Pesquisar na Comunidade
Mostrando resultados para as tags ''inteligência''.
Encontrado 2 registros
-
tecnologia Robô vai representar o Brasil na maior competição de tecnologia do mundo
vine13 postou um tópico no fórum em Bate papo & Discussões
Oferecer testes de visão rápidos e precisos por meio de um equipamento portátil que pode ser levado para áreas remotas e disponibilizado para pessoas que sofrem com a falta de atendimento médico. Esse é o objetivo do Adam Robo, que aposta nos conceitos mais avançados de inteligência artificial em um equipamento leve, simples e com custo acessível. O projeto é um dos finalistas latino americanos da 16ª edição da Microsoft Imagine Cup, competição global de tecnologia estimula ideias inovadoras com soluções para problemas mundiais. Idealizado pelo empreendedor Juliano Santos, fundador da startup curitibana Prevention, o Adam Robo foi selecionado entre mais de 180 projetos na América Latina e agora vai representar o Brasil na final mundial da competição, que vai reunir 34 invenções de todo o mundo, entre os dias 23 e 25 de julho, na cidade de Seattle. O grande campeão vai receber mais de US$100 mil dólares, somando dinheiro, viagens e créditos em nuvem, como subsídio para desenvolvimento do projeto, além de mentoria de Satya Nadella, CEO da Microsoft. Para ver melhor! O Adam Robo, que passou pelo processo de mentoria do Centro Europeu do Microsoft Innovation Center, consegue identificar necessidades oftalmológicas urgentes colaborando com a prevenção da cegueira evitável. “Milhares de casos de cegueira recorrentes no mundo todo poderiam ser alertados e evitados com um simples teste de visão, entretanto a porcentagem de pessoas que têm acesso a oftalmologistas, principalmente no Brasil, é muito baixa. A proposta do Adam é conscientizar sobre a saúde visual e potencializar o oftalmologista funcionando como uma triagem, já que gera uma anamnese clínica que colabora com a assertividade dos médicos”, afirma Juliano Santos. O teste dura cerca de cinco minutos e tem precisão para detectar diversos problemas de visão usuais como miopia, hipermetropia, vista cansada, astigmatismo e daltonismo. O Adam Robo traz escalas de figuras para pessoas não alfabetizadas e optotipo letras para pessoas alfabetizadas. “O teste é rápido e pode ser aplicado em adultos e crianças de todas as faixas etárias. Os resultados são gerados instantaneamente e digitalizados pelo software do Adam por meio de um aplicativo disponível para Android, web e iOS. O Big Data do sistema armazena todo o mapeamento do paciente, com a indicação ou não de doença oftalmológica, idade, sexo, escolaridade e localidade. Todos os dados podem ser acessados por qualquer oftalmologista por meio de um QR Code”, explica Juliano. Ajuda acessível A primeira versão do Adam Robo é fabricada e comercializada em Curitiba, onde já foi testada em Mutirões da Cidadania da Prefeitura que oferecem exames gratuitos para a população. O produto pode ser comprado ou alugado pelo telefone (41) 3262-2180, no site www.adamrobo.com.br ou na sede da startup, em Curitiba. Além disso, novas versões já estão sendo desenvolvidas. “Já estamos trabalhando em novas verões do Adam Robo, que vão permitir, por exemplo, que o teste seja realizado de modo automatizado e por conversação, de maneira muito mais humanizada. Além disso, já estamos trabalhando para que o Adam aponte diretamente as possíveis doenças, potencializando o trabalho dos oftalmologistas”, completa Juliano Santos. Fica nossa torcida e desejo de sucesso, mesmo que não vençam, já são dignos de muitos aplausos e reconhecimentos, afinal, usaram a inteligência e o conhecimento em tecnologia para o bem do povo e em prol do povo. Fonte: ADAM ROBO-
- adam
- artificial
- (e 6 mais)
-
Quem acompanha o Netflix, com suas dezenas de séries e filmes de produção própria, certamente já ouviu falar de Black Mirror. E se não conheceu ou assistiu a um dos episódios (não sequenciais), certamente já viu pelas redes sociais a exclamação “Isso é tão Black Mirror!” em contextos descrevendo a tecnologia sendo usada de maneira controversa no cotidiano. Quando a polêmica choca e diverte E por falar em controvérsia, esse é o tempero da série. Escrita por Charlton Charlie Brooker, aclamado escritor e comediante britânico, a abordagem de Black Mirror é de incomodar e alertar: Com uma pegada SCI-FI, um quê de thriller psicológico e sobretudo altas doses de sátira aos costumes atuais, Black Mirror não te deixa confortável. É aquela série que você começa ansioso, fica surpreso, estupefato e termina incomodado. Mas esse incômodo é um misto de fascínio. A série cativa pela controvérsia de suas mini estórias, que não são interligadas (você pode assistir os episódios na sequência que quiser, pois cada um tem uma trama diferente). A crítica, lógico, rasgou elogios pela ousadia e inovação da série, quando de seu lançamento (inicialmente para a tv britânica). A Netflix, por sua vez, percebendo o sucesso evidente da série, em especial pelo ineditismo da primeira temporada, já encomendou as sequências seguintes e com isso já seguimos com quatro temporadas, embora a última não tenha tido uma recepção tão calorosa quanto foi com a primeira. O ponto alto da série é que a ambientação dos episódios ocorre no presente tecnológico em que já vivenciamos, ou num futuro próximo. E isso assusta: as tecnologias usadas em alguns episódios ou já são parte de nosso dia-a-dia ou serão muito factíveis a curto prazo. A pitada de sátira com o comportamento humano atual, misturada com a pressão do incômodo psicológico e o excesso de tecnologias que nos cercam abre ao espectador uma pergunta evidente: para onde a humanidade caminha? Cada episódio um universo próprio O primeiro episódio (The National Anthem), chocou a mostrar uma hipotética Inglaterra sofrendo com um dilema moral de seu Primeiro-Ministro, ao ter que praticar atos sexuais (bizarros obviamente) em cadeia nacional, a mando de um grupo de sequestradores de uma princesa real. O choque do enredo choca mais ainda por se tratar de uma situação que atualmente seria plenamente possível (e trágica inclusive). O desfecho mostra a profundidade que a série quer mostrar ao espectador e de fato mostra a que veio. Em White Bear (segunda temporada), vemos a tragédia humana virar atração, no melhor estilo de reality show com uma pitada de moralismo de Estado quando a protagonista acorda num local em que ela não se lembra de nada nem de si mesma e é obrigada a fugir de um grupo que a persegue, tendo que pedir ajuda a algumas pessoas que não são confiáveis e tendo inclusive que lidar com um grupo de espectadores que a acompanha em seu desespero munidos de câmeras celulares. O fim do episódio mistura indignação e perplexidade sobre quais eram os propósitos das perseguições à protagonista. A terceira temporada nos trouxe um episódio (Nosedive) que brilhantemente mostra uma questão que se não é realidade em nossas vidas, muito possivelmente será e quiçá na China já esteja se tornando uma parcial realidade, ainda que em testes: a classificação da reputação dos cidadãos de forma digital. O episódio foca o desespero de uma mulher em ter uma boa nota nas redes sociais (o que naquele universo do episódio significaria ser popular, ter melhor crédito e status social), e o que pode acontecer com quem entra de mergulho nessa busca desenfreada por reconhecimento. Se observarmos ao nosso redor, a sociedade meio que já caminha de alguma forma para essa realidade, motivo de alarme e questionamentos sobre como nos relacionamos nas redes sociais. Por fim, um episódio marcante da quarta temporada e que inclusive chegou a ser cogitado de virar um spin-off foi uma simulação de série SCI-FI dos anos 60. Com cabelos estilosos e colorido característico, USS Callister é um episódio de fascínio visual, onde temos um capitão de nave espacial desbravando o espaço com sua filha tripulação. O que ninguém sabe (ou sabe, o que é pior de tudo), é que aquele universo à la Star Trek 60’s não passa de uma fantasia megalomaníaca de um programador que extrapola os limites do socialmente aceitável para manter uma questionável conquista espacial. A mensagem de Black Mirror Como brevemente mostrado, num apanhado por amostragem, fica evidente que cada temporada criou uma variedade de contos, das mais diversas roupagens e enredos, mas em todos a tecnologia é vista como potencialmente nociva se não bem utilizada. Esse é o propósito de Black Mirror: mostrar que presente altamente tecnológico e o futuro não tão distante podem ser ao mesmo tempo fascinantes e nocivos para a sanidade mental. Tudo já está entre nós, ao nosso alcance e conectado. E isso é tão Black Mirror! E aí, assiste ou já assistiu Black Mirror? O que achou? Fonte: Redação PTI
- 2 respostas
-
- artificial
- black mirror
- (e 8 mais)
