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Ditadura da Bundocracia! - Chega, que mundo é esse?, eu lhe pergunto!
Dom Astrogildo postou um tópico no fórum em Discussões
Ditadura da Bundocracia! - Chega, que mundo é esse?, eu lhe pergunto! Desde pequenos aprendemos: a pequenez é virtude, o estatismo é filantropia e amor é coerção. Somos levados a crer que o melhor da vida é o lixeiro e o pior é o empresário ricaço - arrogante, dizem eles, no coro religioso da miséria absoluta. Chore para os pais, depois para os amigos, depois para os coletivos e depois entre para o lobismo: o estado é a religião dos medíocres. "As pessoas param de acreditar num deus e passam acreditar em qualquer bobagem.", no Brasil: as pessoas acreditam em um deus e também acreditam num monte de bobagens. O lucro é o meio dos insanos, dos gatunos, dos tiranos: a coerção é linda, todo ser vivo merece um banquinho num emprego público. Olhamos pro playboy, odiamos ele, não odiamos o esquerdista playboy - aquele bunda-mole da faculdade público, maconha no cérebro e sofismas ininterruptos que saem da boca -, mas, a figura abstrata do pequeno-burguês (ou burguês) que já nos é incutido: estes são arrogantes. Eles gritam contra a desigualdade, ficam de quatro para a pobreza: orgulho latino-americano é o terceiro-mundismo - criação da nossa intelligentsia. Os EUA não são o exemplo, Singapura é cruel e Hong Kong é o inferno burguês materializado na Terra. Bom mesmo é a barba do tio Fidel, os assassinatos incríveis do galã Guevara e as músicas impopulares da Música Popular Brasileira. Uma obra muito melhor já foi feita do que O Capital do Papai Noel do saco, da foice e do martela: esta é a camisinha, todo esquerdista usa e adora - ah, como o capitalismo é bom nessas horas! Cultura não é o burguês Shakespeare e sim a rodinha de dedada no cu, os filmes nacionais que ninguém vê, as obras intelectuais dos fabulosos acadêmicos socialistas que nenhum proletariado lê!- 11 respostas
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- burguesia
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E ai, vamos endireitar o país ou não vamos?
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- conservadorismo
- engenharia social
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notícia “Eu luto pelo fim da cultura do FALSO ESTUPRO.”
Dom Astrogildo postou um tópico no fórum em Discussões
– Mariana Brito Soares, jornalista brasileira, 2016. Mês passado, uma garota de 19 anos, universitária do Rio Grande do Sul, contou no Facebook que havia sido estuprada e até divulgou o retrato falado do estuprador. A Polícia foi atrás e, com o avanço das investigações, ficou claro que tudo não passou de uma invenção. Pior: um homem, depois de ser confundido com o da foto espalhada por ela, foi espancado e esfaqueado por populares. A menina foi dispensada. O cara, inocente, quase morreu. Regularmente, a loucura se repete. Terça-feira (14), Daniel Bezerra, de 21 anos, estudante de Relações Públicas da Universidade Federal de Goiás, contou no Twitter que viu uma menina sair de um carro no estacionamento do campus em que estudava, bêbada, chorando e com roupas rasgadas. Ao oferecer ajuda, Daniel descobriu que ela tinha sido estuprada. Tentou chamar a guarda universitária, mas, segundo ele, não encontrou ninguém e a menina desapareceu logo em seguida, misteriosamente. Claro, a denúncia despertou a fúria de todo mundo, assim como aconteceu no caso do Rio Grande do Sul. Na internet, a mobilização foi absoluta. Manifestações em solidariedade à vítima aconteceram na UFG. A reitoria foi ocupada. A equipe de segurança da Universidade se comprometeu em apurar as informações e ajudar a polícia. Na quarta (15), Daniel foi chamado à Delegacia para detalhar o que tinha acontecido e disse: “me sinto apavorado porque nenhuma câmera conseguiu pegar o banheiro.” Vocês sabem por qual motivo a câmera não conseguiu pegar o banheiro? Então… Quando a polícia iniciou a investigação e teve acesso às imagens cedidas pela Universidade, descobriu que no dia 7 de junho, UMA SEMANA ANTES do ocorrido, alguém havia reposicionado a câmera que, normalmente, filma a entrada do banheiro masculino, local exato onde Daniel disse ter amparado a vítima. Quem virou a câmera? Pois bem: Daniel. Hoje de manhã, a delegada responsável afirmou que a denúncia de estupro era falsa. “Possuímos evidências expressivas que o Daniel virou a câmera que fica direcionada para o banheiro masculino no dia 7 de junho. Ele teve de 7 de junho até o dia 14 para planejar toda ação”. E fez. Foi tudo calculado. A cena, a história, as “testemunhas”, o local, as falas. A vítima. Tudo. O que Daniel, a universitária gaúcha e quase 50% dos denunciantes de estupro não sabem é que as consequências de uma acusação falsa podem destruir uma pessoa emocionalmente, socialmente e economicamente, independente de haver ou não condenação. Ora, se há estupro, há estuprador. Se há falso estupro, há falso estuprador também. Essa é uma cicatriz que o acusado injustamente carrega consigo para o resto da vida. Sem volta. Muitas mulheres levam à polícia falsas denúncias de violência sexual pra justificar um comportamento pregresso diante da família, para justificar uma gravidez indesejada em caso de traição, pra se vingar do parceiro ou para ter um álibi. E Daniel? O que motivou? O estupro é um crime bárbaro. A imputação de um crime bárbaro a alguém que não o cometeu é, além de igualmente bárbaro, puro sadismo. Essas acusações falsas não só enfadam a justiça. Elas criam uma histeria coletiva nas mulheres, levando-as a crer num estereótipo de homens que, essencialmente, são violentadores. Daniel contribuiu pra isso. Nós sabemos a quem isso serve. – Mariana Brito Soares, “Eu luto pelo fim da cultura do falso estupro.”, facebook, 17.06.2016. Fonte: Marina Brito- 2 respostas
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- contraponto
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notícia Prefeito islâmico de Londres proíbe anúncios de mulheres usando biquinis
Dom Astrogildo postou um tópico no fórum em Discussões
Como uma das primeiras medidas de sua gestão, o novo prefeito islâmico de Londres, Sadiq Khan, proibiu anúncios que promovam a “imagem negativa de corpos” na rede de transportes da cidade (Transport for London). A decisão de Khan veio logo após um anúncio da Protein World perguntar para as mulheres se elas estão com os corpos prontos para ir à praia (as férias de verão se aproximam na Europa). Para Khan, os anúncios incentivam “imagens irreais e não saudáveis” das mulheres, o que poderia deixá-las “com vergonha do próprio corpo”. Fonte: Instituto Liberal de São Paulo- 11 respostas
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- emigração
- esquerda pós-moderna
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