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Filósofo Luc Ferry faz tremer quem diz que gosta mais dos bichos do que das pessoas
CyberLady postou um tópico no fórum em Notícias do Mundo
Úrsula Passos - Folha Francês participa de conferência do Fronteiras do Pensamento em São Paulo e Porto Alegre no mês de setembro "Vemos os humanos se mobilizando para salvar focas e baleias, mas nunca vimos o inverso", diz o filósofo Luc Ferry ao criticar os que animalizam os humanos e humanizam os animais e, assim, tentam apagar a especificidade humana, tão cara aos pensadores humanistas, que sublinham a liberdade e as histórias cultural e política como exclusivamente nossa. "Eu vou esperar que os animais tenham bibliotecas e escolas para os considerar como irmãos", completa o francês, em conversa por email, para fazer tremer os que usam máximas como "gosto mais de bicho do que de gente". O filósofo francês Luc Ferry, que participa do Fronteiras do Pensamento - Divulgação A crítica à indiferenciação entre animalidade e humanidade é um dos temas presentes em seu recente livro "Les Sept Écologies", ou as sete ecologias, lançado na França no ano passado. Nele, o escritor best-seller elenca as grandes correntes da ecologia política, ataca veganos, os "fundamentalistas verdes", a "ideologia" do decrescimento, os seguidores de Greta Thunberg, e defende o ecomodernismo. Essa corrente sustenta uma ecologia liberal, não hostil ao consumo, preconizando crescimento econômico sem destruição do planeta com investimento em novas tecnologias. "A inovação pode tornar crescimento, desenvolvimento e ecologia compatíveis", diz ele. Ferry vai ao Brasil no mês que vem justamente para falar de tecnologia, em conferência no Fronteiras do Pensamento, em São Paulo e em Porto Alegre. O autor de "Aprender a Viver: Filosofia para os Novos Tempos", lançado pela Objetiva, e especialista na filosofia alemã dos séculos 18 e 19 é um habitué do evento. Ele esteve presente na primeira edição, há 15 anos, e, depois, em 2011, em 2015 —numa série especial em Salvador, e em 2019. Ferry é um dos nomes mais populares e midiáticos entre os intelectuais da direita francesa, é colunista do jornal conservador Le Figaro e foi ministro da Educação entre 2002 e 2004, quando apresentou ao então presidente Jacques Chirac a ideia da proibição de símbolos religiosos nas escolas, que se tornaria lei em 2004 e incendiaria o debate francês sobre o véu usado por mulheres muçulmanas. Foi uma fala do francês que inspirou o organizador do Fronteiras, o cientista político Fernando Schüler, a escolher o tema da série de palestras deste ano, "Tecnologias para a Vida". Segundo a fala de Ferry, a revolução da inteligência artificial, tema ao qual tem se dedicado na última década, terá um impacto maior em nossa vida do que as revoluções industriais anteriores. Ele conta que se interessou pela IA e vem acompanhando e ajudando a divulgar o trabalho de cientistas nessa área em suas intervenções públicas, "porque nós, e sobretudo nossos filhos, vamos viver num mundo que não terá mais nada a ver com o nosso". O ex-ministro tem defendido uma mudança no ensino que leve em consideração tais transformações. "As crianças devem ser formadas ao espírito crítico e à lógica da argumentação, pois essa será a única barreira sólida contra o mundo que está vindo, no qual será difícil diferenciar o virtual do real e as ‘fake news’ da verdade", diz. O filósofo, porém, não acredita na possibilidade de uma inteligência artificial autoconsciente e deplora os que a aventam como forma de amedrontar as pessoas. Além do impacto na proteção do planeta, o uso de novas tecnologias na longevidade humana tem atraído Ferry, que defende o chamado projeto trans-humanista, que, como ele gosta de frisar, não visa prolongar a velhice, mas sim a juventude, ou seja, aumentar, graças ao avanço da biologia e da inteligência artificial, os anos de vida dos humanos com saúde e disposição física. Ele opõe a sua visão a uma visão naturalista da existência humana, que herdamos, diz, dos antigos, em particular do estoicismo e do budismo, para quem devemos nos resignar à ordem natural das coisas. "Hoje, ecologistas e adeptos da psicologia positiva nos aconselham a nos voltarmos aos ensinamentos da natureza em vez de aos artifícios da tecnociência; o objetivo não é viver mais, mas viver bem, ou seja, em harmonia com a ordem do mundo." "Se os ideais de uma perfectibilidade indefinida e de uma educação ao longo de toda a vida são próprios ao humano, se a busca por uma vida melhor para si e para os outros não tem porquê parar, a velhice é um problema", diz Ferry, que tem 71 anos, ao explicar seu desacordo. "Morrer aos dez, aos 40 ou aos cem não é indiferente, pois o fato de pertencermos mais à história do que à natureza nos transforma sem parar." Do idealismo alemão de seus primeiros anos de estudos à inteligência artificial, Ferry se atém a Hegel, para quem, lembra, "a tarefa primeira da filosofia é pensar sua época, entender seu tempo". -
O presente é mais real do que o passado e o futuro? #1
YellowLock postou um tópico no fórum em Discussões
Vou enviar várias perguntas filosóficas durantes esse dias, cêis acham daora? Por hoje, segue o questionamento acerca do presente, qual a opinião de vocês? -
Um texto para fazer você pensar e dialogar sobre. Por que nosso biológico nos torna “imperfeitos”. (Parte 1) Esta é uma discursão na qual irá tratar de mim e você, da nossa sociedade, porque há conflitos, e porque nunca vamos nos consertar. Provavelmente algumas das poucas pessoas que lerão isto já devem ter pensado em algo assim em algum momento da vida. Você já parou para pensar porque o mundo é cheio de conflitos? Será por causa do racismo, preconceito e homofobia? Fanatismo, porque tomamos um lado entre direita e esquerda ou simplesmente porque somos humanos? De uma maneira simplificada é tudo isso e mais um monte; nossa criação durante a infância é um dos principais fatores para os problemas da nossa sociedade, junto a ela vem as emoções e sentimentos. A forma que somos criados reflete em tudo o que seremos durante o resto de nossas vidas. Preste atenção nas seguintes observações: OBS 1: Uma pessoa com um grande ego nunca irá achar que está errado, e dificilmente aceitará a opinião do outro lado. Oque pode resultar em um conflito com uma pessoa impaciente por exemplo. OBS 2: Uma pessoa impaciente não irá “dar brecha” para qualquer um, sempre intolerante por qualquer motivo, mesmo que pequeno. Normalmente esses tipos de pessoa rapidamente entram em estado de “fúria” e muitas vezes não percebem a intensidade ou as consequências de seus atos, o que resulta por exemplo em: agressões domesticas, brigas de transito, maus tratos a animais ou a seus próprios filhos, grosserias e vários outros conflitos que você pode imaginar. Impaciência é um mal que assola a população mundial, e são escassas as pessoas que conseguem tem um mínimo domínio sobre ela, até porque além de a nós mesmos, ela também está ligada ao nosso cotidiano, seja um dia difícil no trabalho, faculdade ou escola; notícias desagradáveis e entre outras coisas. Deixar o ego de lado também não é algo simples, entretanto está ligado muito mais a nós mesmos do que a situações que nos rodeia. Esses foram apenas dois dos “problemas” que nós, seres humanos apresentamos, e eles por si só já nos trazem outras complicações, tais como a ansiedade, depressão e estres por exemplo. Oque já nos leva para outro tipo de conversa além da filosófica, a cientifica. E assim entramos na segunda parte de nossa conversa. -->Espero ter feito você pensar um pouco mais sobre nossa “sociedade”, e em porque somos o que somos. Segunda parte será postada dentro de um ou dois dias aqui no fórum. Agradeço dês de já por ter lido. <-- -->Não se esqueça de comentar sobre, vamos dialogar sobre assuntos que nos façam pensar. É isto ?
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Removido.
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(É podcast, como sempre)
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Parem de bater punheta ok.
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Um podcast sobre o anime Neon Genesis Evangelion.
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(“Queria que você estivesse aqui”) A musica com cenas do filme "Na natureza selvagem (Into the wild)" ficaram perfeitas. Interpretação : PINK FLOYD É GENIAL...
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- filosofia
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discussão A única certeza dessa vida é o incerto.
Dom Astrogildo postou um tópico no fórum em Discussões
Vivemos uma vida cheia de planos, todos justificando ou repelindo outros planos: para, no fim, acabarmos num caixão que dê algum sentido na vida de outros e não na nossa (que já acabou, aliás). A vida é uma eterna incerteza, nunca seremos felizes - a felicidade é uma sensação, nada além disto, quem diz que tem uma vida feliz é um mentiroso ou não está falando no sentido literal (ou emprego o termo de forma errada). O que acham? -
Uma teoria.
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- filosofia
- sentido da vida
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Deu merd.a, muita merd.a, aí este é o resultado.
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Esse vídeo deu um trabalho da porra para fazer
