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  1. Malware rouba as informações de preenchimento automático do navegador No entanto, existe um problema: os criminosos podem obter essas informações salvas se o seu computador estiver infectado por um stealer (malware que rouba informações, incluindo a dos navegadores). Estritamente falando, os stealers não apenas se concentram em dados de preenchimento automático em navegadores, mas também buscam carteiras de criptomoedas e dados de jogos e roubam arquivos do desktop ( você não guarda informações valiosas lá, como uma lista de senhas . Correto ?) No entanto, os navegadores são usados tanto para o trabalho, quanto para o lazer (o que inclui fazer compras e consultas bancárias), então eles tendem a ser uma fonte de informações muito mais confidenciais se comparados a outros programas. Vamos ver como os stealers obtêm informações dos navegadores Como os navegadores armazenam informações de preenchimento automático Infelizmente, há uma brecha. Por padrão, os desenvolvedores de navegador presumem que tanto seu dispositivo e conta estão bem protegidos, ou seja, qualquer programa executado a partir de sua conta de computador atua em seu nome e, portanto, deve ser capaz de extrair e descriptografar informações armazenadas. Infelizmente, isso também inclui malware invasores, executados em sua conta. Como o malware rouba informações dos NAVEGADORES Citados: Chrome, Firefox, Internet Explorer e do Edge O que acontece com a informação roubada pelo stealer? Uma vez que o malware tenha conseguido os dados de preenchimento automático em texto simples, tudo é enviado aos cibercriminosos e duas situações podem ocorrer: os responsáveis pelo ataque podem usá-los ou, certamente, vendê-los a terceiros no mercado paralelo, um lugar onde esse tipo de produto geralmente tem alto valor. As contas roubadas também podem ser usadas para muitas outras finalidades, desde spam e promoção de sites e aplicativos, até para o envio de vírus e lavagem de dinheiro roubado de outras pessoas (e se a polícia se envolver, eles podem bater à sua porta). Como proteger a informação dos stealers Como você pode ver, se o malware invadir seu computador, as informações armazenadas no seu navegador estarão em perigo e, com isso, suas finanças e reputação. Para evitar essa situação: Não confie que informações importantes, como os dados do seu cartão bancário, sejam mantidas em segurança pelo seu navegador. Em vez disso, insira-as manualmente em cada transação (levará mais tempo, mas você ficará mais protegido). Se você usa o Firefox, você pode proteger as informações armazenadas no navegador com uma senha mestra. Para fazer isso, clique nas três barras no canto superior direito e selecione Opções, vá para Privacidade e Segurança, localize Logins e senhas e selecione a opção Usar uma senha mestra. O navegador pedirá que você crie a senha e, quanto mais longa e complexa, mais complicado será para os invasores descobrirem. Mais importante: a melhor maneira de proteger suas informações é impedir que malwares entrem no seu computador. Para isso, instale uma solução de segurança confiável que manterá as ameaças sob controle. Sem malware, você não terá problemas! Créditos Kaspersky / Sergey Golubev
  2. Como uma simples brincadeira pode prejudicar acesso aos seu arquivos Há 10 minutos, Harry estava fazendo um escândalo. Ele tinha esse hábito de encontrar defeitos em tudo, desde a assinatura em um e-mail que não seguia o modelo até papéis empilhados incorretamente. Mas, para ser justo, desta vez suas reclamações tiveram uma justificativa: John deveria ter enviado um relatório ontem e não fez. No entanto, ele não teve que gritar. Afinal, ninguém estaria disponível para abri-lo na noite anterior. John sabia que não tinha nada para fazer. Harry havia dado um aviso ao administrador do sistema no mês passado por deixar fios bagunçados em sua mesa. Segundo ele, tudo deve ser pedido! O administrador do sistema pegou os cabos, jogou-os na mesa de Harry e se demitiu. Muito bem, é isso, John pensou, mas não poderia simplesmente se dar esse luxo. Em vez disso, investiu toda sua inteligência emocional em ouvir pacientemente enquanto seu chefe, enfurecido, despejava toda a fúria. Uma notificação no aplicativo de mensagens instantâneas chamou sua atenção: Mark, que estava sentado na mesa ao lado, havia lhe enviado um link para o OneDrive corporativo. John abriu o link. A pasta continha um arquivo PowerPoint, finalmente, clicou no nome do arquivo para abri-lo. A apresentação consistiu em um único slide com um vídeo. Um homenzinho andou pela tela e começou a amaldiçoar todos os objetos que encontrou em seu caminho. Na cabeça do homem, balões de diálogo se abriram e ele amaldiçoava a mesa por ser plana, o extintor de incêndio por ser vermelho e assim por diante. Então, ele chutou a cadeira com raiva, deixando-a fora da imagem e novamente passou em frente à mesa. Pelo corte de cabelo do homem, ficou muito claro em qual personagem da vida real esse desenho animado foi inspirado. Apesar de muito absurdo, foi engraçado. Mas no dia seguinte toda a empresa enfrentou uma surpresa terrível. O prédio estava fechado e dentro, funcionários de uma empresa de análise forense extraíam os discos rígidos de computadores. John tentou lembrar de algo especial ocorrido em seu computador. Mas ele só se lembrava daquele vídeo, era estranho como Mark o enviara. A empresa havia recentemente bloqueado as mídias sociais, então a equipe costumava usar o e-mail para compartilhar memes. Mas ele não havia usado o OneDrive antes. Então, ele se aproximou de Mark. No dia seguinte, os especialistas divulgaram o veredito: foi um ataque de wiper. O invasor criou um arquivo malicioso e o disfarçou na “inocente” animação. Aparentemente, o responsável era alguém com alguma relação e acesso à empresa. Como conhecia o ambiente da equipe, o arquivo foi enviado por toda a rede e foi executado por mais ou menos metade da empresa. Então, no aniversário do chefe, o malware foi ativado e destruiu todos os dados possíveis, incluindo discos rígidos locais e unidades de rede conectadas como pastas locais. Bem, aparentemente, não. E por isso que deve ter adquirido ferramentas de análise de arquivos para áreas que os funcionários carregam no OneDrive corporativo, com intuito de evitar esse tipo de expansão de malware entre um computador e outro. Créditos Nikolay Pankov / Kaspersky Lab
  3. De acordo com um levantamento da empresa de segurança Upstream, publicado pelo The Wall Street Journal, a brasileira Multilaser estaria vendendo smartphones no mercado nacional que chegam ao consumidor já com um malware instalado. O código malicioso basicamente tenta fraudar transações online e também poderia gerar cobranças em nome do usuário diretamente em sua fatura de telefonia mobile. No caso de linhas pré-pagas, ele poderia inscrever o usuário em serviços indesejados simplesmente para consumir seus créditos. De acordo com a Upstream, esta é a primeira vez que a empresa vê esse tipo de fraude atrelada a modelos de smartphone específicos em vez de endereços de IP comuns ou mesmo regiões geográficas. Um aparelho da Multilaser em específico teria sido afetado pelo malware instalado de fábrica, o MS50s. Outros três celulares foram identificados com o mesmo código malicioso instalado de fábrica, mas eles não são vendidos no Brasil, sendo modelos de marcas locais de Myanmar. Aparelho da Multilaser foi encontrado com malware embarcado de fábrica No MS50s, o dito malware estaria disfarçado com o nome de “Multilaser Update”, mas seu nome real, aquele que aparece na lista de processos do Android é “com.rock.gota”. Esse app, naturalmente, não está disponível na Play Store, e esse aparelho sequer tem certificação da Google para receber atualizações via OTA. Por conta disso, a Multilaser utiliza um outro esquema de atualizações paralelo de uma empresa chinesa chamada Gmobi. Os especialistas da Upstream chegaram a identificar que, assim que o celular é ligado, ele imediatamente começa a se comunicar de forma criptografada com um servidor da Gmobi e passa a baixar pacotes de propaganda. Esses anúncios podem ser usados para fraudar impressões de outros anúncios na internet ou mesmo dentro do software do próprio smartphone. Com isso, o malware também consegue gerar lucro para seus criadores com renda de propagada indevida. Este é um exemplo de propaganda trazida para o MS50s pelo malware. Somente em novembro de 2017, a Upstream identificou mais de 2 milhões de transações fraudulentas vindas desse aparelho em específico. O pior de tudo é que o com.rock.gota não pode ser desinstalado do aparelho da maneira tradicional, indicando que ele foi carregado junto com a ROM original do smartphone. Para se livrar dele, é necessário obter acesso Root, o que não é exatamente um processo simples de ser realizado, ainda mais para o público que compra modelos básicos como o MS50s. O que ele causa? Entre os malefícios que esse malware pode trazer para o consumidor está o consumo indevido do seu pacote de dados com o download de pacotes de anúncios, bem como com a comunicação indevida e constante com os servidores da Gmobi. Dados dos usuários também são extensivamente coletados, o que inclui detalhes de email e localização precisa via GPS. Multilaser se defende Em comunicado oficial ao TecMundo, a negou que o MS50s tenha um malware instalado, questionando as acusações da Upstream. “O dispositivo Multilaser MS50S possui instalado o Gmobi, uma solução de atualização de firmware over-the-air (FOTA), que não possui capacidade de realizar cobranças por meio de carrier-billing, como é sugerido”, disse o porta-voz da Multilaser. De acordo com a marca, o dispositivo em questão tem seu software e hardware desenvolvido no Brasil em conjunto com parceiros na Ásia, mas não revelou exatamente quais empresas fizeram parte do projeto do MS50s. Contudo, a Multilaser pretende abandonar o Gmobi. “A Multilaser não está mais utilizando o Gmobi nos seus novos projetos de smartphones e tablets. Ele foi substituído pela solução do Google (GOTA, Google Over The Air). Dentro das próximas semanas o Multilaser MS50s receberá automaticamente uma atualização de sistema para ficar padronizado ao restante da linha. E aí, o que achou da notícia? Explane sua opinião. Fonte: UPSTREAMSYSTEMS / THE WALL STREET JOURNAL
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