Jump to content

O Retorno dos Membros VIP Junte-se ao Clube

Obtenha destaque e desfrute os benefícios exclusivos para VIP.
Clique Aqui

Reporte bugs e nos ajude a melhorar!

Nos ajude a descobrir bugs! Além de melhorar a comunidade.
Reporte aqui!

Conheça a Lotérica e arrisque sua sorte!

Descubra o quão sortudo você pode ser.
Saiba mais
Notícia
  • Junte-se ao Clube de membros VIP!
  • Teste sua sorte em nossa loteria e concorra a uma fortuna de webcoins!

tuffwatcher

Elite Member
  • Content Count

    8,335
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    3
  • WCoins

    0 [ Donate ]

tuffwatcher last won the day on January 6 2018

tuffwatcher had the most liked content!

Community Reputation

132

About tuffwatcher

  • Rank
    WebCheats
  • Birthday June 25

Recent Profile Visitors

The recent visitors block is disabled and is not being shown to other users.

  1. Exceto que o kit gay nunca foi usado. Aliás, tais materiais nunca foram nem adquiridos pelo Ministério da Educação. Mas acreditar no Jair Bolsonaro é mais fácil... O que eu vejo hoje é um tanto de hipocrisia. Os vários seguidores do Bolsonaro cospem no nome do Lula (com toda razão). Aí quando o Lula é defendido, ou sei lá, há ataques a "militantes", "petistas", "socialistas". Criticas que podem ser feitas, afinal, a legião alienada de Lula é cega. Porém, os seguidores do Bolsonaro não são nada mais que isso também. Cegos. Puramente cegos. Em um cenário caótico, é fácil acreditar em alguém que torna tudo simples, oferece soluções fáceis para problemas que nos assustam e fala de uma forma compreensível para o cidadão comum. Bolsonaro é um refúgio de um povo desesperado. Bolsonaro é Lula. Bolsonaro, Lula, Obama, Trump... não são todos iguais? Claro, cada um tem sua visão política e suas crenças. Porém, não passam de populistas que possuem todo seu poder na oratória e na facilidade de controle de massas. Bolsonaro começou sua ascensão como um meme, tornou-se famoso por ser "lacrador", disso inventou várias coisas sem noção sobre o kit gay e ganhou enorme apoio (como não ganharia?). Hoje, quem gosta do Bolsonaro não o questiona em nenhum momento, e ainda ataca quem o questiona. Todo mundo que não o apoia é inimigo e está errado, a mídia está contra ele, os outros políticos estão contra ele, o mundo virou-se contra o salvador. Vi essa mesma história anos atrás (e continuo vendo), exceto que o nome não era Bolsonaro, era Lula. E a cada mentira de Lula, a cada trama, a cada fato distorcido que ele usa ao seu favor, Bolsonaro faz o mesmo. Mas se diz diferente. Como também seus eleitores. Se dizem tão diferentes dos petistas, com tanto orgulho, mas vivem a mesma mentalidade de ovelha. Prova disso já está aqui. O kit gay nunca foi adquirido pelo Ministério da Educação e essa informação dada pelo presidenciável foi desmentida ainda em 2016. Porém, quem realmente liga? Ninguém. É mais fácil atacar a credibilidade de todas as fontes que o prejudicam, como fez com a Globo News. Pegou um indivíduo que nem está mais aqui, sua opinião política e vestiu sobre toda a emissora. E por quê lhe fez sentido? Porque é ignorante. Ah... mas são tantos vilões que a política cria pelo mundo, não é mesmo? A mídia toda, todos os jornalistas e analistas políticos, todo mundo que possui uma opinião a possui por maldade hoje em dia. Não faz sentido algum. Mas é disso que o Brasil precisa. Ovelhas seguindo o pastor. Honestamente? Não acho que Bolsonaro tenha qualquer maldade nessa sua jornada. Convence as ovelhas com fatos falsos simplesmente porque também acredita neles, porque ouviu algo, entendeu errado e foi cabeça dura de seguir. Fala planos falhos para as suas ovelhas porque também acredita neles. Não o culpo. Culpo essa triste massa que fica toda sensível e ouriçada quando alguém diz algo do Papai Jair. Essa massa que deveria ter senso crítico, mas infelizmente acredita que porque Jair é controverso, então será um bom Presidente. Porque ele fala coisas que você fala na sala com seus amigos, ou com seu pai. É. Se Jair Bolsonaro é considerado uma boa opção de Presidente para os outros, é justamente porque fala exatamente o que esses outros falam e querem ouvir. Mas se assim fosse, então conheço vários incapazes que podem ser Presidente também. Jair Bolsonaro está concorrendo a Presidente do Brasil. Infelizmente ninguém leva isso a sério mais. Desde a primeira eleição direta pós governo militar, o Brasil não sabe votar. Como grande parte do mundo também não. E por quê? Porque aparecem esses populistas, não aptos, que falam o que o povo quer ouvir e saem como heróis intocáveis. Pena que são só homens, falhos como todos. Jair não deveria sentir tanto ódio de Lula e outros petistas. O mesmo populismo que fez Lula, agora faz Jair. Apenas uma época diferente em que a população pede por um discurso pronto diferente. Ou... se alguns aqui preferem acreditar nisso: é, a mídia, os de esquerda, os políticos, o caralho a quatro e mais uma leva estão todos contra o Bolsonaro e dedicam-se incansavelmente para destruí-lo. Aqueles não são defeitos apontados, não! São idiotices da mídia! Foda-se Boner, foda-se todo mundo. Não fale assim do meu Bolsonaro. Vai ganhar e vai ser uma bosta. Mas vai continuar lá por causa de um monte de gente com espírito de torcedor de futebol. Que acha que o mundo é preto e branco. Que o Bolsonaro e eles são perfeitos, e todos os outros são vilões maldosos com pensamentos corrompidos. Fazer o quê? População emocional e incapaz de separar as coisas e se esforçar, alguma vez fez coisa boa nesse país? Nada. Pérolas: "prefiro confiar nele por-que ninguém ainda pode chamar ele de corrupto." - Uau, que confiança, em? "ele mitou" - Uhum. Ele mitou. Isso aqui não é política não. É um desses seus animês, onde os personagens "mitam". Acho que nunca vi um adulto respeitável usar a palavra "mitar" nessas situações, e nem um dia verei.
  2. Bom, diplomacia é diplomacia. O Brasil hoje paga pelo apoio ao "governo" venezuelano. Infelizmente, quem paga não é o mesmo que deu o apoio. Do ponto de vista político e econômico, faz sentido. O Sul está melhor que o Norte, há muito trabalho rural e também distribui a população que entrou. O problema é que aqui no Sul o pessoal não é muito receptivo. Se o pessoal de São Paulo já aguenta, imagina eles. Honestamente, não acho que deveriam vir para cá. Mas é o que acontece com a Europa hoje. Em uma situação caótica em que as pessoas correm riscos, o acordo diplomático internacional é que eles serão recebidos por outros países. Porém, na Europa há uma certa organização que garante que eles não só entrem, há ambientes para que eles vivam antes de serem inseridos na sociedade sem qualquer preparo. O problema é que para onde mais eles seriam enviados? É quase absurdo de se pensar como brasileiro, mas o país mais preparado para receber imigrantes na região é o Brasil. O ideal seria resolver a situação venezuelana, e não digo nós de outros países. Ao invés deles fugirem de lá, deveriam se organizar e fazer uma revolução. Ao menos espero do governo uma solução mais eficiente do que distribuir os imigrantes, antes que seja prejudicial. Prefiro dar uns 8 reais em impostos para que se construa um campo de concentração de imigrantes até que eles tenham outros lugares para ir.
  3. A Arte da Guerra do Sun Tzu realmente é um baita livro. Leitura fácil e rápida, acho que é um daqueles livros para você ter em casa e depois de ler, reler algumas vezes. Tenho-o em uma versão especial, com uma capa muito bonita, acho que é meu predileto de olhar, folhear. Amor Líquido e Modernidade Líquida, do Bauman são livros interessantes para aqueles que já possuem uma visão negativa do mundo em que vivemos. Um daqueles livros que mais e mais aparecem em aulas de sociologia e de vez em quando são usados em questões de vestibulares. Definitivamente uma boa forma de entender a atualidade. O meu autor predileto, porém, é o Haruki Murakami e indico sempre que posso. Comecei com O Incolor Tsukuru Tazaki e Seus Anos de Peregrinação, segui para Norwegian Wood, Kafka a Beira-Mar, e a trilogia do homem-carneiro. Todos seus livros são excelentes, aproveitam em abundância metáforas e o realismo fantástico, como também usam sonhos para entender mais os desejos das personagens. Por ser um autor contemporâneo japonês, trata de temas como solidão e a dificuldade de se entender. Como também há personagens com problemas psicológicos e um medo constante de fazer algo da vida. Os Sofrimentos do Jovem Werther, do Goethe, é um daqueles livros que você ouve falar na internet como algo bizarro. Você encontra naquelas páginas bobas de curiosidades que é um livro que fez muita gente se suicidar... aí, como não ler? A verdade é que o livro não é tão triste assim, mas é compreensível a comoção criada na época do seu lançamento. É um dos principais livros do Romantismo e uma das maiores obras primas alemãs. Sempre achei curioso o fato de cada país ter diferentes culturas que afetavam o sentimentalismo tratado em obras literárias, e esse livro é interessante pois é possível perceber uma personalidade romantista alemã no livro. A história (semi autobiográfica) fala de Werther, um jovem que conhece uma mulher já casada e por ela se apaixona. Durante o livro, torna-se um grande amigo do marido e se vê em uma situação insustentável que lhe traz grande sofrimento. Para não deixar os brasileiros para trás... Machado de Assis com certeza é uma leitura gostosa. Talvez um dos únicos que ouvi na escola e não tive repúdio em ler, já que muitos autores marcantes da literatura brasileira escreviam coisas que para se ler exige força de vontade. Dom Casmurro é um livro que todo mundo deve ler, para depois tirar suas conclusões e entrar no debate. Mas o meu predileto dele é O Alienista, um livro absurdamente interessante que começa normal e vai ao absurdo. O Estrangeiro, de Albert Camus, é outro livro legal. Eu não o coloco no mesmo nível que todos esses outros, mas por ser uma leitura fácil e rápida, não vejo porquê não sugeri-lo. É sobre uma personagem que vive uma vida extremamente banal e que em um dia sai da água para o vinho. Interessante também para ver como as coisas eram diferentes em outra época lá na Europa. Para quem gosta de histórias clínicas, O Homem Que Confundiu sua Mulher com um Chapéu é um bom livro. Em alguns momentos até engraçado, são várias pequenas histórias contadas por Oliver Sacks, um neurologista que encontrou casos curiosos em sua carreira. Deus, Um Delírio é um livro que indico com um aviso: leia com a mente aberta. Richard Dawkins é um ateu ferrenho e defende seu ponto com boa dose de ironia. O livro pode ofender alguns religiosos, mas é uma leitura importante para que se ouça todos os lados e que sua opinião seja firme. Os argumentos dele são lógicos e fazem sentido. É claro que, por ser quem é, há momentos no livro que se distrai respondendo críticas de outros autores e acaba sendo um pouco irritante. Críton (O Dever) de Platão é um pequeno livro (ou melhor, diálogo) que ajudou a moldar minha moralidade. A conversa de Sócrates sobre fugir da prisão e o porquê de não fazer isso é muito interessante. A leitura é complicada, ou pelo menos para mim foi, e você pode acabar tendo que reler alguns parágrafos até fazer sentido o que foi dito. Mas no geral, é uma boa visão sobre justiça e o nossos deveres para manter a justiça como legítima, mesmo que discordando da mesma. Zodíaco, de Robert Graysmith, é o que eu indico para quem gosta de investigações policiais, mistérios reais e assassinos em série. O livro trata da investigação que tentava descobrir quem era o assassino Zodíaco, um serial-killer da California que foi extremamente violento em seus assassinatos. Há também um filme, e para quem não o assistiu, a leitura é mais interessante. Filosofia em 60 Segundos é um excelente livro para aqueles que têm pressa. Lendo um capítulo por dia você nem percebe o avanço no livro e de repente chegou ao fim. São pequenos capítulos que duram alguns minutos para serem lidos, tratam-se de explicações simples e mais envolvidas com o dia-a-dia sobre pensamentos filosóficos importantes. Alguns até se complementam. Outro livro similar e também interessante é Astrofísica Para Apressados, do famoso Neil deGrasse Tyson. Funciona de forma um pouco diferente, mas de grosso modo tenta simplificar conceitos da astrofísica para aqueles não tão interessados em aprender a fundo. Mantendo-me no mesmo tema, indico 50 Ideia de Física Quântica, da Joanne Baker. Pimp, do Iceberg Slim é o mais diferente dessa lista. Recebi a indicação por meio de um stand-up do Dave Chappelle. O livro é escrito por um cafetão ativo na década de 50 nos Estados Unidos. As histórias são curiosas e a frieza envolvida no seu serviço (que lhe deu o apelido Iceberg) é até perturbadora. Mas, no fim, sua inteligência é reconhecível através das suas histórias. Acho que aqui muitos ouviram falar de Moby Dick e O Grande Gatsby. Livros clássicos da literatura americana que geralmente são ignorados justamente por suas popularidades. Também os indico por serem excelentes histórias que são referenciadas em várias outras obras, sejam musicais ou cinematográficas. Por fim, O Demônio do Meio-Dia. O que Andrew Solomon conseguiu com esse livro foi digno de respeito. Geralmente, tratando-se de depressão, ou o livro sai muito técnico ou vira um livro de auto-ajuda. Ele conseguiu abranger tudo para tratar com seriedade de uma doença que só cresce no mundo moderno. É uma ótima indicação para quem tem depressão, mas ainda a trata com certa vergonha ou repúdio. Como também pessoas que não sabem lidar com parentes/amigos depressivos.
  4. O que mais se esperar de uma Thammy Gretchen paraguaia? Óbvio que é um otário, que ganhou sucesso por ser otário e agora, finalmente, precisa lidar com o fato de ser otário. Há gente que você olha e pensa "não, mas realmente ele errou...". Mas tem muita gente no YouTube que não vale nada, mas ganha dinheiro e sucesso porque um monte de pré-adolescente ainda não tem a capacidade de entender quem merece o respeito e quem não. No fim, ainda deve ter um monte de fãs devotados que continuam idolatrando o cara, e que vão defender ele, e que vão achar isso certo. Aí você vê como tá foda, é só olhar o tipo de pessoa que inspira a juventude. E os três amigos devem estar rindo porque fizeram isso com ele noite passada e ele não se lembra.
  5. Nunca conheci meus avós por parte de pai porque, bom, o pai também não conheci. Nem sei se diria que conheci meu avô materno pois era alcoólatra e se afastou da família por uma grande época. Quando voltou, não durou muito até sofrer um AVC. Assim passou seus últimos dois anos, em uma clínica sem sanidade alguma. Acho que até por isso valorizo muito a relação com a minha avó. Foi minha segunda mãe, e a única que desempenhava aquele papel. Com ela morei minha vida inteira e me sinto mais íntimo, confio mais e até respeito mais do que a minha mãe.
  6. Você vê textão, eu vejo uma conversa séria sobre um movimento que (como você mesmo disse) possui muita história e precisa ser honrado, para tal levo em consideração a complexidade. Desculpa, professor. Aonde foi que eu errei? Em dizer que o hip-hop é uma expressão dos oprimidos (negros, mexicanos...) e uma forma das minorias mostrarem conhecimento do seu próprio jeito. Então o rap não é a poesia das ruas? Nem o grafite a arte das ruas? Não é um movimento de oprimidos para oprimidos? Foi isso que eu errei? Porque tinha um rapperzinho aí chamado Tupac, filho de uma mãe Pantera Negra que diria o contrário. Ou pera, será que eu errei em dizer que o rap foi criado a partir de samples de discoteca? As batidas não eram remixes de grandes ícones da disco e do funk e o James Brown não é o artista mais sampleado da história do rap? Não foi no Bronx que DJs começaram a remixar as faixas populares nas discotecas e então os MCs apareceram para animar a galera (por isso então chamados de Mestre de Cerimônia)? Se não foi nenhum desses, errei no que constitui um rap? A cadência, flow e um dialeto específico da cultura? Inclusive, não foram esses três elementos que constituíram a onda lírica que marcou a Golden Age do rap, a qual você parece gostar? Talvez tenha sido a pior coisa que você teve a oportunidade de ler porque é ruim mesmo ver que você está errado. (Claro, não entendo, garotinho colocou uma sign do Wu-Tang dois minutos atrás, já eu era conhecido no fórum anos atrás como Leoeminem de tão apaixonado que era pelo rap) Ah, não, claro, minha definição foi fria. Estilo dicionário, por isso talvez que eu tenha mencionado 17 rappers e outros 3 ícones da cultura e traçado paralelos entre minhas explicações e as situações deles. Ou seja, minha definição foi tão "fria" que eu peguei verdadeiros casos de dentro da cultura para te provar errado, enquanto você só se apoia na tal "Hood Mentality". Uma definição que, na verdade, é negativa para o hip-hop, e só não enxerga isso quem não vive os perigos dela, apenas gosta de se sentir pica. Mas, claro, como você acha que eu não tenho base para falar essas coisas, talvez você leve mais a sério quando o Ice Cube critica a "Hood Mentality", aí vai lá ouvir a música deste nome de um dos maiores rappers da história. Quer mais gente que critica a "Hood Mentality"? Repito, ouça um pouco de Kendrick Lamar. Também indico J. Cole. Se quer continuar passando vergonha, defendendo a "Hood Mentality" por gente que acha que ela é tóxica (é por isso que você disse o que disse, né? Que o rap tem história e honra etc, etc.), vá em frente. Aproveito pra dar mais exemplos: Taylor Bennett é bissexual. Um estilo de música de hip-hop que ganhou atenção a partir do ano passado foi a Bounce Music. Um estilo das raízes de New Orleans, que já foi muito usado no rap mainstream voltou com N.E.R.D. e Drake. Aí você pergunta: "o que isso tem a ver com o assunto?". Bom, uma das líderes desse estilo é a Big Freedia, uma drag. Um dos mais afeminados ícones do hip-hop, ela até tem uma sample em "Nice For What" do Drake. Mas, claro, quem está certo é você, afeminados não são hip-hop, certo? Afeminados não fazem rap, certo? Então talvez Big Freedia seja um mito e não seja real! Uau... A$AP Rocky disse uma vez que respeitava homens gays que se assumiam e eram o que eram. Tanto que possui grandes amizades com Tyler e Frank. Fat Joe disse não entender o porquê de esconder que é gay e que acha já ter trabalhado com rappers gays. The Game disse que há gays por todos os lados, e acha bom, ele diz que o importante é ser você mesmo. Por fim, Jay-Z disse que a discriminação contra homossexuais não é diferente da discriminação contra negros... e ele já usou "faggot", prova de que não ser politicamente correto e aceitar falar algo estúpido pelo bem do esquema de rimas e da letra não é a mesma coisa que oprimir gays (mas é claro que você precisa ser um homem ou uma mulher de verdade para entender esse tipo de coisa, com pensamento crítico e inteligência básica). O melhor é quando a pessoa vem toda machona, dizendo que o rap tem história e honra, se pagando de defensar do hip-hop, fala besteira, aí quando ouve o que merece, fica com o rabo entre as pernas e finge que nem se importa. Uma verdadeira piada, só que não das engraçadas, só um conto patético mesmo. Concluo dizendo que o hip-hop foi sim um movimento com pouca representatividade LGTBQ+, mas não por ódio ou preconceito, apenas por ser um movimento de minorias que tinham preocupações maiores e demoraram para organizar a si e seus conhecimentos. Hoje o hip-hop é uma das maiores forças de aprendizagem, com verdadeiros gênios como Kendrick, Cole, Pac. Desde sempre o hip-hop não teve dono, porque não há dono para uma ideia, é apenas a designação de uma forma de rebeldia contra um sistema opressor que é feita pelas ruas e nas ruas. O que esses caras fizeram é sim rap, é sim hip-hop. No quesito qualidade, isso sempre vai variar, tudo depende do alvo que precisa se identificar com as letras. Além disso, o hip-hop e a hood mentality são coisas diferentes, um sendo um movimento, o outro sendo um problema. O hip-hop não tem problemas com gays, afeminados, mulheres, seja lá o que for, apenas alguns fãs muito estúpidos que não devem ser considerados quando se analisa a cultura como um todo. É um espaço de liberdade, com artes de desabafo e uma música que carrega em sua essência uma dura realidade. Infelizmente, tivemos sim ícones de excelente qualidade técnica que carregaram um preconceito na sua música (como há em vários estilos musicais), como o Big Daddy Kane, mas isso não significa que o hip-hop e a comunidade homo não podem ter laços, o homo hop tem sim sua legitimidade. E se alguém duvida que o hip-hop não tem espaço pra caras como os do vídeo, esses textões que eu faço possuem propósito. Aí estão mais de 20 exemplos entre eles gays, bis, trans, rappers apoiando e rappers com gays presentes em suas vidas.
  7. Achar que "faggot" tem qualquer ligação com diss é ingênuo a ponto de ser bonitinho. "Faggot" é uma ofensa. Dentro de diss, fora de diss, não importa. Da mesma forma que você dizer que "pussy" ou "bitch" é usado como ofensa, quer dizer que o rap repreende as mulheres? Porque Eminem já colaborou com a Nicki Minaj, a Lil' Kim já colaborou com o Biggie e a Queen Latifah teve De La Soul e KRS-One no mesmo álbum. E aí? Se mulher é rap, homossexual também é. O Eminem, que tanto já usou e foi criticado por usar a palavra "faggot" como ofensa vai contra o que você disse. Como alguém inserido em um movimento de repreensão e que (pela sua lógica) repreende os gays tem como amigo íntimo Elton John? Quer alguém mais afeminado que Elton John, mano? O cara que inclusive quando foi fazer a performance de "Stan" (uma das maiores músicas do rap na história) convidou Sir Elton John, que quando entrevistado sobre o novo álbum foi entrevistado pelo Sir Elton John, que quando tentava manter sua sobriedade procurou ajuda no Sir Elton John. Verdade, e...? A "Hood Mentality" também repreendeu o Eminem, porque ele é branco e "white boys can't rap". A "Hood Mentality" também é machista, mas nesse mesmo post já falei de mulheres rappers respeitadas por rappers de grande nome. A "Hood Mentality" faz negros matarem negros, vai ver o que Kendrick Lamar acha disso. E antes do rap, a "Hood Mentality" estava inserida na discoteca, roupas chamativas, coloridas, danças soltas etc. Tanto que o hip-hop nasceu da remixagem dessas gravações, gravações extremamente afeminadas. Por fim, não é porque a cultura nas ruas insiste em certos preconceitos e erros que precisamos respeitar. A ideia de que hip-hop é machão é reconfortante para quem aspira por essa imagem, mas tá tudo bem, seu hip-hop machão continua lá, não significa que novas vertentes não podem ser criadas, com novos assuntos e novos artistas. E você sabe qual é a história do rap? A dos oprimidos. Sim, os oprimidos que fundaram o rap eram homens negros heterossexuais. Isso não impede em momento algum que o rap se desenvolva, tanto que o fez, em pequenos passos. Vieram os latinos (Big Pun, Fat Joe), os brancos (Eminem, Beastie Boys, Mac Miller, Yelawolf), as mulheres (Nicki Minaj, Lil' Kim, Azealia Banks, Queen Latifah), mas quem é gay não pode? Bate lá na porta do Lil' Wayne, ou do Kanye West, ou até do A$AP Rocky, olha bem na cara deles e diz "afeminados não são rap" e tome um belo soco. Todos eles colaboraram com Tyler The Creator, bissexual, que fala de homem em música e fez um álbum intitulado "Flower Boy". Melhor, já que você tá nessa vibe old-school com o gif do Wu-Tang, fala isso pro Jay-Z. O mesmo Jay-Z que idolatra o Frank Ocean, o mesmo Frank Ocean que fez video clipe todo cheio de glitter, que desfilou na festa de aniversário em que estava com uma calça colada, transparente e brilhante. É... o rap tem uma história, e como toda história há desenvolvimento, não fica no mesmo lugar eternamente. Por fim, deixo a pergunta: quem é você pra achar que sabe o que é rap? Quer falar tecnicamente, vamos lá. A batida é inspirada no movimento hip-hop? Sim. A cadência é veloz e lírica, ao invés de lenta e mais sobre o talento vocal? Com certeza. Então, desculpa, mas isso chama rap. Claro, você tem todo direito de falar que achou ruim, que não concorda com o que eles disseram, mas começou a ouvir rap ontem e acha que entende o movimento hip-hop? O que e quem os verdadeiros manos respeitam? O que você sabe sobre o rap e o hip-hop? Você sabe o suficiente? Porque só tem um jeito de saber: vivendo o estilo de vida. E aqui vai um exemplo fresco, de hoje, algumas horas atrás: um evento de hip-hop, só com clássicos... Kool G Rap, Snoop, ODB, etc. Era corrente de ouro pra todo lado, maconha pra todo lado, mina gostosa, nego de dread, cara com lean. No meio disso: gays! Mas assim, vários, um até com uma camisa transparente e corações em cima dos mamilos, além de muitos travestis. Todos convivendo normalmente e todos curtindo a mesma música. E se você quiser estudar um pouco sobre os heróis de grandes rappers por aí, pessoas respeitadas e amigos de rappers, vai umas dicas: Michael Jackson (afeminado), Prince (muito afeminado), Katt Williams (vish). Eu entendo que o rap é importante para você, como também é para mim, digo é a maior parte da minha vida, meu hobby e minha paixão. Mas o rap não é ferramenta para se enaltecer, se achar superior. Quem precisa respeitar o peso, a complexidade e a história do rap é você.
  8. Péssimo acordo para o CR7. Na Itália terá menos visibilidade, menos competitividade e um time que não é dele. O Real se acostumou com Cristiano, ele cresceu ali e aos poucos tomou o que era seu. Acho improvável que as políticas internas da Juventus se alinhem com o CR. O Real cresceu com ele também, e principalmente a La Liga. Cristiano Ronaldo e Messi para La Liga foi um presente dos céus. A liga cresceu em qualidade, com alta renda e desenvolvimento. A Calcio não está nesse patamar, inclusive saiu desse nível. Já foi a segunda liga dos olhos de todos, atrás da Premier, hoje é tão enfraquecida e previsível que perdeu seu brilho. Isso custa pro Cristiano que tanto valoriza a atenção, já que possui enorme renda vinda de patrocínios. A salvação ali seria vencer uma Champions. A ideia da Juventus é que eles tentaram de tudo, possuem um time preparado mas faltava alguém que desequilibrasse, como também alguém que ao estar do seu lado, desbancasse a maior ameaça (Real). Foi meio no desespero, mas acho que eles deveriam ter tentado outros jogadores. Para o Real, vejo como um bom negócio. Não para os torcedores ou para a competitividade no momento, mas já é hora do time se estruturar e começar a aproveitar os novos talentos como Marco Asensio. É preciso um novo protagonista, e mais espaço no time.
  9. tuffwatcher

    Narguile

    Definitivamente o contrário da experiência que eu tive. Fumei cigarro por dois meses até que ficou uma situação insustentável. Acordava com dor no peito, mal estar e de vez em quando ânsia e dor de cabeça. Já o narguilé, posso fumar tranquilamente e não sinto nada. Quanto a publicações como a do Ministério da Saúde, nunca possuíram argumentos contundentes. Antes da minha análise, concordo que o narguilé é prejudicial a saúde, isso sem sombra de dúvidas. Mas a ideia de que é "100 vezes mais prejudicial que cigarro" é extremamente sensacionalista. No estudo de 2006 da OMS, coordenado por Douglas Bettcher, é dito que uma hora de narguilé equivale a 200 cigarros, segundo a E-Farsas. Porém, se você ler o estudo, vê o seguinte trecho: O que mais me impressiona nessa pesquisa é a quantidade de "pode", além do intervalo absurdo de cada estimativa. Mas a checagem: 1. Ninguém puxa 200 vezes em um narguilé. Apenas com a dor na boca que isso dá, lá pela vez 120 a pessoa já cansou. 50 parece um número provável. Ainda assim, contei na minha sessão, com duas outras pessoas e: puxei 36 vezes. 2. A ideia é que você está em contato direto com a fumaça do narguilé por mais tempo que a do cigarro, sem consideração a quantidade que você puxa. Isso pode ser plausível, mas questiono qual a frequência e intensidade desse contato. 3. O ponto em que o E-Farsas falhou é responder a pergunta: narguilé é 100 vezes pior que o cigarro? É, se você: puxar 1 litro de fumaça 50 vezes e em todas as vezes você inalar todo o litro. Outra coisa que muito se fala é: quantidade de substâncias. A concentração de nicotina em uma essência é absurdamente menor que a de um cigarro. O que é outra parte interessante do estudo, já que é dito: A ideia aqui é que há vício relacionado com narguilé e que fumar o narguilé pode sair do lazer para uma atividade que alimente tal vício. Porém, o próprio autor aceita a necessidade de uma análise maior. O que eu acho completamente fora da realidade é dizer algo sobre o vício. Nunca conheci ninguém que possa ser categorizado como "viciado em narguilé" e mesmo que quisessem ser, a falta de praticidade para fumar os impediria. Também não acredito que a absorção de mais nicotina pelo fumante aumente significantemente sua frequência de fumo. A frequência de fumo também deveria ser colocada em questão. Quantas vezes um usuário de narguilé fuma por dia e por semana, e quantas vezes um usuário de cigarro fuma por dia e por semana? Garanto que a diferença é absurda. Então em realidade: as essências para narguilé possuem menos nicotina (e outras substâncias) do que o cigarro, o que já se transforma em uma fumaça menos nociva. E quanto a quantidade de fumaça: realmente, o narguilé produz muito mais. Entretanto, a inalação da fumaça é significantemente menor do que os estudos mostram. Os números são forçados para cima e não condizem com a realidade dos usuários. Narguilé é prejudicial, sem sombra de dúvida. Mas não chega nem perto do cigarro. A verdade é que o excesso é um perigo, mas se for para comparar isso, então que comparemos o excesso de cigarro com o excesso de narguilé. Por fim, corrijo: no site E-Farsas há duas pesquisas, com uma apenas falando sobre os problemas do uso de narguilé. Os índices apontados são tão facilmente questionados que o coordenador da pesquisa se alia ao "pode" repetidas vezes e ao exagero nos números de narguilé em comparação aos de cigarro. Não há provas contundentes, ao ponto de em parte do relatório ser afirmada a necessidade de um aprofundamento maior no estudo e em todo o relatório os números são colocados de forma circunstancial ("pode, pode, pode") para que não haja a possibilidade de números mais precisos não baterem ou refutação definitiva do estudo. Mas é aquela coisa, tudo que você precisa é um órgão respeitado fazer uma afirmação, aí manchetes voam e ninguém realmente se importa com o conteúdo, só leem o mastigado de jornalistas que tanto não entendem sobre quanto não se esforçam para checar os números e as afirmações do texto. Depois, usam uma citação de um médico que também é parcial e que também não tem interesse em questionar o relatório.
  10. A homossexualidade no rap internacional já não é novidade nenhuma. A descaracterização da masculinidade também não. Kevin Abstract, Tyler The Creator, Frank Ocean depois de assumidos não tiveram qualquer impacto em suas carreiras, o que mostra a própria maturidade e compreensão do público. Enquanto personagens como Young Thug e Lil Uzi Vert possuem estilos afeminados e sofreram algumas críticas com isso, mas no geral continuam como importantes colaboradores para outros artistas e suas carreiras são firmes. Era questão de tempo até que o Brasil recebesse um movimento desses. E que bom que recebe. O Tyler tratou da bissexualidade em Flower Boy e foi um álbum magnifico, muito mais pessoal do que qualquer outro que ele já fez. A própria sonoridade e os temas de cada música criam um ambiente vulnerável, completamente diferente de álbuns do início da sua carreira que eram violentos e angustiantes, esse é - apesar da sua tristeza considerável e a repetição do desespero emitido pela solidão - feliz. O álbum inteiro, para mim, soa como um suspiro depois de um profundo desabafo, um alívio intenso. Já o Frank Ocean, adotou o seu lado gay e hoje já trata como naturalidade. Frank se mostra mais do que bi, também é uma duplicidade em imagem, a diferença entre a letra de Nikes e o vídeo é a prova disso. O resultado é um som extremamente selvagem, sem barreiras, de um homem que não liga se vê um homem ou uma mulher, que se vê em meio a uma suruba moldada por glitter. E quando você tira todas essas barreiras, o que sobra é uma pureza sonora absurda que só quem ouviu Blonde inteiro de olhos fechados entende. O Kevin veio depois, inspirado pelo Frank, mas um rapper como o Tyler, ele não faz apenas versos sobre sua homossexualidade como dá imagens a isso. Os vídeos do BROCKHAMPTON que tratam disso são excepcionais e verdadeiramente agradáveis. Ser gay e estar no hip-hop não é um problema, contanto que você continue sendo, primeiramente, alguém do hip-hop. Foi isso que esses caras do freestyle entenderam. Não vejo um tom mole, uma voz forçadamente feminina, ou gírias que não se inserem ali. Primeiro são rappers, que por acaso são gays. É o que um deles disse, rap não é só rimar, existe um dialeto que você segue, uma maneira de se portar e de se impor, e eles fizeram isso do jeito certo. Quanto a qualidade, achei razoável. Não me impressionou como Poetas No Topo ou Poetisas no Topo, principalmente os últimos dois. O penúltimo se perdia no próprio flow e as rimas se desencontravam constantemente, então as linhas ficaram muito longas e frágeis, por isso que o timing é essencial. O último não foi surpreendente o suficiente para fechar o cypher, então me soou dispensável. Quem deitou mesmo foi o segundo, esse aí vai voar. No geral todos têm talento, contanto que eles não foquem só no fato de serem gays, podem muito bem fazer sucesso. Se você tem talento e profundidade, hoje, nada mais importa, tem um público em algum lugar.
  11. E depois o Trump vai lá e diz o contrário... Eu vejo o presidente Trump como um péssimo representante dos Estados Unidos e acho que vai custar muito ao país. Suas políticas são suas e apenas, por não serem um reflexo da população e muitas vezes controversas, acaba causando contradições de administrações. Ou seja, o Obama foi lá e fez coisas, o Trump desfez. Para novos acordos, é difícil acreditar que exista confiança por parte dos aliados americanos, afinal, qualquer acordo pode ser quebrado de um dia para outro. A Rússia é o mais novo exemplo de o que pode dar errado ao se confiar em Trump. Um discurso conservador ao lado de Putin, logo após, o oposto: acusação. Não vejo como um bom governante pode ter qualquer interesse em se aliar a Donald Trump, tendo em vista que nada é concreto.
  12. O racismo hoje em dia nem é racismo. Casos como esse ganham enorme apoio de... (guess who) brancos. Enquanto há negros batalhando por direitos e respeito, é preciso aguentar brancos frescos de Twitter tirando as coisas de proporção. Ele nunca disse que o Mbappé faria arrastão por ser negro. Até é irônico, porque quem ligou os dois pontinhos (arrastão e negros) foram os usuários que responderam com críticas. Os tweets do passado são sim racistas, mas a causa não é racismo. Eu posso falar "morte a todas as mulheres" aqui e isso não foi machismo, foi a utilização de um exemplo. No caso dele, foi o humor de um garoto imbecil. Depois vêm mais caras de pau BRANCOS esbanjar hipocrisia. Falo do Bruno Gagliasso, aquele imbecil que linchou um garoto e quis fazer dele um inimigo do estado, quando ele mesmo tinha tweets homofóbicos. E aí? Como sempre, bando de hipócritas do Twitter que se unem, uma massa de jovens que ainda não entenderam o que é a vida, e que no paralelo idolatram cantores k-pop que não conhecem, fazem posts imbecis e falam como odeiam suas mamães. Como sempre, as empresas se amedrontam, os popzinhos politicamente corretos da Globo fazem de tudo para serem bajulados e aplaudidos por outros hipócritas e a carreira do garoto se fode. Ridículo. Ali há dois tipos de pessoa: 1. Aqueles que nunca sofreram racismo de verdade na vida, não sabem diferenciar e só querem atenção e RTs. 2. Negros que ficaram mimados pela atenção, perderam o caminho do movimento e agora brigam por tudo que é pequeno, esquecendo que o objetivo é igualdade e respeito como homens e mulheres, não como bebês sensíveis a tudo.
  13. Pqp... Não podia sair do fórum sem antes passar uma vergonha, em, Yahazu? De todas as asneiras que já vi você tentando empurrar sem o mínimo de esforço, essa foi a pior. Baseou todo seu argumento (desculpa, você chama de verdade universal) em o PSol ser a favor do aborto. Disse muito sobre o PSol, porra nenhuma sobre o aborto. Como se todo mundo que apoiasse o aborto fosse o PSol e o PSol fosse o aborto. Ainda tentou fingir que duas opções (manter ou abortar) é menos liberdade do que uma (manter). Tentou jogar um link de uma matéria de um site cristão (queria ver alguém jogando um link do PSol aqui para você questionar a parcialidade da matéria e rir dela). Ainda jogou um exemplo mó nada a ver dos amiguinhos que pensaram em aborto porque estavam com medo de ter um filho não planejado, como se a real razão de se abortar fosse simples assim. Por isso que eu nunca te respondi. Você é 0% argumentação lógica, 100% marra. Quando lê o comentário antes de enviar, acha que fez sentido porque falou todo confiante. Seu ego, sua necessidade de estar certo, te cega. Já percebeu que você nunca soltou um "talvez você tenha razão...". É sempre você o certo, o gênio, o dono da verdade. Até quando o post não era de debate, lá veio o chato querendo corrigir os outros sobre algo que sabe bem menos. Já nem sei mais se quando você fala de Deus você está realmente falando de Deus ou referindo-se a si mesmo. Cresce logo que já está ficando tarde. O pior ignorante é aquele que pensa ser inteligente.
  14. Ao meu ver, é função do Estado mesmo. Quanto ao método, parece-me que será em um esquema em que o candidato reclama da fake news e a investigação se abre. A verdade é que, por mais que desconfiemos do nosso sistema, sua presença em certos pontos é necessária. Pois quando o povo faz, falta legitimação. O maior exemplo disso é a Agência Lupa, que sigo no Twitter e acesso sempre que um candidato fala algo. Eles sofreram um ataque enorme nas redes sociais, porque ao indicarem certos dados falsos vindos de alguns candidatos, foram chamados de parciais. E é assim, se você fala de todos os candidatos, todos reclamam. Muito se viu disso com um comentarista da Globo News, que durante a prisão do Lula, foi chamado tanto de coxinha quanto de petralha pelo Twitter. Então se a própria agência de checagem perde a credibilidade, quem é que continua a ter? O próprio Estado, ironicamente. O mesmo Estado que chamamos de mentiroso. Porque é a única instituição que por mais que duvidemos, aceitamos eventualmente. É claro que nessa pode ter um enorme esquema de corrupção? Pode, mas então não seria algo novo. Até porque o TSE possui outros mecanismos para controlar as eleições. Por fim, duvido que realmente aconteça algum ato parcial sério. As fake news se espalham pela internet, não por meios respeitados de jornalismo. Por mais que Globo, Estadão, Veja, se apoiem em seus princípios, usam como munição verdades por aí. As fake news surgem do nada, via Twitter e Facebook - que inclusive está criando mecanismos para impedi-las - e de lá vão para WhatsApp e conversas do dia a dia e a sua existência possui mais influência do que sua não existência. Assim sendo, por mais que essa ação do TSE seja usada em prol de algum candidato, a diferença me parece sem impacto, pois se é alguma verdade, estará em sites sérios.
  15. No fim das contas aquela reunião não serviria para nada mesmo. Nada que poderia ser feito nela e não foi feito em algum tópico desses (é o quarto esse ano?). Além do mais, se nos dizem que ninguém aqui está dando boas ideias, qual seria o sentido de ir na reunião, oferecer as mesmas sugestões que damos aqui, para dizerem que não? Fiz bem em uma sexta-feira de noite ter saído para ficar louco, ao invés de ficar no computador debatendo coisas que nunca vão para frente. E a staff precisa ser mais casca grossa. Um bando de chorão, sempre, sempre foi isso. Inclusive eu era quando estava. Parem. Faz três anos que a staff é o maior ponto de crítica dos membros. Vocês realmente acham que isso é pessoal? O problema não é moderador X ou Y, o problema é o cargo em si, porque os membros sempre rotacionam aí, e o problema rotaciona junto. Então parem com esse "vocês falam isso, mas eu...". "O cliente sempre tem razão", então ouçam e não respondam. Aparentemente, é tão fácil ferir o orgulho de um moderador! Vocês pedem que o membro dê a voz, aí quando somos honestos, vocês se fecham e atacam. Pra quê? Se o problema fosse alguns específicos, isso seria um momento, mas não, faz anos que o fórum está assim. Então quando se cita a staff, ou os moderadores, parem de levar para o lado pessoal. Não é culpa de vocês, mas não deixa de ser um problema. Por exemplo, com tão pouco movimento, ainda é necessário ter tantas áreas? Ainda é necessário ter tantos cargos? Fica evidente, de vez em quando, que há mais moderadores ativos do que membros. Por quê faríamos isso? Eu não quero ter um fórum. Da mesma forma que quando eu ligo com reclamação pra NET eles não me falam "então crie sua própria empresa de TV a Cabo!", não faz muito sentido, faz? E se você vem questionar nossa credibilidade sobre o conhecimento que temos sobre o fórum, qual é a lógica de pedir nossa presença na reunião então? Além disso, você está com uma imagem muito equivocada tanto de nós quanto do fórum. Primeiro que não passou perto da cabeça de ninguém que você era Deus por ser estagiário - se segura. Parece que a plaquinha de Estagiário despertou seu lado megalomaníaco/narcisista, porque vou te falar... você está achando que nós estamos achando muito de você. Fama? Títulos? Estamos falando da realeza britânica ou de um fórum? Quarenta mil membros é uma estatística curiosa, pois vejo uns 300 online em horário de pico. Claro que não tenho as ferramentas para ver o número preciso, mas indago-lhe se "quarenta mil membros" realmente pesam como "quarenta mil membros ativos", porque conteúdo e participação aqui são de uns 10 por área. Se alguém aqui quisesse títulos estaria na política. Se alguém aqui quisesse fama, estaria atrás de uma das Kardashians ou tentando ser amigo do Neymar. Acredito que qualquer um que tenha pelo menos 10 dias de fórum sabe que aqui não há nem um dos dois. Concluo imaginando como o mundo seria fácil se sempre que eu recebesse uma crítica, eu olhasse para os outros e falasse "mas eles também não são perfeitos!". Seria fácil demais... e medíocre. Afinal, se estamos exigindo demais de vocês, então não nos peçam para exigir. KKKKKKKK bro, não é possível. Você realmente colocou "homem"? Tomem cuidado com a oratória deste rapaz! Ele sabe questionar a masculinidade de quem não conhece! Então, acho que você não sabe o que está acontecendo ao seu redor. Se não é a opinião de um cheater de cadastro recente que vai mudar o fórum, repito, por que nos chamaram para reunião, com todos convidados? O Estagiário narcisista enlouqueceu e agora quer falar pela staff inteira, perdeu o controle. Não me faça pegar todos os tópicos que assim foram e mostrar todas as sugestões. Aí eu mostro porquê nada mudou: porque a staff não aplicou-as. Aí você vem me dizer que o que falta nesse fórum é programadores de jogos que tiveram seu ápice anos atrás? Todo mundo jogando CoD, Battlefield, e você falando de CrossFire. Você tem certeza que está no ano certo? Creio que o senhor tão arrogante assim, procurando ofender novos membros e atingir colaboradores bocejando até mesmo o que não sabe, digo isso por experiência própria! Quero que depois venham dizer que nós, membros, não sabemos debater, olha quem é o surtadinho da estrela aqui, o Estagiário. “Quer conhecer o verdadeiro caráter de uma pessoa, dê o poder a ela”... ou dê um pseudo-poder. Dê uma plaquinha de nada, em um fórum qualquer e fale que em breve ele pode fazer modificações internas. Esse aí já deve estar planejando o golpe dele e como ele fará a WC dominar o mundo. Zoeira a parte, esse é um problema. Vocês precisam tomar cuidado com quem ganha algum controle no fórum. Não pode ser gente de mente fraca, medíocre, que está nessa por causa de uma placa boba... se for assim, é melhor nem colocar. E realmente, enquanto esse cara é Estagiário, o Phefm' está aí. Se eu fosse vocês, acendia o holofote com o símbolo da Lua e esperava ele sair da batcaverda dele para salvar o dia. #PhefmForPresident
×
×
  • Create New...