Jump to content
Notícia
  • Adquira já o seu VIP!

Search the Community

Showing results for tags '[sega]'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • Anunciantes
    • Advertise here
    • silvaBR Cheats
    • Velozhost
  • ################## WEB CHEATS ##################
  • Anúncios/Eventos
    • Regras
    • Anúncios
    • Eventos do fórum
  • Feedback & Suporte
    • Tutoriais WC
    • Suporte
    • Sugestões
    • Denúncias e Reclamações
    • Depósito
  • Shooter Zone
    • Counter Strike
    • Valorant
    • Rainbow Six Siege
    • Outros Shooters em Geral
    • Shooter Zone - Lixão
  • Battle Royale
    • COD Warzone
    • Free Fire
    • PUBG - Playerunknown's Battlegrounds
    • Fortnite
    • Outros Jogos Battle Royale
  • MMO Zone
  • Outros Games Zone
  • Design Zone
  • Info Zone
  • ################## WEB CHEATS ##################
  • Entretenimento & Diversão
  • MarketPlace
  • Old WC's Bate Papo
  • 【FREE FIRE】▄︻┻┳═一's Fórum do Clube
  • Anticomunismo's Tópicos
  • Tópicos Importantes !'s Tópicos

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


Discord


Idade

 
or  

Found 8 results

  1. E se a Sega lançasse um novo videogame? Como todos já sabem, o último console lançado pela Sega foi o Dreamcast em 1998, com a empresa anunciando oficialmente sua saída do setor de hardware em 2001, quando passou a se dedicar apenas no desenvolvimento e publicação de jogos em diversos sistemas existentes. No entanto, até hoje vários fãs sonham com a possibilidade da companhia voltar a fabricar consoles icônicos, como é o caso do designer gráfico Thiago Nogueira, que inclusive criou uma arte conceitual de um novo videogame da Sega que chamou a nossa atenção: o Sega Cosmus. “Eu sempre tive vontade que a Sega voltasse ao mercado de consoles, sabe, entretanto não com o nome Dreamcast. Daí então fui em vários grupos e postei o seguinte tópicos ‘Se a Sega lançasse um novo console qual seria o nome?‘”, contou para o Blog Tectoy de como surgiu a ideia. “Aí todos começaram a dar sugestões em vários grupos, teve uma boa repercussão, desde os nomes mais absurdos aos mais interessantes. Nisso um membro do grupo sugeriu Cosmus, membro esse meu amigo há mais de 17 anos (sempre fomos fãs da Sega), então achei interessante o nome pois ele transmite algo sem fim, de uma imensidão inimaginável. A partir daí comecei a imaginar a logo, as cores, etc“. Thiago Nogueira criou a arte conceitual do videogame que ele gostaria que a Sega lançasse no futuro Sobre o processo de criação da imagem e do console imaginário em si, ele explica: “Demorou um pouco até achar uma imagem legal, daí bolar os botões, os leds azuis que ele possui, pensar nas entradas USB, nas tecnologias que ele teria, pensei em tudo que fosse essencial atualmente. Também pensei no formato de mídia, uma tecnologia SDXC, que tem uma quantidade de armazenamento maior que o Blu-Ray“. “As cores das capas pensei em preto, para remeter a uma nostalgia do Mega Drive, fazendo uma referência à cor preta dele. E no caso do sensor de movimento se chama Sega Vision, que seria uma evolução do Kinect da Microsoft, com mais jogos desenvolvidos para ele como Sonic Vision, entre outros que tenho aqui e logo vou postar“. além do console, Thiago imaginou como seriam alguns títulos para o Sega Cosmus, como o clássico OutRun e novas versões para Ristar, Golden Axe, Robocop e Exterminador do Futuro Ele também faz skins personalizados para consoles e controles, inspirados não apenas nos videogames e jogos da Sega, mas também de outras empresas como Sony, Microsoft e Nintendo. Mas o grande amor é mesmo pela Sega. “Minha primeira paixão foi com o Mega Drive, que foi meu console favorito com jogos como Streets of Rage, Moonwalker, Sonic, OutRun, Golden Axe, Ecco, que marcaram demais a minha vida, além do Ayrton Senna’s Super Monaco GP II que jogava com meu pai. Depois disso em 2000 ganhei meu Dreamcast, que pra mim tem o melhor jogos de todos os tempos: Shenmue. Resumindo sou muito fã mesmo da Tectoy e da Sega, pois pra mim marcaram não só a minha, mas toda uma geração e fico feliz de fazer parte dessa história“. Quem quiser conferir todo o trabalho do Thiago, como um teaser (para 2020) e jogos para o Cosmus, skins para videogames inspirados em consoles da Sega e até um Dreamcast 2 conceitual, pode acessar a sua página no Facebook. E aproveitamos para pedir a você, amigo leitor do Blog Tectoy, que compartilhe conosco suas ideias ou sonhos de um novo videogame da Sega. Como ele seria? Qual seria um nome bom? Quais cores teria em sua carcaça? Use a criatividade e deixe aí nos comentários para a gente! Fonte: [Hidden Content]
  2. Após todo o burburinho do lançamento do SNES Classic ser ainda este ano, podemos ficar ainda mais contentes, pois mais dois consoles clássicos devem chegar às lojas ainda neste ano. A loja AtGames revelou o preço do Flasback 8 Gold, nova versão do console clássico Atari, e também do Sega Genesis Flashback nesta quarta-feira, 19. O console da Sega chegará às prateleiras acompanhado de 85 jogos de grande reconhecimento, tais como Mortal Kombat, Shining Stars, Phantasy Star e muito s outros, além de um único “cartucho” que permitirá ao jogador o acesso aos jogos, duas peças para controles, caso prefira jogar como antigamente (com fios) e os próprios joysticks em uma versão moderna (sem fio). Já o Flashback 8 Gold acompanhará cerca de 120 títulos da época do auge do console, além de dois controles sem fio. Ambos os consoles terão suporte a saídas HDMI com imagens em 720p e estarão disponíveis para pré-compra a partir do dia 28 de julho por 80 dólares no Estados Unidos. Ainda é válido lembrar que o SNES Classic chegará no final de setembro por um preço muito similar — 79 dólares.
  3. No seguimento do popular anúncio da NES Classic Edition (mini NES) a SEGA não quis perder o hype gerado e revelou que vai lançar também no final do ano uma versão miniatura da popular Mega Drive (Genesis) que já vem com 80 jogos pré instalados e que ao contrário da consola da Nintendo vai permitir a inserção de cartuchos com novos jogos. A Sega Mega Drive Classic Game Console vai ao que tudo indica ser lançada em Outubro antes do lançamento da NES Classic Edition a 11 de Novembro. No entanto na realidade esta não é uma criação nova, mas sim o relançamento de um emulador criado anteriormente pela chinesa At Games, sendo que é óbvia a tentativa da SEGA em gerar alguma receita extra com o reavivar dos jogos clássicos gerado pela NES Classic Edition. Os jogos incluídos são: Fonte : OtakuPT
  4. Fala pessoal, tudo certo? Hoje eu trago pra vocês um emulador que com certeza vai fazer você lembrar da sua infância, na época em que você era apenas um pequeno gafanhoto iniciando nesse maravilhoso mundo dos games. [Hidden Content] Scan do Emulador: VirusTotal Download: Download Edit¹ - Se inscrevam no canal BSuits TV, pretendo postar outros emuladores lá.
  5. A SEGA apresentou um novo trailer de Total War: Warhammer, o novo jogo da famosa série de jogos de estratégia que pela primeira vez decorrerá neste universo de fantasia.Desta vez temos um trailer cinematográfico que usa as animações e modelo do motor de jogo para apresentar-nos os Enanos, uma das quatro raças que estão disponíveis no jogo.
  6. 3D Streets of Rage 2 ainda é só o começo do fim da segunda vaga de clássicos da Sega remasterizados pela M2 para a Nintendo 3DS. Os próximos (e finais?) lançamentos incluem: Gunstar Heroes e o eterno Sonic the Hedgehog 2. A M2 não quis deixar os jogadores ocidentais no limbo, ao contrário dos japoneses que receberam os oito jogos da segunda vaga. Uma lista surpreendentemente ecléctica e mais alargada do que os jogos inicialmente previstos e a serem remasterizados pelo pequeno estúdio liderado por Yosuke Okunari e Naoki Hori. Duvidas não restam, depois de jogarmos Streets of Rage 2, que nos anos noventa as preocupações dos programadores de videojogos não roçavam os detalhes técnicos que hoje envolvem a maioria das grandes produções. O foco estava apontado à jogabilidade e design, elementos que transbordaram por completo o copo, bem notório quando a sequela de um dos mais impressionantes e espectaculares jogos de acção foi lançada algures em 1993. A Capcom com Final Fight, a Konami com a série Contra e até mesmo a SNK, ainda que um pouco mais tardiamente com Metal Slug, todas competiram e perpetuaram a ouro um dos melhores períodos da história dos videojogos. Voltar por isso a um clássico dos clássicos foi para a M2 mais do que um prazer. Ver renascer um jogo que tanto sucesso espalhou nas plataformas da Nintendo foi mais do que uma experiência. Desde logo porque ao contrário de outras produções 2D que não apresentam profundidade em termos de scroll vertical, em Streets of Rage as personagens deslocam-se dentro de um plano isométrico, o que colocou uma série de dificuldades e desafios em termos de adaptação aos efeitos tridimensionais. A boa recepção dos primeiro jogo, remasterizado em 3D, deixou a M2 mais segura sobre o trabalho a concretizar na sequela. É um processo mais delicado, meticuloso e exaustivo do que à primeira vista pode parecer. As horas de sono que todos perderam foram compensadas com umas justas férias quando acabaram o cumprimento do dever. O resultado está aí. 3D Streets of Rage 2 chegou à 3DS tão bom ou melhor ainda do que estava quando chegou em 1993 à Mega Drive. Mesmo sem a conversão 3D é um jogo tremendamente valioso e em quase tudo melhor que o original. À marcante banda sonora de Yuzo Koshiro, acrescem mais personagens, mais animações, mais movimentos, mais sprites e uma cadência de fotogramas por segundo superior (corre a 60 frames). Não é por acaso que os programadores da versão "remaster" referem-se ao original da Mega Drive como um dos jogos que extraiu todo o sumo da plataforma. Na verdade e se ligarem a clássica consola da Sega através de uma ligação à tv de qualidade superior encontram um patamar gráfico só ao nível de algumas produções. Como um "side scrooler" horizontal tipicamente 2D, com um plano isométrico que permite às personagens deslocarem-se na vertical, o obejctivo é o mesmo do original: entrar nas ruas onde impera a violência e a ordem imposta pelo Syndicate e acabar com todos os mauzões, recorrendo aos punhos e pontapés, e à força física, numa primeira instância. Depois, podem ainda pegar em facas, tubos de aço e garrafas quebradas e jogá-las aos inimigos. Pelo meio, podem recuperar alguma energia e saúde, comendo pequenas peças de fruta (maçãs) ou então para colmatar a fraqueza no estômago, um frango assado. Com níveis significativamente mais extensos, compostos por secções e zonas intermédias diferenciadas antes da chegada ao ponto onde invariavelmente ocorre a boss fight, os quatro heróis terão que vencer novos inimigos; vagas de mauzões que tanto vão do punk ao mestre de karaté. Num novo formato, alguns entram em cena usando motorizadas de motocross, só vencidos através de um salto e pontapé. Nesse aspecto 3D Streets of Rage 2 é superior na comparação com o anterior. O quarteto é composto por dois lutadores que regressam do jogo anterior (Axel e Blaze), com estilos equilibrados, tanto em força como resistência e agilidade, enquanto que o pesado Max, é pouco veloz mas muito possante. Skate (irmão de Adam e entretanto detido pelo Syndicate) serve-se dos patins para uma rápida deslocação, e embora não seja possante possui um conjunto de golpes especiais que lhe conferem alguma vantagem. Sobre as opções individuais, desde o modo casual (demasiado fácil e sem grande desafio), até ao Rage Relay (permite que joguem com as quatro personagens, numa opção parecida com a de Metal Slug que permite a mudança de personagem depois de uma vida esgotada). Entre versão internacional e japonesa, ecrã plano ou crt (à boa moda antiga), passando por outras opções imediatas, assim como um modo de jogo desbloqueável depois de cumprida a aventura, é mais uma vez transparente a intenção da M2 em tocar o lado mais nostálgico dos jogadores veteranos. Esses mesmo sentir-se-ão confortáveis ao revisitar um dos clássicos mais populares da Mega Drive. Rapidamente retomarão os processos ofensivos com sucesso e acabarão por revisitar grandes batalhas e momentos épicos, até aos créditos finais. Os mais novos e nascidos posteriormente a 1993, à falta de uma Mega Drive e respectivo cartucho poderão descobrir, por um preço bastante convidativo, uma era já distante e menos popular nos dias de hoje, mas demonstrativa de jogos desenhados com paixão e pensados para divertimento imediato e desafio puro. Uma tarde com 3D Streets of Rage 2, pode ser bem um título para as férias de verão que ainda perduram. Noticia:EuroGamer
  7. Em um dia como hoje, mas no ano 1999, saiu ao mercado uma máquina que sem dúvida nenhuma marcaria as nossas vidas, o Sega Dreamcast, uma maquina que apostou em jogos online e que permitiu que usuários do PC pudessem jogar contra usuários do próprio Dreamcast (com o jogo Quake 3 Arena). O memory card também era um mini-console que permitia que jogássemos mini jogos ou também avançar em nossos jogos salvos, e tudo isso em 1999!, Sega sempre tinha como objetivo inovar. Primeiramente foi com seu Genesis de 16 bits no ano 1989, que reinou mesmo tendo como adversário o SNES da Nintendo, e também quando introduziram o SEGA CD em 1992 (no Japão, 1993 nos Estados Unidos). A Sega foi a primeira que disponibilizou jogos em CD como mídia e a primeira em nos fornecer controles sem fio. Foram tambem os primeiros em nos dar um controle com botão analógico(3D Pad do SEGA Saturn), informação que muitos confundem, afirmando erroneamente que foi o Nintendo 64 que estreou esse benefício. O Dreamcast teria que estar a altura. 9/9/99 Foi o dia escolhido para que viesse ao mercado, uma maquina totalmente adiantada ao seu tempo. A SEGA implementou o GIGAROM como formato para seus CDs. eles disseram que o formato foi escolhido para evitar a pirataria de seus jogos, ação que acabou não dando certo e que acabou sendo ainda mais pirateada que o DVD. Tempos depois, quando o PS2 saiu ao mercado usando o DVD como mídia, coisa que o Dreamcast não era capaz de fazer. E assim foi começando o fim para o Dreamcast. Hoje, 15 anos mais tarde, muitos ainda tem o bom e velho Dreamcast, que infelizmente marcou a saída da SEGA no mercado de consoles. Hoje a SEGA continua na ativa, como uma desenvolvedora multi-plataforma e aliada à sua antiga rival Nintendo. E apesar de ter saído do mercado de consoles, a SEGA hoje tem como seu principal negócio os Arcades. No Japão, a SEGA domina cerca de 80% desse mercado, não atuando muito do Ocidente. fonte: Thasegafreak/Wordpress
  8. Aparentemente a SEGA não se apóia mais tanto no Sonic como antigamente. Os lucros da empresa cresceram 19% este ano por causa dos lucros de dois títulos lançados exclusivamente para PC: Total War: Rome II que vendeu 1.3 milhões de cópias e Footbal Manager 2014 com 790 mil cópias vendidas. O lançamento mundial de Sonic: Lost World ficou em terceiro em vendas com 710 mil cópias vendidas para Wii U e Nintendo 3DS. Entre os cinco mais vendidos da empresa ainda estão Company of Heroes 2 (680 mil cópias vendidas) e Yakuza: Ishin para PS3 e PS4 que vendeu 390 mil cópias apenas no Japão, onde foi lançado. A SEGA espera vender 12,78 milhões de games este ano, cerca de 8,73 milhões a mais do que no ano passado, marcando um crescimento de 19%. A empresa notou a queda na venda de cópias físicas de games, e agora está focando seus esforços no mercado digital , especialmente os voltados para o mercado de celulares e internet. fonte: Playtv
×
×
  • Create New...