Crazy Taxi: World Tour decepciona em teste com jogabilidade travada e visual sem carisma

A franquia clássica da Sega está de volta com Crazy Taxi: World Tour, mas as primeiras impressões deixam dúvidas sobre o retorno da loucura que marcou época. Em teste realizado durante a Gamescom, a nova versão colocou o motorista Axel para acelerar em um mapa inspirado na Alemanha, misturando elementos de várias cidades do país europeu.
O jogo final promete trazer cinco cidades e ainda preserva o estilo clássico de time attack, permitindo parar perto dos passageiros a qualquer instante para iniciar as corridas. Além do transporte tradicional, a novidade fica por conta de desafios secundários avaliados por estrelas, incluindo tarefas como entregar pilhas de pizzas ou arremessar passageiros viciados em adrenalina pelo ar após saltos em alta velocidade.
Apesar de resgatar marcas reais como a Puma e músicas marcantes da banda The Offspring, a experiência ao volante não convenceu totalmente. A direção está bem mais rígida do que no original e o drift perdeu o impacto característico. Para completar, a apresentação visual foi apontada como genérica e sem a forte identidade cartunesca clássica da franquia, sofrendo com uma estética apagada após polêmicas pelo uso de inteligência artificial generativa em suas fases conceituais.

Comentários Recomendados
Não há comentários para mostrar.