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  1. A Agência Nacional de Telecomunicações tem feito uma caça aos celulares piratas no Brasil. Até maio deste ano, a Anatel bloqueou ao menos 37 mil aparelhos nos estados onde a medida entrou em vigor, o que deixou muitos usuários com dúvidas sobre a procedência de seus telefones. Felizmente, há algumas maneiras bem fáceis de saber se um telefone é pirata ou original. Para te ajudar a tirar essa dúvida, separei cinco dicas pra checar a procedência de um aparelho. A lista envolve passos que podem ser feitos no próprio celular ou na sua caixa, bem como através de aplicativos e do portal da Anatel. Veja como conferir: Checando o IMEI Uma das informações principais a serem verificadas com muita rigorosidade pela Anatel é o IMEI, que funciona como uma espécie de número de identificação do aparelho. Para você fazer a verificação dele existem algumas alternativas. A primeira é bem simples. Veja: 1. Procure na caixa do aparelho uma etiqueta que contenha o número do IMEI; 2. Já no Android, na tela de discagem de número, digite: *#06#. Veja se o número é o mesmo. Se a opção acima não funcionar corretamente, também é possível verificar este número nas configurações sistema. Siga estes passos: 1. Acesse a tela de “Configurações” e vá em “Sobre o telefone”; 2. Clique em “Status”, acesse a opção “Informação IMEI” e você verá o seu número. Agora que você já tem o número do IMEI, para confirmar que ele é original será necessário acessar um site. Confira como prosseguir: 1. Acesse este link da Anatel; 2. Clique em “Consultar aqui a situação do seu aparelho celular”; 3. Digite então o número do IMEI, o código que aparece e clique em “Consultar”; 4. Você verá todas as informações sobre o IMEI consultado. Download mode Todos os aparelhos Android possuem alguns truques que podem ser feitos na hora de iniciar o sistema. Ao entrar no “Download mode”, é possível verificar as informações reais do aparelho, tais como o número de série, modelo, marca e outros. Veja as opções para entrar neste modo: • Com o celular desligado, segure os dois botões de volume e conecte a USB de um computador; • Segure os dois botões de volume e pressione o botão para ligar o aparelho. Ao ver o ícone de uma bateria na tela, solte apenas o botão “Power”. Depois de entrar nesta tela, anote todas as informações que ver e compare com os dados originais que o fabricante fornece. Compare as especificações com as oficiais Um detalhe em que muitas réplicas de aparelhos pecam é nas diferenças do hardware em relação ao original. Na página dos aparelhos em sites dos fabricantes, existe a opção de especificações técnicas. Com ela em mãos, siga estes passos no seu celular: 1. Baixe o aplicativo CPU-Z pela Google Play; 2. Navegue pelas guias do programa para comparar as especificações. Selo da Anatel Todos os aparelhos de celular que são comprados no Brasil devem possuir um selo da Anatel. Geralmente, ele pode ser encontrado no manual do aparelho ou até mesmo na bateria dele, mas isso pode variar de acordo com a fabricante. Dessa forma, se você for comprar algum aparelho sobre o qual você não tem muitas informações, desconfie caso não encontre este selo. Verificando os detalhes do aparelho Além do IMEI e das peças de hardware, as réplicas de aparelhos, apesar de serem muito parecidas com os originais acabam pecando em alguns detalhes visuais externos. Verifique se o acabamento está feito no mesmo material que original. Ao ligar o aparelho, preste atenção na tela de boot, muitas vezes a animação não é a mesma do original. Depois de iniciado, passe um tempo testando os aplicativos que vem pré-instalados e tente acessar as funções principais deles para saber se tudo funciona como deveria. Também não se esqueça de acessar a parte de configurações do sistema para identificar o nome do dispositivo e a versão do Android que está instalada nele. Antes de julgar o aparelho pela versão, lembre-se de verificar se não tem uma atualização disponível. Por último, em lojas virtuais, desconfie sempre que ver algum aparelho com o preço muito abaixo do que se encontra em outras lojas. Lembre-se que você não estará vendo o aparelho ou tendo a chance de mexer nele, assim, questione o vendedor sobre todos os detalhes e peça fotos reais do produto antes de realizar a compra. Na hora de comprar um aparelho celular, principalmente em lojas suspeitas ou através de terceiros, faça vista grossa, seja cauteloso e fique atento a estas dicas e informações. Todo cuidado e prevenção são ótimos e bem vindos! Fonte: Olhar Digital
  2. A próxima grande atualização do Windows 10 de codinome Redstone 5 está prevista para chegar entre os meses de setembro e outubro, com dezenas de novidades. Embora ainda haja tempo suficiente para a Microsoft criar novos recursos antes do seu lançamento final, a gigante da tecnologia já revelou alguns dos principais recursos liberados na nova build 17661 para o programa Windows Insiders no Ciclo Rápido/Fast Ring. 1. SwiftKey O popular teclado disponível para Android, iPhones e iPads agora chega ao Windows 10. Lembrando que a Microsoft comprou o SwiftKey em 2016. 2. Novo Explorador de Arquivos A Microsoft finalmente vai levar o “Dark Theme” para o Explorador de Arquivos no Windows 10. O gerenciador de arquivos estará disponível em temas escuros e claros, combinando com as configurações do seu PC. 3. Cloud Clipboard Essa nova área de transferência na nuvem estará disponível em todos os PCs com Windows 10, e a Microsoft está usando o poder da nuvem para alimentar esse recurso, resultando em uma troca rápida e segura de informações entre os mais diversos dispositivos. 4. Novos recursos da barra de jogo A barra de jogo, que foi redesenhada na atualização de abril, terá alguns novos recursos úteis, como controles de áudio integrados que permitem escolher o dispositivo de saída de áudio padrão ou controlar o volume de outros aplicativos no sistema, além de outras novidades. 5. Skype ganhará uma grande atualização Essa grande atualização incluirá temas personalizáveis, um novo layout para seus contatos e a capacidade de configurar a chamada em grupo, arrastando as pessoas que você deseja ver na tela. A atualização também tornará mais fácil o compartilhamento de sua tela durante as chamadas. E você, gostou das novidades? Dê um like. Fonte: HTGeek
  3. Olá amiguinhos, hoje resolvi trazer a conhecimento mais amplo e detalhado sobre o que é a Inteligência artificial. Visão Geral Sobre Inteligência Artificial. O que é exatamente inteligência artificial ? A sofisticação das ferramentas digitais e a enorme quantidade de informações às quais se tem acesso atualmente foram responsáveis por popularizar a expressão "inteligência artificial" (IA). Para muitos, porém, ainda não está claro o que IA realmente significativa e quais são as possibilidades que se abrem quando o recurso passa a ser utilizado em larga escala. De início, IA pode ser definida como a capacidade de uma máquina reconhecer elementos como imagens, palavras e fala. Acontece que os avanços tecnológicos permitiram alcançar um grau de desenvolvimento tão elevado que o outro lado da IA é a possibilidade de que uma máquina aprenda e passe a raciocinar de formas muito similares às das pessoas. Mas, se a IA permite que as máquinas aprendam diversos processos, como os mencionados acima, não é exatamente uma novidade, correto? Em parte, sim. Já faz algum tempo que o recurso está disponível, mas o campo tem crescido significativamente nos últimos anos. Isso se deve a três fatores que estão acontecendo ao mesmo tempo: a potência massiva de computação da nuvem, a disponibilidade de enormes conjuntos de dados que podem ser usados para treinar sistemas de IA e as inovações no desenvolvimento de algoritmos e métodos de IA. A essa altura, já deve ter dado para perceber que as possibilidades oferecidas pela IA são inúmeras. Nesse sentido, a Microsoft leva vantagem em cada um dos fatores que resultaram na disseminação da IA nos últimos anos, presentes em diversos produtos da empresa. Com o Azure, ela aproveita o imenso poder de computação da nuvem para armazenar, processar e analisar grandes conjuntos de dados que são usados para treinar sistemas de IA. Já os gráficos de dados de serviços como Bing, Office e LinkedIn ajudam a desenvolver e treinar sistemas de IA. Por fim, a Microsoft implementa diversas inovações em IA através de sua rede mundial de laboratórios de pesquisa, trazendo novidades em áreas desde o reconhecimento de fala até tratamentos de saúde. Quais vantagens a IA pode gerar para as pessoas? Uma das principais possibilidades oferecidas pela IA é poupar o tempo das pessoas e liberá-las para trabalhos mais interessantes, ajudando com tarefas como manter o controle de compromissos ou com a automatização de alguns processos para rastrear bugs em softwares. À medida que os sistemas de IA se tornarem mais sofisticados, a tendência é que a tecnologia também seja fundamentalmente mais útil e intuitiva. Atualmente, ainda estamos nos estágios iniciais de compreender o que os sistemas de IA serão capazes de fazer. Por enquanto, eles são muito bons em realizar certas atividades, como reconhecer fotos ou palavras, mas não se comparam sequer à capacidade de um bebê no que diz respeito a entender o mundo ao seu redor com uma combinação de sentidos como o tato, a visão, a audição e o olfato. A grande diferença da IA para o cenário em que ela não é utilizada é que a tecnologia pode aprender a se adaptar a como as pessoas querem trabalhar e viver. Em vez de digitar um e-mail no telefone, por exemplo, é possível ditá-lo usando o reconhecimento de fala. Com a IA, pessoas cegas ou com visão fraca podem usar tecnologia capacitada por IA para obter uma explicação detalhada do mundo ao seu redor. Os sistemas de IA podem traduzir conversas em tempo real, permitindo que as pessoas superem barreiras linguísticas facilmente. Em suma, sistemas que usam IA podem entender melhor, prever e responder às necessidades das pessoas. Isso ajuda a abordar problemas que não poderiam ser resolvidos antes, além de liberar tempo para que o usuário desempenhe tarefas mais complexas. Como utilizar as ferramentas de IA disponíveis atualmente? A Microsoft tem utilizado IA para tudo, oferecendo recursos muito avançados no que diz respeito à qualidade de seus serviços. A empresa combate golpes de suporte técnico por meio de IA, mas também a usa para ajudar os usuários a criar apresentações melhores no PowerPoint. A IA ainda está presente no Microsoft Translator, que lança mão de uma técnica chamada de aprendizado profundo para oferecer traduções mais fluentes e que soem mais naturais. Já no Bing, a IA apresenta respostas diretas para determinadas consultas e pode até, em alguns casos, resumir duas perspectivas diferentes sobre um tópico controverso. Outras aplicações da IA por parte da Microsoft estão diretamente atreladas à preocupação quanto a preservar o meio ambiente. Parte da iniciativa AI for Good, pertencente à empresa, emprega a tecnologia para descobrir como cultivar mais alimentos utilizando menos recursos naturais. Já para quem estiver interessado em incorporar a IA a seus produtos, a Microsoft oferece ferramentas como Cognitive Services e Azure Bot Service. Há riscos na utilização de IA? A Microsoft defende que é essencial desenvolver e adotar princípios claros para guiar as pessoas construindo, usando e aplicando sistemas de IA. Tais princípios deveriam, entre outras coisas, garantir que os sistemas de IA sejam justos, confiáveis, seguros, privados, protegidos, inclusivos, transparentes e responsabilizáveis. A empresa também acredita que as equipes de pessoas encarregadas por projetar os sistemas de IA devem refletir a diversidade do mundo atual. A abordagem da Microsoft à IA é baseada na missão da empresa de ajudar todas as pessoas e organizações do planeta a realizar mais. Assim, ela considera que os avanços em IA mais resolverão desafios do que os criarão. E aí, deu pra captar um pouco sobre toda essa tecnologia que vem cada vez conquistando mais o nosso mundo? Claro, esperamos que todo esse avanço e o que vem pela frente seja sempre em prol do bem humano e jamais em benefício de guerras e violência. Gostou? Incentive dando um like! Fonte: Tcmundo, Google e WK
  4. Oligopólio é um sistema que faz parte da economia política que caracteriza um mercado onde existem poucos vendedores para muitos compradores. Em um oligopólio, as alterações nas condições de atuação de uma empresa vai influenciar o desempenho de outras empresas no mercado. Isto provoca reações que são mais relevantes quando o número de empresas do oligopólio é reduzido. Um oligopólio é caracterizado por: um estado de hegemonia, em que existe a luta para alcançar a supremacia total; inflexibilidade de preços: os preços em vigor são estabilizados, sendo evitada a competição; predominância dos preços, sendo que todos os vendedores aceitam os preços estabelecidos; ocorrência de ações em conjunto, frequentemente dando origem a trustes. (Um truste é uma coligação econômica ou financeira, um agrupamento de empresas que tem como objetivo diminuir e eliminar a concorrência, dividindo o mercado. Quando se verifica a formação de trustes, a concorrência é transferida para a área da qualidade e apoio ao cliente, porque não existe concorrência no que diz respeito aos preços.) No oligopólio, muitas vezes ocorre a criação de um cartel, onde as poucas empresas dominantes fazem um acordo para manter o preço do produto comercializado. Tanto o carte como o truste exercem poder de pressão sobre o mercado. Ao contrário do truste, no cartel as empresas envolvidas continuam independentes no âmbito legal. O oposto de oligopólio é designado como oligopsônio, um mercado onde existem poucos compradores de um grande número de vendedores. Oligopólio e monopólio Tanto o monopólio como o oligopólio contribuem para uma concorrência imperfeita. A diferença entre monopólio e oligopólio é que no monopólio existe apenas um fornecedor ou vendedor, que domina o mercado, enquanto que no oligopólio existem poucos fornecedores do mesmo produto. Quando um produto é considerado essencial para a economia de um país, muitas vezes esse país estabelece leis que impedem a criação de monopólios e oligopólios. Oligopólio no Brasil Talvez o maior exemplo de oligopólio no Brasil seja o mercado de telecomunicações, no qual poucas empresas controlam o mercado. No caso da telefonia móvel, a fusão das empresas TIM e Vivo consistiu no primeiro oligopólio nesta área do mercado. Também são conhecidos oligopólios no caso da montagem de veículos, na produção de ônibus, por exemplo, o que pode contribuir para o aumento do preço do transporte público.
  5. Fonte: TECMUNDO As Três Leis da Robótica de Asimov Uma das coisas que mais serviu como base para outras obras de ficção – e mais recentemente até para a realidade – e que foi invenção de Asimov são as famosas Três Leis da Robótica. Esse conjunto de regras apareceu pela primeira vez em um conto chamado “Círculo Vicioso”, que aparece em “Eu, Robô”. Segundo a história, essas leis teriam surgido pela primeira vez nesse universo em uma publicação chamada “Manual de Robótica, 56ª Edição, 2058 d.C.”. Essas regras deveriam ser implantadas no mais profundo nível das mentes robóticas de maneira que constituíssem as leis mais básicas nas quais essas inteligências artificiais deveriam se pautar e aparecem em praticamente todas as obras do autor, sendo que seus robôs devem obedecê-las (ou a desobediência acaba gerando problemas que são solucionados em suas narrativas). São elas: Primeira Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal. Segunda Lei: Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei. Terceira Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei. Falhas nas leis Quando analisamos a própria obra de Isaac Asimov, é possível perceber que as Três Leis da Robótica não são nada infalíveis – muito pelo contrário. Diversas tramas, inclusive, baseiam-se na incapacidade de elas serem respeitadas pelos robôs, seja por defeitos na inteligência artificial, seja pela inabilidade das máquinas em analisar e interpretar paradoxos e ambiguidades. No fim das contas, conforme George Dvorsky afirma em seu artigo publicado pelo io9, as Três Leis de Asimov não passariam de um recurso literário usado para criar tramas dentro das narrativas do autor. Resumindo: elas são impeditivas o suficiente quando necessário e falhas em momentos em que é interessante para dar mais dramaticidade nas histórias. E no que Isaac Asimov mesmo acredita? No entanto, é interessante levar em conta o que o próprio Isaac Asimov acredita. Em uma entrevista que o autor deu em 1981, ele afirmou que realmente acredita que as Três Leis da Robótica possam servir como parâmetro para limitar – e manter seguras – as relações entre humanos e robôs: “Tenho a minha resposta pronta sempre que alguém me pergunta se eu acho que as Três Leis da Robótica vão ser realmente usadas para comandar o comportamento dos robôs, uma vez que eles se tornem versáteis e flexíveis o suficiente para escolher entre diferentes comportamentos. Minha resposta é: ‘sim, as Três Leis são a única maneira pela qual seres humanos racionais podem lidar com robôs – ou com qualquer outra coisa’”. Perigo à vista Se pararmos para pensar que a robótica hoje em dia é indubitavelmente mais avançada do que na época em que Asimov escreveu suas obras, talvez o uso dessas regras não fosse uma má ideia para evitar alguns possíveis problemas ao lidar com robôs, especialmente aqueles dotados de inteligência artificial e que são capazes de aprender novas coisas. Alguns relatos por aí podem até causar um certo medo, como o do robô que quer deixar os humanos em zoológicos, um que já tem habilidade suficiente para dar mortais para trás, e claro, aqueles que poderão roubar nossos empregos. Exatamente por isso, seria interessante que essas três regras, as Três Leis da Robótica, de fato fossem respeitadas pelos nossos “amigos” robóticos. Mas será que isso realmente teria efeito? E se tivessem, haveria alguma necessidade de atualizar essas diretrizes? Feitas para quem? Fica bastante claro quando analisamos as Três Leis da Robótica que Asimov as criou pensando mais especificamente em androides, ou seja, organismos sintéticos feitos para se parecerem com humanos, mas que possuíam inteligência artificial que os tornavam similares a nós também em comportamento. Pensando nisso, as leis fazem bastante sentido, mas e quando olhamos hoje para como o campo da robótica avançou, será que elas funcionariam? Devemos pensar que hoje em dia robôs podem ser objetos como drones ou outros tipos de máquinas de formas diversas, com movimentações completamente diferentes da nossa e, claro, inteligências artificiais totalmente distintas. Já existem, por exemplo, drones militares autônomos que podem matar sem o controle ou a interferência de seres humanos. Como esses dispositivos compreenderiam as leis de Asimov? Opinião: Por mais que possa parecer conteúdo de Ficção Científica, é algo que está próximo da nossa realidade. Podemos citar a androide ultrarrealista Sophia. Seria possível essa androide desenvolver questionamentos próprios sobre sua existência e o que ela pode ou não de fato fazer? Seria ela capaz de quebrar as leis da robótica? Fazer coisas além do que foi programada para fazer; pode acontecer. Sem falar no âmbito social. Podemos futuramente nos deparar com a 4ª Revolução Industrial. E vocês? O que acham?
  6. Boa tarde, uma empresa brasileira está lançando um jogo novo de MMORPG, se chama BloodStone the ancient curse. Como o jogo é novo não existem informações sobre ele em lugar nenhum, com isso eu gostaria de criar um Fã site para esse jogo, para nele ter tutoriais,informações sobre as vocações, quests , monstros etc... Mas a empresa do jogo não divulga nenhuma informação, com isso eu gostaria de acessar os arquivos do jogo para lá dentro descobrir coisas relativas a magias, monstros quests etc... Como eu faço para descobrir informações dentro dos arquivos de um jogo tendo simplesmente os arquivos de instalação ? Desde já agradeço, Lucas Rangel.
  7. Meus colunistas prediletos são (por ordem decrescente): Luiz Felipe Pondé (Folha de São Paulo). Leandro Narloch (Veja). Rodrigo da Silva (Spotniks). Meus sites prediletos (por ordem crescente): Veja. Games Tecmundo. Libertarianismo. Instituto Liberal. Instituto Liberal de São Paulo. Exame. Instituto Mises. Foda-seoestado. Nintendo Blast. Superinteressante. Folha de São Paulo. Ano-zero. ONabuco. Spotniks. Mercado Popular. Minha lista ficou lo(ooooooooooooooooooooooooooooooo)nga. Espero ver a lista de vocês grande também.