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  1. Esse é o caso, pelo menos para os membros mais jovens da Geração Y. Nascidos na década de 1990 ou depois, eles têm mais que o dobro de probabilidades da geração X e membros mais velhos da geração Y de serem sexualmente inativos, de acordo com um estudo publicado terça-feira na revistaArchives of Sexual Behavior (arquivos de comportamento sexual). "Millennials" - como são chamados os membros desse grupo- como um todo, são bastante "quadrados" quando se trata de sexo. Eles têm muito menos parceiros sexuais do que os "Baby Boomers" e a Geração X. Pela primeira vez em décadas, a maioria dos estudantes do ensino médio são virgens e apenas 11,5% deles admitem ter quatro ou mais parceiros sexuais, abaixo de quase 19% no início dos anos 90, de acordo com o Center for Disease Control. Um estudo do ano passado descobriu que a geração do milênio tem o menor número de parceiros sexuais quando comparados a qualquer grupo desde antes da revolução sexual: apenas oito. Há várias razões diferentes para que os homens e mulheres jovens adiem o sexo, incluindo: "a pressão por sucesso profissional, vida social cada vez mais realizada numa tela (smartphones, notebooks etc), expectativas irreais de perfeição física incentivada por apps de namoro e cautela sobre o estupro." As feministas são também parte da culpa, tendo passado a última década atacando os homens por serem defensores da cultura do estupro, aumentando as estatísticas de agressão sexual falsas, e com uma série de perfis altamente "prestigiados", sobre histórias de estupro falsas - dos jogadores do Duke Lacrosse para o caso da menina do colchão, muitos homens jovens estão preocupados em ser acusados de estupro. Noah Patterson, um bonito rapaz de 18 anos, disse ao Washington Post que ele é virgem porque tem medo de ser acusado de ser parte da cultura do estupro. "Feministas de terceira onda parecem loucas, dizendo que todos os homens estão participando desta cultura do estupro", disse Patterson para o Washington Post e insistiu que prefire ficar se masturbando com pornografia. "É mais rápido. É mais acessível. O que você vê é o que você recebe. " Especialistas também culpam a tecnologia doa smartphones; as pessoas estão apenas tendo menos experiências do mundo real, incluindo o sexo. Talvez o time de developers de Pokemon Go deva lançar um novo aplicativo onde os jogadores ganham pontos por conhecer outras pessoas e começar uma conversa. Millennials também podem estar sofrendo por crescer durante a era da epidemia dos divórcios, menos propensos a expor seus sentimentos, temendo serem feridos. Esta é uma geração que cresceu com os pais computando a necessidade de saber o quanto de glúten estava em sua dieta; eles não vão expor suas emoções cegamente. Agora, eles não só têm apenas um espaço seguro (safe place); eles têm um espaço livre de sexo também. Fonte: Pop Liberal
  2. – Mariana Brito Soares, jornalista brasileira, 2016. Mês passado, uma garota de 19 anos, universitária do Rio Grande do Sul, contou no Facebook que havia sido estuprada e até divulgou o retrato falado do estuprador. A Polícia foi atrás e, com o avanço das investigações, ficou claro que tudo não passou de uma invenção. Pior: um homem, depois de ser confundido com o da foto espalhada por ela, foi espancado e esfaqueado por populares. A menina foi dispensada. O cara, inocente, quase morreu. Regularmente, a loucura se repete. Terça-feira (14), Daniel Bezerra, de 21 anos, estudante de Relações Públicas da Universidade Federal de Goiás, contou no Twitter que viu uma menina sair de um carro no estacionamento do campus em que estudava, bêbada, chorando e com roupas rasgadas. Ao oferecer ajuda, Daniel descobriu que ela tinha sido estuprada. Tentou chamar a guarda universitária, mas, segundo ele, não encontrou ninguém e a menina desapareceu logo em seguida, misteriosamente. Claro, a denúncia despertou a fúria de todo mundo, assim como aconteceu no caso do Rio Grande do Sul. Na internet, a mobilização foi absoluta. Manifestações em solidariedade à vítima aconteceram na UFG. A reitoria foi ocupada. A equipe de segurança da Universidade se comprometeu em apurar as informações e ajudar a polícia. Na quarta (15), Daniel foi chamado à Delegacia para detalhar o que tinha acontecido e disse: “me sinto apavorado porque nenhuma câmera conseguiu pegar o banheiro.” Vocês sabem por qual motivo a câmera não conseguiu pegar o banheiro? Então… Quando a polícia iniciou a investigação e teve acesso às imagens cedidas pela Universidade, descobriu que no dia 7 de junho, UMA SEMANA ANTES do ocorrido, alguém havia reposicionado a câmera que, normalmente, filma a entrada do banheiro masculino, local exato onde Daniel disse ter amparado a vítima. Quem virou a câmera? Pois bem: Daniel. Hoje de manhã, a delegada responsável afirmou que a denúncia de estupro era falsa. “Possuímos evidências expressivas que o Daniel virou a câmera que fica direcionada para o banheiro masculino no dia 7 de junho. Ele teve de 7 de junho até o dia 14 para planejar toda ação”. E fez. Foi tudo calculado. A cena, a história, as “testemunhas”, o local, as falas. A vítima. Tudo. O que Daniel, a universitária gaúcha e quase 50% dos denunciantes de estupro não sabem é que as consequências de uma acusação falsa podem destruir uma pessoa emocionalmente, socialmente e economicamente, independente de haver ou não condenação. Ora, se há estupro, há estuprador. Se há falso estupro, há falso estuprador também. Essa é uma cicatriz que o acusado injustamente carrega consigo para o resto da vida. Sem volta. Muitas mulheres levam à polícia falsas denúncias de violência sexual pra justificar um comportamento pregresso diante da família, para justificar uma gravidez indesejada em caso de traição, pra se vingar do parceiro ou para ter um álibi. E Daniel? O que motivou? O estupro é um crime bárbaro. A imputação de um crime bárbaro a alguém que não o cometeu é, além de igualmente bárbaro, puro sadismo. Essas acusações falsas não só enfadam a justiça. Elas criam uma histeria coletiva nas mulheres, levando-as a crer num estereótipo de homens que, essencialmente, são violentadores. Daniel contribuiu pra isso. Nós sabemos a quem isso serve. – Mariana Brito Soares, “Eu luto pelo fim da cultura do falso estupro.”, facebook, 17.06.2016. Fonte: Marina Brito
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