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  1. Controles viram câmeras em títulos como 'God of War' e 'Ghost of Tsushima', e trabalhos rendem até exposições de arte João Varella São Paulo Com o sonho de se tornar um fotógrafo profissional, Bruno Calado Borges, estudante recifense de 19 anos, fez um apelo nas redes sociais para comprar um equipamento. Não queria uma câmera Nikon, Canon ou outra de marca convencional, mas um PlayStation 5, que, além de um aparelho de jogos, é uma câmera virtual. O pedido viralizou, com apoio e escárnio, e suas redes sociais foram inundadas de xingamentos. Um usuário postou uma foto de uma carteira de trabalho, enquanto outro o qualificou como "printador profissional". Retrato do game 'Marvel's Spider-Man Miles Morales' feito pelo jogador Bruno Borges - Bruno Borges Ele reagiu com postagens explicando a fotografia virtual, uma nova forma de arte explorada dentro do videogame contemporâneo. "Você tem que saber sobre iluminação, enquadramento, desfoque, matiz, brilho, exposição", afirma, enumerando valores da fotografia convencional. A versão virtual se estabeleceu na década passada e foi impulsionada durante a quarentena. As principais plataformas contemporâneas facilitam a captura, já que os controles de Switch, Xbox Series e PlayStation 5 contam com um botão que age como um disparador. Se o hardware é o corpo do videogame, o software é a mente. Diante da popularidade das mídias sociais, os desenvolvedores implementaram o modo foto, que congela a cena e permite ao usuário compor a imagem com possibilidades que só o digital oferece. De 'Elden Ring' a 'God of War', veja retratos feitos pelos jogadores dentro dos games O jogo de esportes radicais "Riders Republic" permite mudar a hora do dia e as condições climáticas, por exemplo. "The Last of Us Part 1", sobre um mundo estraçalhado por um vírus, possibilita avançar alguns milissegundos no futuro. O paintball de "Splatoon 3" deixa instalar a câmera no ar com uma contagem regressiva antes de efetuar o disparo, dando tempo de fazer poses. O modo de foto é padrão nos jogos de alto valor de produção, mas não é padronizado. Cada título tem interface e recursos próprios. Em comum é o fato de a ferramenta valorizar recursos gráficos de ponta, como o "ray tracing", que calcula a iluminação, incluindo reflexo e sombras, de maneira realista. Os jogadores aderiram. Com "Ghost of Tsushima", jogo de samurai lançado há dois anos, mais de 15 milhões de fotos foram feitas em dez dias, de acordo com a Sony, que lançou o título. Há casos ainda em que a fotografia é um elemento da narrativa, como "New Pokémon Snap", do ano passado. Sob a premissa de fazer uma pesquisa científica, é preciso fotografar Pikachu e os outros monstrinhos em seu habitat. Veja imagens do jogo 'Ghost of Tsushima' Na maior parte dos casos, porém, a elaboração das imagens não faz parte da história. É criada por intenção estética, expressiva ou qualquer outro motivo que leva uma pessoa a tirar uma foto. "A fotografia enriquece a experiência de jogo. Você passa a ter mais proximidade com os personagens e preserva a memória de situações pontuais", diz o jornalista Rodrigo Pscheidt, que vive em Curitiba e mantém um perfil de fotografias de jogos no Instagram, o @GamesPhotoMode, com 18 mil seguidores. Ele, que tem 36 anos, calcula levar entre cinco e seis horas para fazer dez fotos dignas de serem publicadas. Já Borges, o estudante do Recife, otimiza o tempo com vários pontos de salvamento, como se fossem diferentes marcadores de página da história. Os dois jogos do Homem-Aranha desenvolvidos pela Insomniac, os favoritos do pernambucano, requerem mais de 50 horas para desbloquear o conteúdo completo. Os fotógrafos de games têm ganhado espaço. O Flickr, plataforma usada por profissionais para exibir portfólios, criou uma categoria para a fotografia de jogos. Um texto publicado no blog oficial do site em setembro qualifica o gênero como "uma forma de arte emergente". A rede, aliás, foi criada em 2004 para o compartilhamento de imagens de um game. Mas o grande espaço de postagens e descobertas dos fotógrafos virtuais —ou VPs, na sigla em inglês— é o Instagram. Hashtags como #VirtualPhotography ou a mais local #BrasilVP indexam as imagens. Há etiquetas específicas para jogos e estilos de imagem. A fotografia virtual conta com nichos especializados, como retratos, paisagens, erros, entre outros, além de desafios que passam de um criador a outro. Esse tipo de fotografia também tem se profissionalizado. O paulistano Leonardo Sang, de 32 anos, já trabalha há mais de uma década com a linguagem. Ao longo de sua carreira, desenvolveu trabalhos para companhias multinacionais como Nvidia, Ubisoft e Telefónica. Com mais de uma década de experiência de fotos em games, para Sang o ambiente virtual proporciona a oportunidade de retratar o impossível. Ele dá como exemplos "Isonzo ", que se passa na Primeira Guerra, e "Kingdom Come", ambientado no Império Romano. Retrato do game 'Elden Ring' feito pelo jogador Leo Sang - Leo Sang O jogo favorito de Sang é "Battlefield". Em vez dos tiroteios bélicos que marcam a série, o artista se especializou nas paisagens e detalhes banais. Com exposições internacionais no currículo, ele compõe o júri da competição de imagens virtuais Capture Point, promovida por Red Bull e PlayStation, que deve originar uma exposição em Nova York no ano que vem. A Ubisoft, dona de séries como "Assassin's Creed" e "Far Cry", também abriu um concurso similar. Hoje as fotos dentro dos games se relacionam mais ao marketing e não contam com um reconhecimento firme do circuito de arte, uma situação parecida com os primeiros anos da fotografia em si, que no século 19, quando surgiu, foi rechaçada por artistas e críticos que a viam como uma linguagem inferior à pintura. Charles Baudelaire era um deles, preocupado pela invasão de uma máquina automática que apenas reproduzia o real. Com o passar do tempo, o ranço do autor de "As Flores do Mal" foi superado, e o entendimento contemporâneo evoluiu. "A fotografia convida a interpretar a paisagem, é uma questão histórica da linguagem", afirma Ronaldo Entler, crítico e professor de fotografia da Fundação Armando Alvares Penteado, em São Paulo. Segundo ele, com as pessoas passando mais tempo em mundos virtuais, é natural que o fazer fotográfico se transforme. "Fotografia é uma cultura dotada de vocabulário. É também um espaço de debates, um universo de referências. Onde estão essas referências está a fotografia", diz. O afamado diretor Hideo Kojima enalteceu a fotografia virtual no Twitter. "Se você continuar tirando fotos, mesmo dentro do jogo, sua sensibilidade e habilidade melhorarão naturalmente. Composição, layout, foco et cetera. Mais importante que isso, você saberá o que deseja fotografar", escreveu o autor de "Death Stranding", também dotado de "photo mode". As palavras ressoam no interesse de Borges, o jovem que recebeu ataques em razão de sua vaquinha. "Fiquei com uma crise de ansiedade séria", diz. Por outro lado, ele conseguiu arrecadar a quantia de que precisava. Hoje tira e posta fotos com o PlayStation 5, a câmera que tanto queria.
  2. Games lideram premiação em número de indicações ao lado de 'Horizon Forbidden West' Tiago Ribas São Paulo Ainda em 2021, "Elden Ring" era visto como um dos principais games de 2022. Naquele ano, o título da FromSoftware venceu uma concorrência de peso para ficar com o prêmio de jogo mais esperado no The Game Awards. A expectativa era grande para o lançamento em fevereiro, e o game não decepcionou, colecionando fãs e elogios dos críticos. Ainda viu alguns dos seus principais concorrentes ao título de jogo do ano na principal premiação da indústria de games mundial terem seus lançamentos adiados para 2023, casos "The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom" e "Starfield". Mas aí veio "God of War Ragnarök". Veja imagens do jogo 'God of War: Ragnarök' No último dia 14, o jogo desenvolvido pelo Santa Monica Studio se tornou o campeão de indicações no The Game Awards deste ano, com dez –três a mais do que "Elden Ring". Os dois concorrem diretamente em seis categorias: jogo do ano, direção, narrativa, direção de arte, trilha sonora e design de som. "God of War" também recebeu indicações como melhor jogo de ação ou aventura, inovação em acessibilidade e duas de melhor performance (Christopher Judge como Kratos e Sunny Suljic como Atreus). Já "Elden Ring" só concorre a mais um prêmio: melhor jogo de RPG. Além disso, se o game japonês chegou à premiação de 2021 embalado pelo sucesso do teste realizado em novembro daquele ano, desta vez o momento é todo do título da Sony. Lançado no último dia 9, o game vem recebendo boas críticas e seus jogadores inundam as redes sociais com vídeos e lives. Veja imagens do jogo 'Elden Ring' Curiosamente, outro título da Sony pode ajudar "Elden Ring" a virar o jogo. Com o mesmo número de indicações do título da FromSoftware, "Horizon Forbidden West" concorre com "God of War" na categoria de game de ação ou aventura e tem em Ashly Burch, como Aloy, uma concorrente mais forte na categoria de melhor performance —pesar de ser difícil imaginar esse prêmio não indo para Manon Gage no papel de Marissa Marcel, protagonista de "Immortality". Além disso, nas categorias em que os três estão indicados, é possível que os títulos da Sony (ambos sequências, de ação ou aventura e exclusivos para consoles PlayStation) dividam votos, favorecendo "Elden Ring", um RPG de ação multiplataforma que conta com um público alvo mais amplo —pelas regras da premiação, 90% dos votos são de jurados (representantes da mídia especializada e influenciadores) e 10% do público em geral. Correndo por fora na briga por jogo do ano estão o game de ação ou aventura ambientado na frança medieval "A Plague Tale: Requiem", o RPG japonês da Nintendo "Xenoblade Chronicles 3" e o famoso jogo do gatinho "Stray", indie que surpreendeu com seis indicações. O título do BlueTwelve Studio disputa ainda as categorias de melhor direção, melhor direção de arte, melhor jogo de ação ou aventura, melhor indie e melhor jogo indie de estreia —com boas chances de conquistar os dois últimos. Jogos com mais indicações para o The Game Awards 2022 O Brasil tem representantes em três categorias na premiação. O youtuber Nobru foi indicado como criador de conteúdo do ano, a Loud Valorant concorre como melhor equipe de esports e seu técnico, Matheus "Bzka" Tarasconi, disputa o prêmio de técnico de esports do ano. Os vencedores do The Game Awards serão revelados em 8 de dezembro a partir das 14h (de Brasília) no teatro Microsoft, em Los Angeles. O evento será transmitido ao vivo nas redes sociais. É possível votar nos indicados no site da premiação.
  3. autor: Matthias Pawlikowski Bonito e bem feito, o porte do God of War para PC é uma boa maneira de a Sony dizer olá. Este jogo é imprescindível para qualquer jogador de PC - especialmente se você nunca o jogou. Se outros portos fossem desta qualidade... Estes são os dias - podemos baixar o God of War na Steam. É um jogo que, até recentemente, era basicamente um anúncio para o PlayStation. A Sony finalmente está compartilhando seus êxitos com jogadores de PC e, além deste jogo, também estaremos recebendo Uncharted: Legacy of Thieves Collection este ano. PROS: É o mesmo glorioso God of War; Funciona bem em uma variedade de configurações; Configurações bastante amplas; DLSS, FidelityFX, e glorioso suporte nativo ultrawide; Você irá executá-lo em um GTX 1060. O controle do mouse e do teclado é bom. CONS: Quedas de frame Os reflexos de luz tendem a ficar loucos; Talvez... talvez seja necessário melhorar um pouco as animações da água? Todas as imagens foram feitas com uma proporção de 21:9. Vamos tirar isso do caminho: A Sony parece levar seus portes muito mais a sério do que a Square Enix levou seu recente Final Fantasy 7 Remake. O God of War no PC é um grande jogo que trata sua plataforma alvo com seriedade. Se você nunca jogou God of War porque não possui um PlayStation, esta é a oportunidade perfeita para mudar isso. E se você já completou o jogo no PS4/PS5, então nada o impede de completar 100% das conquistas do Steam. Kratos um pouco mais sério O original de 2018 conquistou os corações dos jogadores e conquistou mercados em todo o mundo. O reboot específico da série que existe desde o PS2 atingiu o alvo da atenção de um touro. Quando eu estava no God of War III em 2010, senti que enquanto me divertia, também estava revivendo a mesma história novamente. O culminar da trilogia e o abate final dos deuses gregos permitiu aos criadores concluir o conto épico e abrir o caminho para um maior desenvolvimento da franquia. A idéia que eles tiveram acabou sendo simples, mas brilhante - Kratos foi transferido para um mundo completamente diferente, muito mais frio, da mitologia nórdica. No extremo norte, Kratos procura uma pausa - ele estabelece uma família e um lar. A paz de espírito, entretanto, não pode durar para sempre em um jogo que tem "guerra" em seu nome. Quando a esposa de Kratos morre, ele e seu filho Atreus partem para espalhar as cinzas da mulher. A viagem acaba sendo tão brutal quanto a confusão na Grécia antiga, com a diferença de que desta vez enfrentamos deuses e monstros dos mitos nórdicos. Este reboot, que na verdade é uma sequência, é baseado em um conceito ligeiramente diferente. Nós não viajamos mais sozinhos, mas, como em outro sucesso da Sony, The Last of Us, com nosso filho nos acompanhando constantemente pelo caminho - a relação entre o pai rígido e seu filho é um dos elementos mais interessantes do jogo. O próprio ritmo do jogo mudou - Kratos se move mais devagar (o que não prejudica a dinâmica), e a câmera agora está mais próxima dele. Isto dá a impressão de que, embora conheçamos o herói e sua história, estamos participando de uma etapa completamente nova e mais séria da jornada. O próprio Kratos parece ser um herói muito mais frio e mais silencioso do que em ocasiões anteriores. Claro, explosões de raiva ainda acontecem com ele - está em seu sangue - mas não é como se ele fugisse por 15 horas gritando maniacamente e matando tudo o que se move. Imperfeito, mas bom o suficiente Este não é um porte perfeito - não traz uma revolução para o mercado de PCs. Mas é bom o suficiente para lhe proporcionar 50 horas de entretenimento de qualidade. Se, após o lançamento do FF7 Remake, você temia que o jogo fosse lançado sem configurações gráficas personalizáveis, então fique tranquilo - desta vez eles estão aqui. Embora este não seja, sem dúvida, o nível de personalização a que estamos acostumados em jogos como Cyberpunk ou Assassin's Creeds, ele fornece margem suficiente para personalizar os gráficos no caso de você querer operar com alguns quadros adicionais por segundo. Configurações gráficas quase gloriosas. Tecnologias como Nvidia DLSS e FidelityFX Super Resolution da AMD também foram implementadas, e são conhecidas por impulsionar ainda mais o desempenho. Além disso, o limite do frame definido em 120 FPS é maior do que no PS4/5. Ao mesmo tempo, resoluções mais altas não foram desconsideradas, assim como as trivialidades como suporte nativo para monitores ultrawide. O Ray-tracing está faltando quando se trata de sinos e apitos, mas a verdade é que ninguém realmente esperava isso em um jogo de 2018. E isto realmente mostra às vezes - nem todas as texturas são realmente nítidas aqui - mas você só vai notar quando tentar tirar uma foto durante algumas cutscenes dinâmicas - uma coisa que é claramente de última geração, no entanto, é a animação aquática. Entretanto, não é tudo tão evidente porque a coisa toda parece simplesmente linda. Uma vez que estamos à procura de rays tracing, parece digno de nota que os criadores provavelmente tentaram mexer nos reflexos da luz, já que às vezes eles podem realmente ficar com o fio de palha. Não é necessário um exame minucioso para perceber que os reflexos podem criar alguns efeitos estranhos nas paredes e nos materiais. No entanto, isto é principalmente um pequeno inconveniente que não afeta a recepção geral. Repito mais uma vez: como um todo, o God of War no PC parece lindo - a direção artística compensa qualquer uma destas pequenas deficiências. Este jogo ainda causa uma impressão impressionante. Testei o God of War na RTX 3090 a 3440x1440 com todas as opções definidas para ultra. Sem DLSS, consegui rodá-lo a 80-90 quadros, com algumas quedas para 71. Estas foram bastante frequentes. Com o DLSS habilitado no modo Qualidade, consegui 100-110 FPS. Também testamos o God of War em configurações máximas em um RTX 2080 a 1080p. Embora o jogo tenha sido executado em 60 quadros, as quedas ocasionais o reduziram para 40 FPS. Somente a habilitação do DLSS resolveu este problema. O último teste foi o God of War na venerável GTX 1060 em 1080p e... acabou se revelando que você pode desfrutar de uma jogabilidade suave em configurações baixas e até mesmo médias. Veredicto Um grande jogo, e um porte muito bom. Alegrem-se, jogadores de PC, porque agora vocês podem jogar um dos melhores jogos da geração anterior (e de acordo com alguns, claro) em seus SSD's de alta velocidade. 2022 não poderia ter começado melhor para vocês. Tudo considerado, não é perfeito e espero que o desempenho se torne um pouco mais consistente. No entanto, vale a pena acrescentar que baixar a qualidade de ULTRA para MEDIUM, por exemplo, não diminui significativamente a qualidade da imagem, ao mesmo tempo em que alivia seriamente o hardware - portanto, não tenha medo de baixar as configurações se você sentir que precisa de melhor desempenho. Grandes quedas de velocidade de animação acontecem apenas nas configurações máximas. Se, por sua vez, você desenvolveu uma aversão aos games pads como proprietários de PCs, então é claro que você pode jogar com o mouse e o teclado. O jogo é simples e divertido, e eu não notei nenhum problema com os controles, embora God of War pareça ter sido projetado com um game pad em mente (e eu o usei na maior parte; eu só usei mouse e teclado quando precisei resolver rapidamente enigmas como "destruir rapidamente 3 símbolos para destravar uma arca". Não posso evitar - ainda prefiro mirar com um mouse). Sony lançará mais exclusivos no PC? Eu realmente quero felicitar a Sony por um porte realmente bom. Estou contando com mais jogos PS4 e PS5 para sair no PC - mesmo que o desenvolvimento de seus portes precise levar alguns anos. Já sabemos sobre Uncharted, e não faz muito tempo, Horizon Zero Dawn e Days Gone também chegaram no Steam. Você também ouve cada vez mais sobre o Ghost of Tsushima no PC. Pessoalmente, também estou contando com The Last of Us. Enquanto isso, é apropriado contentar-se com o God of War - um grande jogo, e um porte realmente bom. Alegrem-se, jogadores de PC, porque agora vocês podem jogar um dos melhores jogos da geração anterior (e de acordo com alguns, claro) em seus SSDs de alta velocidade. 2022 não poderia ter começado melhor para vocês.
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