra de cristal. Como não é possível que sua velocidade tenha diminuído (como sabemos, a velocidade da luz é constante), temos de concluir que o tempo transcorre mais devagar para os objetos em movimento. Dessa forma, o raio de luz em questão dispõe de mais tempo para fazer o percurso mais longo (abaixo – acima e esquerda – direita).

 

 

O que um vê no outro, o outro também vê no um

 

Isso do ponto de vista de um observador que tivesse a barra de cristal diante dos olhos. Para um observador montado sobre o raio de luz, a viagem teria transcorrido exatamente em um segundo – do tempo próprio, aquele medido por um relógio que se deslocasse junto com o raio de luz. Em todo caso, a afirmação de que o tempo corre mais devagar é, no mínimo, atrevida. Melhor seria dizer que todos os processos se tornam mais lentos dentro do objeto em movimento.

 

Para todos os fenômenos da Teoria Especial da Relatividade vale esta regra: o que um vê no outro, o outro também vê no primeiro. Quando A e B se cruzam a uma velocidade vertiginosa, cada qual observa no contrário como o tempo se dilata. Outra conseqüência assombrosa: ninguém percebe o que está acontecendo. O viajante espacial jamais poderá perceber que o seu tempo transcorre mais devagar. Só depois da aterrissagem, ao comparar-se com o mundo exterior, ele saberá que algumas coisas mudaram estranhamente. Por exemplo, seus filhos estarão mais velhos do que ele.

 

 

Quanto maior a velocidade, maior também a massa

O efeito mais singelo dessa afirmação de Einstein é que não podemos alimentar a menor esperança de um dia viajar à velocidade da luz, como se imaginou neste artigo. Pois conforme o deslocamento se torne mais rápido, mais cresce a massa de nossa nave e de nosso corpo; quanto mais próximos da velocidade da luz, maiores serão eles, aproximando-se de valores infinitos. Precisaríamos, portanto, de energia infinita para continuar a aceleração até atingir os 300 000 quilômetros por segundo. Além disso, ninguém gostaria de tornar-se um corpo super-massivo, capaz de atrair todos os objetos do espaço, como um autêntico buraco negro.

 

Talvez o mais difícil na nossa vida de velocinautas seja a desaceleração do tempo. Para quem cavalga ondas luminosas, o tempo não transcorre. Segundo as fórmulas da Relatividade, o tempo próprio, aquele vivido durante o deslocamento, tem valor zero. Ou seja, a viagem estará concluída já ao Começar.

 

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Distorção do espaço-tempo

 

Do que o universo é feito ? Quando vemos um planeta ou uma estrela flutuando no "nada", na verdade há algo ali, é o tecido do universo que não pode ser visto, pelo menos por enquanto... Mas pode ser sentido, a grande descoberta de Isaac Newton e corrigido posteriormente por Einstein, vemos a influência deste tecido por meio da força chamada Gravidade.

 

Corpos celestes maiores criam uma distorção no tecido a tal maneira que puxam outros corpos menores para seu centro de gravidade e dependendo da velocidade desse corpo ele entra em órbita ou colide com o maior.

 

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Aqui na Terra podemos sentir o efeito gravitacional com maior ou menor intensidade.

 

 

 

 

Nas escolas somos ensinados que o tecido é parecido com a maneira abaixo:

 

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Mas esta ilustração na verdade está errada pois não enquadra todas as dimensões existentes no plano, a gravidade parece agir puxando para baixo quando na verdade sua influência é em todas as direções.

 

 

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Já a imagem acima ilustra melhor como é a distorção do espaço-tempo.

 

 

Einstein descobriu que espaço-tempo estão unidos no mesmo plano, e sua maior prova foi quando um experimento científico foi realizado perante um eclipse !

 

O mundo moderno começou em 29 de maio de 1919, quando fotografias de um eclipse solar, tiradas na Ilha do Príncipe, na África Ocidental, e em SOBRAL, no Brasil, confirmaram a verdade da nova teoria do universo." ( Paul Johnson, historiador inglês, autor do livro Modern Times: The World from the Twenties to the Nineties ).

 

A cidade entrou para o cenário mundial como palco da descoberta mais importante da Física: a Teoria da Relatividade. Um marco que se estendeu para todas as áreas do conhecimento. O absolutismo de Newton deu lugar ao relativismo de Einstein. Os padrões rígidos foram abandonados, principalmente nas artes.

 

A Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, anunciada em 1905, afirmava que a massa dos corpos deforma o espaço próximo a eles, de modo que um raio luminoso é desviado pela deformação. Esta "curvatura da luz" só poderia ser observada através de um eclipse total do Sol, ou seja, quando a lua fica entre o Sol e a Terra, projetando sua sombra em parte do planeta. Com o eclipse, a luz ofuscante do Sol desaparece e se pode ver o brilho das estrelas próximas.

 

Para confirmar a "curvatura da luz", e consequentemente, comprovar a Teoria da Relatividade, surgiram algumas expedições científicas. Seguindo previsões de eclipses, os cientistas rumaram para locais específicos. Mas suas tentativas foram frustadas. Uma expedição alemã de 1914, por exemplo, foi impedida por questões políticas. O mau tempo atrapalhou outra, de origem argentina, criada em 1916.

 

Para o dia 29 de maio de 1919, houve a previsão de um novo eclipse. Os estudiosos realizaram uma busca incessante por locais que oferecessem as melhores condições geográficas para se observar o fenômeno. A cidade de Sobral e a Ilha do Príncipe, na costa ocidental da África, eram os lugares ideais. Duas expedições foram enviadas. Aquela destinada à Sobral era composta por cientistas norte-americanos, brasileiros e ingleses, do Observatório de Greenwich. As experiências na Ilha do Príncipe não foram muito bem sucedidas. Houve uma tempestade. Nuvens ficaram à frente dos astros. As de Sobral, no entanto, puderam ser consideradas um sucesso.

 

O método de observação era simples. No momento em que a lua cobriu o Sol, várias chapas fotográficas, de câmeras acopladas a telescópios, foram tiradas em sucessão, para registrar a posição das estrelas que estivessem próximas à borda do Sol. Depois, estas fotos foram comparadas a chapas parecidas, tiradas três meses depois, durante a noite. A conclusão foi a de que Einstein estava certo. A luz faz realmente uma curvatura.

 

 

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O DIA QUE VIROU NOITE

 

Sobral viveu em 29 de maio de 1919 um de seus mais peculiares dias. No início daquela manhã, a população foi às ruas. Os sobralenses misturaram-se a vizinhos de outras localidades para conferir o anunciado fenômeno que tomava conta dos céus. Para uns, o "fim do mundo". Para outros, "um milagre". Os mais esclarecidos sabiam que se tratava de um eclipse total do Sol.

 

Os sobralenses espantaram-se com os visitantes estrangeiros, que utilizavam toda a sua parafernália de equipamentos, instalados em plena praça, na frente da Igreja do Patrocínio. Os cientistas estavam extremamente ansiosos pois o dia amanhecera nublado. Mas as nuvens, que pareciam tentar esconder o eclipse, logo se afastaram.

 

No ápice do fenômeno, às oito horas e 56 segundos, o dia escureceu. Confusos, os galos cantaram como se fosse noite. Nos rostos da população, a estampa do medo. Ouvia-se a cacofonia de vozes assustadas, murmurando preces tão desesperadas que nem sempre podiam ser compreendidas. As orações misturavam-se ao estalar de pernas na correria em direção à proteção da Igreja.

 

No entanto, as faces dos cientistas expressavam sorrisos admirados e satisfeitos. A visão da coroa solar, por si só, já os deslumbrava. E as estrelas, sempre ofuscadas pelo Sol, puderam ser vistas e fotografadas. O eclipse durou cinco minutos e 28 segundos. O dia clareou. Os galos se calaram. A Teoria da Relatividade estava comprovada. Existia uma nova teoria do Universo.

 

 

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O universo consegue nos surpreender a todo instante, há coisas que conseguem distorcer tanto o espaço tempo que nem mesmo a luz escapa, buracos negros e estrelas de nêutrons são uns dos exemplos... Inclusive nós conseguimos sentir na Terra a onda gravitacional do choque entre dois buracos negros a 3 bilhões de anos-luz distância.

 

 

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O instrumento que detectou se chama LIGO, e ele é o objeto mais reto do mundo.

 

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Agora os cientistas poderão "escutar" o universo. No ramo astronômico era como entrar em uma floresta sem poder ouvir o canto dos pássaros, seguindo esta metáfora.

 

 

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A astronomia tem suas belezas e também seus terrores, descobrimos que a viagem no tempo a tal como sonhamos um dia voltar ao passado na verdade é impossível, mas não podemos desanimar, ainda é possível ir ao futuro na relatividade temporal. Quem sabe algum dia a física quântica possa nos mostrar a solução e enfim quebrar a barreira da luz para que possamos nos aventurarmos em uma viagem sobre o tempo.

 

 

Este tópico foi produzido sob audiência de:

 

 

 

 

 

Até o próximo capítulo !

 

 

 

 

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Irado esse post!

Sempre fiquei imaginando essas paradas de viagem no tempo, tanto é que é o tema que mais curto nos filmes, podcast etc....

 

Queria adicionar esse podcast que acredito que vc vai curtir muito e adicionar ainda mais

 

É so pular a leitura de emails do inicio pra ouvir o programa

 

Queria adicionar um pouco sobre o Paradoxo do Avo

 

Em especulações acerca de viagens no tempo, o paradoxo do avô refere-se às inconsistências que podem vir a surgir no presente caso o passado seja mudado. Por exemplo, uma viagem ao passado pode impedir que esta mesma viagem seja possível, ou mesmo que o viajante exista. O nome deste paradoxo vem de uma das suas primeiras descrições: uma pessoa viaja para o passado e mata o seu avô antes dele conhecer a sua esposa, que é a avó dessa pessoa. Dessa maneira, a existência do pai ou mãe dessa pessoa, e consequentemente dela própria, torna-se impossível. Surge então um paradoxo temporal e um conflito lógico de existência a partir do momento que se altera os acontecimentos do passado responsáveis pela sua existência.

 

belo post novamente!

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Simplesmente adorei o post, li tudo e fiquei encantado, claro de quebra ainda aprendi algumas coisas.

 

Nossa galáxia, a Via-Láctea, possui um comprimento de 100.000 (cem mil) anos-luz, isto significa que levaria os 100.000 anos para um feixe de luz cruzar de ponta-a-ponta toda a galáxia. É tempo pra caramba!

 

E essa informação me deixou bem assustado com o tamanho do tudo e ao mesmo tempo ''nada'' que existe afora de nosso planeta. Juntamente com isso me paro pra pensar o quão pequeno ou insignificantes somos comparados a tudo isso, vejo tantos por aí jogando a vida fora por dinheiro, cometendo atos insanos pra alimentar suas vaidades e ambições, pra no final apodrecer em um cemitério.

Se ainda fossemos imortais, mas somos ''bactérias em um oceano'' com tempo limitado de uso ou aproveitamento dessa experiência chamada vida!

 

 

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Irado esse post!

Sempre fiquei imaginando essas paradas de viagem no tempo, tanto é que é o tema que mais curto nos filmes, podcast etc....

 

Queria adicionar esse podcast que acredito que vc vai curtir muito e adicionar ainda mais

 

É so pular a leitura de emails do inicio pra ouvir o programa

 

Queria adicionar um pouco sobre o Paradoxo do Avo

 

Em especulações acerca de viagens no tempo, o paradoxo do avô refere-se às inconsistências que podem vir a surgir no presente caso o passado seja mudado. Por exemplo, uma viagem ao passado pode impedir que esta mesma viagem seja possível, ou mesmo que o viajante exista. O nome deste paradoxo vem de uma das suas primeiras descrições: uma pessoa viaja para o passado e mata o seu avô antes dele conhecer a sua esposa, que é a avó dessa pessoa. Dessa maneira, a existência do pai ou mãe dessa pessoa, e consequentemente dela própria, torna-se impossível. Surge então um paradoxo temporal e um conflito lógico de existência a partir do momento que se altera os acontecimentos do passado responsáveis pela sua existência.

 

belo post novamente!

 

 

xD bacana, essas inconsistências eu aprendi em documentários é algo muito louco, com o tempo não se brinca haha. E infelizmente voltar ao passado não passa de ficção de filmes. Valeu pelo adicional =)

 

E viajar à velocidade da luz também é algo impossível pois faltará combustível para o tal além de lidar com sensações estranhas e distorção de si mesmo, ver seu corpo virar um espaguete não parece ser algo legal, além de que como é que irá frear? Segundo a lei da inércia ao bater em algo você será completamente destruído.

 

Simplesmente adorei o post, li tudo e fiquei encantado, claro de quebra ainda aprendi algumas coisas.

 

 

 

E essa informação me deixou bem assustado com o tamanho do tudo e ao mesmo tempo ''nada'' que existe afora de nosso planeta. Juntamente com isso me paro pra pensar o quão pequeno ou insignificantes somos comparados a tudo isso, vejo tantos por aí jogando a vida fora por dinheiro, cometendo atos insanos pra alimentar suas vaidades e ambições, pra no final apodrecer em um cemitério.

Se ainda fossemos imortais, mas somos ''bactérias em um oceano'' com tempo limitado de uso ou aproveitamento dessa experiência chamada vida!

 

 

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Isso mesmo, a astronomia sempre vai nos mostrar a humildade. É incrível fazer parte deste palco, ter consciência de seu lugar no cosmos e saber tirar proveito disto, a humanidade precisa olhar mais para si mesma e compreender que somos uma raça só. O capitalismo embora seja o melhor meio de se viver, há falhas e essas falhas estão destruindo o próprio globo. Definição de países, fronteiras, políticas egocêntricas... Tudo isso pesa, a natureza nos ensinará muito ainda.


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