Jump to content
Notícia
  • Adquira já o seu VIP!

Search the Community

Showing results for tags 'fanwork'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • Anunciantes
    • Advertise here
    • silvaBR Cheats
    • Velozhost
  • ################## WEB CHEATS ##################
  • Anúncios/Eventos
    • Regras
    • Anúncios
    • Eventos do fórum
  • Feedback & Suporte
    • Tutoriais WC
    • Suporte
    • Sugestões
    • Denúncias e Reclamações
    • Depósito
  • Shooter Zone
    • Point Blank
    • Combat Arms
    • Cross Fire
    • Counter Strike
    • Battle Royale
    • Outros Shooters em Geral
    • Shooter Zone - Lixão
  • RPG/MOBA Zone
    • WYD - With Your Destiny
    • Riot Games
    • Grand Chase
    • Ragnarok
    • Tibia
    • Priston Tale
    • Mu Online
    • Perfect World
    • GunBound
    • Runescape
    • Outros RPGs em Geral
    • RPG Zone - Lixão
  • Outros Games Zone
  • Design Zone
  • Info Zone
  • Video Games Zone
  • ################## WEB CHEATS ##################
  • Entretenimento & Diversão
  • MarketPlace
  • Old WC's Bate Papo
  • 【FREE FIRE】▄︻┻┳═一's Fórum do Clube
  • Anticomunismo's Tópicos
  • Tópicos Importantes !'s Tópicos

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


Discord


Idade

 
or  

Found 236 results

  1. Oquê é uma Fanfic? Fanfiction, fanfic ou apenas fic é uma narrativa ficcional, escrita e divulgada por fãs em blogs, sites e em outras plataformas pertencentes ao ciberespaço, que parte da apropriação de personagens e enredos provenientes de produtos midiáticos como filmes, séries, quadrinhos, videogames, etc, sem que haja a intenção de ferir os direitos autorais e a obtenção de lucros. Portanto, tem como finalidade a construção de um universo paralelo ao original e também a ampliação do contato dos fãs com as obras que apreciam para limites mais extensos. Tipos de Fanfics Classificação indicativa G (General) : História para todas as idades. PG (Parental Guidance) : A história contém alguma cena leve de violência ou um tanto ousada. PG-13 : Maiores de 13 anos. A história tem um pouco mais de insinuação a sexo, violência moderada e palavras chulas, mas nada explícito. R (Restricted) : História com sexo e/ou violência não totalmente explícitos. NC-17 Proibido para menores de 17 anos. Sexo e/ou violência explícitos. Gêneros Além dos gêneros comuns romance, Acção, Comédia, Terror, Drama, Aventura, e todos aqueles que encontramos em filmes, as fanfics possuem alguns géneros mais exclusivos (se souber algum que não está citado sintasse à vontade para compartilhar e adicionar á lista): Angst : A palavra significa medo. São fanfics criadas em torno de emoções desagradáveis, como angústia, tristeza, ódio. AU (Alternative Universe) : São fanfics passadas em universo alternativo, ou seja, as personagens podem estar em meios diferentes R.A. (Realidade Alternativa) : Quando a fanfiction se passa com os mesmos personagens e locais dos criados pelo(a) autor(a) original, porém, um dos fatos mudam. (Ex.: Draco e Harry lutam lado a lado contra Voldemort ou Draco se apaixonar por um sangue-ruim). Crossover : Quando a fanfic reúne personagens de séries diferentes num mesmo enredo. (Exemplo: misturar os ninjas de Naruto e os feiticeiros de Harry Potter) Darkfic : Fanfic abundante em cenas depressivas, atmosferas sombrias e situações angustiantes. É o contrário das fanfics definidas pelo termo "waffy/fluffy". Drabble : É uma fanfic que contém 100 palavras, porém, algumas pessoas consideram Drabble, qualquer história com menos de 1000 palavras. Double Drabble : É uma fanfic com no máximo 200 palavras. Death Fic : Onde a morte de um ou mais personagens significativos é o tema central da fanfictic. Fanon : Indica a presença de ideias já propagadas em outras fanfics e que se tornaram tão populares quanto a obra original. (Convém dizer de onde tiraram as ideias.) Fantasia : Quando a história envolve a aparição e influência de seres mágicos, como bruxas, fadas, livros mágicos, etc. Fluffy/Waffy : Fanfic cujo enredo é classificado como “fofinho”, cheio de situações açucaradas que caminham para um final feliz. Hentai : Quando a fanfic contem cenas de sexo explícito. Lemon : Fanfics com cenas de sexo explícito entre homens. Lime : Quando a fanfic têm cenas de sexo implícito (apenas sugerido). Lemon : Fanfic com cenas de sexo entre homens (detalhada). MOTW : Monstro da Semana, nem precisa de maiores explicações. Fanfic de arrepiar. Orange : Fanfic com cenas de sexo entre mulheres (detalhada). Shoujo ai : Fanfictions retratando amor entre garotas, geralmente platônico. Shounen ai : Fanfictions retratando amor entre garotos, geralmente platônico. SAP (Sweet as Possible) : Como o próprio nome já diz “tão doces quanto o possível”. Menos “açucaradas” do que as fics fluffy. Self Inserction : Onde o autor participa da fanfiction como um personagem. É comum em fics de humor. OC : "Original Character". É quando a fic possui algum personagem criado pelo autor da fanfic. OOC : "Out of Character". Quando a personalidade ou comportamento de um personagem são inconsistentes e diferentes do esperado, de acordo com a obra original. PWP : "Porn Without Plot?" Significa: "Porno sem plot". Esse tipo de fic não tem muito enredo, dando prioridade ao sexo. Pode também significar "Plot? What Plot?", uma história sem sentido e confusa. Os personagens podem agir OOC e muitas vezes essas fanfics também são TWT (Time? What Time?), desde que o foco é a relação sexual e não um contexto lógico ou roteiro. Saga : São fics com muitos capítulos, geralmente mais de 20/25. ou com até temporadas, que normalmente variam de 2 a 3 temporadas. Slash : Quando o enredo gira em torno do relacionamento entre dois personagens geralmente protagonistas. No entanto, o termo está sendo cada vez mais usado para designar histórias do tipo “yaoi” que tratam de relacionamentos homossexuais. FemmelSlash : Já que Slash é considerado yaoi, este termo é usado para relações entre personagens femininos. Bondage : Quando ocorre na fic imobilização de um dos parceiros para satisfação sexual. Dark Lemon/Orange : Fics com cenas de sexo com relação homossexual, sendo Lemon relação entre homens e Orange relação entre mulheres, com violência explícita. Geralmente estupro. MPREG : Male Pregnant. Fanfic onde personagens do sexo masculino tem a capacidade de engravidar. G!P : Fanfic onde um ou mais personagens do sexo feminino tem o órgão genital masculino. NCS : Non Consensual Sex. Eufemismo para estupro. POV : Point of View (ponto de vista). Indica de quem é o ponto de vista da cena, ou seja, quem a narra. Pode ser um personagem principal ou secundário. SAP : Sweet as possible. Significa: tão doce quanto possível. Fanfic açucarada, mas sem excesso. Side Storie : Fanfic curta que explica um fato ocorrido numa outra fic. Um tipo de "bônus". Um capítulo que não se encaixa no meio da história original. Geralmente é de um capítulo apenas. SM : Fanfic com cenas de sadomasoquismo. Maintext : Enredo, situações ou romances que aparecem explicitamente na obra original e são explorados na fanfic. Subtext : Situações ou romances que são subentendidos na obra original e desenvolvidos na fanfic. Ex: Romance Castiel x Dean Winchester. Threesome : Fanfic com cenas de sexo entre três pessoas. Voyeurism : Quando se observa alguém com o objetivo de obter satisfação sexual. What If : O que aconteceria se a história tomasse um rumo diferente. (Ex: Harry Potter voltar ao passado para salvar o mundo bruxo; etc.) Ecchi : Fanfics que possuem insinuações de sexo mas não necessariamente o sexo explícito em si. Citrus : Fanfic de romance adulto, pode ou não conter cenas de sexo. Shotacon : Fanfic com romance entre um homem mais velho com um mais novo. Lolicon : Fanfic com romance entre uma mulher mais nova e uma mulher/homem mais velho(a) - O termo deriva da história "Lolita". Oneshot : Fanfic que contém somente um capítulo (one-shot: um-tiro (por ser uma leitura rápida), seja ele curto e postado de uma só vez ou longo e postado em partes.) Shortfic : Fanfic de poucos capítulos (de 3 a 15). Essas fanfics são como minisséries e os capítulos podem ser longos ou curtos. Song Fic : Fanfics que usam letras de música para intercalar a história. Geralmente one-shots. Longfic : Quando a história tem capítulos longos e geralmente a história tem muitas voltas. TWT (Time? What Time?) : Fora da linha temporal da série. Yaoi : Onde a fanfic trata de relação homossexual masculina. Yuri : Onde a fanfic trata de relação homossexual feminina. Canon : É quando a fic “segue o ‘Cânone’. Refere-se a fanfics que sigam fielmente a história, principalmente em termos de shippers (casais) e caracterização de personagens. Ou seja, se o autor tentar ser o mais fiel possível ao enredo original, a fic é Canon. Disclaimer : quem cria e desenha os personagens dos animes e mangás que servem de base para as fanfictions são os mangakas, e eles já deram os direitos de suas respectivas franquias para várias empresas ao redor do mundo. Infelizmente, os ficwriters não estão incluídos nessa movimentação monetária, o que significa que precisam deixar bem claro que não têm a intenção de lucrar ao escrever suas histórias. Para isso, usam o disclaimer e negam qualquer direito sobre a série original. Mary Sue : O nome do estilo é uma homenagem à Tenente Mary Sue, uma personagem de fanfics de Jornada das Estrelas dos anos 80 que definiu o arquétipo da personagem perfeita altamente idealizada. Nas fanfictions, esse termo é designado às personagens principais onipresentes, onipotentes e inatingíveis, que tornam a história melodramática e apelativa. As “Mary Sues” costumam nascer de OCs (Original Characters) abusivamente.
  2. Oque vocês acharam da força do giren e da nova transformação de goku? Eu me emocionei e nunca pensei que ele conseguisse superar os deuses, até o sumo sarcedote e os zenos ficaram pasmo ao ver goku da quela forma e o giren esse cara é assustador é um monstro e pessoa... Resumindo desceu até lagrima do olho.
  3. O Anime Death Note foi um dos melhores lançados até hoje "opinião" , a empresa de Streaming de Filmes, Netflix, lançou um filme baseado no Anime Original, ouve algumas contra versas entre o desenho original e o filme, foi um grande debate em redes sociais.
  4. Bom trazendo novamente o tópico de vídeos e acredito que o maior que houve aqui. Dinâmica: O tópico consiste em postar vídeos relacionados à area, assim sendo AMVs, Opening, Endings, Curiosidades, Musicas e outros relacionados a cultura pop asiatica e ou outros vídeos relacionados a animes. Regras: Lembrando que as regras do forum e da área são validos aqui. Será permitido aos usuários postarem apenas um vídeo por post avaliando o vídeo postado pelo membro anterior. Os vídeos deverão ser avaliados em uma escala de 1 a 10. Começando:
  5. [CENTER][SIZE=5][COLOR=#b3b300][B]Fanfic Vencedora do Fic of the Month #1 @♑ Luq[/B][/COLOR][/SIZE][/CENTER] [SIZE=1]Classificação: Livre Gênero: Lollicon, Shoujo, Romance Os personagens usados nessa estória não me pertecem, são parte do elenco de Fairy tail (Hiro Mashima) *Po.V. = Ponto de Vista, conta por quem a estória está sendo narrada. [/SIZE] [CENTER][SIZE=1] [/SIZE] [B][SIZE=5]Fadas vs. Tigres [/SIZE][/B][/CENTER] [SIZE=4]Sinopse: Quando fadas voam sozinhas durante muito tempo sem serem atacadas por tigres, pode ter certeza que há algo de muito errado nessa história. E quando são finalmente capturadas por tigres, a única maneira é escapar e voando, mas por algum motivo elas podem se esquecer de voar. As sombras nem sempre são ruins, na maioria das vezes elas escondem as coisas mais belas do mundo. Será que isso as torna egoísta? O vento, com todo seu toque e delicadeza, pode as vezes se chatear e causar uma grande catástrofe, isso o torna perfeito?[/SIZE] [CENTER][SIZE=4] [SPOILER=":h:"][IMG]https://66.media.tumblr.com/9d9274c6ee29046ee156b824b388c112/tumblr_nm6os4Aj4C1r81qzlo1_500.png[/IMG][/SPOILER] [/SIZE][/CENTER] [SIZE=4][FONT=Book Antiqua]Po.V. Wendy Marvel[/FONT] Um beijo, eu sei que aquilo não passou de um simples beijo. Só que mesmo assim, foi meu primeiro, e primeiros beijos não são algo fácil de se esquecer. Coisas como isso são feitas para serem lembradas por a toda vida, e a pessoa que te deu esse presente devem ser guardada no fundo do coração. Eu sou Wendy Marvell e vou contar para vocês o meu segredo, em outras palavras, um clichê que nunca sai de moda. Andar não é um dos meus exercícios favoritos, mas é o que eu mais gosto de fazer quando tenho que pensar em algo. E o que mesmo eu estava pensando? Não lembro, fica meio difícil de me lembrar quando algo tão sinistramente fantástico foi me acontecer logo em seguida.[/SIZE] Eu não sei ao certo. Mas eu acredito que estava andando em direção ao lago. Fazer? Não faço ideia, mas o lugar é simplesmente fantástico, a grama sempre fofa e verdinha, a água sempre azul e os passarinhos cantando tudo isso deixava o lago com um gosto muito bom. Normalmente eu sempre vou até ali quando estou sozinha. É rara as vezes em que a Charles me deixa em paz, não que ela me incomode, pois é minha melhor amiga, mas preciso pensar as vezes né? Eu andava bem devagar, a vista era linda, em direção ao imenso lago de água doce, o sol já estava se pondo e as nuvens no céu não deixavam o lago perder o tom azul. Ao redor deste lago existia muitas, mas muitas flores de todos os tipos que perfumavam o ar com um aroma agradável e gentil. Era realmente o lugar perfeito. A cada passo que eu dava, o cheiro das floreis ia ficando cada vez mais gentil e eu estava ficando bem ansiosa para chegar lá, mas outra coisa me chamou a atenção, uma sombra, a silhueta de um garoto. Ele estava virado para o lado, e não sei dizer ao certo, mas tive a impressão de que ele talvez estivesse procurando o próprio destino dentro do lago. –[I]Oi, o lago é bonito né?[/I] – Digo me aproximando, não queria parecer intrometida mas eu realmente queria saber mais sobre esse menino misterioso que apareceu poucas vezes na minha vida. Sua expressão eternamente fúnebre e seu semblante emotivo continuaram sem mudanças, mesmo depois da minha pergunta. –[I]Sim.[/I].. – Ele responde e segue uma longa pausa. - [I]... É lindo[/I]. – Eu sinto que vi uma tentativa de sorriso em seu rosto, e então, sorri de volta. O silêncio ficou ali, me incomodando. Não queria isso, não mesmo, precisava falar algo, quero saber mais sobre ele, quero saber qual foi o destino que ele viu dentro do lago. –[I]Como vai os treinos?[/I] - Tentei parecer calma, e sem parecer uma inimiga. -[I]Os jogos mágicos são desgastante, né? [/I] –[I]Sim, as pessoas se estressam, e se empolgam, desgastante. Sobre treinar, é o que eu deveria estar fazendo[/I] – Será que é por isso que ele está aqui? Será que se irritou ou se cansou dos jogos? Isso seria algo bom para nós, já que ele é um dos nossos rivais nas competições, ele é da elite da Sabertooth. Rogue Cheney, DragonSlayer das sombras. - [I]Desculpe[/I]. - eu disse baixinho, um pouco sem pensar. - [I]Por que está se desculpando?[/I] - Ele virou para mim, e pela primeira vez tive toda sua atenção, o que por alguma razão me deixou um pouco tímida. - [I]Por alguns instantes eu pensei em me aproveitar do que acabou de me dizer, me desculpe por isso.[/I] - Eu de fato estava arrependida, isso não se faz, mas perdi uma ótima oportunidade de ajudar o Natsu e os outros, porém acredito que eles não iriam fazer nada mesmo. -[I] Você não precisa ser tão sincera.[/I] - Ele disse entre gargalhadas. Sim, eu o fiz rir, e dessa vez não uma tentativa, mas uma risada de verdade. É completamente verídico o que dizem, as pessoas ficam mais bonitas quando estão sorrindo. [FONT=Book Antiqua]Po.V. Narrador. [/FONT] [FONT=Arial]O tempo passou devagar para os dois, a conversa começou a soar de uma forma natural. Falaram sobre estilos de luta, cores e até sobre as fada-macaco. A medida que as falas fluíam, o interesse de ambos crescia. De uma vontade besta de apenas sentar e conversar ia se criando um sentimento de necessidade de aproximação. E assim foi. Se arrastando aos pouco, Rogue ia chegando cada vez mais perto da menina. Até que, sem querer, ou não, suas mão se tocam. Nesse momento Wendy falava alguma coisa sobre as estrelas e como elas pareciam furinhos em uma grande caixa que cobria tudo, mas ela simples se cala e sente um pequeno sopro descer da ponta de seu nariz até a ponta de seu pé. A respiração de Rogue acelera, ele sabia exatamente o que queria fazer, só não sabia se devia. -[I]Wendy, obrigado. - [/I]O moreno diz com ternura na voz e Wendy se surpreende com a inesperada frase, mas continua quieta, como se entendesse o motivo do agradecimento. - [I]E, me desculpe por isso, talvez fosse me odeie, mas eu realmente quero fazer isso. [/I] A menina não teve tempo de reação, de um simples toque de mão, agora ela estava sentada em seu colo com os olhos fixos aos dele, com apenas um fio de vento separando as peles de seu rosto ao do garoto que parecia estar em êxtase com aquela situação. [I]-Eu não te odiaria por isso.[/I] - Foi tudo que ela conseguia dizer. Seus nervos, órgãos e sentimentos já não cabiam dentro de si, tudo tremia, fervia, parecia brilhar esperando para que alguma coisa acontecesse. E Rogue, parece ter ouvido tudo o que queria ter ouvido, pois sem nem pensar eliminou o espaço que havia entre eles. E ouve o toque dos lábios. Nesse momento, no primeiro momento, tudo em Wendy se acalmou, ela sentiu como se tivesse sido completamente mergulhada nas sombras, e ela gostou disso. Abriu a boca aos poucos como quem pede por mais, e o menino atendeu seu pedido, um começou a explorar a boca do outro, a troca de D.N.A. que Wendy nunca havia explorado antes, a deixou em uma vermelhidão notável, e Rogue notando a inexperiência da garota fez questão de ensinar. As sombras podem ser bem reconfortantes, e o vento, pode ter o poder de balançar o que estava quieto.[/FONT]
  6. Novo por aqui? Leia o que aconteceu antes. ---------------------------- "Vermelho, não. Era negro. Todo esforço é em vão, Não há segredo. Não há salvação". *Era um belo prado, grama verde, relva crescente. O vento que vinha do norte trazia uma boa sensação na pele. Sol ameno, nuvens brancas do tipo que forma coelhinhos no céu. O Lugar perfeito. E meio que em contraste com todo esse ambiente, estava ali, em pé. Um garoto com seus cabelos negros observando aquele lindo ambiente. Parecia calmo, ao menos por enquanto. Prestou atenção em todo o lugar, e reparou que a mesma grama e o mesmo céu seguia constante até o horizonte e quem sabe além. Porém, havia uma coisa a mais, uma árvore, aparentemente seca, com seus galhos espalhados como se estivesses espetando o céu. Deu um passo em direção a ela, outro passo, mais alguns passos. Nada adiantava, quanto mais andava mais longe a árvore parecia estar. Andou com mais pressa, aumentando sua velocidade gradualmente até que finalmente estivesse correndo, correu sem poupar forças, gastando totalmente sua energia, gastando completamente o seu fôlego, e mais uma vez, de nada adiantava. Parou, não por ter desistido, mas por necessidade. Observou com mais critério, e dessa vez viu o que antes não tinha visto. Percebeu com detalhes todos os dez únicos galhos que a árvore apresentava, uns obviamente mais robustos que outros. Não só isso, depois de mais algum tempo de observância conseguiu reparar que a árvore não era exatamente o que parecia, mas sim um monte de metal retorcido, algo que nunca teve vida. Pronto, ali estava. Parado de frente para a escultura. Era como se objeto o estivesse testando, como se aquele monte de metal estivesse o fazendo de bobo. Incrivelmente se sentiu atraído por aquele estranho artifício no meio da pradaria. Levantou a mão nua, mas estava hesitante em tocar o metal. Mesmo assim tocou. Sua mão antes quente, agora se tornava fria. Seus lábios antes vermelhos, agora ficavam roxos. Sua pele que era rosada, agora estava razoavelmente pálida. O Objeto parecia aos poucos sugar todo o calor que nele havia. Em compensação o metal criou vida, na estrutura acinzentada surgiram folhas, frutos e flores em quantidade surpreendente. A estrutura contorcida ia dando espaço a uma madeira macia e bela. Dessa vez não era metal que parecia árvore, era de fato uma árvore. Sua pele estava grudada ao tronco, como se ele já fosse parte do ser. Não como uma folha ou fruto, mas como o adubo que serve somente para nutri-la. Sabia que se continuasse ali morreria, mas também sabia que de nada ia adiantar se esforçar para tentar sair dali. E não se esforçou, apenas se concentrou em contemplar toda a exuberância que a árvore exibia. E sem pedir, seus dedos se soltaram sozinhos da madeira macia. Sentiu-se leve. Sentiu-se morto*. Axel mais uma vez acordou assustado, dessa vez menos que nos dias anteriores. Não foi a primeira vez que teve esse sonho, e sem duvida não será a ultima. Estava sentando em sua cama, mas como era de costume não abriu os olhos. Nunca abria os olhos sem antes por os óculos com armação avermelhada. Ele não gostava do que via quando não estava com eles. Apalpou com cuidado o criado-mudo ao lado da cama em busca das lentes. Hesitou um pouco ao sentir a madeira fria e se lembrar do sonho. Logo encontrou, era impressionante como uma simples estrutura de plástico e vidro podia transmitir tanta segurança para aquele rapaz. Posicionou a armação no rosto e enfim abriu os olhos, se deparando com a parede branca de seu quarto. Pôs-se em pé, vestiu a habitual camiseta preta, a calça jeans e o jaleco branco. Assim que abrisse e saísse pela porta, deixaria para trás todos os traumas causados pelos seus sonhos. Mais forte do que aparenta ser. Afinal, se não fosse, ele não estaria neste lugar. A 3° ala era sem duvida a menos macabra de todo o Instituto, pois ali havia apenas dormitórios. E Axel andava por entres os vazios corredores sem pressa alguma, com o cigarro na boca, tentava relaxar antes de chegar à ala de pesquisas. Mesmo depois de uma semana convivendo com aquelas criaturas, sabia que ainda não tinha estomago para vê-las se alimentar. Não era capaz de somente observar sem se por no lugar da comida. Chegou ao grande portal de metal que dividia a 3° ala da 2° ala, passou seu cartão de acesso no identificador e então à porta abriu. Respirou fundo e então entrou no próximo corredor. –Senhor Axel, Senhor Axel. – Um homem comum, um funcionário qualquer correu até o moreno. – Aqui está sua planilha. – O Homem entregou uma prancheta com alguns papeis. Axel, sem tirar o cigarro da boca passou os olhos pelo papel e já sabia exatamente para onde deveria ir. E não era surpresa, mais uma vez deveria estar na sala quatro, para monitorar e estudar as cobaias Quatro e Cinco. Gêmeos. Clostridium tetani. Rosie e Alexius. Aparentemente 17 anos. Nasceram há quatro dias, e pelo visto possuem uma conexão muito forte. Ambos são calmos, e serenos. Até agora não se alimentaram. Não idênticos. Ele possui o cabelo cor de ferrugem, barba rala no queixo. Ela, já tem fios lisos e castanhos e é evidentemente mais "bronzeada". E o papel do Dr. Axel é descobrir o porquê, que de todas as experiências, eles foram os únicos a nascerem gêmeos. Há um motivo, ou é coincidência? O Moreno chegou à sala, tentando não manter contato visual com as cobaias, mas realmente era impossível. A beleza existente neles era imprescindível, seu olhos meio que por instinto se dirigiu automaticamente a eles, mais especificamente a ela. Alguma coisa nela o chamava muito a atenção. –Oh! Dr. Axel, você finalmente apareceu. – Srta. Nicchol estava sentada em uma das cadeiras dispostas na sala, ela parecia impaciente, pois passava uma caneta de um dedo para outro. – Achei que não chegaria mais. –Estou aqui não estou? – Ele ignorou as provocações da ruiva. Sentou-se e se focou nos dados que surgiam. Mais uma vez, o resultado dos últimos exames não o impressionou. Nada parecia mostrar resultado, pelo o que parecia, havia sido coincidência. –Pelo o que eu vi, eles não comem desde que nasceram. Quer mata-los de fome A-xel. – Ela disse o nome dele passando a língua pelos lábios, como se fosse capaz de provoca-lo. – Creio que seu pai não gostara disso. –A comida irá atrapalhar no resultado dos exames. – Mentira. Ele não queria alimenta-los, não queria ver, sabia que não teria estomago para isso. – Falando em meu pai, onde ele está? –Paquerando seu novo favorito. – Ela pareceu ficar convencida com a desculpa de Axel, pois ignorou completamente o assunto. – Desde que A 3° Cobaia nasceu, não sai daquela sala. Parece que o ama mais que a você. O médico nunca entendeu o motivo de ela o alfinetar tanto, nem nunca entenderá. Talvez se ele parasse um tempo para pensar no assunto descobriria, mas na verdade, ele nunca se importou com isso e de certo modo, até gosta. –Sim, provavelmente. – Ele disse por dizer. Parou de anotar e focou seus olhos nos dois. Os gêmeos pareciam conversar sem abrir a boca, apenas se olhando. Às vezes a garota soltava um sorriso e Axel se pegava pensando no motivo daquele sorriso. Era evidente que estavam famintos, pareciam magros e com uma aparência doente, quase era possível sentir dó deles. Ele se encantava com isso, por algum motivo, ele se atraia por essa aparência doentia, e gostava de sentir que as pessoas ao seu redor estavam fracas. Adorava ser médico por isso. E é exatamente por isso que fumava e se alimentava mal, sempre quis fraquejar, adoecer, mas não importa o quanto tente. Nunca consegue. Ele ficou mais alguns minutos observando os dois, imóvel, parado. Vidrado neles e em seu comportamento. Srta. Nicchol balbuciou alguma coisa sobre ir checar as outras cobaias, porém ele a ignorou. Ele se perdeu no tempo. –Assim eles morrerão. – O Homem grisalho estava escorado na porta, com um olhar frio. Sem sorriso nos lábios. Alguns diriam que ele estava decepcionado. – Alimente-os, ou está com medo? –Pai! – Finalmente saindo de seu transe, ainda estava um pouco tonto por olhar muito tempo para um mesmo ponto. – Há quanto tempo não lhe vejo, nem parece que estamos no mesmo edifício. E alias, como está à cobaia numero três? –É, não tente mudar de assunto. – O Grisalho entrou na sala, e pressionou o botão esverdeado no painel. – Traga a ração. – Disse com a boca em um microfone acoplado a mesa. –Pai, não. Preciso deles assim para não alterar os resul.... –Acha que sou imbecil Axel? – Interrompeu o garoto sem dó alguma. – Sou seu pai, e um médico mil vezes melhor, acha mesmo que eu não sei que eles se alimentarem não alterara em nada esse tipo de exames? Seu problema é que você não tem visão. Axel apenas abaixou a cabeça, está acostumado a apenas ouvir o pai falar. Sabia que o retrucar só faria piorar as coisas. Ao invés de se preocupar com as palavras de seu pai, tentou se concentrar em tentar preparar sua mente para o que iria ver. Um grande homem entrou na sala, parecia drogado. Andava cambaleante, com as pupilas dilatadas. Ele era um homem obeso, estava com uma regata branca e caças pretas. Dele saia um odor nada agradável. –Uma grande refeição, afinal eles são dois. – Dr. Suzain abandonou completamente a postura que tinha á alguns minutos. Agora mais uma vez parecia o médico louco que realmente era, exibindo um sorriso de orelha a orelha. – Ponham-no na sala, quero ver como Alexius e Rosie agiram. A porta de acrílico abriu, e o homem andou sozinho até a sala. Provavelmente não sabia o que estava fazendo. Começou a andar de um lado para o outro, parecia tentar focar a visão em algo. Logo ele notou a garota. –Nossa! Que garotinha linda. – O Gordo disse enquanto andava entre tropeços até a garota que parecia não se importar com a situação. – Imagine ela me chupando, deve ficar mais linda ainda. – Ele continuou andando, enquanto os gêmeos não se mexiam, porem Alexius estava em pé, um pouco atrás de Rosie. O Homem continuou andando, alguns segundo de Rosie. Alguns centímetros. Uma respiração de distancia. Ele começou a desabotoar a calça e a garota ainda não se mexia. Ela não precisou se mexer, muito menos seu irmão. Pois em um estalo de dedos o homem caiu no chão se retorcendo, babava e gritava. Dizia: "Dói, esta doendo muito. Matem-me, me matem. Me matem." Axel olhava toda a cena com uma mão na boca, tentando não gritar junto com ele. Estava assustado, mas no fundo sabia que na verdade estava com inveja. Seu pai, já estava diferente, ria alto como se estivesse em um show de stand-up qualquer. O Moreno não entendia como seu pai conseguia rir daquilo. Logo o homem parou de gritar, parou de babar, parou de se debater. Os gêmeos se posicionaram um a esquerda e o outro a direita. E se banquetearam com a gordura. Pareciam felizes. E mais uma vez, Axel se pegou notando o sorriso da garota. ---------------------- Tá ae, escrevi ó... aceito Fanarts :3
  7. Instituto Suzain de pesquisa contra doenças infectocontagiosas. Um instituto criado com o intuito de criar vacinas e soros que tornem os humanos imunes a doenças causadas por bactérias e vírus, um lugar criado com ótimas metas, bons planos. Mas como em todo lugar, sempre há aqueles que pensam alto de mais, e que as outras pessoas não conseguem acompanhar. Experiências um pouco ousadas visam acabar de vez com todo tipo de doença causada a partir de bactérias, mal sabem eles que essas experiências causaria o fim da humanidade como a conhecemos. Relatório de pesquisa. *Um... Dois... Três. Iniciando testes.* *Genotype, introduzido com sucesso no embrião*. *Feto se desenvolvendo de maneira estável*. *Depois de trinta minutos de gestação, o feto já cresceu o proporcional a 6 meses de uma gestação comum*. *Uma hora de gestação, e o feto começa a mostrar comportamento estranho, atacando as paredes o UP7 (Útero feito clinicamente a partir de um polímero orgânico numero sete) *. *O feto começou a estilhaçar completamente o UP7, caso ele estivesse sendo gerado por uma mulher, a mãe com certeza não sobreviveria*. *O feto já se parece completamente com uma criança humana normal, e após destruir o UP7 continuou a se desenvolver sozinho*. * Três horas desde o inicio da experiência, e agora a cobaia se parece com uma criança de cinco anos*. *Pelo visto o crescimento acelerado da cobaia Pausou*. *Experimento bem sucedido, foi dada a cobaia o nome de Alice 1*. –Então Dr. Suzain, o que o senhor pensa sobre isso? – A mulher de cabelo vermelho olhava com atenção para o velho a sua frente. –Penso no motivo de não termos tentado isso antes. – o velho passou a mão pela barba, parecia pensativo sobre o que aconteceria a seguir com a garota quieta e com um olhar fixo ao nada, que eles acabaram de criar. –Mas o senhor acha correto usarmos humanos como cobaias? –Humanos? – Disse com tom de deboche. – Essa coisa não é humana, você viu a velocidade que ela se desenvolveu? Ela é somente uma cobaia comum, nada mais. Vamos continuar observando, faremos mais experiências com ela e com os próximos que vierem. Então Srta. Nicchol faça seu trabalho e não me faça perguntas inúteis mais. –Sim,Dr. Suzain. – a ruiva se distanciou com sua prancheta e voltou a anotar tudo o que acontecia a "Alice 1". A menina possuía cabelos negros longos talvez até duas vezes maiores que ela mesma, a pele dela era extremamente clara o que a tornava um pouco invisível ao entrar em contraste com a parede igualmente branca e seus olhos, seus olhos eram de um azul profundo. Uma garota realmente linda. Alice 1, não tirava os olhos do mesmo ponto, não demonstrava qualquer sentimento ou interesse, parecia um ser morto. Ela era um bebê, nascera a poucas horas mas já parecia uma garota de cinco anos, acreditaram que ela agiria como um bebê, sem conhecimento, sem saber nada. –Vamos, vistam-na. – Dr. Suzain ordenou, e uns dois homens entraram na sala isolada com um jaleco branco para por na menina. A morena se virou e olhou para eles com atenção, os observou se aproximar sem fazer qualquer tipo de movimento. Os homens andavam com cautela, estavam um pouco assustados, pois viram como o feto cresceu rapidamente e como atacava o UP7 quando nem unha tinha ainda. Infelizmente toda a cautela era pouco, pois, com um simples piscar dos olhos ambos os homens começaram a tossir, tossir tanto a ponto de ferirem a própria garganta e começarem a vomitar jarros de sangue, e em três minutos os dois homens estavam mortos. Alice 1 se levantou, pegou o jaleco e o vestiu sozinha, se agachou e segurou o braço de um dos homens que acabou de matar, e então começou a se banquetear com a carne fresca de suas recentes vitimas. Dr. Suzain olhava tudo aquilo com fascínio, ele se empolgou em perceber que não havia criado uma cura, e sim uma arma de destruição em massa. –Rapido, tragam mais UP7, temos mais cobaias para criar. – O velho sorriu ao dizer isso, e ao imaginar a imensidão de possibilidades que essa nova descoberta trouxe. ---------------------- Então, sinta-se a vontade para comentar. Plis, quero me empenhar nessa fiction e espero receber o apoio de vocês. ^^ Capítulo 1 - Primeiros Sintomas ---------------- No prólogo não houve comentários nem likes, mas sou persistente. Espero que gostem. Capítulo 2 - Resquício de Esperança
  8. Caso alguém tenha alguma idéia, opinião, sugestão ou qualquer outra coisa sinta-se livre para nos dizer e debatermos aqui. Como a área é nova estamos abertos sugestões, e caso a idéia seja viável iremos fazer o possível para traze-las para cá também.
  9. Em comemoração do épico evento criado pelo deus desse fórum. Decidi antecipar essa oneshot que estava escrevendo. E que fique claro que para o evento. Pretendo escrever infinitamente melhores. --------------- Como se algo fosse realmente acontecer entre nós, eu posso ama-la o quanto for, mas mesmo assim ela nunca em hipótese alguma iria me desejar. Afinal nem faz tanto sentido assim né? Por que uma garota como ela iria gostar de um cara como eu? Eu amo essa garota. Ela corre atrás de quem não a ama, e eu persigo quem não me quer. Pois é, essa deve ser a ordem natural das coisas. Por que nós amamos justamente quem não podemos ter? Não é Hinata? –NarutoKun. – Ouvi suas palavras. – Eu te... As palavras da garota repletas de emoção direcionadas para aquele estorvo de cachos amarelos. Ah, se ela me amasse, eu a daria tanto amor que ela iria pedir me para não lhe amar mais. As vezes eu acho que gosto de sofrer. Não me lembro direito, nunca me lembro corretamente quando ela está envolvida. Sua imagem retira minha concentração. Mas se não me engano eu estava sentado em um tronco, e ao meu redor uma planície cheia de uma folhagem gramínea e esverdeada, estava dia e o Sol decidiu não nós castigar. Estávamos apenas eu e ela naquela vasta planície. Porque estávamos lá? Não me lembro. O importante é que nós estávamos lá, é clara a imagem do seu rosto pálido contemplando a paisagem enquanto seus dedos delicados afastavam o cabelo para trás da orelha, seus movimentos sempre tão gentis e meigos. Porque ela não me ama? –Shino-Kun – Ela diz meio encabulada. – Como eu faço para o Naruto-kun gostar de mim? –Ela me pegunta com um olhar longínquo, meio que sonhando com um futuro impossível. Seu olhar parecia o meu. Eu por minha vez fiquei em silencio, e dei de ombros a questão. Não queria pensar que ela amava outro exceto eu. –Entendo. – Ela prosseguiu - Não tem como o NarutoKun me amar. – Ela abaixa a cabeça e percebo que ela se ruborizou um pouco. –Hinata. – consigo dizer, mais ela nem ao menos ergueu a cabeça para me olhar. Alguns dias se passaram desde a cena na planície, e eu continuei a observar as frustradas tentativas de Hinata de se declarar para o Uzumaki. Ele estava bem na frente da pequena, ela fitava os olhos azuis do loiro e corava drasticamente, seus dedos meio impacientes e Naruto , sem se quer perceber os sentimentos da garota. Se ele soubesse a sorte que tem. Sai dali, não queria ver o final. Afinal já sabia o que iria acontecer, enquanto eu caminhava pelo chão de terra uma serie de coisas me vieram à mente. Uma delas era, porque exatamente eu amo essa menina? Fiquei refletindo sobre isso durante algum tempo. Até que eu finalmente descobri... E a culpa era de ninguém mais ninguém menos que Uzumaki Naruto. Me lembro claramente do dia em que me apaixonei por ela. Era noite, uma noite fria de julho. A lua Cheia preenchia o céu e o perfume das cerejeiras deixava o ar doce. A pequena estava sentada e eu a observava ao longe, seus longos cabelos negros tampavam seu lindo rosto. Estava com vergonha. Decidi me aproximar, eu sabia o que havia acontecido. Mas naquele tempo não me importava, afinal não gostava dela como hoje. Mas agora parando pra pensar talvez eu sempre tenha gostado dela, mas não com essa mesma intensidade. Cheguei perto o suficiente para perceber que de seus olhos desciam lagrimas, me aproximei ainda mais, na intenção de que ela percebesse minha presença. –Sabe quando você sente que ninguém lhe ama? – Me percebendo. Ela disse ainda cabisbaixa. –Não. – Respondi. –Como saberia?! – Ela sorri, um sorriso triste. Ela ergue a cabeça e olha para a Lua enquanto sua lagrimas continuavam a escorrer por sua pele alva. Seus olhos entristecidos e sua beleza cativante, rodeados por uma pura personalidade. Davam a Hinata a mistura perfeita de compaixão. –Hinata. – Soou como um grunhido, atraindo a atenção dela. –Como você é capaz de dizer que ninguém lhe ama? – Disse rispidamente. – Eu te amo – Uma pausa. -Mas não apenas eu. Kurenai-Sensei, kiba e todos seus amigos te amam. –Olhei profundamente em seus olhos que de um instante para o outro exibiam mais lagrimas que antes. –Nunca diga que ninguém lhe ama. –Shino... Shino-Kun. – Ela abaixa a cabeça, e faz um sinal para me aproximar ainda mais. – ShinoKun, me empreste seu colo. – Ela diz um pouco antes de desmoronar em meu colo. –Hina... Hinata... – Gaguejei, e a envolvi em meus braços. –Arigatou, Shino. – Ela diz. – Obrigada por me amar. E foi nesse exato momento em que me apaixonei pela morena. Minhas lembranças, a única forma de me aproximar dela. Me sinto tão desconfortável onde estou, para ela não sou nada mais que um amigo. Mas vê-la feliz me alegra, sentir que a mesma está por perto me conforta. Ouvir sua voz me satisfaz. Porém de qualquer forma, ele nunca será minha. ----------------------- Gente, a formatação ta uma joça... Na hora de copiar e colar ficou tudo bagunçado... Arrumei o que deu hein.
  10. Tava estudando pro Enem e acabou que fiquei entediado e acabou saindo esses rabiscos, tem alguns (10+) anos que não desenho então... O mais difícil é que eu tava sem borracha então da pra ver vários riscos do rascunho. hehe Me lembrou a época de escola quando eu ficava mais desenhando que prestando atenção na aula haha
  11. A ayu fez uma adaptação da primeira abertura de re:zero Abraços.
  12. Sempre quis aprender a fazer esse tipo de coisa no paint tool sai. Créditos : Mireys
  13. Dia destes alguém perguntou: “sobre o que eu escrevo?” Sei lá eu… Mesmo que fosse uma pessoa conhecida, seria difícil. Porque a mente de cada um de nós funciona de maneira diversa. A minha, por exemplo, nem a ciência explica. Então, não posso “criar inspiração” para ninguém. Às vezes é difícil achar a minha própria. Mas posso dar umas dicas. Principalmente se você vai começar mesmo. Se for do zero absoluto, minha sugestão é: não comece a escrever um livro. Calma, não fique chateado. Você vai começar a escrever. Mas não um livro. Como é que você quer escrever um livro, se nem escreveu uma redação, um artigo, nem sequer um bilhete? Para treinar, comece escrevendo algo pequeno, como uma redação bem pequena, de um parágrafo. É isso mesmo. Um parágrafo. Assim, ó: Viu? Um parágrafo. Tem uma história aí? Não sei pra você, mas pra mim tem. Agora vou lhe contar um “segredo”. Isso aí é exatamente o título deste artigo. Como começar a escrever. Se era esta a sua dúvida, pode riscá-la da sua lista de dúvidas. É assim mesmo que se começa a escrever um livro. Talvez você pense que o autor daquele livro bacana que você leu, tenha começado ali, no primeiro capítulo. Engano seu. Ele começou foi desse jeito aí. Principalmente se for um autor americano, de ficção. Outros tipos de livro podem até começar diferente. Mas ficção é isso aí. Não creio ser preciso explicar, mas ficção é tudo aquilo que não é real. uma história inventada. Pode ser ação, romance, lá o que for. Se não for uma história real, é ficção. É isso que você quer escrever? Se for, comece exatamente aí. Um parágrafo. Aí, você deve estar perguntando: “Sim… mas e depois”? Simples. Expanda o seu parágrafo. Coloque mais detalhes na história. Tomando o exemplo acima, você poderia incluir o nome do amigo de Bento, o nome do pai do amigo, mencionar em que grau escolar eles estão, e como foi que se tornaram amigos. Depois, você faz uma descrição mais detalhada destes três personagens, incluindo o que vai acontecer com eles na história. E assim por diante. Sua história vai crescendo. Ganhando vida, detalhes. Até que você tenha algo consistente, interessante e coerente. A má notícia é que até aí, você ainda não começou seu livro. Quando você tiver de quatro a seis páginas, você tem uma sinopse, um resumo do seu livro. Aí, é hora de começar a escrever o livro. Então sim, você vai começar o primeiro capítulo. Fonte : comoescrever
  14. O artista freelancer Matt Vince fez uma brincadeira em seu Tumblr publicando alguns pôsteres criados por ele de The Legend of Zelda no melhor estilo Studios Ghibli. Segue abaixo em spoiler os pôsteres: [spoiler=Pôsteres Zelda] Essa brincadeira foi tão bem vista por tantas pessoas que acabou resultando em um novo projeto um trailer em vídeo. Confira: No trailer vemos apenas referencias a alguns cenários do jogo e também ao famoso estúdio. Vale lembrar que isso foi apenas uma brincadeira, não existe qualquer parceria entre os estúdios, mas você gostaria de quem sabe um dia ver uma animação assim de The Legend of Zelda?
  15. Só eu que estou viciado nessa música? [spoiler=Nico-Nico-nii] https://www.youtube.com/watch?v=RyJsRSArNYY
  16. https://www.youtube.com/watch?v=WtwGhDo5d4o Voice Makers
  17. https://www.youtube.com/watch?v=SDCd0TS_tj4
  18. https://www.youtube.com/watch?v=eIkPghnSq9c E ae galerinha beleza ?? Fazia um bom tempo que não trazia um vídeo novo né. Pois bem.. ainda estou pensando em alguns projetos pro canal. E claro, manter um vídeo em extrema qualidade demora muito. Más quero fazer algo natural daqui pra frente. VOCÊS VÃO VER!! -------------------------------------//------------------------------- ❝Se Inscreva no nosso Canal: https://goo.gl/EomYAv ❝Curta nossa página do Facebook: https://goo.gl/0UmiJC ❝Siga-nos no Google+: https://goo.gl/WQ94vQ ❝Siga-nos no Twitter: https://goo.gl/5uP0NU ❝Elenco: Edição: Allef Santos Idealização: Allef Santos
  19. Parte final do episódio 24 do anime Shingeki no Kyojin. "Há um mundo cruel lá fora."
×
×
  • Create New...