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  1. Bactérias "alquimistas" transformam ouro líquido em sólido. Quem nunca pensou em transformar algo "inútil" em Ouro? Pois é, de acordo com uma notícia publicada pelo site Science Daily, um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan descobriu que as bactérias da espécie Cupriavidus metallidurans possuem poderes “alquímicos”, sendo capazes de transformar o cloreto de ouro — que apresenta a forma líquida — em um sólido de 24 quilates. Segundo a publicação, o cloreto de ouro é uma substância extremamente tóxica encontrada na natureza que não possui nenhum valor econômico. Contudo, através de um processo conhecido como alquimia microbiana, os pesquisadores conseguiram transformar esse composto no cobiçado metal precioso, graças à ação de bactérias. Os cientistas descobriram os poderes “mágicos” da Cupriavidus metallidurans ao expor esses organismos a grandes quantidades de cloreto de ouro, observando que, além de serem capazes de sobreviver à toxicidade da substância, as bactérias produziram uma pepita em apenas uma semana. Fonte: Science Daily, Universidade de Michigan e Tecmundo.
  2. Sabe aquela nuvem branca artificial que às vezes é produzida em festas e outros eventos? Conhecida como gelo-seco, essa fumaça é criada quando o dióxido de carbono congelado — que se forma a temperaturas de –125 °C — entra em contato com o ar, passando do estado sólido para o gasoso sem passar pelo estado líquido. Entretanto, de acordo com uma notícia publicada pela NASA, a sonda espacial MRO encontrou fortes evidências de que em Marte neva gelo-seco. Segundo os cientistas, esse é o único local no nosso Sistema Solar onde ocorrem tempestades de dióxido de carbono em estado sólido de que se tem notícia até o momento. Flocos de neve A sonda registrou imagens de nuvens contendo dióxido de carbono em forma de neve no polo sul do Planeta Vermelho e, de acordo com os dados coletados, essas formações são grandes e densas o suficiente para causar a precipitação dos flocos e posterior acúmulo sobre a superfície. Agora, pense nas possibilidades! Caso algum dia os humanos realmente cheguem a estabelecer bases para colonizar Marte, já sabemos que, além de fazer sandboard nas suas inúmeras dunas, também poderíamos nos divertir com esportes de inverno! Fonte: Tecmundo.
  3. Os mamutes foram extintos há milhares de anos, e já faz algum tempo que cientistas de todo o mundo estão em busca de células preservadas o suficiente para obter o material genético necessário para clonar esses animais. E, de acordo com uma notícia publicada pelo El Mundo, pesquisadores russos anunciaram a descoberta de células de mamute em bom estado de conservação que poderiam permitir a obtenção do DNA desses animais para decodificação e posterior clonagem. [h=2] [/h][h=2]Um passo adiante[/h] Segundo a publicação, os pesquisadores conseguiram encontrar uma abundante quantidade de material — medula óssea, pelos e tecidos adiposos e moles — na República de Yakutia, na Sibéria, localizada a quase 100 metros de profundidade. Os russos já haviam firmado um acordo com um famoso — e controverso — cientista sul-coreano para dar início aos trabalhos de restauração de células de mamute, e a descoberta desse material em bom estado de conservação pode significar um enorme passo no sentido de trazer esses gigantescos animais de volta à vida. Fonte: Tecmundo.
  4. Um estudo sugere que duas novas espécies de caranguejos, que vivem em regiões abissais, podem ter a capacidade de distinguir algumas cores utilizando fotossensibilidade ultravioleta. A descoberta foi publicada recentemente na revista científica “Journal of Experimental Biology” e o mesmo artigo também aponta que a maioria das criaturas que vivem em grandes profundidades não consegue enxergar nenhuma das cores. A principal fonte de alimentação dos animais abissais são os plânctons e os corais. No entanto, estes últimos são venenosos para os caranguejos, que precisam necessariamente de uma maneira para poder diferenciar um do outro. Uma das espécies vive a mais de 800 metros de profundidade, onde não há sequer sinais de qualquer tipo de luz. Então, a habilidade que o crustáceo tem de captar “imagens” no escuro o ajuda a distinguir o que pode ser uma potencial refeição do que é prejudicial para si próprio. Isso é o que permite que os animais consigam sobreviver nas incríveis condições em que eles se encontram. De acordo com Sonke Johnsen, microbiologista da Duke University (EUA), a descoberta ainda não está totalmente confirmada. O cientista afirma que os indícios são muito fortes e que o próximo passo para provar a hipótese é estudar os animais em laboratório. Fonte: Tecmundo.
  5. Em julho deste ano, o mundo teve conhecimento de uma das descobertas mais importantes da Física moderna: a confirmação de uma nova partícula subatômica que, ao que tudo indica, é o famoso Bóson de Higgs. O anúncio causou um grande alvoroço na comunidade científica, pois a confirmação dessa descoberta pode mudar a Física e até fazer com que Stephen Hawking fique US$ 100 mais pobre. Agora, com a publicação dos artigos científicos do CERN no jornal Physics Letters B, a pesquisa ganha ainda mais respaldo, já que coloca seus métodos e resultados ao crivo de todos. Até o momento, pesquisadores do mundo todo atestam que os resultados são válidos e que a descoberta é real. Se em julho havia a chance de um em 3,5 milhões de os cálculos estarem errados, agora essa estatística fica ainda melhor: a probabilidade de a descoberta ser inválida é de uma em 300 milhões. Curiosamente, o Physics Letter B também foi o jornal em que o físico britânico Peter Higgs publicou, em 1964, o artigo que deu início à procura pelo Bóson de Higgs. Fonte: Tecmundo.
  6. Júpiter é o maior planeta do nosso sistema solar, contando com uma massa 2,5 vezes maior do que a massa de todos os demais planetas juntos. Além disso, ele conta com pelo menos 64 luas e é classificado como um gigante gasoso.O planeta possui um núcleo comprimido formado por ferro, rochas e gelo, envolvido por camadas de hidrogênio e hélio fluidos, mantidos sob uma enorme pressão — 40 milhões de vezes mais alta do que a atmosfera terrestre — e com temperaturas que chegam a mais de 15.700 graus Célsius, ou seja, mais altas do que as registradas na superfície do Sol. [h=2] Futuro “ex-gigante”[/h] Mas essa fama de “o maior planeta” e “gigante gasoso” pode acabar um dia, pois, Júpiter está encolhendo, tendo o seu tamanho reduzido em aproximadamente 2 centímetros todos os anos. Isso de deve ao fato de Júpiter irradiar mais calor do que o que recebe do Sol, e esse calor extra — equivalente à mesma quantidade recebida da nossa estrela — é gerado pela contração gravitacional, responsável por fazer com que o seu diâmetro de diminua.Além disso, algumas simulações apontaram que o próprio núcleo de Júpiter pode estar se dissolvendo, devido às extremas condições de calor e pressão encontradas nesse planeta. Desta forma, é muito provável que o gigante gasoso tenha sido muito, muito maior do que é hoje há alguns bilhões de anos. Fonte: Tecmundo
  7. Você alguma vez parou para observar se demora mais ou menos tempo para tomar a sua cervejinha dependendo do formato do copo no qual ela é servida? De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Bristol, na Inglaterra, o formato desses recipientes tem um enorme impacto na velocidade que consumimos o seu conteúdo.Os pesquisadores mediram a velocidade na qual alguns voluntários beberam suas cervejas a partir de copos com formatos variados. Os resultados apontaram que os participantes consumiam a bebida em copos retos em uma média de 13 minutos, porém quando estava em copos com formas mais arredondadas nas mãos, o conteúdo "evaporava" em menos de 8 minutos, ou seja, 60% mais depressa. [h=2] Chope, taças e tulipas[/h] Segundo os cientistas, isso provavelmente se deve ao fato de as pessoas determinarem o ritmo dos goles dependendo da velocidade na qual chegam à metade do copo. No caso daqueles com formas arredondadas — como os de chope, as taças e as tulipas, por exemplo —, fica mais difícil determinar qual é a metade do recipiente, e o autocontrole acaba sendo completamente ignorado — ou embebedado mesmo!Bem, para se certificar de que está bebendo com moderação, talvez seja uma boa você começar a prestar mais atenção nos seus copos. De qualquer maneira, depois de vários deles, fica pra lá de difícil reparar — quem dirá se lembrar — dos seus formatos, não é mesmo? Fonte: Tecmundo
  8. ​De acordo com um estudo apresentado por pesquisadores britânicos, embora os períodos em que a Terra esteve mais aquecida coincidam com aqueles de maior biodiversidade no planeta, o ritmo atual do aquecimento global é rápido demais para que o número de novas espécies que possam surgir ultrapasse o daquelas que estão sendo extintas. Segundo os pesquisadores, para que uma nova forma de vida se origine, são necessários alguns milhares de anos de evolução. Entretanto, esse lento processo não conseguirá acompanhar o atual ritmo de aumento da temperatura do planeta que, além de provocar a extinção de inúmeras espécies, fará com que a biodiversidade, em vez de aumentar como deveria, diminua no longo prazo. [h=2] Biodiversidade e aquecimento global[/h] Os pesquisadores avaliaram diversos fósseis de um determinado período geológico — em vez de seguir os métodos convencionais que consideram apenas os dados referentes ao surgimento e extinção das espécies —, trabalhando com animais marinhos invertebrados e temperaturas oceânicas superficiais ao longo de 540 milhões de anos. As análises apontaram que, enquanto as temperaturas se encontravam mais altas, a biodiversidade também era maior, ocorrendo o contrário quando as temperaturas eram mais baixas. Assim, a variação da temperatura do planeta exerce uma influência direta sobre a biodiversidade, e o ritmo dessa variação pode afetar as formas de vida existentes na Terra. Por outro lado, contradizendo as previsões dos ecologistas mais pessimistas, o estudo sugere que existe a possibilidade de que, dentro de alguns milhares de anos, o aquecimento global que estamos vivendo na atualidade seja o responsável pelo surgimento de novas espécies. Será? Fonte: Tecmundo.
  9. Se você já teve a sensação de que o tempo deu uma desacelerada ao praticar algum tipo de atividade física, você não é a única pessoa do mundo que pensa assim. Uma série de novos experimentos sugere que nossa percepção de tempo decresce vários graus enquanto estamos nos preparando para começar a praticar alguma atividade física.Os estudos foram conduzidos na University College Londons Institute of Cognitive Neuroscience, testando a hipótese da dilatação do tempo antes de esforços motores. Um dos responsáveis pelos experimentos, Dr. Nobuhiro Hagura, explicou em uma entrevista à rede BBC que jogadores de beisebol tem essa exata sensação pouco antes do momento em que a bola atinge seus tacos.Pilotos de Formula 1 também relatam sensações muito similares quando estão com seus carros a velocidades incríveis.”Por essa razão, nós achamos que durante a preparação para o esforço físico, a capacidade de processamento do cérebro ganha um aumento significativo. Assim, é possível que a quantidade de informações que entram na cabeça é aumentada, o que faz a percepção do tempo maior e mais longa”, explica Hagura.Ainda não está claro para os cientistas exatamente como esse fenômeno funciona. Os estudiosos trabalham com a tese de que as partes do cérebro, que é usada para gravar a passagem do tempo e a que prepara o corpo para os movimentos, podem estar relacionadas entre elas. Isso também ajudaria a entender a preparação de atletas de alto desempenho. Fonte: Tecmundo
  10. Cientistas da Universidade de Montreal podem ter descoberto uma nova maneira de aniquilar superbactérias mortais. De acordo com o site PhysOrg, os pesquisadores podem ter encontrado uma forma de desarmar esses microrganismos patogênicos, permitindo que o nosso próprio sistema imunológico os destrua. Segundo a publicação, o estudo focou na Brucella, uma superbactéria rara e para a qual não existe uma vacina ainda. Esses organismos utilizam uma proteína — a VirB8 — para infectar um organismo hospedeiro, e os pesquisadores descobriram um grupo de moléculas que inibe o mecanismo de ação dessas proteínas, evitando que as bactérias possam se proliferar e causar infecções. Darth Vader nu e desarmado Conforme explicou Christian Baron, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, para entender como essa nova estratégia funciona, basta imaginar as superbactérias como sendo o Darth Vader. O tratamento eliminaria a armadura e o sabre de luz do vilão, deixando-o completamente desprotegido e nu para enfrentar os guerreiros Jedi. De acordo com os pesquisadores, a nova abordagem, caso seja desenvolvida, permitirá destruir superbactérias que se tornaram resistentes aos antibióticos normalmente utilizados para tratar infecções e até mesmo aquelas que ainda não contam com tratamentos disponíveis. Fonte: TecMundo.
  11. De acordo com um estudo realizado por um grupo de astrônomos australianos, quando observado em larga escala, o Universo seria homogêneo, confirmando as teorias existentes sobre como a matéria se encontra distribuída através do espaço. Segundo a notícia publicada pelo ICRAR (International Centre for Radio Astronomy Research), os astrônomos se basearam em informações obtidas através do WiggleZ Dark Energy Survey, um mapa detalhado do Universo que apresenta a localização exata de mais de 200 mil galáxias, em um levantamento em larga escala nunca realizado anteriormente. Os astrônomos traçaram círculos imaginários ao redor de galáxias, contando quantas delas existiam dentro dessas circunferências. Depois, os pesquisadores geraram uma distribuição aleatória de pontos e contaram o número de galáxias dentro de círculos de tamanhos iguais aos desenhados anteriormente, para poder comparar os resultados. Distribuição uniforme Dessa forma, se tivéssemos uma câmera capaz de registrar o tamanho do Universo e que nos permitisse fazer um “zoom out” dele — ou seja, afastar a perspectiva —, seríamos capazes de observar que as estrelas se amontoam formando galáxias, e essas, por sua vez, se reúnem para formar agrupamentos ainda maiores. Esses grupos, por fim, também se encontram próximos o suficiente para formar superagrupamentos. Entretanto, todas essas formações, quando observadas de muito longe e em larga escala, apareceriam de forma homogênea, apresentando uma distribuição da matéria bastante uniforme e confirmando o modelo do universo criado pelos físicos com base na teoria geral da relatividade proposta por Albert Einstein. Fonte: TecMundo
  12. [video=youtube;SePL2w5f6dE] Você pode acionar legendas no vídeo. Você já teve a sensação de se sentir viciado em música? De acordo com vários estudos — e com o interessante vídeo postado pelo canal AsapSCIENCE que você pode conferir acima — essa sensação é real, e ocorre porque a música tem o poder de alterar o nosso organismo quimicamente, levando o nosso cérebro a liberar substâncias que nos fazem sentir bem. Dessa forma, assim como ocorre com algumas drogas, nossas músicas favoritas podem provocar a dilatação das pupilas e o aumento da pressão sanguínea, além de induzir a produção de dopamina, uma substância responsável pelas sensações de prazer e bem-estar. Contudo, ao contrário das inúmeras substâncias ilícitas que existem por aí e que fazem tão mal para a saúde, a música é uma espécie de droga da felicidade sem nenhum efeito colateral ou prejuízo ao organismo! Fonte: TecMundo.
  13. Uma das teorias que os cientistas disseminam é a de que a vida pode começar de diferentes maneiras e em diferentes condições. Um fator que vem para reforçar essa hipótese é o está acontecendo na Titã, uma das luas de Saturno. Nesse satélite, estão presentes todos os fatores que viabilizam o começo da vida sem água, como a presença de luz ultravioleta e *****gênio — o principal componente dessa “receita” é uma grande névoa laranja de hidrocarboneto. Além disso, foram encontradas moléculas na atmosfera dessa lua, mas elas continuam sem identificação, pois a sonda que as encontrou não tem recursos para a análise. Dessa maneira, a criação de DNA — que é um dos requisitos essenciais para vida — pode ser viabilizada, originando outros tipos de seres. Isso não acontece de uma hora para a outra e não é um fato concreto, mas há chances remotas de que aconteça. Com isso, os cientistas podem começar a entender melhor como a atmosfera planetária foi influente na formação de vida na Terra, orientando melhor o estudo em outros planetas. Fonte: TecMundo
  14. Todos já devem ter presenciado a ocorrência de raios durante alguma tempestade, vendo-os se formar nas nuvens e atingir o solo em algum lugar, de preferência bem longe de onde nos encontramos. Mas você sabia que também existem raios ascendentes, que são produzidos aqui na superfície e sobem em direção às nuvens? De acordo com uma notícia publicada pela Agência FAPESP, um desses fenômenos ocorreu neste inverno, sendo registrado pelos pesquisadores do Elat — Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) — durante uma tempestade em São Paulo. O raio partiu de uma das torres de telecomunicações localizadas no Pico do Jaraguá, subindo em direção às nuvens e propagando-se no céu. Segundo os pesquisadores, o que mais chamou a atenção nesse episódio foi a ausência de indícios de atividade elétrica na nuvem e a quase total inexistência de raios durante a tempestade, revelando, de forma inédita, que esse tipo de fenômeno também pode ocorrer independente da ocorrência de raios descendentes. Fonte: TecMundo
  15. De acordo com uma notícia publicada pelo International Business Times, uma nova família de aranhas foi descoberta na região noroeste do Pacífico, nos Estados Unidos. Segundo a publicação, o aracnídeo inédito, batizado de Trogloraptor, conta com seis olhos, além de garras que se parecem com a mandíbula de um velociraptor.Encontradas em cavernas e florestas da região do Oregon e da Califórnia, as misteriosas aranhas apresentam o tamanho aproximado de uma moeda de meio dólar e parecem gostar de se pendurar em teias simples. Família inédita Segundo os pesquisadores, a novidade fica por conta das impressionantes garras curvadas, provavelmente utilizadas para capturar as presas. E, embora pareçam apresentar certo parentesco com as aranhas da família Dysderoidea — que também conta com seis olhos —, o trabalho dos cientistas apenas começou.Os aracnólogos agora devem iniciar as pesquisas relacionadas ao comportamento da Trogloraptor, observando a aranha mais de perto em seu habitat e, quem sabe, descobrindo mais alguma criatura totalmente desconhecida pendurada em alguma teia por aí. Fonte: TecMundo
  16. Estudo realizado em Albuquerque tem o objetivo de expandir os conhecimentos da física. O que você vê na imagem acima? Muitas conclusões podem ser tiradas, afirmando que aquilo é eletricidade, uma planta exótica, entre outras coisas. Mas a verdade é que a foto está mostrando um pulso magnético absurdamente forte, capaz de acender 100 milhões de lâmpadas — e que é parte do projeto do Laboratório Nacional de Sandia. O objetivo do projeto é estudar os elementos (orgânicos ou não) que suportam uma temperatura de fusão enorme — como o tungstênio, que aguenta mais de 3 mil graus celsius. Para isso, foi desenvolvida uma máquina que emite pulsos eletromagnéticos para gerar uma pressão assombrosa. Quando ela é ligada, em uma fração de segundo uma teia de força luminosa é formada. A força da máquina é tão grande que, em 2006, um diamante foi derretido como se não fosse nada, em uma pressão que era o equivalente a 5 milhões de atmosferas. Você consegue imaginar o que isso faria com o seu dedinho? tecmundo.com.br
  17. Os avanços da ciência já permitem que médicos e pesquisadores estudem as células cancerígenas, proporcionando, inclusive, que esses profissionais monitorem o seu comportamento, esmiúcem a sua composição química, acompanhem o seu crescimento e, até mesmo, mapeiem o seu genoma. Entretanto, nenhum estudo conseguiu identificar de maneira exata o que desencadeia a formação de tumores no organismo. Contudo, de acordo com uma notícia divulgada pelo site Nature, pesquisadores de três estudos independentes conseguiram rastrear células-tronco que seriam responsáveis pela formação dos cânceres. Isso significa que os tratamentos, em vez de atuarem sobre os tumores, talvez devam se concentrar em eliminar essas células primeiro. Matando o mal pela raiz Os pesquisadores conseguiram observar em modelos animais que o surgimento de tumores parece estar relacionado a células-tronco específicas, e que a presença dessas células nos tumores é o que desencadeia o seu desenvolvimento. Porém, embora as evidências de que determinadas células-tronco possam ser as responsáveis pelo surgimento da doença sejam extremamente fortes, os pesquisadores ainda precisam identificar exatamente como esses organismos atuam. Portanto, caso os cientistas consigam determinar que essas células específicas são mesmo as responsáveis pelo surgimento de diversos tipos de câncer — ou de todos eles —, tal descoberta tem o potencial de mudar completamente a forma como entendemos e tratamos essa terrível doença. Tecmundo Nature Fonte da imagem: Thinkstock
  18. Fragmentos em rocha podem pertencer a hominídeo encontrado em 2009. Entre as partes descobertas, estão mandíbula, fêmur, costelas e vértebras. Partes do esqueleto de um ancestral humano achadas em uma rocha na África do Sul foram anunciadas nesta sexta-feira (13) por cientistas. Foi a primeira vez que um achado arqueológico foi comunicado ao vivo pela internet, como forma de atrair a comunidade científica e o público leigo. Acredita-se que os ossos, incrustados em uma rocha sólida de 1 metro de diâmetro, pertençam ao hominídeo 'Karabo', da espécie Australopithecus sediba. O exemplar foi descoberto em 2009 no sítio arqueológico de Malapa, região do país rica em cavernas e explorada desde 1935. (Dente encontrado na rocha pode ser de crânio de hominídeo descoberto em 2009.) As novas partes foram encontradas nesse mesmo local, por pesquisadores do Instituto Wits para a Evolução Humana, da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo. Há uma mandíbula, um fêmur (o maior osso do corpo humano, localizado na perna), costelas, vértebras e fragmentos de membros. Segundo o pesquisador Lee Berger, especialista em paleoantropologia, algumas partes nunca foram vistas de forma tão completas em fósseis de ancestrais humanos. Se elas realmente forem de Karabo, esse será provavelmente o esqueleto de hominídeo mais completo que existe. (Rocha de um metro de diâmetro contém fragmentos fósseis de ancestral humano.) O conteúdo da rocha foi examinado por um escaner de tomografia computadorizada e, para um observador leigo, os ossos ficam invisíveis. Em breve, um espaço deve ser construído no museu Maropeng, que abriga 13 áreas de escavação de fósseis na região, para que o esqueleto possa ser visto ao vivo ou online. Os australopitecos – do latim australis ("do sul") e do grego pithekos ("macaco") – formam um gênero de vários hominídeos extintos, bastante próximos aos do gênero Homo, ao qual pertence o homem. O Australopithecus sediba (que significa "fonte de água") viveu entre 1,78 milhão e 1,95 milhão de anos. Fonte: G1 notícias!
  19. [h=2]Dose de vírus atenuado misturou materiais genéticos e criou novas cepas. Fenômeno já causa problemas para criadores de galinhas na Austrália.[/h] Vírus utilizados na vacinação de aves misturaram seus materiais genéticos e deram origem a um novo tipo de vírus, mais agressivo que já matou um grande número de galinhas na Austrália.A vacina que levou aos efeitos adversos era contra o vírus do herpes. Ela foi feita com uma forma “atenuada” do vírus, que não é tão agressiva, mas que ainda consegue se replicar. Esse vírus, no entanto, entrou em contato com outros tipos de vírus, dando origem a um tipo que não existia. O alerta foi emitido por uma equipe de pesquisadores do país, que publicou um breve estudo com as conclusões na edição desta sexta-feira (13) da revista “Science”.O processo, na verdade, deu origem a dois novos subtipos de um vírus conhecido como ILTV. Existe uma vacina para o ILTV, mas ela não abrange os subtipos recém-criados. O resultado dessa mutação é uma epidemia com taxa de mortalidade de 17,6% das galinhas infectadas, o que já se torna um problema para os criadores australianos.É a primeira vez que uma mutação como essa, de vírus atenuados, é registrada com a vacina do vírus do herpes. A novidade deve causar grande impacto para a veterinária, pois mostra a fragilidade de um tipo de vacina bastante usado, e problemas semelhantes podem, teoricamente, voltar a ocorrer em breve.
  20. Pesquisa descobriu que sete genes de verme permaneciam inativos no espaço. Espécie de nematoide compartilha aproximadamente 55% do código genético com seres humanos. Viver no espaço poderia desacelerar o processo de envelhecimento muscular, aponta um estudo desenvolvido pela Agência Europeia Espacial (ESA), que, por sua vez, levou uma variedade de vermes à Estação Espacial Internacional para desenvolver seu experimento. A equipe de cientistas que conduziu essa pesquisa descobriu que sete genes destes nematoides permaneciam inativos no espaço, o que aparentemente teria permitido uma melhor adaptação a esse entorno. Segundo a ESA, que iniciou esse trabalho em 2004, os vermes que não tinham esses genes desativados em laboratórios conseguiam "viver mais e tinham melhor saúde no espaço". O resultado, que se mostrou surpreendente ao contrastar com o estado de fraqueza dos astronautas após viagens espaciais, fez os pesquisadores se perguntarem como poderiam reagir os músculos dos astronautas. Desta forma, eles recolheram uma mostra de André Kuipers, que estava em missão espacial até dia 1 de julho. Neste momento, os cientistas esperam o astronauta se recuperar da viagem para comparar o estado de seus músculos com o da mostra extraída de seu corpo antes de sua partida. A espécie de verme estudada, Caenorhabditis elegans, compartilha aproximadamente 55% dos genes com os seres humanos. Fonte: ultimosegundo.ig.com.br
  21. Dois estudos publicados na revista 'Science' refutam descoberta feita em 2010 de organismo que supostamente substituiria o fósforo, elemento fundamental à vida, por arsênio. A descoberta alardeada com pompa pela Nasa em dezembro de 2010 de uma bactéria capaz de substituir o fósforo por arsênio — o componente central do veneno arsênico —, que abriu a possibilidade de haver formas de vida diferentes das que conhecemos, estava errada. Dois novos estudos publicados neste domingo, na mesma revista em que foi anunciada a descoberta da Nasa — a Science —, apontam que a bactéria não consegue substituir o fósforo por arsênio e sobreviver. O trabalho original tinha notado que havia em suas amostras uma pequena presença de fósforo, mas concluiu que ela não era suficiente para fazer diferença na sobrevivência da GFAJ-1. As novas pesquisas dizem que é essa contaminação que permite seu crescimento. A bactéria GFAJ-1 é, portanto, muito terráquea, como todas as outras. A pesquisa foi duramente criticada por especialistas. A réplica padrão oferecida pela equipe da Nasa era: "Publiquem uma contestação sob a forma de um estudo científico." Foi o que aconteceu. Vida extraterrestre — A Science publicou em dezembro de 2010 o primeiro estudo, do grupo liderado por Felisa Wolfe-Simon, do Instituto de Astrobiologia da Nasa. Os pesquisadores tinham analisado a bactéria GFAJ-1, encontrada nos sedimentos ricos em arsênio do lago Mono, na Califórnia, nos Estados Unidos. Eles propuseram que o organismo era capaz de usar arsênio em seu metabolismo, substituindo o fósforo de seu DNA e de outras moléculas por pequenas quantidades do elemento. Apesar de ser tóxico para os organismos, suas propriedades químicas são similares às do fósforo. A descoberta, que chegou a ser anunciada como "bactéria extraterrestre", seria particularmente relevante por quebrar um dos principais paradigmas da vida. Todos os seres conhecidos dependem de seis elementos para existir: oxigênio, carbono, hidrogênio, *****gênio, enxofre e fósforo. A possibilidade de substituir o último por arsênio significaria que a condição básica para a existência de vida poderia ser diferente, de modo que talvez fosse possível encontrá-la em outros planetas. Fonte: veja.abril.com.br
  22. Evento ocorrerá na nossa galáxia e oferece oportunidade única de observar o comportamento de buracos negros supermassivos. [video=youtube;Pqs6ZvTaopI] De acordo com um estudo realizado pelo Observatório Europeu do Sul, uma nuvem gigante de gás deve ser engolida pelo buraco negro presente no centro da nossa galáxia em 2013. Segundo a pesquisa, se trata de uma oportunidade única para que os cientistas possam observar em tempo real como um buraco negro gigantesco devora matéria. O gigante, conhecido como Sagittarius A, vem sendo estudado e observado por astrofísicos há décadas, e o fato de que uma nuvem de gás passe a apenas 36 horas-luz — ou 40 bilhões de quilômetros, algo muito próximo em termos astronômicos — é algo de grande interesse para a comunidade científica. Colisão na nossa vizinhança De acordo com Reinhard Genzel, líder da equipe do observatório, a velocidade da nuvem — que conta com uma massa 3 vezes maior do que a da Terra — dobrou durante os últimos 7 anos, sendo atualmente estimada em 8 milhões de quilômetros por hora. Ninguém sabe ao certo como será a colisão, mas as extremidades da nuvem já começaram a se desintegrar e se espera que a nuvem se rompa completamente durante os próximos meses. Assim, de acordo com a simulação criada pelo observatório (e que você pode ver acima), conforme se aproxime do momento da colisão, a nuvem se tornará extremamente quente, o que a levará a emitir raios X como resultado da interação com o buraco negro. Este é um evento inédito que dará aos cientistas a possibilidade de observar como a matéria se comporta próxima a um buraco negro. Além disso, embora se acredite que existam buracos negros supermassivos no centro de todas as galáxias, suas origens ainda não são completamente claras. A colisão do ano que vem pode oferecer novas informações sobre esses misteriosos gigantes. Fonte: tecmundo.com.br
  23. Fragmentos de rocha chegaram à Terra há cerca de 2,5 milhões de anos. Dados levantam hipótese de que planeta poderia abrigar vida sustentável. A Terra pode deixar de ser o único planeta conhecido por concentrar grandes reservatórios de água em seu interior. Segundo um novo estudo americano feito com dois meteoritos vindos de Marte, a quantidade de água no manto do planeta vermelho pode ser maior do que estimativas anteriores e até se comparar à da Terra. A pesquisa foi feita pelo Instituto Carnegie para a Ciência, e os resultados aparecem na atual edição da revista “Geology”. Segundo o autor Francis McCubbin, atualmente na Universidade do Novo México, as evidências não impactam apenas o que se sabe sobre a história geológica de Marte, mas também têm implicações na forma como a água chegou à superfície do planeta. Os dados levantam, ainda, a hipótese de que Marte poderia abrigar vida sustentável. Os cientistas analisaram os chamados meteoritos shergottite, bastante jovens e originados por um derretimento parcial do manto marciano, camada abaixo da crosta, que se cristalizou na superfície e abaixo dela. Esses fragmentos de rocha vieram para a Terra há aproximadamente 2,5 milhões de anos e dizem muito sobre os processos geológicos enfrentados pelo planeta vermelho. Segundo o pesquisador Erik Hauri, os dois meteoritos têm histórias muito diferentes, pois um deles foi submetido a uma considerável mistura de elementos em sua formação, enquanto o outro não. Foram medidas as quantidades de água no mineral apatita e se achou pouca diferença entre as rochas, apesar dos elementos distintos. Estima-se que a fonte do manto marciano de onde as rochas partiram continha entre 70 e 300 partes por milhão de água. A título de comparação, o manto superior na Terra contém de 50 a 300 partes por milhão de água. Hauri diz que os vulcões podem ter sido o principal veículo para obtenção de água na superfície de Marte. McCubbin conclui: "Essa pesquisa não só explica como o planeta adquiriu água, mas também observa como age o mecanismo de armazenamento de hidrogênio que ocorre em todos os planetas terrestres no momento de sua formação”.
  24. País já domina as tecnologias de acoplagem e tem as capacidades básicas para construir uma estação espacial. Os três astronautas chineses que viajam na nave Shenzhou IX, lançada para o espaço no último dia 16, completaram hoje com sucesso a acoplagem manual entre o seu veículo e o módulo espacial Tiangong I. A manobra, a primeira deste tipo levada a cabo pela China, foi dada como concluída pouco antes das 12:50 (05:50 em Lisboa), indicou a agência oficial chinesa Xinhua, segundo a qual a China «já domina as tecnologias de acoplagem e tem as capacidades básicas para construir uma estação espacial». No dia 18, os três astronautas, entre os quais figura a primeira astronauta chinesa, Liu Yang, realizaram uma acoplagem com o «Tiangong I» (palácio celestial), mas na altura recorreram ao procedimento automático. O Tiangong I, embrião da futura base espacial permanente da China, acoplou já, no ano passado, por duas ocasiões, com recurso ao modo automático, com o Shenzhou VIII, contudo, a nave não era tripulada. Depois da acoplagem de hoje, os três astronautas permanecerão no módulo durante umas horas para realizar algumas experiências antes de regressar à nave Shenzhou IX (nave divina). Os taikonautas, nome pelo qual são conhecidos os astronautas chineses desde que começaram a explorar o espaço em 2003, preveem regressar à Terra na próxima terça-feira, na quarta missão tripulada do país. Com este programa, a China, terceiro país a levar um astronauta ao espaço, pretende demonstrar que está tecnologicamente equipada para trabalhar em bases permanentes no espaço, face às reticências de países como os Estados Unidos. A China planeia instalar o seu primeiro laboratório no espaço até 2016 e dispor de uma estação espacial permanente no final da década, na mesma altura em que a atual Estação Espacial Internacional será desativada. Fonte: tvi24.iol.pt
  25. Pesquisadores isolaram anticorpo contra tipo 1 em paciente de Cingapura. Doença transmitida por mosquito mata 20 mil pessoas por ano no mundo. Cientistas isolaram em um paciente de Cingapura um poderoso anticorpo capaz de "sufocar" e matar o vírus da dengue, e esperam que isso possa resultar em uma nova arma para o combate à doença. Não existe atualmente cura para a dengue, que mata 20 mil pessoas por ano, muitas delas crianças. O tratamento se restringe a combater os sintomas. O anticorpo isolado estava entre 200 mil exemplares colhidos junto a cem pacientes que tiveram a doença e se recuperaram. Ele parecia capaz de matar todas as cepas conhecidas do subtipo 1 do vírus da dengue, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (21) pela revista "Science Translational Medicine". Há quatro subtipos diferentes do vírus da dengue, doença que provoca febre e dores intensas. Lok Shee-Mei, da Escola de Pós-Graduação Médica Duke-NUS e integrante da equipe responsável pela pesquisa, disse que o anticorpo "mata o vírus da dengue antes mesmo que ele tenha a chance de infectar qualquer célula". Em experimentos com ratos, os pesquisadores viram que o anticorpo se estica sobre as proteínas superficiais do vírus, sufocando-o e isolando-o. "Quando o vírus quer infectar células, precisa respirar e se expandir, então suas proteínas superficiais passam por ligeiras mudanças (...), mas esse anticorpo se amarra às proteínas superficiais, de modo que as proteínas não conseguem mudar de forma alguma. O vírus é incapaz de contaminar", disse Lok por telefone, de Cingapura. Em comparação a outros compostos químicos que estão sendo desenvolvidos contra a dengue, o anticorpo matou mais vírus e agiu mais rapidamente, segundo Paul MacAry, autor principal do estudo, que é professor-associado de microbiologia da Universidade Nacional de Cingapura. Os pesquisadores planejam em breve realizar testes clínicos em Cingapura com o anticorpo em pessoas contaminadas com a dengue tipo 1. Enquanto isso, a equipe está vasculhando sua biblioteca e espera encontrar anticorpos igualmente poderosos, especialmente contra os subtipos 2, 3 e 4. MacAry disse que sua equipe já achou o anticorpo contra o subtipo 2, mas que ele ainda está em fase preliminar de testes. Segundo ele, "90% de toda a dengue em Cingapura é do tipo 1 ou 2. Isso significa que, dentro de seis meses a um ano, teremos dois anticorpos que nos permitirão tratar a maioria dos pacientes no país".
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