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  1. iNaturalist é um raro espaço na internet no qual se estabelece um acordo sobre o que constitui a realidade Amy Harmon The New York Times O que era aquilo? Um verme segmentado? Uma lesma-do-mar? Uma centopeia colonizada por um parasita? Quando Merav Vonshak quis identificar a bolha gelatinosa que ela havia fotografado flutuando numa poça rasa durante as férias da família, desprezou um site relacionado à vida natural frequentemente assolado por discussões. Ela não deu nenhuma consideração a plataformas de rede social de marcas conhecidas por sarcasmo ou desinformação. Em vez disso, ela carregou a foto num site chamado iNaturalist, no qual desconhecidos se reúnem para buscar um tipo muito específico de verdade: a classificação científica correta dos seres vivos que eles fotografam na natureza ou no quintal. Até agora, processaram cerca de 90 milhões, com pelo menos um quarto concluído apenas neste ano. E foi assim nesse caso em que Vonshak, uma ecologista, pensou primeiramente que a fotografia tirada no Parque Nacional Joshua Tree, na Califórnia, em 2016, poderia ser de um aglomerado de ovos de anfíbios. Borboleta em santuário em Angangueo, no estado mexicano de Michoacán - Raquel Cunha - 3.dez.22/Reuters Como muitos usuários do iNaturalist, Vonshak, 45, invoca metáforas utópicas não tipicamente associadas às redes sociais para descrever a plataforma. "Ela me lembra 'Star Trek', sabe? Nossa sociedade como eu gostaria que fosse." De fato, ao examinar cobras e musgos da lama, muitos dos fiéis iNaturalistas perceberam que talvez estivessem vendo algo muito maior: um modelo de uso da internet que é regido pela cooperação, não pelo combate. E quando um consenso acabou convergindo para um tipo de samambaia conhecida como trevo-d'água –uma classe diferente de organismo, em um filo diferente, em um reino diferente do palpite dela– a pontada que muitas vezes se pode sentir por estar errado na internet foi eliminada, disse ela, pelo que parecia ser um pequeno triunfo coletivo. "É como se isso fosse de todos agora", disse Vonshak. "Este organismo em particular, neste local específico, neste ponto específico do tempo." Crescendo com 'nanoacordos'? Uma iniciativa sem fins lucrativos da Academia de Ciências da Califórnia e da National Geographic Society, a iNaturalist diz que visa conectar as pessoas à natureza por meio da tecnologia. E as identificações em nível de espécie do site foram citadas em milhares de artigos científicos. Mas em um momento em que pode parecer que tudo está sujeito a discussão –a causa da inflação, a natureza do gênero, a legitimidade de uma eleição– o iNaturalist também ganhou reconhecimento como um raro lugar na internet onde pessoas com diferentes pontos de vista conseguem forjar um acordo sobre o que constitui a realidade. Especialmente para os americanos desorientados pela nítida divisão partidária e pela sensação de que oligarcas e algoritmos podem estar distorcendo até mesmo as crenças que consideram suas, há uma atração num aplicativo sobre a natureza que oferece poderosas amostras de entendimento comum. Mais de 500 mil novos usuários dos Estados Unidos postaram observações no iNaturalist nos últimos dois anos, representando cerca de 40% dos usuários em todo o mundo. O número de observações ultrapassou 120 milhões neste ano. E alguns estudiosos das redes sociais dizem que seu crescimento traz lições para melhorar a comunicação entre os membros da única espécie sobrevivente do gênero Homo. "Este é um site em que as pessoas estão tentando, juntas, estabelecer coletivamente o que é verdade", disse Jevin West, cientista de dados da Universidade de Washington que estuda métodos de combate à desinformação nas redes sociais. Ele acrescentou: "Não temos muitos bons exemplos disso". As apostas, de acordo com a maioria das medidas, são baixas: raposa vermelha ou raposa cinza? Abelha ou uma das muitas moscas que evoluíram para imitar as abelhas? Urso marrom, urso pardo ou urso preto? Como chamar esse cogumelo marrom em forma de orelha que cresce nas árvores, se as árvores estão na América do Norte? E o iNaturalist está longe de ser a única comunidade digital que geralmente consegue manter a paz ligando-se a um interesse restrito: Banjo Hangout para fãs de banjo, Front Porch Forum para conectar vizinhos em cidades de Vermont, servidores gigantescos para cada microidentidade. No entanto, ele se destaca como um site com o objetivo explícito de colaboração e consenso. West disse que passou a acreditar que o que ele chama de "nanoacordos" do iNaturalist pode ser traduzido para tópicos maiores e mais carregados. E, enquanto a aquisição do Twitter por Elon Musk gera uma discussão sobre como criar ambientes online menos divisivos, o iNaturalist é um modelo na cada vez mais cobiçada categoria "parece mais cooperativo", disse Ethan Zuckerman, pesquisador da Universidade de Massachusetts em Amherst, que apresenta o podcast Reimaginando a Internet. "Talvez esse processo de ajudar alguém e dizer: 'Acho que você pode ter identificado errado, acho que pode ser isso'", disse Zuckerman, seja um treinamento benéfico para ser um participante cívico em 2022, "em vez de 'Seu idiota, saia da internet, cancele sua conta. Não acredito que você pensou que era um falcão de cauda vermelha imaturo'". Mais ou menos como o Rotary Club As diretrizes da comunidade do iNaturalist incluem "presuma que as pessoas têm boas intenções", "não justifique identificações com suas credenciais ou comentários desdenhosos" e "você não precisa ter a última palavra". Ken-ichi Ueda, que ajudou a criar o iNaturalist em 2008 e continua a administrá-lo com seu codiretor, Scott Loarie, disse que a personalidade baseada em evidências do site é reforçada pelo fato de que os usuários não podem simplesmente marcar as identificações como incorretas. Com a ajuda de um algoritmo de visão computacional, os usuários que enviam uma observação geralmente sugerem uma identificação. Outros podem adicionar sua própria indicação nos comentários. Assim que surge uma maioria de dois terços, o registro recebe um "ID comunitário", que pode ser substituído a qualquer momento em que a maioria mude. Qualquer pessoa pode fazer um comentário desdenhoso, mas pode haver menos incentivo para fazê-lo, já que a única maneira de discordar de forma significativa é adicionar sua própria identificação. Observadores de pássaros que registraram algumas das quase 11 mil espécies de pássaros do mundo foram atraídos pela natureza abrangente do iNaturalist, no qual também podem enfrentar as cerca de 900 mil espécies nomeadas de insetos, digamos, ou as 377.990 espécies de plantas. Muitos usuários também aderiram no início da pandemia, quando um vírus que provavelmente saltou de um morcego para outros animais selvagens e humanos pode ter levado para casa a interconexão das espécies. Mas outros aplicativos de telefone, incluindo Merlin para pássaros, PictureThis para plantas e Seek, uma ramificação do iNaturalist, identificam algum subconjunto dos 2 milhões de espécies formalmente reconhecidas no planeta sem necessidade de comunhão humana. O fato de as pessoas continuarem a usar o iNaturalist, disse Adam Kranz, 32, deve-se ao senso comum de propósito que o faz lembrar do Rotary Club que seus pais frequentavam na cidade rural de Michigan onde ele cresceu. Um tutor do Teste de Aptidão Escolar que assumiu a missão de corrigir erros de identificação de vespas de carvalho no iNaturalist, Kranz também tem se preocupado com sua própria tendência de ver aqueles de quem discorda politicamente como "você sabe, inimigos moralmente falidos". Mas o iNaturalist "é o lugar onde sinto que interajo com estranhos e trabalho para o bem comum". Como provavelmente a maioria dos usuários do iNaturalist —a julgar pelas pistas em perfis e fóruns de discussão—, Kranz é politicamente um liberal. Mas em entrevistas vários dos identificadores mais prolíficos do site se descreveram como politicamente conservadores. E os projetos de grupo no site —Polinizadores da Flórida, Salticidas de Oklahoma, Moldes de lama de Nova York— tendem a ultrapassar as divisões habituais do país. Thomas Everest, 22, um eleitor republicano registrado que é altamente considerado no site como um identificador de moluscos da Califórnia, disse que passou a valorizar a humildade entre os usuários do iNaturalist —mesmo os mais liberais— que decorre de admitir a ignorância na frente de pessoas que você não conhece ou necessariamente confia. "É como, 'Sim, estou me colocando aí’", disse Everest, um técnico de laboratório em Ithaca, em Nova York. "'Aqui está o meu sapo. Não sei o que é.'" Nenhuma mistura de mentes em rótulos taxonômicos, disse Sophia Rosenfeld, historiadora da Universidade da Pensilvânia e autora de "Democracy and Truth", provavelmente consertará o que ela chama de verdade "fraturada" da nação. "Este é um exemplo de pessoas cooperando sobre como chamar algo", disse Rosenfeld. "Não é necessariamente esperançoso para nossa vida política." Ainda assim, se você clicar em "discussões em tempo real" no iNaturalist e observar os comentários, poderá encontrar alguma esperança na capacidade das pessoas de ter um discurso civilizado —e até gentileza— na internet. Tradução de Luiz Roberto M. Gonçalves
  2. Controles viram câmeras em títulos como 'God of War' e 'Ghost of Tsushima', e trabalhos rendem até exposições de arte João Varella São Paulo Com o sonho de se tornar um fotógrafo profissional, Bruno Calado Borges, estudante recifense de 19 anos, fez um apelo nas redes sociais para comprar um equipamento. Não queria uma câmera Nikon, Canon ou outra de marca convencional, mas um PlayStation 5, que, além de um aparelho de jogos, é uma câmera virtual. O pedido viralizou, com apoio e escárnio, e suas redes sociais foram inundadas de xingamentos. Um usuário postou uma foto de uma carteira de trabalho, enquanto outro o qualificou como "printador profissional". Retrato do game 'Marvel's Spider-Man Miles Morales' feito pelo jogador Bruno Borges - Bruno Borges Ele reagiu com postagens explicando a fotografia virtual, uma nova forma de arte explorada dentro do videogame contemporâneo. "Você tem que saber sobre iluminação, enquadramento, desfoque, matiz, brilho, exposição", afirma, enumerando valores da fotografia convencional. A versão virtual se estabeleceu na década passada e foi impulsionada durante a quarentena. As principais plataformas contemporâneas facilitam a captura, já que os controles de Switch, Xbox Series e PlayStation 5 contam com um botão que age como um disparador. Se o hardware é o corpo do videogame, o software é a mente. Diante da popularidade das mídias sociais, os desenvolvedores implementaram o modo foto, que congela a cena e permite ao usuário compor a imagem com possibilidades que só o digital oferece. De 'Elden Ring' a 'God of War', veja retratos feitos pelos jogadores dentro dos games O jogo de esportes radicais "Riders Republic" permite mudar a hora do dia e as condições climáticas, por exemplo. "The Last of Us Part 1", sobre um mundo estraçalhado por um vírus, possibilita avançar alguns milissegundos no futuro. O paintball de "Splatoon 3" deixa instalar a câmera no ar com uma contagem regressiva antes de efetuar o disparo, dando tempo de fazer poses. O modo de foto é padrão nos jogos de alto valor de produção, mas não é padronizado. Cada título tem interface e recursos próprios. Em comum é o fato de a ferramenta valorizar recursos gráficos de ponta, como o "ray tracing", que calcula a iluminação, incluindo reflexo e sombras, de maneira realista. Os jogadores aderiram. Com "Ghost of Tsushima", jogo de samurai lançado há dois anos, mais de 15 milhões de fotos foram feitas em dez dias, de acordo com a Sony, que lançou o título. Há casos ainda em que a fotografia é um elemento da narrativa, como "New Pokémon Snap", do ano passado. Sob a premissa de fazer uma pesquisa científica, é preciso fotografar Pikachu e os outros monstrinhos em seu habitat. Veja imagens do jogo 'Ghost of Tsushima' Na maior parte dos casos, porém, a elaboração das imagens não faz parte da história. É criada por intenção estética, expressiva ou qualquer outro motivo que leva uma pessoa a tirar uma foto. "A fotografia enriquece a experiência de jogo. Você passa a ter mais proximidade com os personagens e preserva a memória de situações pontuais", diz o jornalista Rodrigo Pscheidt, que vive em Curitiba e mantém um perfil de fotografias de jogos no Instagram, o @GamesPhotoMode, com 18 mil seguidores. Ele, que tem 36 anos, calcula levar entre cinco e seis horas para fazer dez fotos dignas de serem publicadas. Já Borges, o estudante do Recife, otimiza o tempo com vários pontos de salvamento, como se fossem diferentes marcadores de página da história. Os dois jogos do Homem-Aranha desenvolvidos pela Insomniac, os favoritos do pernambucano, requerem mais de 50 horas para desbloquear o conteúdo completo. Os fotógrafos de games têm ganhado espaço. O Flickr, plataforma usada por profissionais para exibir portfólios, criou uma categoria para a fotografia de jogos. Um texto publicado no blog oficial do site em setembro qualifica o gênero como "uma forma de arte emergente". A rede, aliás, foi criada em 2004 para o compartilhamento de imagens de um game. Mas o grande espaço de postagens e descobertas dos fotógrafos virtuais —ou VPs, na sigla em inglês— é o Instagram. Hashtags como #VirtualPhotography ou a mais local #BrasilVP indexam as imagens. Há etiquetas específicas para jogos e estilos de imagem. A fotografia virtual conta com nichos especializados, como retratos, paisagens, erros, entre outros, além de desafios que passam de um criador a outro. Esse tipo de fotografia também tem se profissionalizado. O paulistano Leonardo Sang, de 32 anos, já trabalha há mais de uma década com a linguagem. Ao longo de sua carreira, desenvolveu trabalhos para companhias multinacionais como Nvidia, Ubisoft e Telefónica. Com mais de uma década de experiência de fotos em games, para Sang o ambiente virtual proporciona a oportunidade de retratar o impossível. Ele dá como exemplos "Isonzo ", que se passa na Primeira Guerra, e "Kingdom Come", ambientado no Império Romano. Retrato do game 'Elden Ring' feito pelo jogador Leo Sang - Leo Sang O jogo favorito de Sang é "Battlefield". Em vez dos tiroteios bélicos que marcam a série, o artista se especializou nas paisagens e detalhes banais. Com exposições internacionais no currículo, ele compõe o júri da competição de imagens virtuais Capture Point, promovida por Red Bull e PlayStation, que deve originar uma exposição em Nova York no ano que vem. A Ubisoft, dona de séries como "Assassin's Creed" e "Far Cry", também abriu um concurso similar. Hoje as fotos dentro dos games se relacionam mais ao marketing e não contam com um reconhecimento firme do circuito de arte, uma situação parecida com os primeiros anos da fotografia em si, que no século 19, quando surgiu, foi rechaçada por artistas e críticos que a viam como uma linguagem inferior à pintura. Charles Baudelaire era um deles, preocupado pela invasão de uma máquina automática que apenas reproduzia o real. Com o passar do tempo, o ranço do autor de "As Flores do Mal" foi superado, e o entendimento contemporâneo evoluiu. "A fotografia convida a interpretar a paisagem, é uma questão histórica da linguagem", afirma Ronaldo Entler, crítico e professor de fotografia da Fundação Armando Alvares Penteado, em São Paulo. Segundo ele, com as pessoas passando mais tempo em mundos virtuais, é natural que o fazer fotográfico se transforme. "Fotografia é uma cultura dotada de vocabulário. É também um espaço de debates, um universo de referências. Onde estão essas referências está a fotografia", diz. O afamado diretor Hideo Kojima enalteceu a fotografia virtual no Twitter. "Se você continuar tirando fotos, mesmo dentro do jogo, sua sensibilidade e habilidade melhorarão naturalmente. Composição, layout, foco et cetera. Mais importante que isso, você saberá o que deseja fotografar", escreveu o autor de "Death Stranding", também dotado de "photo mode". As palavras ressoam no interesse de Borges, o jovem que recebeu ataques em razão de sua vaquinha. "Fiquei com uma crise de ansiedade séria", diz. Por outro lado, ele conseguiu arrecadar a quantia de que precisava. Hoje tira e posta fotos com o PlayStation 5, a câmera que tanto queria.
  3. Mesmo com graves problemas técnicos, game vende mais de 10 milhões de cópias em 3 dias Tiago Ribas São Paulo "Pokémon Scarlet" e "Pokémon Violet", representantes da nona geração da maior franquia de jogos de RPG da Nintendo, eram cercados de grande expectativa. Tanto fãs quanto a mídia especializada aguardavam ansiosamente para saber como a Game Freak, desenvolvedora da série, iria adaptar a série para um ambiente de mundo aberto. O resultado, porém, deixou muita gente decepcionada. O game lançado no último dia 18 apresentou uma série de problemas técnicos, como quedas bruscas de taxa de quadros, texturas mal feitas e em baixa resolução e bugs de todo tipo –o usuário David Toons fez uma ótima compilação no Twitter com alguns exemplos–, que acabaram eclipsando muitas das qualidades do novo título. "Não faltam boas ideias, mas elas são manchadas por uma execução pobre, deixando uma das franquias mais lucrativas do mundo do entretenimento parecer chocantemente desleixada", afirma o jornalista Tom Regan, que deu 3 de 5 estrelas em sua crítica do game no jornal britânico The Guardian. "A Game Freak fez um trabalho verdadeiramente louvável traduzindo o que sempre fez a série tão divertida para uma gama mais ampla de estilos de jogo, mas o game não passou ileso nessa transição. Problemas técnicos persistentes e de ritmo fazem essa geração parecer mais um pequeno passo em direção a uma experiência Pokémon em mundo aberto do que um salto confiante para o futuro", resumem Jhaan Elker and Alyse Stanley em sua crítica no Launcher, canal de games do jornal americano The Washington Post. Essas não são opiniões isoladas. Segundo o agregador de críticas Metacritic, "Pokémon Scarlet" e "Pokémon Violet" tinham nota média 75 até a última sexta-feira (25). Ela deixa os jogos como os piores da série principal de games da franquia (excluindo remakes e spin-offs) –posto que era de "Pokémon Emerald", lançado em 2005 para Game Boy Advance e que teve média 76. Apesar de alguns críticos culparem a obsolescência do Switch (lançado há mais de cinco anos) pela má performance do game, o site Digital Foundry, especializado em análises técnicas, descarta essa hipótese. Em seu diagnóstico sobre o desempenho do título (abaixo, em inglês), o site aponta que jogos como "The Legend of Zelda: Breath of the Wild’ e "Xenoblade Chronicles 3" conseguem extrair um desempenho muito melhor do console com mundos abertos ainda mais complexos do que o do último Pokémon, que tem resultado pior até do que "Pokémon Legends: Arceus", spin-off lançado no início do ano pela Game Freak. No entanto, mesmo com todos os problemas técnicos e de acabamento, "Pokémon Scarlet" e "Pokémon Violet" já são um estrondoso sucesso comercial. Na última quinta (26), a Nintendo –que até o momento não se pronunciou sobre os problemas do título– anunciou que foram vendidas 10 milhões de cópias do game em apenas três dias, tornando-o o jogo mais rápido a atingir a marca em um console da empresa. Como comparação, a Sony comemorou um dia antes que foram vendidas 5 milhões de cópias de "God of War Ragnarök" na primeira semana após seu lançamento. É provável que boa parte dos fãs tenham comprado "Pokémon" na pré-venda, antes da publicação das primeiras críticas atestando o estado lastimável em que o jogo se encontra --e os pedidos de reembolso publicados por consumidores insatisfeitos nas redes sociais mostram isso. Ainda assim, muitos jogadores parecem estar felizes com o produto que receberam e veem os problemas técnicos como obstáculos transponíveis e até temporários, já que podem ser mitigados em futuras atualizações. Veja imagens de "A Game Freak tenta ser econômica e realista com o que ela faz. Ela adota uma postura no desenvolvimento de ‘Pokémon’ quase iterativa, tentando coisas em um jogo antes de expandi-las no próximo. Isso significa que os jogos não parecem tão bons quanto poderiam, ou não vão tão longe em termos de inovação, mas ainda assim conseguem uma cadência regular de um lançamento a cada três anos", explica o jornalista Christopher Dring em artigo no site GamesIndustry.biz. "No entanto, há um problema. Três anos não é nem de perto tempo suficiente para construir um jogo de aventura de primeira linha. Nos anos do Game Boy e do Nintendo DS, 'Pokémon' era visto como uma série de lançamentos marcantes, tanto comercialmente quanto para a crítica. Mas, no Switch, as expectativas são mais altas", afirma. "Pokémon Scarlet" e "Pokémon Violet" podem até ser um sucesso comercial, mas são também uma bola fora da Game Freak. A The Pokémon Company mostrou ao longo dos anos que tem inquestionável competência para gerir essa franquia, mas a empresa precisa ficar alerta. A história ensina que, nos videogames, passar anos visando o lucro e abrindo mão da qualidade pode ser um caminho maldito, do qual é difícil se recuperar no futuro. "Sonic" está aí para provar.
  4. F5 Folha A polícia e uma equipe médica estiveram na casa de Gabbie Hanna Influenciadora Gabbie Hanna no TikTok - Reprodução/TikTok Uma sequência de vídeos inusitados da tiktoker Gabbie Hanna, que usa o nome de "Trauma Queen" (Rainha do Trauma, em português) na rede social, assustou seus seguidores nesta quarta-feira (24). Alguns chegaram a acionar a polícia de Los Angeles, nos Estados Unidos, para que averiguassem o bem-estar da influenciadora, segundo informações do site TMZ. A influenciadora postou dezenas de vídeos na sequência, onde aparece rindo histericamente, afirmando ser a pessoa mais inteligente do mundo, fazendo performance de dança e dizendo que sua casa tinha sido arrombada enquanto chorava diante do espelho. Nos comentários da última publicação, muitos internautas aconselharam a jovem a ligar para a emergência. Antes disso, ela já tinha deixado um "estranho" entrar em sua casa e feito alguns comentários religiosos. "Onde estão seus amigos e familiares neste momento de colapso público. Onde está o time dela? Os amigos dela? Ajude essa mulher, por favor", afirmou uma internauta. "Realmente espero que você esteja bem, acho que você deveria fazer uma pausa para sua própria saúde", disse outro. O TMZ afirmou que a polícia esteve na casa de Gabbie Hanna, que tem cerca de 7,5 milhões de seguidores, e conversou com ela. Uma equipe médica também foi acionada para fazer uma avaliação psicológica, mas atestou que a influenciadora não representa um perigo para ela mesma.
  5. Em parceria com a Huawei, Oi (OIBR3) lança tecnologia de fibra ótica inédita na América Latina. Com a venda da sua unidade de fibra ótica para o BTG Pactual (BPAC11) e a Globenet, a nova Oi (OIBR3), como tem sido chamada pelos executivos, está investindo em novas tecnologias ligadas à internet. Nesta quarta-feira (14), a companhia lançou a Fiber To The Room (FTTR), desenvolvida pela Huawei e denominada Oi Fibra X, que leva a fibra ótica a todos os cômodos de uma casa. De acordo com diretor de consumidor e empresarial da Oi, Roberto Guenzburguer, essa nova tecnologia vai proporcionar a mesma qualidade de internet em todos os cômodos sem precisar de um adaptador. Além disso, a tecnologia não exige a necessidade de obras nem interfere na decoração da casa com cabos, que não ficam visíveis. “A instalação do FTTR resolve os problemas de obstrução da casa do cliente. Além da utilização da estrutura de dutos existente, de uma forma simples e fácil, a solução utiliza cabo micro-ótico transparente, por fora da parede, praticamente invisível, sem interferir na arquitetura ou decoração do ambiente”, explicou durante o evento de lançamento o diretor de tecnologia e operações da Oi, Ricardo Drumond Andrade. O lançamento da Oi é pioneiro no Brasil e a tecnologia FTTR, inédita nas Américas. Apenas China e o Emirados Árabes possuem essa tecnologia. A Oi Fibra X surge como um complemento para quem já é cliente da Oi Fibra, ou seja, a pessoa pode contratar o produto pelo valor mensal de R$ 59,90, independente do plano que já possui. Com isso, a conta é: o plano de internet da Oi mais o valor da Oi Fibra X, para possuir internet de mesma qualidade em todos os cômodos da casa. No entanto, a oferta ainda não está disponível para todos os clientes. A operadora iniciou a Oi Fibra X em Blumenau (SC), em um lançamento controlado que se estenderá gradativamente para outras cidades onde a companhia disponibiliza seu produto de internet por fibra ótica. Em entrevista ao SUNO Notícias, o Guenzburguer disse que a projeção é de que até o final do ano as principais capitais tenham acesso ao Oi Fibra X. Com o tempo o produto vai avançar para outras cidades.
  6. Monitor será voltado para jogadores competitivos. Entenda as vantagens que os gamers terão com um monitor de 500 frames por segundo e como isso mudará sua gameplay. A Asus e a Nvidia anunciaram recentemente o Asus ROG Swift 500 Hz, o primeiro monitor do mundo com suporte a taxa de atualização de 500 frames por segundo (FPS). Ainda sem preço ou data de lançamento oficial, o monitor tem 24,1 polegadas, resolução Full HD (1920 px x 1080 px) e é compatível com as tecnologias G-Sync e Reflex da Nvidia. Displays com taxas de atualização altas, como é o caso do ROG Swift 500 Hz, costumam dar uma vantagem extra em jogos multiplayer, em que uma fração de segundo pode determinar o resultado de uma partida. Por isso, a Asus aposta que a novidade será o novo padrão entre atletas de esports, streamers e até mesmo para gamers casuais. Confira a seguir o que podemos esperar da tecnologia de monitores de 500 Hz: Fim do efeito "ghosting" Maior precisão nos movimentos Latência menor
  7. Google abre inscrições de programa de residência para startups de tecnologia A partir desta segunda-feira (22), estão abertas as inscrições para para uma nova edição do Programa de Residência no Campus. A nova edição irá formar a quarta turma de “residentes” da Google — a primeira cujo ciclo temático será todo realizado no Brasil. Para essa nova edição, a Google terá como foco auxiliar essas startups a desenvolver soluções de tecnologia conversacional para assistentes virtuais. Por isso, para a Turma #4, a empresa irá selecionar startups que já desenvolvam ou que estejam interessadas em criar soluções para assistentes virtuais, de preferência voltadas para o usuário final (na forma de aplicativos de smartphone ou serviços para o consumidor) ou para soluções de negócio (B2B). Para se inscrever, a startup precisa estar em estágio de desenvolvimento e já ter tração comprovada no mercado (usuários, receita e/ou investimento), ser composta por um time diverso, ter desenvolvedores dedicados à tecnologia e ter disponibilidade para ficar em São Paulo durante os seis meses do programa, podendo se engajar e contribuir para o crescimento do ecossistema de startups. Assim como os demais programas do Campus, a Google não pede nenhum valor de residência e nem recolhe equity dos participantes, e a única coisa que a empresa pede como contrapartida é que os participantes se engajem no programa e dividam o que aprenderam com a comunidade do Campus. Essa será a primeira turma a ser recebida pela empresa após a mudança de nome de sua área para auxílio a startups. Criada em 2011 sob a alcunha de Google for Entrepeneurs, a área passa agora a se chamar Google for Startups, refletindo melhor qual é o público alvo do espaço. As inscrições para a Turma #4 do Programa de Residência no Campus ficarão abertas até o dia 19 de novembro, e podem ser feitas através do site oficial do programa. Fonte: [Hidden Content]
  8. Olá, Não sei se esse é o local certo para esse post, procurei mas não encontrei alguma zona para esse tipo de pergunta. Desculpe. Mas alguém que saiba mexer no wordpress, sabe me informar algum plugin (pode ser pago) para colocar um chat room no site. Um que seja bonito claro, tem uns de graça mas é muito feio. Como já teve aqui na web chets. Quero por em meu site sobre mercado financeiro. Obrigado desde já!
  9. Os dias vão passando e nem sempre reparamos no quanto a tecnologia avançou ao longo das últimas décadas, portanto, às vezes é preciso parar para refletir sobre isso. Seja na qualidade de imagens, na capacidade de nossos cartões de memória ou até mesmo na capacidade dos dispositivos móveis que carregamos no bolso todos os dias, a tecnologia já chegou absurdamente longe. Aqui vão alguns exemplos de como essa evolução fica evidente quando comparamos com dados do passado. 1. Imagens espaciais Nossa visão de Plutão melhorou bastante nos últimos 20 anos. Essa comparação da revista Space destaca como a qualidade das imagens espaciais evoluíram absurdamente em apenas duas décadas. Se em 1996 Plutão era um amontoado de pixels incompreensíveis, em 2015 nós pudemos ver o planeta anão do Sistema Solar em alta definição. 2. Pendrives DiskOnKey, o primeiro pendrive do mundo, tinha apenas 8 MB de armazenamento. Em 2000, a IBM lançou o DiskOnKey, o primeiro pendrive igual ao que conhecemos atualmente. As unidades de estreia deste equipamento foram fabricadas pela M-System e ofereciam incríveis 8 MB para armazenamento, valor completamente distantes daqueles oferecidos por peças minúsculas de 1 TB ou até 2 TB que vemos atualmente. 3. Drives para armazenamento 5 MB de memória já foram bem pesados. Se hoje temos os ultrarrápidos SSD de até 100 TB ou mesmo HDs portáteis que pesa apenas alguns gramas e guardam diversos terabytes, há 60 anos a coisa não era bem assim. A imagem acima é clássica e mostra um dispositivo de armazenamento de apenas 5 MB (sim, megabytes) da IBM que media 1,4 metro quadrado. 4. Cartões microSD Cartão microSD de 512 GB já é realidade. Os cartões que usamos hoje em dia para expandir o armazenamento dos smartphones foram criados em 1999, mas começaram a ser vendidos apenas 2005, com modelos que ofereciam entre 32 MB e 128 MB. Atualmente, há opções de 246 GB e 512 GB disponíveis no mercado, tudo isso em um intervalo de pouco mais de 10 anos. 5. Processamento de dados O computador do foguete que levou a humanidade à Lua era bem mais fraco do que um celular de entrada de 2018. O computador do foguete Apollo 11, que levou os seres humanos à Lua em 1969, era muito mais fraco do que dispositivos básicos da atualidade. Ele tinha apenas 64 KB de memória RAM e uma CPU de 0,043 MHz, quantidade significativamente inferior mesmo a diversos equipamentos mais modernos, inclusive um simples smartphone de entrada à venda em 2018. 6. Tudo no seu bolso 1996 vs 2013: Agora tudo cabe no seu bolso. Até meados dos anos 2000, computador, agenda, calendário, bloco de notas, relógio, máquina fotográfica, filmadora, telefone e walkman eram dispositivos separados. A partir da segunda metade da década, porém, os smartphones se tornaram realidade e tudo isso começou a se tornar um só equipamento. 7. Computadores ENIAC em foto tirada em 2006. O primeiro computador digital eletrônico em grande escala foi o ENIAC, que entrou em funcionamento em 1946 e pesava nada menos do que 30 toneladas. Hoje em dia, não é tão difícil encontrar laptops que oferece potência infinitamente superior à do computador dos anos 40 e pesam somente 1,2 kg. Este artigo foi inspirado em uma publicação do site Science Alert. Fonte: IBM / SCIENCE / NASA
  10. O braço de pesquisa SpiderLabs, da empresa de segurança Trustwave, alertou para um ataque que atingiu roteadores no Brasil e que está modificando o tráfego web que passa por esses equipamentos para fornecer um código que minera a criptomoeda Monero diretamente no navegador web. Embora o ataque tenha se concentrado inicialmente no Brasil, é possível que 170 mil roteadores da MikroTik já tenham sido atacados no mundo todo. Fonte: [Hidden Content] E agora aparentemente nos vemos em um novo cenário dos "cyber-crimes" onde usam seu roteador para te forçar a farmar criptomoedas, eai, quando vamos conseguir nos sentir seguros novamente?
  11. Oferecer testes de visão rápidos e precisos por meio de um equipamento portátil que pode ser levado para áreas remotas e disponibilizado para pessoas que sofrem com a falta de atendimento médico. Esse é o objetivo do Adam Robo, que aposta nos conceitos mais avançados de inteligência artificial em um equipamento leve, simples e com custo acessível. O projeto é um dos finalistas latino americanos da 16ª edição da Microsoft Imagine Cup, competição global de tecnologia estimula ideias inovadoras com soluções para problemas mundiais. Idealizado pelo empreendedor Juliano Santos, fundador da startup curitibana Prevention, o Adam Robo foi selecionado entre mais de 180 projetos na América Latina e agora vai representar o Brasil na final mundial da competição, que vai reunir 34 invenções de todo o mundo, entre os dias 23 e 25 de julho, na cidade de Seattle. O grande campeão vai receber mais de US$100 mil dólares, somando dinheiro, viagens e créditos em nuvem, como subsídio para desenvolvimento do projeto, além de mentoria de Satya Nadella, CEO da Microsoft. Para ver melhor! O Adam Robo, que passou pelo processo de mentoria do Centro Europeu do Microsoft Innovation Center, consegue identificar necessidades oftalmológicas urgentes colaborando com a prevenção da cegueira evitável. “Milhares de casos de cegueira recorrentes no mundo todo poderiam ser alertados e evitados com um simples teste de visão, entretanto a porcentagem de pessoas que têm acesso a oftalmologistas, principalmente no Brasil, é muito baixa. A proposta do Adam é conscientizar sobre a saúde visual e potencializar o oftalmologista funcionando como uma triagem, já que gera uma anamnese clínica que colabora com a assertividade dos médicos”, afirma Juliano Santos. O teste dura cerca de cinco minutos e tem precisão para detectar diversos problemas de visão usuais como miopia, hipermetropia, vista cansada, astigmatismo e daltonismo. O Adam Robo traz escalas de figuras para pessoas não alfabetizadas e optotipo letras para pessoas alfabetizadas. “O teste é rápido e pode ser aplicado em adultos e crianças de todas as faixas etárias. Os resultados são gerados instantaneamente e digitalizados pelo software do Adam por meio de um aplicativo disponível para Android, web e iOS. O Big Data do sistema armazena todo o mapeamento do paciente, com a indicação ou não de doença oftalmológica, idade, sexo, escolaridade e localidade. Todos os dados podem ser acessados por qualquer oftalmologista por meio de um QR Code”, explica Juliano. Ajuda acessível A primeira versão do Adam Robo é fabricada e comercializada em Curitiba, onde já foi testada em Mutirões da Cidadania da Prefeitura que oferecem exames gratuitos para a população. O produto pode ser comprado ou alugado pelo telefone (41) 3262-2180, no site www.adamrobo.com.br ou na sede da startup, em Curitiba. Além disso, novas versões já estão sendo desenvolvidas. “Já estamos trabalhando em novas verões do Adam Robo, que vão permitir, por exemplo, que o teste seja realizado de modo automatizado e por conversação, de maneira muito mais humanizada. Além disso, já estamos trabalhando para que o Adam aponte diretamente as possíveis doenças, potencializando o trabalho dos oftalmologistas”, completa Juliano Santos. Fica nossa torcida e desejo de sucesso, mesmo que não vençam, já são dignos de muitos aplausos e reconhecimentos, afinal, usaram a inteligência e o conhecimento em tecnologia para o bem do povo e em prol do povo. Fonte: ADAM ROBO
  12. Antivírus é realmente inútil ?
  13. - Tinha que ser lá! Dubai é uma cidade extremamente conhecida pelas construções enormes e, geralmente, de orçamentos bilionários. Contudo, o próximo grande projeto proposto para a cidade não tem nada a ver com turismo ou negócios, e sim com o futuro e, mais ainda, com o meio-ambiente. A ideia é que a maior fazenda vertical do mundo seja construída em Dubai, e as obras devem começar em novembro deste ano, sendo encerradas em 2020. Considerando que a cidade tem problemas com a escassez de água, serão utilizadas tecnologias de ponta e agricultura com baixo consumo de água. A fazenda vertical irá ocupar uma área de 130.000 pés quadrados, e terá um custo de aproximadamente 40 milhões de dólares. Trata-se de um projeto que é resultado da união das empresas Emirates Flight Catering e Crop One Holds. De acordo com as empresas envolvidas, essa instalação vai ter baixo consumo dos recursos ambientais, uma vez que irá utilizar 99% a menos de água que os campos ao ar livre. Além disso, depois que estiver tudo pronto, a fazenda poderá produzir três toneladas de vegetais diariamente, por não depender das estações do ano. Ao invés de obterem as substâncias necessárias do solo, as plantas irão obter sustento com uma solução composta por diversos nutrientes, e estarão em ambientes com temperatura e umidade controlados rigidamente. “Mas e a luz solar?”, você deve ter se questionado. Também haverá um substituto, luzes de LED. Todos estes alimentos serão utilizados nas refeições dos vôos e saguões em aeroportos. As fazendas verticais podem ser uma boa proposta para o meio-ambiente, já que consomem 95% menos água e não utilizam pesticidas. Além disso, também contam com uma excelente redução de custos e impactos, uma vez que evitam desperdícios e contribuem para a redução da poluição ambiental. Fonte: UBERGIZMO
  14. Quem acompanha o Netflix, com suas dezenas de séries e filmes de produção própria, certamente já ouviu falar de Black Mirror. E se não conheceu ou assistiu a um dos episódios (não sequenciais), certamente já viu pelas redes sociais a exclamação “Isso é tão Black Mirror!” em contextos descrevendo a tecnologia sendo usada de maneira controversa no cotidiano. Quando a polêmica choca e diverte E por falar em controvérsia, esse é o tempero da série. Escrita por Charlton Charlie Brooker, aclamado escritor e comediante britânico, a abordagem de Black Mirror é de incomodar e alertar: Com uma pegada SCI-FI, um quê de thriller psicológico e sobretudo altas doses de sátira aos costumes atuais, Black Mirror não te deixa confortável. É aquela série que você começa ansioso, fica surpreso, estupefato e termina incomodado. Mas esse incômodo é um misto de fascínio. A série cativa pela controvérsia de suas mini estórias, que não são interligadas (você pode assistir os episódios na sequência que quiser, pois cada um tem uma trama diferente). A crítica, lógico, rasgou elogios pela ousadia e inovação da série, quando de seu lançamento (inicialmente para a tv britânica). A Netflix, por sua vez, percebendo o sucesso evidente da série, em especial pelo ineditismo da primeira temporada, já encomendou as sequências seguintes e com isso já seguimos com quatro temporadas, embora a última não tenha tido uma recepção tão calorosa quanto foi com a primeira. O ponto alto da série é que a ambientação dos episódios ocorre no presente tecnológico em que já vivenciamos, ou num futuro próximo. E isso assusta: as tecnologias usadas em alguns episódios ou já são parte de nosso dia-a-dia ou serão muito factíveis a curto prazo. A pitada de sátira com o comportamento humano atual, misturada com a pressão do incômodo psicológico e o excesso de tecnologias que nos cercam abre ao espectador uma pergunta evidente: para onde a humanidade caminha? Cada episódio um universo próprio O primeiro episódio (The National Anthem), chocou a mostrar uma hipotética Inglaterra sofrendo com um dilema moral de seu Primeiro-Ministro, ao ter que praticar atos sexuais (bizarros obviamente) em cadeia nacional, a mando de um grupo de sequestradores de uma princesa real. O choque do enredo choca mais ainda por se tratar de uma situação que atualmente seria plenamente possível (e trágica inclusive). O desfecho mostra a profundidade que a série quer mostrar ao espectador e de fato mostra a que veio. Em White Bear (segunda temporada), vemos a tragédia humana virar atração, no melhor estilo de reality show com uma pitada de moralismo de Estado quando a protagonista acorda num local em que ela não se lembra de nada nem de si mesma e é obrigada a fugir de um grupo que a persegue, tendo que pedir ajuda a algumas pessoas que não são confiáveis e tendo inclusive que lidar com um grupo de espectadores que a acompanha em seu desespero munidos de câmeras celulares. O fim do episódio mistura indignação e perplexidade sobre quais eram os propósitos das perseguições à protagonista. A terceira temporada nos trouxe um episódio (Nosedive) que brilhantemente mostra uma questão que se não é realidade em nossas vidas, muito possivelmente será e quiçá na China já esteja se tornando uma parcial realidade, ainda que em testes: a classificação da reputação dos cidadãos de forma digital. O episódio foca o desespero de uma mulher em ter uma boa nota nas redes sociais (o que naquele universo do episódio significaria ser popular, ter melhor crédito e status social), e o que pode acontecer com quem entra de mergulho nessa busca desenfreada por reconhecimento. Se observarmos ao nosso redor, a sociedade meio que já caminha de alguma forma para essa realidade, motivo de alarme e questionamentos sobre como nos relacionamos nas redes sociais. Por fim, um episódio marcante da quarta temporada e que inclusive chegou a ser cogitado de virar um spin-off foi uma simulação de série SCI-FI dos anos 60. Com cabelos estilosos e colorido característico, USS Callister é um episódio de fascínio visual, onde temos um capitão de nave espacial desbravando o espaço com sua filha tripulação. O que ninguém sabe (ou sabe, o que é pior de tudo), é que aquele universo à la Star Trek 60’s não passa de uma fantasia megalomaníaca de um programador que extrapola os limites do socialmente aceitável para manter uma questionável conquista espacial. A mensagem de Black Mirror Como brevemente mostrado, num apanhado por amostragem, fica evidente que cada temporada criou uma variedade de contos, das mais diversas roupagens e enredos, mas em todos a tecnologia é vista como potencialmente nociva se não bem utilizada. Esse é o propósito de Black Mirror: mostrar que presente altamente tecnológico e o futuro não tão distante podem ser ao mesmo tempo fascinantes e nocivos para a sanidade mental. Tudo já está entre nós, ao nosso alcance e conectado. E isso é tão Black Mirror! E aí, assiste ou já assistiu Black Mirror? O que achou? Fonte: Redação PTI
  15. Olá amiguinhos, hoje resolvi trazer a conhecimento mais amplo e detalhado sobre o que é a Inteligência artificial. Visão Geral Sobre Inteligência Artificial. O que é exatamente inteligência artificial ? A sofisticação das ferramentas digitais e a enorme quantidade de informações às quais se tem acesso atualmente foram responsáveis por popularizar a expressão "inteligência artificial" (IA). Para muitos, porém, ainda não está claro o que IA realmente significativa e quais são as possibilidades que se abrem quando o recurso passa a ser utilizado em larga escala. De início, IA pode ser definida como a capacidade de uma máquina reconhecer elementos como imagens, palavras e fala. Acontece que os avanços tecnológicos permitiram alcançar um grau de desenvolvimento tão elevado que o outro lado da IA é a possibilidade de que uma máquina aprenda e passe a raciocinar de formas muito similares às das pessoas. Mas, se a IA permite que as máquinas aprendam diversos processos, como os mencionados acima, não é exatamente uma novidade, correto? Em parte, sim. Já faz algum tempo que o recurso está disponível, mas o campo tem crescido significativamente nos últimos anos. Isso se deve a três fatores que estão acontecendo ao mesmo tempo: a potência massiva de computação da nuvem, a disponibilidade de enormes conjuntos de dados que podem ser usados para treinar sistemas de IA e as inovações no desenvolvimento de algoritmos e métodos de IA. A essa altura, já deve ter dado para perceber que as possibilidades oferecidas pela IA são inúmeras. Nesse sentido, a Microsoft leva vantagem em cada um dos fatores que resultaram na disseminação da IA nos últimos anos, presentes em diversos produtos da empresa. Com o Azure, ela aproveita o imenso poder de computação da nuvem para armazenar, processar e analisar grandes conjuntos de dados que são usados para treinar sistemas de IA. Já os gráficos de dados de serviços como Bing, Office e LinkedIn ajudam a desenvolver e treinar sistemas de IA. Por fim, a Microsoft implementa diversas inovações em IA através de sua rede mundial de laboratórios de pesquisa, trazendo novidades em áreas desde o reconhecimento de fala até tratamentos de saúde. Quais vantagens a IA pode gerar para as pessoas? Uma das principais possibilidades oferecidas pela IA é poupar o tempo das pessoas e liberá-las para trabalhos mais interessantes, ajudando com tarefas como manter o controle de compromissos ou com a automatização de alguns processos para rastrear bugs em softwares. À medida que os sistemas de IA se tornarem mais sofisticados, a tendência é que a tecnologia também seja fundamentalmente mais útil e intuitiva. Atualmente, ainda estamos nos estágios iniciais de compreender o que os sistemas de IA serão capazes de fazer. Por enquanto, eles são muito bons em realizar certas atividades, como reconhecer fotos ou palavras, mas não se comparam sequer à capacidade de um bebê no que diz respeito a entender o mundo ao seu redor com uma combinação de sentidos como o tato, a visão, a audição e o olfato. A grande diferença da IA para o cenário em que ela não é utilizada é que a tecnologia pode aprender a se adaptar a como as pessoas querem trabalhar e viver. Em vez de digitar um e-mail no telefone, por exemplo, é possível ditá-lo usando o reconhecimento de fala. Com a IA, pessoas cegas ou com visão fraca podem usar tecnologia capacitada por IA para obter uma explicação detalhada do mundo ao seu redor. Os sistemas de IA podem traduzir conversas em tempo real, permitindo que as pessoas superem barreiras linguísticas facilmente. Em suma, sistemas que usam IA podem entender melhor, prever e responder às necessidades das pessoas. Isso ajuda a abordar problemas que não poderiam ser resolvidos antes, além de liberar tempo para que o usuário desempenhe tarefas mais complexas. Como utilizar as ferramentas de IA disponíveis atualmente? A Microsoft tem utilizado IA para tudo, oferecendo recursos muito avançados no que diz respeito à qualidade de seus serviços. A empresa combate golpes de suporte técnico por meio de IA, mas também a usa para ajudar os usuários a criar apresentações melhores no PowerPoint. A IA ainda está presente no Microsoft Translator, que lança mão de uma técnica chamada de aprendizado profundo para oferecer traduções mais fluentes e que soem mais naturais. Já no Bing, a IA apresenta respostas diretas para determinadas consultas e pode até, em alguns casos, resumir duas perspectivas diferentes sobre um tópico controverso. Outras aplicações da IA por parte da Microsoft estão diretamente atreladas à preocupação quanto a preservar o meio ambiente. Parte da iniciativa AI for Good, pertencente à empresa, emprega a tecnologia para descobrir como cultivar mais alimentos utilizando menos recursos naturais. Já para quem estiver interessado em incorporar a IA a seus produtos, a Microsoft oferece ferramentas como Cognitive Services e Azure Bot Service. Há riscos na utilização de IA? A Microsoft defende que é essencial desenvolver e adotar princípios claros para guiar as pessoas construindo, usando e aplicando sistemas de IA. Tais princípios deveriam, entre outras coisas, garantir que os sistemas de IA sejam justos, confiáveis, seguros, privados, protegidos, inclusivos, transparentes e responsabilizáveis. A empresa também acredita que as equipes de pessoas encarregadas por projetar os sistemas de IA devem refletir a diversidade do mundo atual. A abordagem da Microsoft à IA é baseada na missão da empresa de ajudar todas as pessoas e organizações do planeta a realizar mais. Assim, ela considera que os avanços em IA mais resolverão desafios do que os criarão. E aí, deu pra captar um pouco sobre toda essa tecnologia que vem cada vez conquistando mais o nosso mundo? Claro, esperamos que todo esse avanço e o que vem pela frente seja sempre em prol do bem humano e jamais em benefício de guerras e violência. Gostou? Incentive dando um like! Fonte: Tcmundo, Google e WK
  16. ̶Aʟғa.

    As leis de Asimov

    Fonte: TECMUNDO As Três Leis da Robótica de Asimov Uma das coisas que mais serviu como base para outras obras de ficção – e mais recentemente até para a realidade – e que foi invenção de Asimov são as famosas Três Leis da Robótica. Esse conjunto de regras apareceu pela primeira vez em um conto chamado “Círculo Vicioso”, que aparece em “Eu, Robô”. Segundo a história, essas leis teriam surgido pela primeira vez nesse universo em uma publicação chamada “Manual de Robótica, 56ª Edição, 2058 d.C.”. Essas regras deveriam ser implantadas no mais profundo nível das mentes robóticas de maneira que constituíssem as leis mais básicas nas quais essas inteligências artificiais deveriam se pautar e aparecem em praticamente todas as obras do autor, sendo que seus robôs devem obedecê-las (ou a desobediência acaba gerando problemas que são solucionados em suas narrativas). São elas: Primeira Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal. Segunda Lei: Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei. Terceira Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei. Falhas nas leis Quando analisamos a própria obra de Isaac Asimov, é possível perceber que as Três Leis da Robótica não são nada infalíveis – muito pelo contrário. Diversas tramas, inclusive, baseiam-se na incapacidade de elas serem respeitadas pelos robôs, seja por defeitos na inteligência artificial, seja pela inabilidade das máquinas em analisar e interpretar paradoxos e ambiguidades. No fim das contas, conforme George Dvorsky afirma em seu artigo publicado pelo io9, as Três Leis de Asimov não passariam de um recurso literário usado para criar tramas dentro das narrativas do autor. Resumindo: elas são impeditivas o suficiente quando necessário e falhas em momentos em que é interessante para dar mais dramaticidade nas histórias. E no que Isaac Asimov mesmo acredita? No entanto, é interessante levar em conta o que o próprio Isaac Asimov acredita. Em uma entrevista que o autor deu em 1981, ele afirmou que realmente acredita que as Três Leis da Robótica possam servir como parâmetro para limitar – e manter seguras – as relações entre humanos e robôs: “Tenho a minha resposta pronta sempre que alguém me pergunta se eu acho que as Três Leis da Robótica vão ser realmente usadas para comandar o comportamento dos robôs, uma vez que eles se tornem versáteis e flexíveis o suficiente para escolher entre diferentes comportamentos. Minha resposta é: ‘sim, as Três Leis são a única maneira pela qual seres humanos racionais podem lidar com robôs – ou com qualquer outra coisa’”. Perigo à vista Se pararmos para pensar que a robótica hoje em dia é indubitavelmente mais avançada do que na época em que Asimov escreveu suas obras, talvez o uso dessas regras não fosse uma má ideia para evitar alguns possíveis problemas ao lidar com robôs, especialmente aqueles dotados de inteligência artificial e que são capazes de aprender novas coisas. Alguns relatos por aí podem até causar um certo medo, como o do robô que quer deixar os humanos em zoológicos, um que já tem habilidade suficiente para dar mortais para trás, e claro, aqueles que poderão roubar nossos empregos. Exatamente por isso, seria interessante que essas três regras, as Três Leis da Robótica, de fato fossem respeitadas pelos nossos “amigos” robóticos. Mas será que isso realmente teria efeito? E se tivessem, haveria alguma necessidade de atualizar essas diretrizes? Feitas para quem? Fica bastante claro quando analisamos as Três Leis da Robótica que Asimov as criou pensando mais especificamente em androides, ou seja, organismos sintéticos feitos para se parecerem com humanos, mas que possuíam inteligência artificial que os tornavam similares a nós também em comportamento. Pensando nisso, as leis fazem bastante sentido, mas e quando olhamos hoje para como o campo da robótica avançou, será que elas funcionariam? Devemos pensar que hoje em dia robôs podem ser objetos como drones ou outros tipos de máquinas de formas diversas, com movimentações completamente diferentes da nossa e, claro, inteligências artificiais totalmente distintas. Já existem, por exemplo, drones militares autônomos que podem matar sem o controle ou a interferência de seres humanos. Como esses dispositivos compreenderiam as leis de Asimov? Opinião: Por mais que possa parecer conteúdo de Ficção Científica, é algo que está próximo da nossa realidade. Podemos citar a androide ultrarrealista Sophia. Seria possível essa androide desenvolver questionamentos próprios sobre sua existência e o que ela pode ou não de fato fazer? Seria ela capaz de quebrar as leis da robótica? Fazer coisas além do que foi programada para fazer; pode acontecer. Sem falar no âmbito social. Podemos futuramente nos deparar com a 4ª Revolução Industrial. E vocês? O que acham?
  17. Tópico para dicas e indicações de apps, sites e serviços relacionados à tecnologia. 1. ClipConverter: Aplicativo gratuito de conversão de mídia on-line, que permite que você converta quase qualquer endereço de áudio ou vídeo para formatos comuns. Este conversor gratuito e rápido permite que você assista seus vídeos favoritos do YouTube no seu telefone celular, PSP, iPhone ou quase qualquer outro dispositivo. 2. Moovit: Seu guia de transporte público, podendo inclusive calcular rotas e melhores horários para locomoção. 3. Lightshot: Capturar fotos via PC de uma forma melhor. Se mais membros postarem, vou editando o post inicial.
  18. BITCOIN$ Bom Dia, Ontem eu estava navegando pela internet de boa e descobri uma extensão pra ganhar BitCoin sem fazer nada!!! SOMENTE deixando o Chrome ou/e o Mozilla abertos!!! depois de um tempo pesquisando sobre ela descobri que você pode ganhar ate 1 BITCOIN por mês!!! por enquanto ela está pagando! então corra! Aí vai um tutorial de como fazer isso: Clique neste link: [Hidden Content] em seguida instale a extensão pro navegador que você usa, (Chrome ou/e Mozilla), efetue o login com Gmail, Facebook, Twitter ou VK e começe a minerar imediatamente!!!
  19. E ai pessoal!!! Pra quem quiser saber mais sobre esse assunto temos os seguintes conteudos em video e podcast Em podcast temos o Jovemnerd NerdCast 612 Blockchain, criptomoedas e lagosta 1 hora e 57 minutos • 23 de março de 2018 • Por: Alexandre Ottoni & Deive Pazos Neste podcast: Entenda como funciona uma blockchain, o que são criptomoedas e a melhor hora para se comprar NerdCoin. DOWNLOAD DO MP3 O podcast é dividido em 3 partes, introdução, leitura de email e a conversa sobre o assunto. Pra pular a leitura de email, o cast começa a partir do minuto 24. E em video temos o Nerdologia Recomendo consumir as 2 midias, pois uma complementa a outra e assim voce estará mais por dentro do assunto. Se vou souber de outro conteudo que tbm possa agregar é so recomendar ai abaixo. Forte Abraços!
  20. Gabriel Torres discute se ainda é possível ganhar dinheiro na internet.
  21. Pois é, jovens. Da fucking Disney! Mickey Mouse Frozen Star Wars Marvel Pixar ABC ESPN 12 Parques temáticos 51 Resorts 387 lojas 195,000 empregados $55 bilhões de faturamento. Gráfico retirado do Reddit:
  22. Confere o video ai! Projeto feito em Raspberry PI + Arduino Mega + Arduino Nano. O que acharam? Mais um exemplo da potencia desse hardware. Abçs!
  23. Cara, ja temos facebook como um ser dominante do planeta terra. Temos alguns filhotes de rede sociais também que estão logo atrás do Facebook como Twitter, Reddit, Imgur, Pinterest, Tumblr, e outros... Existe muitas redes sociais também que possuem muitos usuários mas não é algo que o planeta inteiro conheça como esses ai citados.. Se eu quisesse criar uma rede social agora, o que ela precisaria ter para competir com Facebook, Twitter e poder ser uma potência ou ter alguns milhões de usuários?
  24. Os primeiros computadores eram grandes e utilizavam válvulas. Como consequência, as salas nas quais ficavam em funcionamento os tais "monstros" (em comparação aos micros de hoje) eram abrigos perfeitos para insetos ("bugs" em inglês), causando grandes problemas. Os bichinhos pousavam em alguma válvula ou chave, e morriam. Iam se acumulando até que as coitadas das máquinas paravam de funcionar - pois não tinham a mesma tecnologia de hoje. Quando descobriram a causa das máquinas pararem, ou seja, os insetinhos, acostumaram a chamar qualquer problema de BUG, originando assim a tão conhecida expressão.
  25. Estou procurando investidor para um projeto meu. Ele está pronto, preciso de alguém pra peitar alguns milhões de usuários acessando e usando. Preciso de X mil reais para o primeiro lançamento, tenho sociedade limitada e marca registrada. Estou a oferecer % dos lucros da empresa ao socio investidor. Se você não é um investidor ignore o tópico. Entrar em contato PM.
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