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SinCe-

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    A perseverança é a sua maior virtude!
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  1. Alguém sabe configurar o roteador Mercusys MW305R ? (se estiver postando em área errada por favor mover ou avisar)
  2. aaaaaaaaa não ganhei mas parabéns ao ganhador
  3. (Não sei bem se estou postando na área certa, mas vamos lá) A um tempo atras eu tive um problema no meu pc, minha entrada de fone ficou ruim, acabei deixando pra lá, mas agora ela esta me fazendo falta, vi que tinha uma forma de trocar as saidas, ex: sair audio com o fone conectado na entrada rosa(microfone) só que eu não consegui encontrar tutorias que servissem para mim.
  4. Pendencia de 50 WCoins a respeito de um pedido na fabrica no mês de Julho que foi pago agora..
    1. Show previous comments  1 more
    2. 'Perassolli

      'Perassolli

      provavelmente vc gastou com algo nesse meio tempo.
    3. 'Perassolli

      'Perassolli

      da entrega do pedido, até eu realizar a transação do pagamento.
    4. SinCe-

      SinCe-

      Quando eu gastei meus WC já foi tudo com post
  5. Capítulo 2 Introdução No final do capítulo anterior digitamos o seguinte programa diretamente no interpretador Python: >>> d = 1.686 >>> for p in range(50,150): print p, p * d O resultado desta seqüência de comandos é uma longa lista de números em duas colunas. Sabemos que a primeira coluna da esquerda contém preços em dólar e a outra, em reais. Mas nada na listagem indica isto. Observe esse trecho: 95 160.17 96 161.856 97 163.542 98 165.228 99 166.914 100 168.6 101 170.286 102 171.972 103 173.658 104 175.344 105 177.03 Aqui podemos observar outras deficiências: as colunas não estão corretamente alinhadas, e os valores em reais aparecem com uma, duas ou três casas decimais. Como se trata de uma tabela de preços, os valores em ambas colunas deveriam ter sempre duas casas decimais. Vamos fazer algumas melhorias em nosso programa gerador de tabelas de preços. Quatro tipos de dados Para evitar aquele degrau na segunda coluna entre o 99 e o 100, precisamos fazer um pequeno desvio para começar a aprender a lidar com textos, além de números. Digite eu =seguido do seu nome entre aspas: >>> eu = 'Fulano' Você tem que digitar as aspas para evitar um erro. As aspas podem ser 'simples' ou "duplas". Python guardará uma cópia do seu nome na memória do computador, e associará o identificador eu a esse dado. Agora basta digitar eu para ver o seu nome. >>> eu 'Fulano' >>> Antes havíamos criado a variável d referindo-se à cotação do dólar, e no capítulo anterior também criamos uma variável chamada lista, contendo uma lista de valores. Agora criamos a variável eu para se referir ao seu nome. Estes são exemplos de três tipos de dados que Python é capaz de processar: número de ponto flutuante, lista de valores, e texto. Você pode saber o tipo de uma variável ou estrutura de dados usando a função type. Veja estes exemplos: >>> eu = 'Luciano' >>> d = 1.902 >>> type(eu) <type 'str'> >>> type(d) <type 'float'> >>> Python acaba de nos dizer que a variável eu refere-se a um objeto do tipo 'str', uma abreviatura de "string" (basicamente o computador encara um texto como uma cadeia de caracteres). E a variável d aponta para um objeto do tipo 'float', ou "número de ponto-flutuante", como já vimos antes. Vejamos mais alguns tipos de dados: >>> type(1) <type 'int'> >>> type(1.) <type 'float'> >>> type([1,2,3]) <type 'list'> >>> Observe que o número 1 não é 'float', mas 'int'. Já o número 1. ("um" seguido de um ponto decimal) é considerado um 'float'. Como já dissemos no primeiro capítulo, inteiros e floatstêm tratamento diferente em Python. Uma divisão de inteiros (como 7/2), sempre fornece um resultado inteiro (3, nesse exemplo). O próximo dado testado é uma lista, [1,2,3], que Python chama de 'list'. Agora, experimente fazer esses dois testes: >>> type(range) <type 'builtin_function_or_method'> >>> type(range(3)) <type 'list'> >>> Ao perguntarmos qual é o tipo associado ao nome range, Python responde: 'builtin_function_or_method'. Também já vimos isso no capítulo anterior: o nome range refere-se a uma função embutida no próprio interpretador. No teste seguinte, fornecemos um argumento para a função range, e assim produzimos um resultado (neste caso, a lista [0,1,2], que foi criada na memória do seu computador, mas não foi exibida). É sobre este resultado que a função type foi aplicada, retornando a informação de que se trata de um dado do tipo 'list'. Ou seja, range é uma expressão do tipo builtin_function_or_method, mas range(3) é uma expressão do tipo 'list'. Faz sentido? Se não faz, escreva reclamando! Cada tipo de dados suporta operações diferentes. Faça algumas experiências e analise os resultados: >>> n1 = 10 >>> n2 = 20 >>> n1 + n2 30 >>> n1 = 'abacate' >>> n2 = 'banana' >>> n1 + n2 'abacatebanana' >>> n2 + n1 'bananaabacate' >>> Por exemplo, o operador + realiza uma soma quando aplicado a dados numéricos, mas quando aplicado a dados do tipo string, o sinal + faz uma operação de concatenação (junção de duas seqüências). Agora experimente isto: >>> x = 3. >>> x * 5 15.0 >>> 'x' * 5 'xxxxx' >>> Note que x e 'x' são coisas totalmente diferentes. x é o nome de uma variável que neste momento se refere ao valor 3. (um float). O resultado de x * 5 é 15.0 (outro float, como era de se esperar). Já 'x' é uma string com um caractere. Quando o sinal * é aplicado entre uma string e um número inteiro, Python realiza uma operação de repetição. Como você pode notar, os operadores + e * fazem coisas diferentes dependendo dos tipos de dados fornecidos na expressão. É um prazer trabalhar com Python porque se trata de uma linguagem muito coerente. Observe: >>> [1,2] + [3,4] [1, 2, 3, 4] >>> '12' * 3 '121212' >>> [1,2] * 3 [1, 2, 1, 2, 1, 2] >>> No primeiro exemplo, vemos o operador + concatenando duas listas. Os outros dois exemplos mostram a operação de repetição. Note que '12' não é um número, mas uma stringcomposta pelos caracteres '1' e '2'. Para Python, strings e listas têm muito em comum: ambas são seqüências de itens. Enquanto strings são seqüências de caracteres, listas são seqüências de itens quaisquer. Nos dois casos, concatenação e repetição funcionam de forma logicamente idêntica. Enfeitando a tabela Agora que sabemos sobre alguns tipos de dados, e que os operadores funcionam de forma diferente conforme os dados da expressão, estamos prontos para aperfeiçoar nosso gerador de tabelas usando o poderoso operador '%', que em Python não tem nada a ver com porcentagens. Para ver como ele funciona, vamos criar uma string como esta: >>> msg = 'um dólar vale %f real.' >>> Agora vamos ver o que acontece quando chamamos a variável msg: >>> msg 'um d\363lar vale %f real.' >>> Python representa varíaveis string dessa forma: entre aspas simples, e trocando os acentos por códigos especiais (estamos falando do código ASCII em notação octal, algo que explicaremos depois). Se você quiser exibir o conteúdo de msg de forma mais apresentável, use o comando print: >>> print msg um dólar vale %f real. >>> OK, é hora de explicar porque colocamos esse estranho %f dentro da mensagem. Trata-se de um marcador de posição para sinalizar onde Python deverá inserir um número quando quisermos imprimir a mensagem com o valor da cotação. Experimente digitar o seguinte: >>> d = 1.902 >>> print msg % d um dólar vale 1.902000 real. >>> Veja o que aconteceu: Python substituiu a marca %f pelo valor da variável d. É assim que funciona: a partir de uma string com marcas de posição e um ou mais valores, o operador %produz uma nova string com os valores inseridos nas respectivas posições. Veja agora um exemplo com dois valores: >>> msg2 = 'Um dólar vale %f real e um real vale %f dólar.' >>> print msg2 % (d, 1/d) Um dólar vale 1.902000 real e um real vale 0.525762 dólar. >>> Note que os valores d e 1/d estão entre parênteses. Isso é obrigatório quando queremos passar mais de um valor para o operador % (uma sequência de valores entre parênteses é um "tuplo", um tipo especial de lista que explicaremos em um outro capítulo). O símbolo %f serve para informar a Python que o valor a ser inserido naquela posição é um float. Se você quiser limitar o número de casas após o ponto decimal, basta usar um formato como esse: >>> d = 1.685 >>> '%.2f' % d '1.69' >>> Após o marcador %, a indicação .2 determina que devem aparecer duas casas decimais após o ponto. Note que o resultado é arredondado: 1.685 virou 1.69. Vamos usar esse recurso na nossa tabela: >>> for p in range(4,16): print 'US$ %.2f = R$ %.2f' % (p,p*d) US$ 4.00 = R$ 6.74 US$ 5.00 = R$ 8.43 US$ 6.00 = R$ 10.12 US$ 7.00 = R$ 11.80 US$ 8.00 = R$ 13.49 US$ 9.00 = R$ 15.17 US$ 10.00 = R$ 16.86 US$ 11.00 = R$ 18.55 US$ 12.00 = R$ 20.23 US$ 13.00 = R$ 21.92 US$ 14.00 = R$ 23.60 US$ 15.00 = R$ 25.29 >>> Está quase linda. Falta só consertar o degrau que acontece entre a linha do 9 e do 10. No marcador de posição você também pode colocar um número à esquerda do ponto para definir a largura total do espaço que será reservado. Na faixa de preços de 4 a 15, os maiores valores tem cinco caracteres de comprimento (incluindo o ponto decimal), por isso vamos usar '%5.2f'. Agora podemos fazer uma versão bem melhor da tabela: >>> for p in range(4,16): print 'US$ %5.2f = R$ %5.2f' % (p,p*d) US$ 4.00 = R$ 6.74 US$ 5.00 = R$ 8.43 US$ 6.00 = R$ 10.12 US$ 7.00 = R$ 11.80 US$ 8.00 = R$ 13.49 US$ 9.00 = R$ 15.17 US$ 10.00 = R$ 16.86 US$ 11.00 = R$ 18.55 US$ 12.00 = R$ 20.23 US$ 13.00 = R$ 21.92 US$ 14.00 = R$ 23.60 US$ 15.00 = R$ 25.29 >>> Entendendo melhor o for Como você percebeu, no comando for tudo aquilo que aparece após os sinal ":" é repetido várias vezes, uma vez para cada item da lista de valores indicada após a palavra in. Mas os comandos a serem repetidos podem ser vários, e na maioria das vezes não são escritos na mesma linha que o for, como temos feito, mas sim em linhas subseqüentes. O comando for é algo que chamamos de "estrutura de controle", que serve para determinar a forma de execução de um comando ou de uma seqüência de comandos, às vezes chamada de um "bloco". Em outras linguagens, os blocos são delimitados por marcadores especiais. Java, Perl e C++ usam os sinais { e } para este fim. Pascal e Delphi usam as palavras BEGIN e END. Além desses marcadores exigidos pelas linguagens, os programadores usam também o recurso da endentação, ou seja, o recuo em relação à margem esquerda, para tornar mais fácil a visualização da estrutura do programa. Veja este exemplo em Perl: Perl for ($i = 0; $i < 5; $i++) { $v = $i * 3; print "$v\n"; } Atenção: isto é Perl, e não Python. Aqui, os comandos $v = $i * 3; e print "$v\n"; formam o bloco que está sobre o controle do comando for, ou seja, os dois comandos serão executados repetidamente. O programa equivalente em Python é escrito assim: >>> for i in range(5): ... v = i * 3 ... print v Em nossa opinião, o código em Python é bem mais legível. Para sinalizar quais comandos fazem parte do bloco que está sob o controle do for, apenas a endentação é utilizada. Se você está usando o IDLE, esse recuo acontece automaticamente quando uma linha de comando termina com o sinal ':', que em Python sempre indica o início de um bloco. No interpretador Python invocado a partir da linha de comando no DOS ou em UNIX, a endentação não é automática. Você precisa digitar ao menos um espaço em branco para evitar uma mensagem de erro como essa: >>> for i in range(5): ... print i File "", line 2 print i ^ SyntaxError: invalid syntax Note que o interpretador está reclamando de sintaxe inválida, e apontando (^) para a primeira palavra do bloco que deveria estar recuado. Veja a mesma coisa, com a segunda linha recuada com a tecla [TAB]: >>> for i in range(5): ... print i ... 0 1 2 3 4 >>> Já deve ter ficado claro porque era preciso teclar [ENTER] duas vezes depois do for nos exemplos anteriores: é que, no modo interativo, o interpretador Python espera uma linha em branco para sinalizar o final de uma série de comandos que formam um bloco dentro de uma estrutura de controle. Agora que entendemos o conceito de bloco, podemos enfeitar ainda mais a nossa tabela colocando um segundo comando print dentro do nosso for: Veja este exemplo: >>> for p in range(9,13): ... print 'US$ %5.2f = R$ %5.2f' % (p, p * d) ... print '-' * 20 ... US$ 9.00 = R$ 15.17 -------------------- US$ 10.00 = R$ 16.85 -------------------- US$ 11.00 = R$ 18.54 -------------------- US$ 12.00 = R$ 20.22 -------------------- >>> A outra face do % Antes de encerrar este capítulo, vale a pena contar que, assim como o + e o *, o operador '%' também tem dupla personalidade. Quando aplicado sobre dois números, que podem ser inteiros ou floats, o '%' retorna o resto da divisão inteira do primeiro pelo segundo. Veja só: >>> 6 % 3 0 >>> 7 % 3 1 >>> 8 % 3 2 >>> 9 % 3 0 >>> Explicando: 6 / 3 dá 2, e o resto é 0; a divisão inteira de 7 / 3 também dá 2, mas o resto é 1. Esta operação é chamada de "modulo" em inglês. Sua principal utilidade é determinar se um número é múltiplo de outro. Nos exemplos acima, o resultado de 6 % 3 e 9 % 3 é zero, porque 6 e 9 são múltiplos de 3. No próximo capítulo vamos começar a elaborar programas mais extensos. O modo interativo, que temos usado até agora, vai continuar sendo útil para testarmos novas idéias e observar o comportamento de funções e módulos do Python rapidamente. Mas, a partir da próxima sessão, vamos começar a gravar nossos programas para uso posterior, em vez de digitá-los diretamente no interpretador. E vamos também descobrir como solicitar informações do usuário, de forma que os programas possam ser utilizados por pessoas que não sabem programar e preferem ficar longe de um interpretador interativo. Vou estar postando 1 Capitulo por dia para não ter problemas com flood.
  6. Capítulo 0 Porque aprender a programar? A razão fundamental, que nos motivou a produzir este tutorial, é uma só: programar é divertido. É claro que nem todo mundo vai concordar com isso, assim como muita gente não acha graça nenhuma em jogar xadrez ou explorar cavernas. Ao contrário do xadrez e da espeleologia, a programação também é uma habilidade que tem forte demanda no mercado de trabalho. Mas a dura realidade é que somente com centenas ou milhares de horas de experiência programando é que você estará apto a incluir essa disciplina em seu currículo e se dar bem em uma entrevista de emprego. Portanto nosso objetivo aqui é bem mais modesto do que transformar você em um programador profissional. O que estamos te oferecendo é uma introdução suave a esse tópico fascinante. Ao final, esperamos que você descubra se tem a vocação e a motivação necessárias para criar softwares, como hobby ou profissão. Antes de começar, apenas um aviso: o prazer de construir um programa pode causar dependência psicológica. Não é apenas por dinheiro que programadores do mundo inteiro varam noites escrevendo código. Material necessário Para acompanhar esse tutorial você precisará de um computador qualquer onde tenha instalado um interpretador da linguagem Python. Em quase todas as versões modernas de Linux e Mac OS X o interpretador Python já vem instalado (experimente abrir um console e digitar "python"). Na página http://www.python.org/download/ você encontra links para baixar o interpretador adequado para o seu computador. No caso do Windows, o instalador .msi da versão atual do Python tem cerca de 11 MB. Capítulo 1 Abrindo e fechando o interpretador A melhor forma de aprender a programar é usando um interpretador em modo interativo. Dessa forma você pode digitar comandos linha por linha e observar a cada passo como o computador interpreta e executa esses comandos. Para fazer isso em Python, há duas maneiras: 1-executar o interpretador em modo texto (chamado "Python (command line)" no Windows, ou simplesmente python no Linux) 2-usar o IDLE, que é um ambiente baseado em janelas. Se você usa Windows, escolha o IDLE para começar a acompanhar esse tutorial. O IDLE também está disponível para a plataforma Linux (algumas distribuições colocam o IDLE em um pacote separado do pacote do Python). Seja qual for o interpretador que você escolheu, ao executá-lo você verá uma mensagem com informações de copyright mais ou menos como essa: Python 2.5.1 (r251:54863, Oct 5 2007, 13:50:07) [GCC 4.1.3 20070929 (prerelease) (Ubuntu 4.1.2-16ubuntu2)] on linux2 Type "help", "copyright", "credits" or "license" for more information. >>> O símbolo ">>>" exibido pelo interpretador é o que os americanos chamam de "prompt", que alguns traduzem por "aviso", mas nós vamos chamar de "deixa" (em teatro, o termo "prompt" é a deixa que indica ao ator a hora de dizer ou fazer algo; em computação, o prompt informa o usuário que o sistema está pronto para receber um novo comando). Para sair do interpretador você pode fechar a janela do IDLE, ou teclar [CTRL]+[D] (no IDLE ou no interpretador em UNIX) ou [CTRL]+[Z] e então [ENTER] (no interpretador DOS). Uma calculadora melhor Vamos então aproveitar a deixa e escrever algo. Experimente escrever uma expressão aritmética bem simples, como 2+2: >>> 2+2 4 >>> A resposta é reconfortante: para Python, 2+2 é igual a 4. Você pode experimentar outras expressões mais complexas, mas é bom saber que os quatro operadores básicos em Python (e em quase todas as linguagens modernas) são esses: + adição - subtração * multiplicação / divisão Em Python, assim como na linguagem C, os números inteiros têm um tratamento especial. Isso fica evidente quando fazemos uma divisão: >>> 7/2 3 >>> Em vez de 3,5, o resultado foi 3. Isso acontece sempre que todos os números de uma expressão são inteiros. Neste caso, Python imagina que se deseja um resultado inteiro também (esse comportamento estranho às vezes é conveniente em programação). Se você quiser operar com números decimais, deve usar o ponto e não a vírgula como separador decimal: >>> 7.0/2 3.5 >>> 7/2.0 3.5 >>> 7/2. 3.5 >>> Note que basta digitar um ponto após o número. O computador não consegue lidar com números do conjunto dos reais, mas apenas com uma aproximação chamada "número de ponto-flutuante" (porque o ponto decimal pode aperecer em qualquer posição do número). Ao lidar com ponto-flutuante, às vezes vemos resultados estranhos: >>> 2.4 * 2 4.7999999999999998 >>> O resultado não deveria ser 4.8? Deveria, mas antes de ficar revoltado note que a diferença foi muito pequena. Acontece que o sistema de "ponto-flutuante" padrão IEEE-754 usado em quase todos os computadores atuais tem uma precisão limitada, e Python não esconde este fato de você, programador. O problema não está na conta, mas na própria representação interna do valor 2.4: >>> 2.4 2.3999999999999999 Para exibir valores de ponto-flutuante para um usuário sem assustá-lo, use o comando print: >>> print 2.4 * 2 4.8 >>> Você pode digitar espaços entre os números e operadores para fazer uma expressão longa ficar mais legível. Veja esse exemplo: >>> 1 + 2 * 3 7 >>> Note que o interpretador Python é mais esperto que uma calculadora comum. Ele sabe que a multiplicação deve ser efetuada antes da adição. Se você teclar a mesma expressão em uma calculadora qualquer obterá o resultado 9, que é incorreto. Em Python, se você realmente deseja efetuar a soma antes da multiplicação, precisa usar parênteses: >>> (1 + 2) * 3 9 >>> Ao contrário do que você aprendeu na escola, aqui os símbolos [] e {} não servem para agrupar expressões dentro de outras expressões. Apenas parênteses são usados: >>> ( 9 - ( 1 + 2 ) ) / 3.0 2.0 >>> ( 9 - 1 + 2 ) / 3.0 3.33333333333 >>> DICA: Se você escrever algo que o interpretador não reconhece, verá na tela uma mensagem de erro. Não crie o mau hábito de ignorar essas mensagens, mesmo que elas pareçam difíceis de entender num primeiro momento. A única vantagem de cometer erros é aprender com eles, e se a preguiça o impedir de ler as mensagens, seu aprendizado será bem mais lento. Veja aqui como decifrar as mensagens de erro do Python. Como ler uma mensagem de erro A dura realidade é que um programador profissional passa boa parte de sua vida caçando erros, e por isso é fundamental saber extrair o máximo de informações das mensagens resultantes. A essa altura você talvez já tenha provocado um erro para ver o que acontece. Vamos fazer isso agora, e aprender a ler as mensagens resultantes. Pode parecer perda de tempo, mas é importantíssimo saber interpretar as mensagens de erro porque a melhor forma de aprender a programar é experimentando, e ao experimentar você certamente vai provocar muitos erros. Como exemplo, vamos digitar uma expressão aritmética sem sentido: >>> 7 + / 2 File "<stdin>", line 1 7 + / 2 ^ SyntaxError: invalid syntax >>> O interpretador indica o local de erro em vermelho no IDLE, ou com o sinal ^ no console. Nos dois casos a última linha contém as informações mais importantes: SyntaxError: invalid syntax. A primeira parte, SyntaxError é o tipo do erro, e após o sinal de ":" vem a descrição: erro de sintaxe inválida. No console a primeira linha da mensagem de erro indica em a linha do seu código onde ocorreu o problema. No modo interativo essa informação pouco útil, mas quando fizermos programas extensos será muito bom saber exatamente em qual linha está a falha. Agora vamos provocar um outro tipo de erro: >>> 1.5/0 Traceback (most recent call last): File "<stdin>", line 1, in <module> ZeroDivisionError: float division >>> Novamente, a parte mais importante é a última linha, que nesse caso é bem fácil de entender: ZeroDivisionError: float division, ou "erro de divisão por zero em divisão de ponto-flutuante". Conversor de dólares Digamos que você tem uma loja de discos importados, e precisa constantemente converter dólares em reais. O valor do dólar para venda em 20/05/1999 é de 1.686. Para converter US$9,95 e US$11,95 em reais você pode digitar: >>> 9.95 * 1.686 16.775699999999997 >>> 11.95 * 1.686 20.147699999999997 >>> Mas há uma forma melhor: em vez de digitar o valor 1.686 o tempo todo, você pode armazenar esse valor na memória do computador, assim: >>> d = 1.686 >>> Note que o interpretador não respondeu nada (a menos que você tenha cometido um erro), mas ele guardou o número em uma posição de sua memória, e associou o símbolo "d" a essa posição. Agora, fica mais confortável converter dólares em reais: >>> 9.85 * d 16.607099999999999 >>> 11.95 * d 20.147699999999997 >>> 5 * d, 7 * d, 9 * d (8.4299999999999997, 11.802, 15.173999999999999) >>> No último caso, convertemos de uma vez só os valores 5, 7 e 9 em dólares. Para um resultado mais apresentável, use o comando print: >>> print 5 * d, 7 * d, 9 * d 8.43 11.802 15.174 >>> E se a cotação do dólar mudou para 1.61? Basta armazenar o novo número e refazer os cálculos: >>> d = 1.61 >>> print 5 * d, 7 * d, 9 * d 8.05 11.27 14.49 >>> Você precisa digitar a linha mais longa de novo. No IDLE, clique sobre a linha que digitamos no exemplo anterior e tecle [ENTER]. A linha será reproduzida na última deixa, e bastará um novo [ENTER] para processá-la. No console, teclando a seta para cima você acessa o histórico de comandos. Tabela de preços em dólares e reais Agora vamos mostrar como o interpretador Python é muito mais poderoso que uma calculadora. Imagine que em sua loja de discos importados você tem um balcão de ofertas com discos de $4 até $9. Se quisesse fazer uma tabela de preços em reais você poderia digitar: >>> print 4*d, 5*d, 6*d, 7*d, 9*d 6.44 8.05 9.66 11.27 14.49 >>> Mas isso é um tanto chato e repetitivo. Em programação, sempre que você fizer algo repetitivo é porque não encontrou ainda a melhor solução. Lidar com séries de números é uma atividade comum, e Python pode ajudar muito nesses casos. Digite o seguinte: >>> lista = [5,6,7,8,9] >>> Aqui nós criamos uma lista de preços na memória do computador e associamos o nome "lista" a esses dados. Em seguida, digite o seguinte (você terá que teclar [ENTER] duas vezes ao final dessa linha; depois saberá porque). >>> for p in lista: print p * d 8.05 9.66 11.27 12.88 14.49 >>> Aqui nós instruímos o interpretador a fazer os seguintes passos: - para cada item sucessivo da lista: - associe o nome p ao item da vez - exiba o valor de p * d Agora digamos que você tem discos com valores de 4 a 15 dólares. Você poderia digitar a lista de novo, mas a coisa começa a ficar repetitiva novamente. Há uma forma melhor. A linguagem Python possui uma palavra chamada "range" que serve para gerar faixas de números. Vamos usar essa palavra. Digite: >>> range <built-in function range> >>> Quando você digita o nome de uma função sem fornecer dados, Python limita-se a dizer a que se refere o nome. Nesse caso: "built-in function range", ou função embutida range. Isso quer dizer que a palavra range é o nome de uma função, um tipo de comando que produz resultados a partir de dados fornecidos. E trata-se ainda de uma função embutida, ou seja, incluída no próprio interpretador (a maioria das funções da linguagem Python não são embutidas, mas fazem parte de módulos que o programador precisa chamar explicitamente; isso será explicado depois). Acabamos de dizer que uma função "produz resultados a partir de dados fornecidos", então vamos fornecer algum dado para ver que resultados a função range produz. Digite "range(5)" e veja o que acontece: >>> range(5) [0, 1, 2, 3, 4] >>> Quando apenas um dado N é fornecido, range gera uma lista de N números, de zero até N-1. É um comportamento um pouco estranho, mas útil em programação (o primeiro item de uma série, na maioria das linguagens, é o item número zero; isso será discutido mais profundamente quando aprendermos mais sobre listas). Agora digamos que eu queira uma sequência a partir de 2, e não zero. Digite: >>> range(2,5) [2, 3, 4] >>> Agora para obter a lista de valores de discos podemos digitar: >>> range(4,16) [4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15] >>> E usando o comando for, calcular de uma só vez todos os valores convertidos: >>> for p in range(4,16): print p * d 6.44 8.05 9.66 11.27 12.88 14.49 16.1 17.71 19.32 20.93 22.54 24.15 >>> Mas o ideal mesmo era ter os valores em dólares e reais lado a lado. Isso é fácil: >>> for p in range(4,16): print p, p * d ... 4 6.44 5 8.05 6 9.66 7 11.27 8 12.88 9 14.49 10 16.1 11 17.71 12 19.32 13 20.93 14 22.54 15 24.15 >>> Resumindo o que foi feito até aqui, com apenas duas linhas de código em Python, você pode gerar tabelas de conversão de qualquer tamanho. Experimente: >>> d = 1.686 >>> for p in range(50,150): print p, p * d Parabéns, você acaba de construir seu primeiro programa! Porquê Python Toda programação de computadores é feita através de uma ou mais linguagens de programação, portanto não é possível aprender a programar sem aprender ao menos uma linguagem de programação. Nossa meta não é mostrar como se programa em uma linguagem específica, mas sim como se programa de uma forma geral. Ou seja, a linguagem para nós será um veículo, e não o destino. Mesmo assim, pensamos bastante antes de escolher uma linguagem para este tutorial, e optamos por Python. Centenas de linguagens já foram criadas desde que o computador eletrônico foi inventado nos anos 40. Algumas já são línguas mortas. Outras, como C++ e Java, são peças fundamentais no desenvolvimento da economia digital. No entanto, a complexidade dessas duas linguagens nos motivou a descartá-las, e focalizar o universo das chamadas linguagens de "scripting", que são mais simples e se prestam a um estilo de programação exploratória, mais sintonizado com um tutorial como esse. As três linguagens de scripting mais populares atualmente são !PHP, JavaScript e !VBScript. Todas são utilizadas na construção de web-sites dinâmicos, mas praticamente não têm aplicação fora desse domínio, e por isso foram descartadas. É que, embora seja nosso objetivo abordar também esse tópico, achamos que é complexo demais para começar, especialmente devido à dificuldade de se diagnosticar erros de programação em páginas dinâmicas. Escolhemos Python porque é uma linguagem muito versátil, usada não só no desenvolvimento Web mas em muitos outros tipos de aplicação. Python roda nos servidores de mega-sites como Google e YouTube, nos clusters de computação gráfica da Industrial Light & Magic, em laboratórios da NASA e da farmacêutica AstraZeneca, e em games como Civilization IV e EVE-Online. O nome "Python" é uma homenagem ao grupo humorístico inglês Monty Python, adorado por geeks de todo o mundo, mas pela pequena amostra de usuários citados, não é uma linguagem de brinquedo. Apesar de sua sintaxe simples e clara, Python oferece os seguintes recursos disponíveis também em linguagens mais complicadas como Java e C++: programação orientada a objetos (incluindo herança múltipla, conceito apenas parcialmente presente em Java) exceções, um moderno mecanismo para o tratamento de erros módulos, uma forma inteligente de acessar e organizar código a ser reutilizado coleta de lixo automática, sistema que elimina os erros causados pelo acúmulo de dados inúteis na memória do computador (característica presente também em Java, mas não em C++) recursos avançados de manipulação de textos, listas e outras estruturas de dados possibilidade de executar o mesmo programa sem modificações em várias plataformas de hardware e sistemas operacionais (difícil de se conseguir em C++) Em resumo, Python nos oferece uma sintaxe tão simples quanto PHP ou VBScript, mas é mais versátil do que elas. E permite explorar vários recursos de Java e C++ de uma forma mais acessível. Por esses motivos acreditamos que seja a melhor escolha para quem quer começar a programar hoje.
  7. Bom tópico, vai ajudar muita gente que tem interesse em fazer live-stream
  8. Bom tópico, agora vou poder guardar minhas coisas em segredo sem correr risco de ninguém ver.
  9. QUERO TODOS OS MEUS WC EM POSTS EDIT1: vou esperar ajuntar 4k EDIT2: Já tenho 4k pode vender
  10. Eu tinha um jogo no meu antigo pc que era um jogo de luta, tinha varios bonecos que tinha poderes uns diferentes dos outros, você escolhia o seu e caia em um local aleatório e tinha que lutar com uns inimigos, você bebia leite ai seu boneco ficava foda, tinha como pegar as armas (taco, faca etc...) que caia no chão, porem não tenho mais achado ele, se alguém conhece tem como falar o nome dele ? Não era de navegador, era baixavel. Eu tenho uma imagem mas mesmo assim n achei http://prntscr.com/gamkk6
  11. #luto ate a próxima vida meu amigo, descanse em paz
  12. Conversar com estranhos pode ser difícil, inclusive se você estiver em um encontro ou conhecendo gente nova em uma festa. Como saber sobre o que falar? Prepare assuntos divertidos e interessantes com antecedência e ouça os outros com atenção para poder ficar (e fazer com que todo mundo fique) à vontade. Método1 Aprendendo a bater papo 1 [1] Não se sinta mal ou superficial por conversar sobre amenidades. A conversa fiada também é importante! 2 [2] Por exemplo, talvez você não deva falar sobre política em um evento do trabalho, mas esse tipo de conversa é apropriado para um evento de angariação de fundos para um candidato. Da mesma forma, é provável que você não deva "falar de negócios" na festa de um amigo, mas possa fazê-lo em um evento de trabalho. Em geral, é uma boa ideia: Considerar o elemento em comum que trouxe você e seu interlocutor para o evento (o trabalho, um amigo, um interesse mútuo). Evitar assuntos controversos não relacionados ao evento. Ser educado e casual. [*] 3Uma pergunta aberta não pode ser respondida com um simples "sim" ou "não", porque exige uma resposta mais profunda e pessoal. Fazer perguntas simples e básicas sobre a vida da pessoa com quem estiver conversando permitirá que você a conheça sem ultrapassar nenhum limite. Como regra geral, qualquer informação solicitada durante a criação de um perfil online está valendo. Em que cidade você nasceu? Você gostava de lá? Onde você trabalha? Como é seu dia típico no trabalho? O que você achou desse filme? Que tipo de música você ouve? Quais são suas cinco bandas preferidas? Você gosta de ler? Quais são os três livros que você levaria para uma ilha deserta? [*] 4 5 [3] Esse assunto deixará seu interlocutor à vontade e talvez ele até retribua o favor, perguntando sobre seus interesses. Quem é seu autor, ator, músico ou atleta favorito? O que você gosta de fazer para se divertir? Você sabe cantar ou tocar algum instrumento musical? Você pratica algum esporte ou algum tipo de dança? Quais são seus talentos secretos? [*] 6 [4] Para puxar assunto, tente encontrar um tema pelo qual você dois tenham interesse em vez de apelar para insultos ou críticas. Por exemplo, em um jantar, não comece uma conversa falando sobre o quanto você odiou a sopa: em vez disso, diga o quanto gostou da sobremesa. Evitar debates com a outra pessoa também é uma boa ideia. Compartilhe seus pensamentos com respeito sem recorrer à negatividade.[5] [*] 7 8 [6] Uma atitude relaxada fará com que a outra pessoa fique à vontade — e isso a deixará mais receptiva. Sorria, ouça com atenção e demonstre preocupação com o bem-estar dos outros. [*] 9 [7] É importante que as perguntas sejam relevantes e que você não direcione o foco da conversa para si mesmo. [8] Você poderia perguntar coisas como: "Por que você gosta de tal (esporte, programa de televisão, filme, banda, etc.)?" "Eu também gosto dessa banda! Qual seu álbum favorito deles?" "Por que você se interessou por tal coisa?" "Nunca viajei à Islândia. Quais atrações turísticas você recomendaria por lá?" [*] 10 [9] Por exemplo, diga: "Talvez devêssemos parar de falar de política e mudar de assunto." "Este assunto é complicado, mas eu duvido que vamos conseguir resolvê-lo aqui. Talvez devêssemos deixá-lo para outra hora?" "Esta conversa me lembra de (um assunto mais neutro)." [*] 11 [10] Aqui estão alguns exemplos de elogios: "Gostei muito dos seus brincos. Posso perguntar onde você comprou?" "O prato que você trouxe para a festa estava delicioso. Onde você encontrou aquela receita?" "O futebol é um esporte extenuante, você deve estar em ótima forma!" Você também pode falar bem do anfitrião do evento, especialmente se vocês dois o conhecerem bem.[11] [*] 12 [12] Encontre um equilíbrio entre descobrir pontos em comum e demonstrar curiosidade sobre as coisas novas. Por exemplo, se vocês dois jogam tênis, pergunte que tipo de raquete a outra pessoa prefere. Se você joga tênis e ele joga xadrez, pergunte como os torneios de xadrez funcionam e se eles são muito diferentes dos torneios de tênis. [*] 13 [13] Tente dividir a conversa em partes iguais para garantir que todos se sintam valorizados. [*] 14 [14] Fique atento às notícias, à cultura popular, às artes e aos esportes. Assim, será fácil iniciar conversas que sejam interessantes e envolventes para várias pessoas. Os assuntos relacionados a eventos atuais incluem: O desempenho de um time de futebol local. Um evento local importante (como um concerto, desfile ou jogo). Novos filmes, livros, concertos e álbuns musicais. Notícias importantes. [*] 15 [15] Não force seu humor nos outros, incorpore-o na conversa de forma educada e simpática. No entanto, é importante que o humor não se baseie em insultos, sarcasmo excessivo e humor escatológico. Esse tipo de humor pode ser desagradável para algumas pessoas. [*] 16 [16] Embora ser espirituoso, engraçado e interessante ajude, não fique preocupado em atender a essas altas expectativas. Apenas seja uma versão agradável e amigável de si mesmo. Por exemplo, em vez de fingir ser um especialista em viagens pela Espanha, diga simplesmente: "Ah! Nunca fui à Espanha. O que você mais gosta de fazer lá?". [*] 17 [17] Se tudo o que você sabe sobre Monet é o que aprendeu na escola, fique à vontade para compartilhar o que sabe e aprender mais com as pessoas mais experientes. [*] 18 [18] Ela estava se preparando para um projeto grande no trabalho ou para uma competição esportiva? Ela falou dos filhos ou do cônjuge? Se você demonstrar que prestou atenção em uma conversa anterior, seu interlocutor se sentirá grato e talvez se abra mais a partir deste momento. [*] 19 [19]Mencione-as para a outra pessoa, como forma de puxar assunto. [*] 20 [20] Lembre-se de que uma conversa bem-sucedida não precisa ser longa, os bate-papos curtos e amigáveis também são importantes. Algumas formas educadas de encerrar uma conversa incluem: "Foi um prazer conhecê-lo! Deixarei que você tenha a chance de conversar com outras pessoas." "Foi um prazer falar com você sobre "x". Espero encontrá-lo novamente." "Eu acho que preciso cumprimentar meu amigo (anfitrião ou chefe). Adorei conhecê-lo!" FONTE: http://pt.wikihow.com/Encontrar-um-Assunto-para-Conversar
  13. Puta merda, é ela mesmo ?????
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