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  1. Salve Guerreiros, venho aqui apresentar para vocês o Odyssey Priston Tale servidor UP. ⚠️ Nível inicial 01 ⚠️ Nível Cap ?? ⚠️ Kit UP Para novos Players ⚠️ Taxa Exp 5x ⚠️ Drop 4x ⚠️ Drop de gold 1x 🔹 Personagens Balanceados. 🔹 Drops e gold valorizados. 🔹 Novo motor gráfico. 🔹 Nova interface de HP bar. 🔹 Hospedagem brasileira com Ping inferior a 20. 🔹 Melhorias de animação! 🔹 Sombras dinâmicas. 🔹 Anti-aliasing. 🔹 Filtro Anisotrópico. 🔹 Sistema de Caravanas. 🔹 Sistema de roleta Boss. 🔹 Sistema de Quests. 🔹 Sistema VIP. 🔹 Sistema de restaure in game. 🔹 Sistema de grupo com modo exp e hunter. 🔹 Sistema de troca de nick in game. 🔹 Sistema de top Level por classe com buff e título. 🔹 Sistema de rei do pvp com buff e efeito especial. 🔹 Sistema de filtro de drops. 🔹 Sistema de FPS. 🔹 Alerta Boss. 🔹 Loja coins e Time in Game. 🔹 Sistema de ranking e mix in game através do npc. 🔹 Sistema de pvp no K com bônus de Taxa de Drop 5% e Taxa de EXP 10%. 🔹 Aging até +20 com chance de falha. 🔹 Alerta de HP baixo. 🔹 Mostra item perfeito segurando a tecla 'P'. Venha você também fazer parte dessa família! Abertura nesta Sexta-feira (19/07/2024) às 19:00 horário de Brasília. Discord [Hidden Content] WhatsApp [Hidden Content] Site [Hidden Content]
  2. Em setembro, ex-ministro passou a ocupar cargo no conselho da corretora de criptomoedas Binance Lucas Bombana São Paulo Um dos nomes cotados para assumir o ministério da Economia no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a partir de 2023, caso o ex-ministro Henrique Meirelles seja confirmado no cargo, o fato poderia dar um impulso adicional para o mercado de criptomoedas no país, diz Axel Blikstad, da BLP Asset, gestora focada no investimento em criptomoedas. Ele lembra que, no início de setembro, Meirelles foi anunciado como membro do conselho consultivo global da Binance, a maior corretora mundial de criptomoedas, e tem afinidade com o tema. "O Meirelles conhece muito sobre criptoativos e gosta do assunto, então seria um nome muito bacana para o desenvolvimento dessa classe de ativo e dessa tecnologia no Brasil", afirma Blikstad. Ex-ministro Henrique Meirelles, durante jantar em São Paulo - Mathilde Missioneiro - 27.set.2022/Folhapress O gestor da BLP diz ainda que o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, é um entusiasta das criptomoedas e do blockchain, tendo trabalhado ao longo dos últimos meses no desenvolvimento do real digital com base na tecnologia. E, com a independência da autoridade monetária, a expectativa é que o trabalho prossiga no ano que vem sob o governo Lula, diz Blikstad. Ele acrescenta que, passadas as eleições, a expectativa no nicho de mercado é de que o projeto de lei que pretende impor regras ao mercado de criptoativos possa avançar, dando mais segurança para atrair novas empresas e investidores ao ecossistema no país. Principal criptomoeda do mercado, o bitcoin acumula uma queda de cerca de 56% no ano, em um cenário de alta dos juros nos mercados desenvolvidos e risco de recessão global que tem penalizado os ativos de risco. Veja os principais cotados para assumir ministério da Economia no governo Lula Em outubro, contudo, o bitcoin esboçou uma reversão da tendência, com ganhos de aproximadamente 3% no mês, o que contribuiu para que a capitalização de mercado do setor cripto tenha voltado a ficar acima da marca de US$ 1 trilhão (R$ 5,25 trilhões), segundo dados compilados pelo portal CoinMarketCap. Analista de criptomoedas da XP, Julio Andreoni diz que, ao longo dos últimos meses, as moedas digitais passaram a apresentar um comportamento parecido com o das ações das grandes empresas americanas de tecnologia, ainda que com uma volatilidade mais acentuada. E a Bolsa que concentra as empresas de tecnologia dos Estados Unidos, a Nasdaq, afunda cerca de 30% no ano, mas ensaiou uma recuperação também em torno de 3% no mês de outubro, o que pode ter influenciado para a recuperação das criptomoedas nos últimos dias. Sinalizações recentes do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de que o processo de alta dos juros pode ser menos intenso do que o projetado pelo mercado nos próximos meses contribuiu para um alívio nos preços das ações de tecnologia e, consequentemente, para as criptomoedas, afirma Ayron Ferreira, analista chefe da Titanium Asset Management. Na reunião do Fed nesta semana, a expectativa do mercado é de um novo aumento de 0,75 ponto percentual, mas, para o encontro de dezembro, já começa a se falar em uma alta menor, de 0,50 ponto percentual, diz Ferreira. O analista da Titanium acrescenta que o novo primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, é um entusiasta do mercado cripto, o que pode ter contribuído para o fôlego adicional das criptomoedas em escala global.
  3. Parte dos pastores reforçou tese de que o mal venceu por ora, enquanto outros baixaram o tom Anna Virginia Balloussier São Paulo É provável que, em alguns anos, evangélicos sejam a maioria da população. José Eustáquio Alves, doutor em demografia aposentado do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), projetou que isso aconteceria em 2032. Se a democracia passar bem depois desta eleição, sem golpismos prósperos, teremos mais dois pleitos presidenciais até lá. Não é preciso dizer que a já expressiva polpa eleitoral desse bloco vai dar mais suco daqui para frente. Um refresco, claro, para o bolsonarismo. Lula se reúne com evangélicos em São Paulo - Marlene Bergamo - 19.out.22/Folhapress Dá para cravar que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou esta eleição apesar dos evangélicos, e não com eles. Todas as pesquisas às vésperas do segundo turno mostravam uma ampla preferência do grupo pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O peso da identidade religiosa fica mais evidente quando lembramos que a face média do crente é negra, pobre e feminina. Nichos que tendem a Lula, e mesmo assim a onda pró-Bolsonaro nos templos foi avassaladora. Neles, Lula é o demônio que vai trazer comunismo, aborto, drogas e toda a sorte de males aos olhos do povo evangélico. Não precisa ser verdade, precisa convencer. E a máquina bolsonarista é boa nisso. Alguns dos pastores que assumiram a linha de frente contra o petismo reforçaram a tese da batalha espiritual, com um mal que por ora triunfou, após o anúncio da vitória lulista contra Bolsonaro. André Valadão, o membro mais barulhento do clã à frente da Igreja Batista Lagoinha, postou uma montagem do rosto de Lula como dom Pedro 1º. "Dom Preso Primeiro –se for para roubar, diga ao povo que volto!" Apontado como sucessor do bispo Edir Macedo na Igreja Universal, seu genro Renato Cardoso pediu numa live que seus seguidores orem por Bolsonaro e sugeriu que o momento é de provação. "Tudo isso aí simplesmente vai fortalecer aqueles que já são da fé. Vamos ver daqui pra frente uma distinção cada vez maior entre o bem e o mal." De João Vitor Ota, pregador de 13 anos com 1 milhão de seguidores no Instagram: "Infelizmente a minha geração não pode definir o futuro, mas se prepare, daqui a quatro anos, chegará a nossa vez. Glória a Deus". Outra parte expressiva da liderança abaixou o tom. O pastor Silas Malafaia diz que orou por Lula em culto noturno neste domingo (30), porque a Bíblia manda que todos orem pelas autoridades constituídas. Ele como pessoa física pode ser Bolsonaro, mas "a vontade soberana do povo se estabeleceu", afirma. O deputado Marco Feliciano seguiu trilha parecida. "Vi o discurso de Lula. Começou agradecendo a Deus. Falou de Deus em vários momentos. Reafirmou compromisso pela liberdade religiosa, evitou temas que causam divergências com o segmento evangélico e terminou agradecendo a Deus. Aprendeu a nos respeitar? Tenho dúvidas. O tempo dirá", disse em rede social. Depois de anos sob uma campanha bolsonarista intensa, com cismas internos que provocaram expurgo de pastores à esquerda e fuga de fiéis, as igrejas devem se reorientar para entender como marcharão sob o futuro governo Lula. Michelle Bolsonaro vai a evento evangélico em São Paulo Uma coisa é certa: será muito difícil para futuros candidatos abrir mão da força política que se tornaram. O sociólogo Paul Freston, que estuda essa parcela religiosa desde 1989, sintetizou assim o horizonte: "A cada eleição, o crescimento evangélico é um problema crônico para o campo, pois representa uma porcentagem maior do eleitorado. A dificuldade de se conectar com esse segmento implica um preço cada vez maior. Não vai ser fatal nesta eleição, mas, na próxima, volta a ser um problema, como quase foi em 2014, como foi em 2018." E como não foi por um triz em 2022, podemos agora acrescentar. Seria um erro da esquerda, contudo, deixar que essa predileção por Bolsonaro a afaste de vez do segmento. Há muito ressentimento de ambos os lados, e em algum momento alguém vai ter que estender a mão em busca do diálogo. Se o campo progressista se acastelar no alto de sua torre de marfim, vendo apenas fundamentalismo no lado de lá, e não uma rede complexa de quereres, quem vai perder a médio e longo prazo é ele. Os acenos até aqui são tímidos, até atabalhoados. Lula não colocou um pastor pentecostal para falar no dia em que lançou uma carta aos evangélicos. Aliás, só se decidiu pela missiva de última hora, o que foi explorado como oportunismo eleitoral por seus detratores. A esquerda parece se apegar a poucas e legítimas lideranças progressistas que, no entanto, falam mais para uma bolha secular do que para as igrejas. Como vai fazer para alcançar as massas crentes? O sequestro ideológico existe, mas é um erro promover uma versão às avessas da guerra entre o bem e o mal que Bolsonaro tentou vender ao longo da campanha, com ajuda dos pastores amigos. Mais importante é tentar entender como o projeto bolsonarista conseguiu cooptar num tempo relativamente curto uma fatia tão larga do evangelicalismo nacional. Veja trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva E aqui há um tanto de viés de confirmação, que atinge fiéis e líderes. É quando a pessoa dá um peso desproporcionalmente alto a tudo o que confirma o que ela já acredita, e inconscientemente desdenha evidências que contrariam suas teses. Se eu creio que Bolsonaro é o melhor para o país, e todos em volta fazem o mesmo, acabo ignorando o que possa causar fissuras nessa aparente unanimidade. A questão armamentista é um bom exemplo. Quase nenhum desses pastores de maior expressão se anima com ela, mas ninguém vê a necessidade de se contrapor abertamente à causa agora. Uma pastora que não morre de amores pelo presidente, ex-católica convertida há quase 25 anos, viu o bolsonarismo aflorar em todo o seu entorno. É verdade que seus colegas nunca foram petistas roxos, diz. No máximo, deixaram-se contagiar pela empolgação que tomou o segmento quando Lula chegou ao poder em 2002, rodeado de pastores que hoje o espinafram. Uma leitura possível para o fisiologismo que norteia boa parte desses líderes é o que ela chama de síndrome do cachorro correndo atrás do caminhão de mudança. Evangélicos se sentiam vira-latas em pleitos passados, ganhando quando muito alguns biscoitos eleitorais. Fechadas as urnas, voltavam a dormir ao relento, longe do aconchego do Palácio do Planalto. Com Bolsonaro, isso mudou. Evangélicos entraram na Esplanada, até no STF (Supremo Tribunal Federal), representados pelo pastor presbiteriano André Mendonça. Pela primeira vez, um presidente inclui em seu calendário a Marcha para Jesus, evento que atravessou três décadas e seis mandatários. O simbolismo aqui é forte. Eles sentem que alguém se importa com eles agora e acabam cegos e surdos para excessos patentes do bolsonarismo, diz essa pastora. Se a esquerda continuar demonstrando que não está nem aí para eles, evangélicos poderão ser o fiel da balança que devolverá o país à direita bolsonarista daqui a quatro anos. Não vai dar para dizer que ninguém a avisou.
  4. Perfil selecionou partes mais engraçadas e compilou; assista Entrevista de Lula no Ratinho vira meme - Reprodução São Paulo A entrevista do candidato presidenciável Lula (PT) ao Programa do Ratinho (SBT), na noite de quinta-feira (22), virou meme. Um perfil nas redes sociais selecionou algumas partes mais engraçadas e compilou num único vídeo. "Presi... é, é, Lula", disse Ratinho cometendo uma gafe. "Mas eu gosto de uma cachacinha", comentou o ex-presidente em outro trecho. "Como é que você vai aumentar o salário mínimo?", indagou o apresentador. "Aumentando", respondeu o candidato num corte seco e editado (assista abaixo). Durante a entrevista no SBT, o petista fez um apelo para que as pessoas votem no dia 2 de outubro. A campanha do ex-presidente prepara uma ofensiva pelo voto útil e contra a abstenção, além de apostar na mobilização da militância nas ruas, para gerar uma onda decisiva na reta final da campanha presidencial. Ainda na sabatina, Lula afirmou que foi um "golpe" o impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que "inventaram uma mentira contra ela" e que, depois disso, "desmontaram tudo". Também disse que Ciro Gomes (PDT) "está surtando". Ele ainda usou seu tempo na emissora para criticar o presidente Jair Bolsonaro (PL), seu principal adversário na corrida eleitoral e a quem se referiu como "chucro" e "ignorantão". Ele atacou a condução do governo federal durante a pandemia da Covid-19.
  5. Renata Galf - Folha Apoiadores apontavam golpe e até manobra da esquerda; Flávio Bolsonaro foi às redes dizer que doações são bem-vindas São Paulo Nesta semana, ganharam fôlego em grupos bolsonaristas no WhatsApp e no Telegram mensagens incentivando doações de R$ 1 via Pix para a campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). A iniciativa levou caos à campanha de reeleição, que terá que prestar conta dos baixos valores recebidos, e provocou confusão nos grupos bolsonaristas. Na segunda (12) e nesta terça-feira (13), diferentes usuários se manifestaram alertando que os repasses poderiam ser, na verdade, algum tipo de golpe. Baseada em uma teoria da conspiração —de que os doadores mostrariam o número real de eleitores do presidente—, a campanha, curiosamente, também gerou teorias da conspiração nos grupos bolsonaristas: de que a iniciativa seria uma manobra da esquerda para impugnar a candidatura de Bolsonaro. Ato de apoiadores do presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), no feriado de 7 de Setembro, na avenida Paulista - Mathilde Missioneiro - 7.set.22/Folhapress Em meio a um desencontro de mensagens, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou em uma rede social, nesta terça, que doações eram bem-vindas e que a campanha era espontânea. A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) também fez um vídeo para esclarecer que o Pix da campanha de fato existe. A situação foi detectada pelo Observador Folha/Quaest, que monitora grupos públicos de Telegram e WhatsApp. Foram considerados 511 grupos bolsonaristas no Whatsapp e 176 no Telegram. Muitos dos conteúdos postados nos grupos usam tom inflamado e justificam a doação como forma de impedir uma fraude eleitoral, já que os repasses mostrariam a quantidade de apoiadores do presidente. "Vamos nos preparar... Vão tentar fraudar as eleições, mas o presidente não é besta. Lembrem-se que basta doar R$ 1, não mais que isso, a intenção é criar um dilúvio de doadores", diz uma das mensagens. "Vamos nos tornar estatística no TSE" e "uma campanha nacional para computar os apoiadores de Bolsonaro e servir de parâmetro para uma possível comparação com a quantidade de votos recebidos na eleição" são outras das frases que dão o tom à campanha nos grupos para incentivar as doações. Por outro lado, posts também tentavam desmobilizar as transferências, sob o argumento de que poderia ser uma "manobra esquerdopática para impugnar a candidatura do presidente". "Urgentíssimo!!! Pilantragem de pedido de Pix para o presidente." Depois de circular a mensagem de que a iniciativa serviria para prejudicar Bolsonaro, um usuário chegou a sugerir que as doações fossem feitas à campanha do rival petista sem citar o nome de Lula. "Se é para fins de confusão e para tentar impugnar o nosso presidente, vamos fazer essa doação para o molusco." Também no Telegram, um usuário foi advertido por um moderador de que é proibido pedir dinheiro ou colher dados de integrantes do grupo. O usuário advertido critica: "Uma campanha nacional, e nós vamos ficar de fora? Achei que o grupo fosse de apoio a Bolsonaro… Trata-se de uma maneira de sabermos, até certo ponto, se houve fraude ou não nas urnas. Exemplo: se arrecadarem R$ 60 milhões e Bolsonaro só tiver 40 milhões de votos... Entendi ser uma boa maneira de desmascararmos uma fraude desse tipo". Na manhã de terça, um outro usuário alertava: "Dizem que não devem fazer este Pix… Problemas futuros na prestação de contas!!!!", a que outro responde: "Não se preocupem, o governo já divulgou que pode!". Além de pedir as doações, Flávio Bolsonaro, coordenador da campanha do pai, destacou a necessidade das doações. "Qualquer valor é bem-vindo, desde que do coração. E, sim, estamos precisando." Uma postagem em um site simpático ao governo, com o título "Flávio Bolsonaro confirma que campanha de doação de R$ 1 para campanha de Bolsonaro é verdadeira e espontânea; ENTENDA", já está entre as mais compartilhadas no WhatsApp sobre o assunto. O vídeo de Zambelli também passou a ser republicado para responder às mensagens que chamavam a campanha via Pix de falsa. Com a legenda "é verdade, existe um Pix para ajudar na campanha do PR Bolsonaro", a deputada federal rebate as acusações, dizendo que o objetivo não é saber quantas pessoas pretendem votar no presidente. "Na verdade, não é nem por isso que a gente pede a sua doação. A gente pede para ajudar a campanha do presidente, porque é uma campanha cara. Vai ter gente que vai votar no presidente e não vai contribuir." A Folha mostrou que a movimentação gerou problemas burocráticos à campanha, dado que as doações têm que ser feitas individualmente e envolvem um trabalho detalhado de preenchimento de informações. Ainda assim, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, advogado da campanha, diz que seria ruim desestimular a iniciativa e que de R$ 1 em R$ 1 é possível chegar a um valor que ajude financeiramente Bolsonaro na disputa eleitoral —caso uma solução contábil seja encontrada. Neste momento, o custo envolvido na prestação de contas de cada doação, diz Neto, é maior do que o valor médio transferido até agora. Os pedidos ocorrem em meio a um contexto no qual dirigentes partidários estão preocupados com a falta de recursos para a tentativa de reeleição. Recentemente, Flávio fez uma turnê por cidades do agronegócio em Mato Grosso para consolidar o apoio de ruralistas e impulsionar as doações para a candidatura.
  6. Cézar Feitoza - Folha Com apoio do TSE, análise por amostragem contará com 400 militares para coletar QR Code de boletins Brasília Dentro da proposta de fiscalizar o processo eleitoral, técnicos das Forças Armadas decidiram investir em um projeto para conferir em tempo real a totalização dos votos feita pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A medida, inédita na história democrática brasileira, consiste em levar militares em seções eleitorais espalhadas pelo país para tirar e enviar fotos do QR Code dos boletins de urna para o Comando de Defesa Cibernética do Exército, em Brasília, que fará um trabalho paralelo de contagem dos votos. Militares com conhecimento do assunto disseram à Folha que, a princípio, a conferência será feita com 385 boletins de urna —amostragem que, pelas contas dos técnicos, garantiria 95% de confiabilidade. O resultado dos boletins de cada urna será conferido com os dados enviados pelos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) para o TSE. TSE apresenta as urnas eletrônicas que devem ser usadas a partir deste ano - Abdias Pinheiro - 13.dez.21/Divulgação TSE O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, fechou um acordo com os militares em reunião no dia 31 de agosto para liberar às entidades fiscalizadoras os arquivos brutos da totalização enviados pelos tribunais regionais. Com a concessão de Moraes, os militares terão acesso em tempo real aos dados enviados para a totalização, em vez de ter de coletar as informações na base de dados do TSE disponibilizada na internet. A conferência da totalização dos votos é uma das fases da fiscalização do processo eleitoral definidas pelo TSE. Em resolução, a corte permite o envio das imagens dos boletins de urnas após a conclusão da totalização dos votos. Para evitar a demora e fazer o trabalho em tempo real, militares que estarão a serviço em operações de garantia de votação e apuração devem ser escalados para tirar as fotos dos boletins de urna e enviar para o Comando de Defesa Cibernética. A expectativa de militares ouvidos pela Folha é que, na mesma noite em que o resultado for proclamado, já haja também uma conclusão da análise das Forças Armadas. A participação dos militares na fiscalização do processo eleitoral tem sido usada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para disseminar desconfiança nas urnas eletrônicas e contestar o resultado do pleito. O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, mantém diálogo com o presidente para repassar as avaliações das Forças Armadas sobre o processo eleitoral. Em entrevista à Jovem Pan na terça-feira (6), o presidente disse que Paulo Sérgio comentou o acordo com Alexandre de Moraes, no TSE, para viabilizar um projeto-piloto para a mudança no teste de integridade das urnas, como sugeriram as Forças Armadas. Bolsonaro, no entanto, reforçou as críticas ao sistema eletrônico de votação. "O último contato com o ministro da Defesa, junto com o ministro Alexandre de Moraes, o que me foi reportado é que com as sugestões das Forças Armadas, caso acolhidas, se reduz a próximo de zero a possibilidade de fraude. Próximo de zero não é zero. O que nós queremos não são eleições limpas?", disse o presidente. "Esse clima de animosidade poderia ter sido resolvido há muito tempo, se o ministro [Luís Roberto] Barroso, [ex-presidente do TSE,] não fosse para dentro da Câmara dos Deputados interferir diretamente numa Proposta de Emenda à Constituição que estava sendo votada e falava do voto impresso", completou. Além da conferência da totalização dos votos, as Forças Armadas têm outros dois focos na fiscalização do pleito. O primeiro é acompanhar as discussões no TSE sobre a sugestão de se alterar o teste de integridade. Em aceno na última reunião com o ministro Paulo Sérgio, Alexandre de Moraes indicou a possibilidade de acolher a proposta dos militares. A mudança consiste em realizar o teste de integridade, que confirma se as urnas anotam corretamente os votos, dentro das seções eleitorais. Os equipamentos serão desbloqueados pela biometria de eleitores para, segundo os militares, reduzir a chance de um código malicioso alterar votos. A Folha apurou com militares e membros da área técnica do tribunal que o teste no novo modelo deve ser realizado em uma urna por capital. O número agrada os técnicos das Forças Armadas, considerando a dificuldade logística e o curto prazo para a alteração. O segundo foco é conferir se os sistemas inseridos nas urnas eletrônicas nos estados são os mesmos lacrados e assinados pelas entidades fiscalizadoras no início do mês. Por duas semanas, 18 técnicos das Forças Armadas analisaram partes do código-fonte das urnas e fizeram anotações, com caneta e papel, sobre quatro sistemas utilizados nas eleições. Agora, os militares se preparam para viajar a alguns estados e analisar os códigos inseridos nas urnas eletrônicas. Não há definição de quantas urnas serão verificadas pelas Forças Armadas. A análise ocorre a despeito de o TSE já prever medidas de segurança contra mudanças nos sistemas do processo eleitoral. Segundo o tribunal, qualquer alteração feita no código após a lacração trava as urnas eletrônicas e impede os registros dos votos. As medidas para fiscalização do processo eleitoral ocorrem em meio ao armistício entre o ministro da Defesa e Moraes. A relação dos militares com o antecessor de Moraes, Edson Fachin, estava estremecida. Enquanto o ministro da Defesa tentava viabilizar uma reunião entre técnicos das Forças Armadas e do TSE, Fachin evitava encontros fora da CTE (Comissão de Transparência Eleitoral), sob o argumento de não privilegiar nenhuma entidade fiscalizadora em detrimento das outras. Com Moraes, no entanto, a situação mudou. O presidente da corte recebeu Paulo Sérgio duas vezes; na segunda, no fim de agosto, promoveu o encontro entre os técnicos, solicitado pelo Ministério da Defesa. Havia temor por parte de generais consultados pela Folha de que Bolsonaro usasse os palanques do 7 de Setembro para renovar os ataques às urnas eletrônicas e Moraes, um dos principais desafetos do mandatário. Na prática, os militares acreditavam em uma possível quebra do armistício, com Moraes recuando do acordo para implementar o novo teste de integridade ainda no primeiro turno. Após as manifestações no Bicentenário da Independência, a avaliação dos militares é que Bolsonaro conseguiu conter os ataques e evitou prejuízos ao trabalho de aproximação entre o Ministério da Defesa e o TSE.
  7. Folha Folha, UOL, TV Bandeirantes e TV Cultura formaram um pool para promover evento O primeiro debate presidencial teve regras acertadas entre a organização e as equipes dos candidatos. O evento do próximo dia 28, um domingo, é promovido por Folha, UOL, TV Bandeirantes e TV Cultura, que formaram um pool, e será exibido às 21h. Sorteios na quinta (18) definiram a localização dos candidatos e a ordem das perguntas. Os líderes nas pesquisas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) estarão lado a lado. O petista ficará entre o atual presidente e Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado nas enquetes divulgadas até agora. Além dos três, foram convidados os candidatos do Novo, Luiz Felipe d'Avila, do MDB, Simone Tebet, e do União Brasil, Soraya Thronicke, de partidos com representantes na Câmara de Deputados. Assessores de todos os candidatos estiveram na reunião em que as regras foram definidas. Ficou acertado que não haverá plateia no estúdio. Apenas quatro assessores por campanha e os jornalistas credenciados poderão assistir no local a atração, que terá três blocos: No primeiro, haverá perguntas sobre temas sorteadas. Depois, os candidatos, poderão questionar seus adversários. No segundo, jornalistas fazem perguntas. No questionamento, fica definido um adversário para o candidato debater sobre o tema após a resposta. No terceiro, os convidados podem fazer perguntas entre si. Haverá também uma rodada de perguntas sobre temas sorteados e as considerações finais, de 2 minutos para cada. Caso um candidato desista de ir ao debate, a cadeira destinada a ele ficará vazia. Veja as fotos dos presidenciáveis que serão exibidas nas urnas Veja as fotos dos presidenciáveis que serão exibidas nas urnas Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) já registraram suas candidaturas junto ao TSE Questionadas pela Folha, as campanhas comemoraram a confirmação do debate. "As soluções para a vida do nosso povo estão muito acima de paixões cegas ou de personalismos rasos. A grande tarefa é o debate de projetos e ideias para superarmos o fracasso do modelo econômico e de governança que nos levaram a uma década perdida", afirmou Ciro Gomes (PDT). "Os debates são, ao mesmo tempo, dever e direito. Quem foge a esse tipo de situação, pode fugir a qualquer outro tipo de compromisso com a democracia", disse Simone Tebet (MDB. "O debate é um dos mais importantes momentos da democracia. É onde os candidatos podem apresentar suas propostas e debater frente a frente com os demais candidatos. É uma importante prestação de serviço da imprensa para a sociedade, uma contribuição para o fortalecimento da democracia.", opina Luiz Felipe D'avila (Novo). "É indispensável oferecer o debate a quem vota, em nome da democracia. Nos debates, pretendo mostrar que tenho um diferencial no que tange os outros candidatos - a substituição dos tributos federais por um só imposto", afirmou Soraya Thronicke (União Brasil). Procuradas, as campanhas de Lula e Bolsonaro preferiram não se pronunciar. No primeiro turno, a Folha ainda promoverá ao menos outros dois debates em parceria com o UOL. No dia 19 de setembro está marcado debate para o Governo de São Paulo. Fernando Haddad (PT), Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia (PSDB), os três candidatos mais bem colocados na pesquisa Datafolha mais recente para o Governo de São Paulo, confirmaram presença. O encontro acontecerá entre 10h e 11h30. Folha/UOL também irão promover debate com os candidatos a vice-presidente da República. O evento está agendado para 29 de setembro. Debates presidenciais (data, dia da semana, organizador e local do evento) 28.ago, às 21h (domingo) – Pool Folha/UOL/Band/TV Cultura (São Paulo) 02.set (sábado) – Rede TV! (Osasco/SP) 13.set (terça-feira) – TV Aparecida (Aparecida/SP) 24.set (sábado) – CNN, Veja, SBT, O Estado de S. Paulo, Nova Brasil FM e Terra (São Paulo) 29.set, às 10h (quinta-feira) – Folha/UOL com os candidatos a vice-presidente (São Paulo) 29.set (quinta-feira) – TV Globo (Rio de Janeiro) Debates ao Governo São Paulo (data, dia da semana e organizador) 07.ago (domingo) – Band 09.set (sexta-feira) – Rede TV! 13.set (terça-feira) – TV Cultura 17.set (sábado) – CNN, Veja, SBT, O Estado de S. Paulo, Nova Brasil FM e Terra 19.set às 10h (segunda) – Folha/UOL 27.set (terça-feira) – Globo
  8. Juliano Spyer - Folha Ao abandonar a bandeira da família para Bolsonaro, a campanha petista sinaliza que quer o voto dos evangélicos, mas não quer dialogar com eles "É a economia, estúpido!" foi um dos slogans internos da campanha vitoriosa de Bill Clinton na corrida presidencial dos EUA em 1992. No Brasil de 2022, a candidatura Bolsonaro se apossou da defesa da família. A ofensiva para mostrar a esquerda como antifamília ajuda a explicar por que o presidente cresceu —segundo a pesquisa Quaest— 10 pontos percentuais desde maio entre evangélicos de SP e MG. Os estudos da antropóloga Claudia Fonseca sobre o Brasil popular sugerem um caminho para entender por que o PT continua vulnerável a esses ataques. Na conclusão do livro —não por acaso intitulado— "Família, Fofoca e Honra" (2001), ela explica: "De algum modo, o Brasil se apresenta como um caso extremo da sociedade de classes. Aqui, a diferença entre a elite —de uma sofisticação cosmopolita— e o zé-povinho não cessa de crescer... No plano cultural, isso criou um sistema que, em muitos aspectos, pode ser comparado ao apartheid da África do Sul... Em resumo, para muitos brasileiros, os únicos momentos de contato interclasses se produzem na conversação com a faxineira ou durante um assalto. As barreiras de três metros de altura erigidas diante das casas burguesas são como uma metáfora do fosso quase intransponível entre os dois mundos." Fiéis oram em um culto evangélico com os braços erguidos - J F por Pixabay Nesse abismo de mundos, a ideia de família tem significados muito diferentes. O modelo minimalista (nuclear) da família cosmopolita está distante da família estendida do Brasil popular, que inclui convívio intenso com padrinhos, agregados, tios e primos, alguns vivendo na mesma rua ou bairro, outros presentes em grupos de WhatsApp com dezenas de integrantes. A família dos milhões de nordestinos que migram do sertão rural para as cidades do Sul e Sudeste desde os anos 1950 é conservadora em termos de valores, mas funciona como uma espécie de apólice de seguros. Todos mobilizam seus recursos —econômicos, sociais e afetivos— para ajudar aqueles que atravessam dificuldades. No bairro pobre em que vivi e trabalhei como pesquisador, o posto de saúde funciona entre 10h da manhã e 4h da tarde (quando o médico aparece para trabalhar), o hospital mais próximo fica a 90 quilômetros, o policiamento é inconstante e a escola de ensino médio funciona em uma casa velha que não foi adaptada para essa finalidade. Mas o que incomoda mais os moradores é a falta de atividades para crianças e adolescentes no contraturno escolar. Pais e mães passam o dia fora enquanto seus filhos ficam expostos à oferta de drogas e ao envolvimento com grupos criminosos. E são igrejas evangélicas que oferecem soluções para essa situação provendo atividades como cursos de dança e música. Igrejas hoje fazem parte dessas redes de ajuda mútua, principalmente para migrantes que vivem distantes de seus familiares. "É a família, estúpido!" Multidão participa da Marcha para Jesus na capital paulista Ronny Santos/Folhapress Para Henrique Vieira, o pastor com maior trânsito no campo progressista hoje, a esquerda abdicou de falar de família por entendê-la apenas como reprodutora do patriarcado. Também abdicou de falar do amor porque isso "não é racional" (além de ser "cafona"); e abdicou de falar de vida porque defender a vida seria ser contra o aborto. Henrique defende que progressistas guardem suas cartilhas e palavras de ordem, e dialoguem com evangélicos usando como idioma a defesa da vida, do amor e da família. A guerra cultural que fortalece a candidatura Bolsonaro mira principalmente em temas como drogas, homoafetividade e aborto, mas esses assuntos são menores em relação à proteção da família, especialmente da criança, que representa a fragilidade e a inocência. Para entrar nas conversas em grupos de WhatsApp de evangélicos reais, o PT deverá defender clara e enfaticamente a proteção da criança —e também da mulher e do idoso. Falar sobre afeto e cuidado. E hastear bem alto a bandeira daquela instituição desprestigiada e fora de moda, mas central para a sobrevivência do brasileiro pobre: "A família, estúpido!"
  9. Caue Fonseca - Folha Propaganda com difamações e chamamentos para o 7 de Setembro foram instalados em dois pontos movimentados de Porto Alegre A Justiça eleitoral gaúcha determinou a retirada em 24 horas dos painéis gigantes com difamações à esquerda e chamamentos para o 7 de Setembro instalados na madrugada de quinta-feira (11) em dois pontos movimentados de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A decisão do juiz da 113ª zona eleitoral do município, Márcio André Keppler Fraga, foi comunicada na tarde desta segunda-feira (15) ao Ministério Público Eleitoral, que havia ingressado mais cedo com uma ação por notícia de irregularidade em propaganda eleitoral. Painel gigante instalado em edifício residencial de Porto Alegre convoca para atos de 7 de Setembro e sugere que eleições opõem o Brasil a comunistas, associados ao PCC, à censura e ao narcotráfico - Helder Martins/Dhidrone - Helder Martins-11.ago.22/Dhidrone Embora não citassem candidatos e não sejam assinados, os painéis repetiam associações feitas por políticos bolsonaristas. Os painéis continha um lado amarelo, com a bandeira do Brasil no topo, outro lado vermelho, com a foice e o martelo cruzados, ícones do comunismo, opondo nas duas colunas "vida" versus "aborto", "bandido preso" versus "bandido solto", "valores cristãos" versus "ideologia de gênero", "liberdade" versus "censura". Ainda do lado amarelo, "agro", "menos impostos", "polícia" e "ordem e progresso". Do lado vermelho, "MST", "mais impostos", "PCC" e "narcotráfico". No rodapé, o chamado para os atos marcados para o 7 de Setembro. Na decisão, o magistrado levou em conta que, apesar de não haver pedido de voto na peça publicitária, há o emprego da expressão "você decide" na iminência das eleições, acompanhada de elementos gráficos associados a ideologias políticas. "A partir de uma racionalidade média, há que reconhecer que, no mínimo, ou ainda de forma indireta ou difusa, presente está o viés eleitoral da peça publicitária", diz o texto da decisão. Diante disso, o magistrado diz ser desnecessária "qualquer outra análise mais pormenorizada acerca de seu conteúdo". Embora o Ministério Público Eleitoral tenha ingressado com ação contra a peça, a Justiça Eleitoral julgou o processo que fora aberto anteriormente por Juliano Roso, presidente do PC do B no Rio Grande do Sul. Em seu perfil no Twitter, Roso classificou a decisão como uma "vitória contra as mentiras e discurso de ódio." De acordo com a Live Midias Urbanas, empresa que foi paga para a colocação das peças nas empenas cegas (laterais sem janelas dos edifícios), as peças serão retiradas por alpinistas tão logo o tempo permitir, já que Porto Alegre passa por uma semana de chuva e vento. A decisão não multa a empresa, embora mencione que a lei eleitoral prevê multa de R$ 5 mil a R$ 15 mil pelo descumprimento da norma que proíbe propaganda eleitoral em outdoors. A empresa não divulgou quem pagou pelos anúncios. Os espaços publicitários alugados para a colocação dos painéis e a exposição deles por um mês custam R$ 89 mil —próximo ao Viaduto da Conceição, na Rua Sarmento Leite— e R$ 76 mil —na avenida Benjamin Constant, no acesso à zona norte de Porto Alegre. Conforme mostrou a Folha, o conteúdo dos outdoors revoltou os próprios moradores do condomínio que aluga o espaço. O presidente Jair Bolsonaro esteve presente na manifestação da avenida Paulista, onde discursou, durante as comemorações do dia da independência em São Paulo Danilo Verpa/Folhapress
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