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  1. Fala gurizada, tudo certo? Tô criando esse tópico porque eu mesmo sofria com isso e só melhorei depois de mudar uma coisa simples no setup: o óculos. Sempre que jogava por mais tempo — principalmente à noite — vinha dor de cabeça, ardência nos olhos, e até o sono bagunçava. Fui pesquisar e descobri que era a exposição constante à luz azul das telas (monitor, celular, LED, tudo junto). 👉 A real é que a maioria dos gamers nem sabe que isso pode ser evitado com um óculos com lente bluecut, que filtra essa luz e reduz o cansaço ocular. Eu faço parte da Ótica Player, que nasceu com esse propósito: Cuidar da visão de quem joga e fortalecer a comunidade streamer. A gente oferece atendimento com técnico em ótica, armações estilosas e lentes de qualidade — tudo pensado pra rotina de quem vive na frente da tela. 🟢 Essa semana tá rolando R$ 149,90 de desconto nas lentes com proteção blue, usando o cupom: 🎯 PLAYERFREE 🕹️[Hidden Content] Se tu joga direto, trabalha com stream ou passa horas no PC, recomendo demais experimentar. E se tiver por aqui algum streamer ou criador de conteúdo, chama inbox ou comenta aqui. A gente tá sempre abrindo novas parcerias com quem representa o cenário de forma positiva. 💚 Tamo junto!
  2. Procedimento indicado para casos específicos tem pós-operatório complexo e custo estimado na faixa de R$ 140 mil a 240 mil Samuel Fernandes São Paulo "Todo mundo olhava e achava que eu parecia um ET." É assim que o engenheiro ambiental Daniel Stockler, 29, recorda-se dos olhares durante um dia que foi a uma praia nas festas de final de ano em 2011. O motivo para o espanto era um equipamento de metal fixado entre seu joelho e pé. O aparelho era composto de hastes que, parecidas com parafusos perfurados na perna de Daniel, saíam do membro. Elas se ligavam a outras estruturas semelhantes, mas que estavam paralelas ao seu corpo. Essas, por outro lado, eram presas a três armações que circundavam a perna dele. Além da estranheza que o aparelho provocava, ele dificultava a mobilidade de Daniel –para entrar na água, só carregado. O engenheiro ambiental Daniel Stockler, 29, em uma quadra de esporte. Ele fez uma cirurgia de alongamento ósseo e cresceu 13 cm na altura - Karime Xavier - 19.out.22/Folhapress Daniel não é um ser de outro planeta, e sim uma das pessoas no Brasil que fizeram uma cirurgia de alongamento ósseo —não há dados acerca de quantas operações do tipo são realizadas. Indicado em casos específicos, o procedimento é capaz de corrigir problemas em pacientes com alguma deformidade óssea. Uma perna maior que a outra, por exemplo. Pessoas com nanismo também se beneficiam do tratamento, já que ele causa o aumento da estatura. Em parte, esse era o caso de Daniel. Ele sabia do procedimento desde criança porque foi diagnosticado com acondroplasia, que é o desenvolvimento ósseo anormal. Por conta da condição, ele tinha 1,45 m de altura aos 18 anos. Mesmo tendo conhecimento da cirurgia antes, o engenheiro ambiental só foi tomar as primeiras medidas para realizá-la quando tinha em torno de 16 anos. Foi quando descobriu, em um evento de família, que havia a chance de fazer o procedimento pelo plano de saúde. O caso de Daniel, porém, é raro. Normalmente, os convênios não cobrem uma cirurgia de alongamento ósseo e, pelo particular, o preço é bem alto. Ricardo Girardi, ortopedista e traumatologista com enfoque em cirurgia de reconstrução e alongamento ósseo, afirma que o valor varia de R$ 140 mil a 240 mil –faixa de preço que ele também adota no seu consultório no Rio Grande do Sul. "Eu duvido que alguém cobre barato para fazer isso", diz Guilherme Gaiarsa, presidente da Asami (Associação Brasileira de Reconstrução e Alongamento Ósseo). O alto preço tem relação com a complicada técnica envolvida. No Brasil, uma das formas mais comuns é separar em duas partes o osso que passará pelo alongamento. Então, um fixador é acoplado com uma porção do equipamento para fora do corpo —fora do país, já existem modelos totalmente internos. O paciente precisa, por um período, acionar o fixador para que ele separe o osso –o normal é ter um distanciamento ósseo diário de um milímetro. O osso passa por um processo de regeneração natural que demora meses para ser finalizado por completo. Nesse meio tempo, complicações podem acontecer. Em alguns cenários, o paciente tem a regeneração do osso rápida demais. Em outros, demora muito. Às vezes, perde-se amplitude de movimento. Infecções podem aparecer, principalmente quando não ocorre a higienização adequada do fixador. Dores no pós-operatório ainda trazem bastante incômodo. "Eu operei num sábado e, durante a madrugada para domingo, eu sentia muita dor no hospital, mesmo com morfina", conta Daniel sobre a primeira cirurgia, realizada no fêmur em março de 2011. Com o passar das semanas, as complicações continuaram. Daniel não conseguia dobrar o joelho e precisou de uma cadeira de rodas para se locomover. "Eu tentei ficar de pé no quarto [do hospital], mas doía absurdamente. É uma coisa que você não aguenta." Ele ficou dependente da sua mãe e avó. Dormir passou a ser um problema porque não conseguia encontrar uma posição confortável. Passou a se alimentar menos e a saúde mental foi abalada "por causa de toda dor e estresse". Depois de um mês do procedimento, ele trocou a cadeira de rodas por um andador. Também começou a realizar fisioterapia para melhorar a mobilidade. Cirurgia de alongamento ósseo possibilita aumento da estatura de pessoas insatisfeitas com altura Tudo isso enquanto ele estava com o fixador externo em sua perna. O equipamento só foi retirado quatro meses depois da cirurgia, em julho de 2011. Já em novembro, ele passou por um segundo procedimento, agora na tíbia –osso abaixo do joelho– e ficou com o fixador até abril de 2012. O procedimento foi parecido ao anterior, só que as complicações, mais leves. Realizar o alongamento em diferentes ossos é uma forma de proporcionar uma maior estatura ao paciente. Girardi, no entanto, diz que a pessoa pode aparentar uma proporção estranha entre as partes do corpo –pernas muito longas, tronco muito pequeno. Para ele, é importante que pessoas interessadas no procedimento tenham cautela ao escolher um cirurgião. "É preciso ter cuidado com as promessas mirabolantes de alongamento." Isso porque existem impeditivos no crescimento pela cirurgia. Enquanto os ossos têm grande capacidade de prolongamento e regeneração, outros tecidos, não. Quanto mais se esticar os músculos, por exemplo, maior a chance de causar problemas. "Quando começa a ter uma tensão muscular muito grande, precisamos parar", resume Girardi. No caso de Daniel, ele "cresceu" 13 cm. Agora, o engenheiro ambiental conta com 1,58 m de altura. As dificuldades foram muitas, e ele só conseguiu ter segurança para realizar atividades físicas mais intensas, como correr, seis meses após tirar o segundo fixador externo. Antes disso, até se arriscou em andar de bicicleta ainda com o equipamento abaixo do seu joelho. "Eu tentava ter uma vida normal, não tendo." Mesmo assim, ele não se arrepende. "Tem suas dificuldades, mas acho que o resultado vale a pena." Pessoas com nanismo refutam rótulo de 'anão' e buscam mais inclusão e acesso O motivo da satisfação de Daniel não é só por causa da acondroplasia. A estética de ser mais alto foi um fator decisivo para ele se sentir satisfeito com o produto da cirurgia. Esse ponto tem relação direta com o status que a altura confere. "Existe uma aceitação social de que as pessoas dominantes são mais altas. O baixinho sempre é discriminado", diz Gaiarsa. Daniel, por exemplo, encaixa-se nessa situação, já que tinha baixa auto-estima com sua altura antes do alongamento. Em uma caraterística, no entanto, ele se difere de outros pacientes: o engenheiro ambiental fala abertamente sobre o assunto, algo um tanto raro para essas cirurgias. "A maioria dos pacientes desaparece porque se nega a falar sobre o assunto", afirma Gaiarsa. A ideia de que a altura traz benefícios sociais já foi observada em estudos. Uma pesquisa americana concluiu que, em uma carreira de 30 anos, uma pessoa com 1,8 m de altura pode ganhar cerca de US$ 166 mil a mais em comparação a outra com 1,5 m. No entanto, para Gaiarsa, existem situações em que os benefícios de ser mais alto não é bem uma verdade. "Eu vejo enormes vantagens de ser menor: você pode viajar de econômica no avião tranquilo."
  3. Silenciamento diante do medo de rompimentos se intensificou nas eleições deste ano São Paulo Após 24 horas da divulgação dos resultados do primeiro turno das eleições, o psicólogo Mário Felipe de Lima Carvalho foi procurado por três pacientes de seu consultório particular no Rio de Janeiro. Eram pessoas negras, nordestinas, duas delas mulheres, que relatavam ataques xenofóbicos no trabalho e pediam para adiantar a sessão de terapia. Outros casos vieram. Na semana seguinte, o psicólogo, que coordena o projeto de roda de escuta Vozes e Cores para pessoas LGBTQIA+ na Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), precisou organizar um encontro online sobre sofrimento político para atender a demanda. Os participantes eram universitários de até 22 anos, preocupados com o futuro, e pessoas com mais de 60, que falaram sobre filhos e netos. Uma mulher dessa faixa etária, lésbica e casada, contou que a filha adotiva, que é negra, passou a receber olhares acusatórios de vizinhos do prédio onde moram, na zona sul da cidade. "Há esse incômodo, esse medo de uma escalada na violência. Por enquanto, as queixas giram em torno de olhares, comentários, assédio moral. O receio é de que isso vire violência física. Esse assédio traz efeitos, como crises de ansiedade e medo de sair na rua", diz o professor. Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e do ex-presidente Lula fazem campanha em Brasília - Ueslei Marcelino - 13.out.22/Reuters O cenário observado por profissionais de saúde mental é o mesmo em diferentes estados do país. De um lado, pacientes se sentem ameaçados diante dos votos recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus apoiadores; de outro, pacientes se sentem ameaçados diante da possível volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Muitas pessoas estavam na expectativa de que a eleição presidencial se resolveria no primeiro turno —e essa expectativa foi quebrada. O efeito em alguns foi ansiedade e medo. Em outros, a sensação foi muito grande de exaustão e cansaço emocional que se traduziu em sonolência e estafa física", diz o psicólogo Lucas Veiga, que atende pacientes de todo o país. Os especialistas avaliam que, para muitos brasileiros, a divisão vista em 2018 –quando política virou tema de consultas– se intensificou neste pleito. "Há uma dimensão de urgência bem maior. A precarização das condições de vida associada aos efeitos psíquicos da pandemia do coronavírus formaram um caldo de cultura preocupante no que se refere à saúde mental", diz Ronildo da Silva, psicanalista e pós-graduando em Filosofia na UFPA (Universidade Federal do Pará), que presencia esse agravamento no consultório particular e na rede pública de Belém. O psiquiatra e doutor em neuropsiquiatria e ciências do comportamento pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) Tiago Queiroz afirma que, conforme o dia do pleito se aproximava, os relatos de ansiedade, preocupação e conflitos interpessoais aumentavam. "Após o primeiro turno, continuam crescendo. Além da ansiedade daqueles que já tinham uma das duas opções [Lula ou Bolsonaro] definidas, existem também os outros, que preferiam outro candidato e, agora, precisariam escolher um nome. Isso também provocou divergências e conflitos entre as pessoas", diz. Com a experiência de 2018, alguns eleitores aprenderam a equilibrar o envolvimento político com práticas de autocuidado. Para outros, as eleições têm funcionado como gatilho resgatando traumas, sentimentos de medo, angústia e conflitos, acrescenta Queiroz. Marcia Almeida Batista, diretora da clínica psicológica Ana Maria Poppovic, da PUC-SP, em São Paulo, diz que, pela primeira vez em 48 anos como terapeuta, se deparou com pacientes sofrendo por causa de voto. "Há uma depressão em relação ao Brasil que chega ao consultório. Isso indica um impacto emocional grave e grande não só naquilo que está acontecendo nas eleições, mas no país de forma geral", afirma. No relacionamento com familiares e amigos, os embates deram lugar ao silenciamento numa tentativa de evitar rompimentos. Essa mudança de comportamento é um reflexo da pandemia, que fez pensar sobre o que é mais importante na vida, afirma Marcia. "As famílias que se viram ameaçadas por conta da pandemia e perderam familiares, de alguma maneira repensaram suas brigas políticas frente à destruição das relações. Há um maior cuidado em não discutir sobre isso com aqueles que têm posições diversas da sua". Deixar de falar sobre política tem sido a principal estratégia adotada por pacientes do psicólogo e professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) Fabio Belo. "A opção mais frequente é o pacto de silêncio. As relações familiares são complexas. Tem muito afeto e história que vão além. As posições políticas têm gerado um estresse gigantesco. Você tem rompimento real de pai com filho, de neto com avôs. O mal-estar é muito presente". Fabio Belo acrescenta que o enfraquecimento das relações familiares por divergências políticas começou a chegar ao consultório a partir das eleições de 2014. Neste ano, ele conta que ouviu pacientes em crise ao descobrirem o posicionamento político divergente do marido ou da mulher. Para muitos, o diálogo se tornou raro. O futebol semanal, a ida ao clube e a visita ao tio viraram atividades insuportáveis por forçar a convivência com eleitores do candidato rival. Essas alterações na rotina servem como indicativo do grau de interferência emocional causada pelo pleito. Tristeza, alteração no sono, apetite e irritabilidade são alguns dos sinais para serem observados. Os profissionais reforçam que é importante ter práticas de autocuidado nesse período e também buscar atendimento profissional, se preciso. Ter atividades de lazer, buscar grupos de apoio e evitar uso abusivo de redes sociais são práticas que ajudam. No campo das relações afetivas, a recomendação é que a pessoa fortaleça vínculos com quem possa compartilhar angústias sobre o período. Nos relacionamentos onde há divergência o afastamento temporário pode ser a melhor opção. Para o psiquiatra Tiago Queiroz (UFPE), uma etapa importante na autoanálise é aprender a respeitar a opinião divergente do outro. Reconhecer isso é algo que contribui para a saúde mental.
  4. #depressão A depressão é uma doença que tem atingido cada dia mais pessoas... As vezes nos cobramos por algo que não está ao nosso alcance... veja as dicas do Cesár Menotti e os comentarios do Psicólogo Michel Lopes. #DEPRESSÃO #DEPRE #LUTACONTRADEPRESSÃO #ANSIEDADE #ansioso #tag #ansiedadeintensa #dormirbem Esse canal foi desenvolvido para ajudar pessoas que tem problemas com saúde mental... Psicólogo Michel Lopes fala em Questões da Vida que servem para reflexão! Siga nas redes sociais: instagram: @michelpsic [Hidden Content] facebook: [Hidden Content] Ebooks: [Hidden Content] Compre um ebook contra a procrastinação: [Hidden Content] Compre um ebook para controlar a ansiedade: [Hidden Content] Compre um ebook para ajudar na vida fitness: [Hidden Content] #procrastinação #saude #saudemental #ansiedade #mente #ansioso #questõesdavida #vida #qualidadedevida #vivabem #viverbem #agradecer #gratidão A AJUDA DE UM PSICÓLOGO NA LUTA CONTRA A ANSIEDADE É INDISPENSÁVEL...
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