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  1. Uma resposta aos devaneios de KAIRS - ou - O livre-mercado deu certo SIM! Essa frase me é estranha, ela é imperativa; primeiramente, gostaria de reforçar que: tenho uma visão um pouco mais complexa (e bem estruturada) do que vem a ser o livre-mercado. A palavra "capitalismo" é uma palavra tosca que provoca uma grande nulidade e faz com que se omita características em detrimento de outras. Eu posso, por exemplo, argumentar que o país mais capitalista do mundo é Hong Kong e que os EUA não representam o capitalismo e você, ao mesmo tempo, pode argumentar que Cuba é país que vive com uma "burguesia estatal" ou num "capitalismo de estado"; então, para não complicar: usaremos termos como livre-mercado e planejamento central. Se você entende a palavra "capitalismo" como: um sistema voltado ao acúmulo de capital, então, deve esquecer tal conceito. Por quê? Por isto: Acúmulo de capital pode existir sem a existência de um livre-mercado; A maior parte de nós, libertários, liberais, liberais-conservadores, conservadores e libertários-conservadores, compreende a palavra capitalismo por livre mercado e socialismo por planejamento central; Enquanto isto, esquerdistas dos mais variados gêneros, compreendem a palavra meramente como uma forma de "tudo isto que está aí", relação corporativista (estado e empresas), imperialismo e, dentre outras, barbárie; Tal entendimento dificulta nossa argumentação: nós compreendemos o capitalismo como livre-mercado e, para vocês, capitalismo é simplesmente um sistema em que haja lucro ou em que o lucro determine as relações econômicas e políticas. Nós, pelo contrário, acreditamos em liberdade econômica, proteção a propriedade privada, transparência na gestão pública, gastos equilibrados - excetuando-se anarco-capitalistas que defendem somente as duas primeiras condições. Sem tal entendimento é dificultoso e contraditório seguir meu argumento. O livre-mercado, em sua gestão descentralizada, permitiu que as pessoas produzissem em massa bens e serviços; com o acúmulo de capital foram-se investidos em vários setores produtivos (ex: meios de transporte), a busca pelo lucro fez com que as pessoas, de forma totalmente aleatória e desconexa, buscassem meios de satisfazer as necessidades (demanda) da sociedade - novos meios de gestão e novas tecnologias foram empregadas com tal finalidade -, o homem médio viu seu padrão de vida saltar diante de seus olhos (teve acesso a bens e serviços que, anteriormente, não teria naturalmente). A economia de mercado, sobretudo, livre-mercado (nem toda economia de mercado é livre, aliás, há níveis diferentes de liberdade econômica): emerge naturalmente; nós, como humanos, respondemos a incentivos. Queremos "produzir valor" para lucrarmos, isto é, queremos fornecer um bem (ex: carro) ou um serviço (ex: limpeza de carro) e como recompensa lucramos - se você for um mal empreendedor você terá menos lucros, o lucro é uma recompensa pelo produto que é produzido. A argumentação de que o "capitalismo" deixou "800 milhões de pessoas" morrerem de fome é papo furado. Foi justamente o livre-mercado que possibilitou um crescimento populacional tão gigantesco como de hoje. O livre-mercado fez com que pessoas se sentissem motivadas a produzir bens alimentícios, graças a ele, diferentes pessoas das mais variadas classes sociais investiram tempo e correram riscos para achar meios de satisfazer a demanda por comida. Uma das mais criticadas foram os transgênicos, mas, como convém lembrar, os alimentos transgênicos fizeram com que a produtividade (produção) aumentasse e assim conseguiu pôr comida na mesa do mais pobre; foi o aumento da produção (ou seja: aumento da produtividade) que levou a uma fome menor no mundo. Uma questão simples: com o aumento da oferta de alimentos a demanda se viu menor (lei da procura e da oferta), logo, os preços caíram. Cuba era melhor antes do modelo econômico de planejamento central ser implantado, uma minuciosa análise pôde comprovar esse fato. Aqui te darei artigos muito bem feitos que explicam tal fato: [Hidden Content] [Hidden Content] [Hidden Content] [Hidden Content] Agora, o mais gritante artigo, é esse: [Hidden Content] Eu acredito em livre-mercado e, para ser livre, digamos assim, ele não pode sair matando todo mundo, pois, assim, não seria livre-mercado e sim barbárie. Logo seu argumento se autorrefutou. (Lembre-se das condições específicas com quais eu argumentei anteriormente.) Estou esperando. Cadê a dita revolução? Nem as condições especificadas categoricamente de Marx para que ela ocorresse chegou a acontecer; para Marx, a burguesia se veria cada vez mais reduzida e o proletariado cada vez mais miserável, a classe média deixaria de existir (ou ficaria em semi existência), mas, tal argumento, foi refutado pela história: cada vez mais se viu um aumento da qualidade de vida e maior descentralização do mercado (inclusive, dos meios de produção), o proletariado não ficou "consideravelmente miserável", ele ficou é imensamente melhor. A Floresta Amazônica INEXISTIRIA sem a descoberta de meios de fabricação de alimentos transgênicos - menor produtividade na processo de produção de alimentos levaria a uma maior ocupação territorial de campos, levando-se, então, a uma maior concentração rural por parte da economia. O livre-mercado, cada vez mais, encontra meios cada vez mais superiores para superar à escassez que nos é tão cruel; quer um exemplo disto? [Hidden Content] Estamos, pelo contrário, indo para uma mais eficiente alocação de recursos: gastamos menos, produzimos produtos de maior qualidade, e, de quebra, poupamos o meio ambiente com nossas fabulosas descobertas - fazenda vertical é só o começo <3! O mesmo ficaria impossível sem um sistema de preços: É o sistema de preços que guia a atividade econômica - e aqui, meu amigo, vai um repost de uma mensagem que você FUGIU COVARDEMENTE:
  2. Ditadura da Bundocracia! - Chega, que mundo é esse?, eu lhe pergunto! Desde pequenos aprendemos: a pequenez é virtude, o estatismo é filantropia e amor é coerção. Somos levados a crer que o melhor da vida é o lixeiro e o pior é o empresário ricaço - arrogante, dizem eles, no coro religioso da miséria absoluta. Chore para os pais, depois para os amigos, depois para os coletivos e depois entre para o lobismo: o estado é a religião dos medíocres. "As pessoas param de acreditar num deus e passam acreditar em qualquer bobagem.", no Brasil: as pessoas acreditam em um deus e também acreditam num monte de bobagens. O lucro é o meio dos insanos, dos gatunos, dos tiranos: a coerção é linda, todo ser vivo merece um banquinho num emprego público. Olhamos pro playboy, odiamos ele, não odiamos o esquerdista playboy - aquele bunda-mole da faculdade público, maconha no cérebro e sofismas ininterruptos que saem da boca -, mas, a figura abstrata do pequeno-burguês (ou burguês) que já nos é incutido: estes são arrogantes. Eles gritam contra a desigualdade, ficam de quatro para a pobreza: orgulho latino-americano é o terceiro-mundismo - criação da nossa intelligentsia. Os EUA não são o exemplo, Singapura é cruel e Hong Kong é o inferno burguês materializado na Terra. Bom mesmo é a barba do tio Fidel, os assassinatos incríveis do galã Guevara e as músicas impopulares da Música Popular Brasileira. Uma obra muito melhor já foi feita do que O Capital do Papai Noel do saco, da foice e do martela: esta é a camisinha, todo esquerdista usa e adora - ah, como o capitalismo é bom nessas horas! Cultura não é o burguês Shakespeare e sim a rodinha de dedada no cu, os filmes nacionais que ninguém vê, as obras intelectuais dos fabulosos acadêmicos socialistas que nenhum proletariado lê!
  3. Será que é viável existir um país de livre comércio onde os impostos são voluntários e com mínima interferência do governo? Para Vít Jedlicka, que é um político libertário da República Tcheca e presidente da auto-proclamada micro-nação de Liberland isso é possível. Em outubro de 2015, a Liberland lançou um concurso internacional de design dando aos arquitetos uma oportunidade de projetar uma cidade inteira a partir do zero. Depois de receber inúmeras propostas de alguns dos maiores escritórios de arquitetura do mundo, uma equipe de jurados selecionou o escritório RAW-NYC que projetou uma cidade sustentável alimentada por algas. O estúdio de arquitetura interdisciplinar com escritórios em Nova York e Dubai é especializado em soluções sustentáveis de design urbano em escalas micro e macro. A sua proposta inovadora para Liberland é uma cidade de uso misto composta de vários camadas horizontais para acomodar a expansão vertical da população e economizar espaço. Essa será a primeira cidade empilhável do mundo. “Queríamos que a cidade fosse construída com uma camada horizontal de cada vez, onde é possível caminhar por toda parte e tudo está conectado“, disse o fundador da RAW-NYC Raya Ani. O layout empilhável é uma nova abordagem para a densidade urbana, que suporta um ambiente de cidade auto-suficiente e integrado com design focado nos pedestres. Sustentabilidade foi um elemento importante na concepção da cidade. Isto é visto com diversas funcionalidades, incluindo painéis solares, telhados verdes e superfícies cobertas de algas colocados no lado de baixo de edifícios para produzir energia limpa. Nada iria para o lixo pois tudo poderia ser reciclado, incluindo todos os resíduos humanos, agrícola e orgânica, que seria convertidos em biocombustível,sistemas de colheira de águas pluviais e de biocombustíveis foram incluídas no projeto, e para se adaptar a inundação da planície, parques foram projetados para conter a inundação das águas. Chamado de arqueologia invertida, esta técnica inovadora constrói a cidade-estado em camadas consecutivas para formar um tecido urbano auto-suficiente, compacto, denso, integrado e resiliente. O sistema de transporte da cidade será feito por bicicletas e veículos elétricos compartilhados para evitar excesso de transito e tornar mais eficiente e limpo o transporte. O projeto cria um ambiente propício à inovação, garantindo que todos os cidadãos, independentemente da sua etnia, raça, idade, sexo ou profissão, tenha todas as oportunidades para atingir seu pleno potencial e participar coletivamente dos ganhos financeiros. A cidade contará com fazendas verticais para produzir todo seu alimento. O presidente Vít Jedlicka está agora vendo a viabilidade do projeto, mas parece confiante sobre as perspectivas da futura cidade: “Vamos estudar mais sobre o primeiro projeto para ver se e como exatamente ele poderia ser introduzido na realidade. Quando isso for possível, queremos lançar uma paisagem virtual 3D com os modelos das construções para ajudar as pessoas a escolher um lugar para morar ou investir. “ Para fugir da repressão estatal e dos altos impostos, empreendimentos como o de Liberland estão surgindo em outros locais como o do Instituto Seasteading que pretende construir a primeira cidade flutuante do mundo auto-suficiente. Esse é o nascimento de uma nova civilização do século XXI onde o capitalismo de livre mercado e a sustentabilidade criarão uma abundância jamais vista. Liberland será a meca dos libertários de todo mundo e uma autêntica cidade sustentável do futuro. Fonte: Stylo Urbano
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