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Alemanha é que é a vítima da maldição do 7 a 1
CyberLady postou um tópico no fórum em Notícias do Mundo
PVC Após a implacável goleada do Mineirão, alemães não venceram mais em noventa minutos em Copas A necessidade de a Alemanha vencer a Espanha, para não ser eliminada, contrasta com a fama cultivada depois do 7 a 1, de que o país produziu sua grande reconstrução após cair na primeira fase da Eurocopa 2000. Naquela Euro, os alemães ficaram em último lugar numa chave com Portugal, Romênia e Inglaterra. Tem até livro publicado sobre a grande reforma, cujo título é "Das Reboot" (A Reinicialização). Explica passo a passo o processo de renascimento da seleção alemã. E, no entanto, depois do título mundial de 2014, a Alemanha foi desclassificada na fase de grupos de Copa do Mundo de 2018. Nunca havia acontecido. Neuer, goleiro alemão no 7 a 1 sobre o Brasil, na Copa de 2014, vê a bola dentro do gol e o japonês Kaoru Mitoma correndo para comemorar um dos gols dos asiáticos na surpreendente vitória por 2 a 1, na Copa 2022 no Qatar - Anne-Christine Pouloulat/AFP Depois do 7 a 1, jogaram cinco partidas em Copas: perderam do México, Coreia do Sul e Japão, ganharam da Argentina a final do Maracanã, na prorrogação, e da Suécia, na Rússia, com gol de falta de Toni Kroos no minuto 95. Ou seja, depois da implacável goleada do Mineirão, não venceram mais em noventa minutos em Copas. O técnico Joachim Löw, o décimo em cem anos de seleção alemã, saiu depois da eliminação nas oitavas-de-final da Eurocopa, contra a Inglaterra. Mas a demissão foi decidida oito meses antes, após perder por 6 a 0 para a Espanha, no jogo que a tirou da Liga das Nações. O 7 a 1 representou o declínio do Brasil, mas o aspecto emocional foi tão importante para aquele resultado quanto o técnico. A seleção não estava bem e Felipão tomou decisões erradas, como a escalação de Bernard, contra a vontade de seus observadores. O time tinha todo o peso sobre um jovem craque de 22 anos, que deveria ser parte de uma equipe experiente e virou a única referência, depois de Adriano Imperador e Ronaldinho Gaúcho desistirem da carreira de alto nível. Kaká estava machucado e Robinho cometeu o crime hediondo, pelo qual foi condenado, 17 meses antes do Mundial. O normal seria os alemães ganharem no Mineirão. O placar de 3 a 1 refletiria aquele momento. O 7 a 1 foi a soma de tudo o que está descrito acima e das ausências do craque do time, por lesão, e do capitão Thiago Silva, por suspensão. O 7 a 1 não é o símbolo de que tudo estava perfeito em Berlim, nem destruído aqui. A atual crise da Alemanha é também reflexo do equilíbrio entre as seleções. O que não exclui o contraste entre ter sido apontada como símbolo da modernidade, em 2014, e colecionar apenas desgostos depois. Antes do "Reboot", a grande desonra alemã havia acontecido na Eurocopa de 1984, eliminação na primeira fase, num jogo contra a Espanha, adversária de hoje. Dirigida por Jupp Derwall, ex-assistente de Helmut Schoen na Copa de 1974 –qualquer semelhança com Hansi Flick não é coincidência–, a Alemanha tinha uma crise com um de seus craques, Bernd Schuster. Veja imagens do jogo Alemanha e Japão Tão brilhante quanto arrogante, Schuster recusou-se a jogar pela seleção depois de levar bronca de Derwall por não ir à festa de aniversário de Hansi Muller e afirmar publicamente: "Não gosto de Hansi". Derwall telefonou para Schuster, deu-lhe uma bronca em duzentas palavras e percebeu o telefone ficar mudo do outro lado da linha. Schuster simplesmente desligou. A esposa de Schuster declarou que Derwall ligou para sua casa e estava bêbado. A história, contada no livro "Tor" (Gol), do jornalista alemão Ulrich Hesse, termina com a derrota da Alemanha por 1 a 0 para a Espanha e a eliminação na fase de grupos da Euro 1984. Derwall foi demitido na semana seguinte. -
Bandeira de Pernambuco é confundida com LGBTQIA+ no Qatar
CyberLady postou um tópico no fórum em Notícias do Mundo
Jornalista afirma que pessoas pisaram na bandeira e o obrigaram a apagar vídeo Eduardo Marini São Paulo A bandeira de Pernambuco foi confundida com um símbolo LGBTQIA+ nos arredores do Estádio Nacional de Lusail, no Qatar. Segundo o jornalista Victor Pereira, um homem não identificado, que vestia um dishdasha —veste branca tradicional no Qatar— e usava credenciais da FIFA, avançou sobre uma mulher que carregava a bandeira. Ela e o jornalista pernambucano tiravam uma foto juntos quando o agressor pegou a flâmula, jogou-a no chão e pisoteou. O homem confundiu o objeto com um símbolo LGBTQIA+ devido ao arco-íris em seu desenho. Jornalista segura bandeira de Pernambuco em vídeo publicado no Twitter; segundo ele, pessoas jogaram a bandeira no chão e pisaram após confundirem com símbolo LGBT - Reprodução/Twitter (@ovictorpereira) Victor filmava a situação quando o agressor pegou seu celular, obrigando-o a apagar o vídeo que gravava e ameaçando jogar o aparelho no chão. Enquanto seus colegas tentavam explicar a situação, um segurança tomou o celular das mãos do homem, desbloqueou o dispositivo com o reconhecimento facial do jornalista e apagou os vídeos. Um deles seria a gravação do agressor pisando na bandeira. Em outro vídeo, gravado por terceiros, Victor aparece discutindo com o homem, rodeado por pessoas uniformizadas que carregam credenciais no peito —funcionários voluntários da Copa. Victor está credenciado para cobrir a Copa do Mundo por diversos veículos de mídia e acompanhava a partida entre Argentina e Arábia Saudita. A violação de direitos LGBTQIA+ no Qatar é um dos principais assuntos do torneio. Nos últimos dias, protestos foram registrados na Europa contra a realização do evento no país. Seleções do velho continente também ameaçaram entrar em campo com mensagens contra a homofobia, mas foram barradas pela FIFA, que decidiu punir com cartões amarelos quem se manifestar e lançou braçadeiras de capitão oficiais, impedindo versões personalizadas pelas equipes. A Pantone, referência mundial em sistemas de cores e tecnologias para sua reprodução precisa, lançou uma bandeira LGBTQIA+ branca, substituindo as cores pelos códigos Pantone que lhes referenciam, como uma forma de driblar a proibição da bandeira no Qatar. Veja os protestos no mundo durante a Copa do Qatar- 1 resposta
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Veja datas, horários, seleções e curiosidades da Copa do Mundo 2022
CyberLady postou um tópico no fórum em Notícias do Mundo
Confira guia com datas, onde assistir, as seleções classificadas e outros detalhes do torneio São Paulo Pela primeira vez na história a Copa do Mundo de futebol masculino será disputada no Oriente Médio. O Qatar recebe, de 20 de novembro a 18 de dezembro, as 32 seleções que vão em busca do título. O país gastou US$ 200 bilhões (mais de R$ 1 trilhão, em cotação atual) em infraestrutura em um esforço para garantir o sucesso do projeto. Oito estádios, sete dos quais com ar-condicionado, foram construídos ou reformados, juntamente com um novo sistema de metrô e aeroporto internacional. Confira abaixo as respostas para algumas das principais dúvidas sobre o torneio. Tudo sobre a Copa do Mundo 2022 O estádio Lusail, no Qatar, será o palco da grande final da Copa do Mundo 2022, dia 18 de dezembro, ao meio-dia - Karim Jaafar/AFP Onde será a Copa do Mundo? O Mundial de 2022 será disputado no Qatar. Será a primeira vez que uma Copa do Mundo será realizada no Oriente Médio. Quando é a Copa do Mundo 2022? De 20 de novembro a 18 de dezembro. Quando é o último jogo da Copa do Mundo? A final acontece no dia 18 de dezembro, um domingo, ao meio-dia (horário de Brasília), no estádio Lusail. Por que a Copa do Mundo será em novembro? Tradicionalmente disputada em junho, a competição deste ano foi marcada para novembro porque o Qatar costuma ter temperaturas muito altas, tempestades de areia e baixa umidade do ar entre junho e agosto. Por isso, para preservar a saúde dos atletas e dos torcedores, a Fifa marcou o torneio para o fim do ano. Como a Copa do Mundo funciona? As 32 seleções são divididas em grupos de quatro. Os times se enfrentam uma vez dentro do grupo, e os dois mais bem classificados passam para as oitavas. A partir daí, é eliminatória em jogo único. Se empatar, vai para a prorrogação e pênaltis. Quais são os países participantes da Copa do Mundo? Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Camarões, Canadá, Coreia do Sul, Costa Rica, Croácia, Dinamarca, Equador, Espanha, Estados Unidos, França, Gana, Holanda, Inglaterra, Irã, Japão, Marrocos, México, País de Gales, Polônia, Portugal, Qatar, Senegal, Sérvia, Suíça, Tunísia e Uruguai. As 32 seleções classificadas para a Copa do Mundo de 2022 Onde assistir à Copa do Mundo 2022? A Globo tem exclusividade do evento em TV aberta e fechada. Os jogos serão transmitidos na TV Globo e nos canais SporTV. Além disso, o grupo também exibirá as partidas no Globoplay. Segundo a Fifa, também estão licenciadas as rádios Bandeirantes, Energia 97 FM, Gaúcha, Itatiaia, Jornal, Jovem Pan e Transamerica. Copa do Mundo é feriado? Segundo especialistas, a legislação trabalhista não prevê obrigação de a empresa dispensar os funcionários no dia dos jogos da Copa. No entanto, é possível negociar folgas ou combinar uma jornada de trabalho menor para conseguir acompanhar as partidas. Quem ganhou a última Copa do Mundo? A França foi a campeã da Copa do Mundo de 2018 ao bater a Croácia por 4 a 2, na Rússia. Quais são os campeões da Copa do Mundo? Brasil - 5 títulos (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) Alemanha - 4 títulos (1954, 1974, 1990 e 2014) Itália - 4 títulos (1934, 1938, 1982 e 2006) Argentina - 2 títulos (1978 e 1986) França - 2 títulos (1998 e 2018) Uruguai - 2 títulos (1930 e 1950) Espanha - 1 título (2010) Inglaterra - 1 título (1966) Veja a tabela da Copa do Mundo 2022 Clique e acesse a tabela para saber todos os dias e horários das partidas do Mundial.-
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Argentina cria 'dólar Coldplay' e 'dólar Qatar' para driblar crise
CyberLady postou um tópico no fórum em Notícias do Mundo
Variantes, que já somam 14 na contagem oficial, buscam evitar saída de divisas do país e auxiliar setor de eventos Sylvia Colombo Buenos Aires O governo argentino anunciou nesta terça-feira (11) a criação de novas variantes do câmbio de dólares, uma para evitar a saída de divisas do país e outra para auxiliar o setor da produção de eventos, que vive uma longa crise devido à diferença de quase 100% entre a cotação do dólar oficial (149 pesos) e o chamado "blue" (280 pesos). Apelidado de "dólar Coldplay", devido à série de shows que a banda fará no país neste mês, trata-se de um acordo com o setor de produção de espetáculos para que este possa ter acesso a um dólar menos caro que o "blue", ao redor de 200 pesos. O objetivo é tornar mais fácil bancar bandas, artistas e a infraestrutura necessária para shows internacionais, cada vez mais raros com o agravamento da crise no país. Com as novas medidas, a Argentina agora tem 14 tipos de dólar em vigor oficialmente. O cantor britânico Chris Martin, vocalista da banda Coldplay - AFP Isso ocorre porque o país tem uma política de restrição de compra de dólares em vigor desde 2018. São poucos os setores da economia que têm acesso ao dólar por seu valor oficial (149 pesos) para importar um número limitado de produtos, geralmente ligados a bens de capital e insumos para a indústria. Já os particulares podem comprar, a esse valor, apenas US$ 200 por mês, para fins de poupança ou para viagens. Para todo o resto, existe o dólar "blue" (clandestino), que praticamente regula o mercado de preços no país. Apesar de ilegal, as autoridades fazem vista grossa para esse comércio, existindo casas de câmbio e operadores de dólar "blue" que atuam à luz do dia. O próprio governo se refere a ele com o eufemismo de "dólar informal". As restrições visam manter dólares no país, moeda da qual a Argentina carece. No começo do mês, o ministério da economia permitiu a criação do "dólar soja", como incentivo para que o setor do agro pudesse liquidar sua produção a um valor mais competitivo, a 200 pesos por dólar. O chamado "dólar Qatar", ou dólar para turistas, também anunciado nesta terça, terá o objetivo de deter a saída de divisas do país. Para isso, determina a imposição de mais taxas para quem quiser usar o cartão de crédito fora da Argentina. Nesta soma de impostos entrarão, além da taxa "País" (imposto que já existe para a compra de moeda estrangeira), há mais um novo tributo de 45%. O apelido de "dólar Qatar" se deve à Copa do Mundo e à expectativa de que vários argentinos, apesar dos altos preços, devem ir ao torneio. O "dólar Qatar" tem uma exceção: não se aplica à compra de passagens terrestres aos países limítrofes. Já compras de objetos de luxo no exterior, como automóveis, jets, bebidas alcoólicas premium, relógios, diamantes ou embarcações, terá um acréscimo de uma taxa de 25% sobre o valor "Qatar". A ideia por trás do encarecimento dos pagamentos com cartão de crédito é incentivar os argentinos que viajam a usarem cédulas de dólar (que muitos conservam em casa ou em cofres), evitando, deste modo, que os turistas busquem o Banco Central para comprar moeda para viajar, esvaziando as reservas em dólar do país. "Tomamos esta medida porque recebemos reclamações de setores da economia e porque queremos cuidar das reservas para a produção e a geração de emprego. Para isso, precisamos evitar a fuga de divisas", afirmou Carlos Castagneto, titular da Afip (a Receita Federal argentina) em entrevista a jornalistas no final da tarde. "Não estamos proibindo a compra de bens ou de pacotes turísticos, apenas encarecendo o valor do dólar para proteger nossas reservas", concluiu. Segundo estimativas do governo, a medida afetará 200 mil pessoas que usam regularmente o cartão de crédito em viagens ao exterior. A medida já começa a valer para compras realizadas nesta quarta-feira (12). O pagamento dos serviços de streaming, por sua vez, chamado de "dólar Netflix", continuará igual. Trata-se de um pagamento feito ao valor do dólar oficial, acrescido de dois impostos, um de 30%, chamado de "solidário", e uma outra taxa de 35%. -
PVC Mundial do Qatar será diferente de tudo o que já se viu no torneio Tite só escalou a seleção com Paquetá como segundo homem de meio de campo, atrás de Raphinha, Vinicius Junior, Richarlison e Neymar por 15 minutos do amistoso contra o Japão. Foi o tempo necessário para Richarlison sofrer pênalti, Neymar cobrar e dar a vitória por 1 a 0. Fora isso, a seleção usou o mesmo desenho que Tite pretende utilizar contra Gana, nesta sexta-feira (23), na goleada por 4 a 0 sobre o Paraguai, no Mineirão, mas com Fabinho de volante, Coutinho e Matheus Cunha no ataque. Jogadores da seleção brasileira comemoram o primeiro gol contra o Paraguai, pelas eliminatórias para a Copa do Mundo - Cesar Olmedo-8.jun.21/Reuters É muito importante observar o que acontecerá nos jogos contra Gana e Tunísia. O Brasil aprendeu a repetir o chavão "seleção é momento" baseado numa época em que o time chegava ao México um mês antes de estrear contra a Tchecoslováquia, em 1970, ou aterrissava na Espanha vinte dias antes de enfrentar a União Soviética, em 1982. Os jogadores de todas as seleções só serão liberados por seus clubes na noite de 13 de novembro. A Copa do Mundo começa no domingo seguinte, dia 20. Ou se treina agora, ou nunca mais. O Mundial do Qatar será o primeiro do século 21 com craques no meio da temporada, no ápice físico. Maradona chegou ao Mundial de 1986 depois de disputar 29 partidas na temporada. Brilhou! Zidane assistiu à França estrear perdendo do Senegal na Copa do 2002. Exausto e machucado, após 47 jogos da temporada concluída duas semanas antes da Copa, o francês atuou no sacrifício e apenas na terceira rodada. A França era favorita e foi eliminada na fase de grupos. Esta Copa promete ser diferente de tudo. Não apenas por ter os craques em boa forma, depois de 21 partidas, no máximo, antes do pontapé inicial. Também porque a Fifa torna cada vez mais liberados os craques sem pátria. Portugal tem três brasileiros usualmente convocados por Fernando Santos: o zagueiro alagoano Pepe; o meia paraibano Otávio; e o volante carioca Matheus Nunes. A Alemanha pode estrear Bella Kotchap, germânico nascido em Paris, que joga na Inglaterra, pelo Southampton. A Espanha não convocou desta vez, mas pode levar à Copa Thiago Alcântara, símbolo do futebol globalizado, por ter nascido na Itália, crescido no Brasil, ser campeão da Champions pelo Bayern, da Alemanha, atual jogador do Liverpool, da Inglaterra, que optou pela seleção espanhola. Como seleção não é pátria de chuteiras, não há nenhum problema até aqui. É diferente com o time do Qatar, dirigido pelo espanhol Felix Sánchez. Dos prováveis 26 convocados, um é português, o lateral Ró-Ró, dois nascidos no Sudão, dois no Iraque, além dos naturais do Egito, Gana, Argélia, Bahrein e França. Se for para contratar jogadores, melhor ver Real Madrid, Barcelona, Manchester City e Paris Saint-Germain. A Copa é o momento em que os países da periferia do futebol sentem-se parte do mapa-múndi. É quando um senegalês torce por seu país em vez do Bayern, para comemorar Sadio Mané. A relação do torcedor de seleção é – e sempre foi – diferente da que se tem com os clubes. Não é só no Brasil. O Milan é mais querido do que a Azzurra, o Barcelona é muito mais do que La Roja. Mas, na Copa, a torcida da Argentina encanta e um camaronês sente orgulho de ser o país de Samuel Eto’o e Roger Milla. Senão, vira Fórmula 1, onde um autódromo na Holanda se pinta de cor de laranja para torcer por uma equipe austríaca, porque Max Verstappen é piloto da Red Bull. Como, no passado, brasileiros torcíamos por Ayrton Senna, para vê-lo festejar exibindo a bandeira do país.
