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Kairs

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  1. é contra o aborto? não aborte abraços até a próxima
  2. religião mata mais
  3. Oi, barbudo
  4. Nunca vi ele propor que tinha que imprimir dinheiro. Poderia me mandar a referência?
  5. eai péfi já que você tá nessa onda de astronomia, pensei que a gente podia criar um textinho falando sobre astrobiologia, ou você escrevendo umas perguntas usando seu conhecimento na área e eu respondo com a visão da astrobiologia, tipo uma entrevista. Respondendo questões como "dá pra existir vida no sistema solar fora da Terra?"
    1. Phefm'

      Phefm'

      Outra vez ai tentei entrar em contato contigo leo e ce sumiu... Boraa... Só espera um pouco kkkk
  6. Meu amorzinho
  7. Está sendo organizada uma sabatina com os presidenciáveis sobre ciência e tecnologia: https://www.facebook.com/events/391980744628964/ Caso tenha interesse em, ao menos, saber o que alguns deles pensam sobre o assunto.
  8. Votar nulo não cria uma redoma que te separa da sociedade. Não é pra fazer propaganda, mas é porque eu penso como você e, como andei vendo as entrevistas de todos os candidatos, eu acho que o Ciro é o único mais à esquerda com chance de ganhar algo (supondo que não aconteça o improvável de o Lula ficar livre e concorrer às eleições). Ele segue um plano econômico novo-desenvolvimentista, que basicamente estimula a industrialização, e seria bom deixarmos de exportar apenas soja, mas também produtos de alta tecnologia (que chamam de Indústria 4.0).
  9. Ciro Gomes é o único que me parece viável.
  10. Brasil chega na final e perde pra Alemanha. 3x1
  11. [quote name='Dosbachy']@Kairs era um cara gente boa. Depois que entrou pra USP desgraçou foi tudo. Saiu (?) de lá todo esquerdizado. Só fala em minoria, em defender religião africana, desigualdade social, negros pobres, liberação de maconha. E outros assuntos de ***** que a gente vê nessas universidades. [/QUOTE] temas que universitários de qualquer lugar do mundo discutem, por perceberem o quão privilegiados são por fazer parte de um sistema que poucos têm acesso
  12. Tá bom, teteu. Vou me limitar a não te responder mais. Porque, infelizmente, seu post carregado de opinião tirado do que você ACHA sem levar dados concretos em consideração não me acrescentam em nada num debate. Ou seja, tudo que você fala é descartável em qualquer análise séria. Continue ACHANDO isso que acha, você está negando um fato que eu dei dados, ou seja, você não quer aceitar isso, apenas. Se souber ler em inglês, também acho que deveria ler isso: http://thehill.com/blogs/pundits-blog/crime/322568-violence-is-a-symptom-of-poverty-not-a-cause "Violência é um sintoma da pobreza, e não uma causa" Boa sorte tirando opiniões do anus e usando como verdades para validar seus fracos argumentos.
  13. [quote name='teteu028']Uma vez ladrão e vacilão, sempre ladrão e vacilão. @Kairs Pobreza não gera violência e muito menos criminalidade.. dizer isso é arrumar subterfúgios para julgar a condição/situação, e não o indivíduo. Fator social? O que leva alguém a cometer um crime? Engraçado que você mesmo se auto-respondeu: É muita sacanagem perguntar os porquês de alguém cometer um crime em um país onde você mata,rouba e estupra e no mês seguinte já está na rua novamente...vida que segue [B]*A probabilidade é que ele não iria usar o desodorante, e sim vender pra comprar drogas.*[/B][/QUOTE] Teteu, por favor. Infelizmente, sua opinião não tem valor argumentativo frente aos dados. Pois opinião é uma ideia desinformada (assim como seria se eu desse minha opinião sem uma base antes), e os dados vão de maneira diametralmente oposta ao que você disse. Dizer que Pobreza não está relacionada à violência e criminalidade é de um desconhecimento sem tamanho. Indo na literatura científica, fica bastante claro que há uma ligação muito alta entre essas variáveis. [URL]http://emiguel.econ.berkeley.edu/research/poverty-and-violence-an-overview-of-recent-research-and-implications-for-foreign-aid[/URL] Esse artigo reporta um estudo que verificou a relação entre desigualdade e nível de violência em pessoas do sexo masculino: [URL]https://www.theguardian.com/us-news/2017/dec/08/income-inequality-murder-homicide-rates[/URL] "Inequality predicts homicide rates “better than any other variable”, says Martin Daly, professor emeritus of psychology and neuroscience at McMaster University in Ontario and author of [URL='https://www.newscientist.com/article/2115938-guilty-or-not-guilty-does-inequality-really-lead-to-murder/']Killing the Competition: Economic Inequality and Homicide[/URL]." E eu te explico como funciona esse estudo: Eu pego os dados de desigualdade de uma região, uma cidade, um país. Eu faço uma modelagem estatística para estimar qual seria o nível de violência, DADO o nível de desigualdade que eu tenho. Vamos supor que eu tenho um nível de desigualdade de 10 (tô chutando números pra exemplificar). Com um nível de desigualdade de 10 e fazendo uma modelagem matemática, eu chego a um resultado que o nível de criminalidade é de 1 a cada 10.000 habitantes. Ou seja, quando eu tiver uma força de desigualdade de 5, a minha criminalidade será de 1 a cada 20.000 habitantes e assim vai. Enfim, se no meu estudo eu tive 10 de desigualdade, 1 a cada 10.000 habitantes como taxa de criminalidade [B]no modelo[/B], eu agora vou pegar o número real de violência para comparar com o resultado do meu modelo. O dado do mundo real vai acabar sendo muito próximo do dado do modelo. Pra uma desigualdade real de 10, eu obtive uma taxa de criminalidade real de 1 para 11.000, por exemplo. Muito próximo do valor de 10.000 previsto pelo meu modelo. Se eu pego outras variáveis como, sei lá, time de futebol que o cara torce, e faço o mesmo modelo para ter a taxa de criminalidade, pode ser que o número no modelo fique muito distante do número real. Isso quer dizer que o time que o cara torce é pouco relacionado à taxa de criminalidade. Tudo isso que eu exemplifiquei foi de maneira simples. Um estudo de modelagem leva em conta métodos muito mais rigorosos de controlar os resultados. E, mesmo assim, se tem que a criminalidade á altamente relacionada com a desigualdade. É claro que é válido diferenciar desigualdade de pobreza. Mas no Brasil nós temos uma pobreza alta e uma desigualdade mais alta ainda, o que torna mais alarmantes nossos dados (é só ver o número de civis e policiais militares mortos anualmente). Resumindo, minha crítica é ao fato de a gente sempre se ater ao indivíduo. É óbvio que dá raiva alguém tomar algo que é de nossa propriedade. Eu já fui assaltado e, é claro, fiquei muito irritado depois, apesar de ele ter levado uma quantia de dinheiro que não me faz tanta falta. Mas vamos supor que eu fosse lá, desse uma surra no cara, batesse até ele não poder andar mais. Isso resolveria o problema? Resolveria individualmente, ele não ia mais assaltar ninguém. Mas claramente outros criminosos ocupariam o "nicho" de assaltos dele ali e manteria a criminalidade. Muito bandido pé de chinelo morre todo dia por aí ao realizar seus crimes rotineiros, mas isso não impede o avanço de violência no Brasil. Por isso só quero chamar atenção pra gente olhar pra criminalidade como um problema complexo e enorme, que não é resolvido com uma tatuagem na testa do cara. Por fim, é lembrar que o sistema carcerário brasileiro faz justamente o que eu disse não parecer funcionar. Temos a segunda maior população carcerária do Brasil, com 80% vivendo em celas superlotadas. Esse punitivismo não vai resolver o problema. Pode nos dar a sensação de justiça de prenderem o bandido e tal, é claro, para isso que serve a lei. Mas é insuficiente. Vou voltar a citar o dado de que 85% dos jovens que vão pra Fundação Casa ([URL]http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/489058-TAXA-DE-REINCIDENCIA-ENTRE-INTERNOS-DA-FUNDACAO-CASA-E-DE-15.html[/URL]), não voltam a ser pegos por reincidência. Porque na Fundação Casa você tem um sistema de recuperação bastante eficaz (poderia ser mais ainda se tivesse apoio da população). Enquanto no sistema prisional tradicional esse número é bem mais alto. Recomendação: [URL]https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2017/01/prendemos-muito-e-prendemos-mal-o-problema-das-prisoes-no-brasil.html[/URL] Recomendação 2: documentário The 13th ("A 13ª emenda", que trata do sistema prisional americano).