Em jogos que misturam modos solo e multiplayer, é comum a comunidade achar que todo mundo joga da mesma forma. No caso de Blood Bowl 3, muita gente acreditava que quase ninguém jogava contra a inteligência artificial pelas táticas rudimentares da máquina, mas os dados reais mostram o contrário. Segundo o programador Mathieu Valero, da Cyanide, entre 70% e 80% de todas as partidas disputadas no jogo foram no modo solo nas Eternal Leagues. Essa informação surgiu enquanto a equipe comentava sobre a chegada de Warhammer Blood Bowl, jogo que vai substituir a versão atual. Valero foi direto ao ponto sobre os erros do passado, reconhecendo que o lançamento de Blood Bowl 3 foi uma bagunça e afirmando que o estúdio praticamente não tinha uma IA antes, mas agora finalmente desenvolveu uma de verdade. A nova máquina funciona melhor com habilidades confiáveis como Guard e Block, oferecendo partidas muito mais competitivas sem tentar inventar combos complexos demais. Além dos confrontos contra o computador, a interface do jogo também passou por uma reformulação pesada. Os menus antigos davam muito trabalho de navegação e desperdiçavam espaço na tela inicial, que agora conta com blocos personalizáveis. O jogador poderá, por exemplo, fixar competições em andamento direto na página principal para não se perder em submenus. A nova edição será lançada sob a publisher Slitherine e funcionará como um upgrade totalmente gratuito para quem já comprou Blood Bowl 3, com previsão de lançamento oficial até o final deste ano.
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