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  1. O estúdio está atualmente trabalhando em Star Wars Eclipse. Detroit: Become Human, Quantic Dream A empresa chinesa NetEase há muito investe pesadamente na Quantic Dream, desenvolvedora mais conhecida por jogos como Detroit: Become Human, Heavy Rain, Beyond: Two Souls e Fahrenheit: Indigo Prophecy. Em meados de 2019, a NetEase adquiriu uma participação minoritária na Quantic Dream. Mas hoje foi anunciado oficialmente que a Quantic Dream agora faz parte da família NetEase. Infelizmente, para aqueles que se perguntam quanto a NetEase pagou pela Quantic Dream, essa informação não foi divulgada, mas não foi barata. Segundo informações, a Quantic Dream será o primeiro estúdio europeu da NetEase. A Quantic Dream continua desenvolvendo jogos AAA de qualidade e publicando títulos de terceiros para jogadores de todo o mundo. A NetEase esclareceu que a Quantic Dream se tornará um estúdio independente. A Quantic Dream está atualmente desenvolvendo Star Wars Eclipse. O projeto, que se diz ser o maior da história do estúdio, deve ser aberto ao público dentro de alguns anos. Fundada em 1997, a Quantic Dream tem uma história de 25 anos.
  2. Li Yuan - The New York Times Para analistas, Xi faz país deixar de prestar atenção a seus próprios problemas, enquanto exagera deficiências dos EUA Nos dez anos de seu governo na China, Xi Jinping vem procurando imbuir a população de confiança, dizendo aos chineses que o país está se saindo muito bem em comparação com o caótico Ocidente. Xi tem dito à geração mais jovem que a China pode finalmente encarar o mundo de igual para igual. "O país não é mais tão atrasado", disse ele no ano passado. "O Oriente está em ascensão e o Ocidente em queda", declarou Xi, num momento em que os EUA e outros países ocidentais pareciam estar atolados em altos índices de Covid, tensões raciais e outros problemas. Líder da China, Xi Jinping, discursa na cerimônia de abertura de uma sessão de estudos para funcionários de nível ministerial, em Pequim - Xinhua - 27.jul.22 /Ju Peng Xi vem dizendo a 1,4 bilhão de chineses que eles devem ter orgulho da cultura do país, de seu sistema de governança e seu futuro de grande potência. Tudo isso somado forma sua filosofia política característica, descrita às vezes como "a doutrina da confiança". Boa parte desse orgulho é justificado, mas o sentimento também alimenta a arrogância. Oferece a Xi uma justificativa para desmontar as políticas de abertura que ajudaram a China a emergir do isolamento internacional e da pobreza abjeta em que vivia sob o ex-dirigente comunista Mao Tse-tung. E também vem incentivando os nacionalistas extremos que alardeiam a superioridade chinesa e que agora, após a visita a Taiwan da presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, estão exortando Pequim a partir para um confronto militar com a ilha. O discurso estridente desses nacionalistas revela em que baixa conta eles têm o poder dos EUA e quão facilmente consideram que a China venceria uma disputa contra os americanos. Isso está deixando nacionalistas mais moderados incomodados, levantando receios de que Pequim possa sentir-se compelida a agir com dureza. Esse tipo de sentimento e posicionamento nacionalista eleva o risco de guerra, especialmente no momento em que a China estabelece um novo status quo com Taiwan, tendo anunciado na terça-feira que vai continuar a realizar exercícios militares aéreos e marítimos em torno da ilha democrática. No contexto da rivalidade entre EUA e China, essa tendência a um excesso de confiança também pode converter-se em fraqueza para Pequim, impedindo de enxergar suas próprias dificuldades. Isso pode ser uma bênção para os EUA, se conseguirem fazer o que é preciso. O povo chinês, não o governo, tem todos os motivos para sentir orgulho e confiança em suas conquistas das últimas quatro décadas. Criaram algumas das empresas mais bem-sucedidas do mundo, converteram seu país num colosso manufatureiro e no maior mercado consumidor mundial de carros, smartphones e muitas marcas de luxo. Construíram arranha-céus, metrôs, rodovias e trens-bala, alguns dos melhores do mundo. Os EUA, por outro lado, têm parecido estar atolados em seus muitos problemas internos e frequentemente paralisados demais para conseguir resolver seus problemas. Antes da pandemia, acostumei-me a ver chineses voltando de viagens aos EUA e me contando como acharam o país atrasado, maltrapilho e nada impressionante. Alguns deles se recusaram a andar de metrô em Nova York, dizendo que era sujo, malcheiroso e cheio de interrupções no serviço. Ficaram chocados com a falta de transporte público em Los Angeles e as más condições das rodovias no Vale do Silício. Não entenderam por que a rica San Francisco estava cheia de pessoas em situação de rua. Ficaram profundamente perturbados pela violência armada e a falha das leis em controlá-la. A maioria dessas pessoas não era nacionalista. Eram pessoas das elites altamente instruídas, que cresceram na pobreza, beneficiaram-se da abertura da China e haviam visto os EUA como ideal. Os EUA os deixou ao mesmo tempo deslumbrados e decepcionados. Mas para muitos outros chineses, especialmente os mais jovens, a ideia de um Oriente em ascensão e um Ocidente em queda é um fato aceito. Os programas noticiosos e as redes sociais estão cheios desse dogma, que é ensinado em aulas de ciência política, seguindo ordens de Xi. Yan Xuetong, professor de estudos internacionais na Universidade Tsinghua, tende ao pensamento nacionalista. Em conferência em Pequim em janeiro, ele disse que os estudantes universitários da China precisam aprender mais sobre o mundo. Eles frequentemente têm uma visão binária, pensando que "apenas a China é justa e inocente, enquanto todos os outros países, especialmente os ocidentais, são ‘perversos’, e que os ocidentais obrigatoriamente odeiam a China". Segundo ele, os estudantes "geralmente têm um sentimento muito forte de superioridade e confiança" nas relações internacionais e frequentemente "encaram os outros países como inferiores". A propaganda política chinesa sempre procurou destacar as conquistas da China e as falhas do Ocidente. Em 30 de dezembro de 1958, quando a China estava começando a sofrer a Grande Fome que levaria milhões de pessoas à morte por inanição, a primeira página do Diário do Povo anunciava que o país estava tendo sucesso em sua produção industrial e agrícola. Na seção de notícias internacionais, as reportagens sobre países socialistas, como a Coreia do Norte, seguiam um tom celebratório, enquanto os artigos sobre o Ocidente capitalista tratavam apenas de seus problemas econômicos e políticos. Eu cresci lendo uma coluna de jornal intitulada "O socialismo é bom. O capitalismo é mau." Semanalmente, milhões de leitores jovens como eu consumíamos reportagens enviesadas sobre uma menina americana que passava fome ou um garoto norte-coreano que vivia uma vida feliz. Acreditamos nessas histórias até o momento em que a China se abriu para o mundo, quando entendemos que nosso país socialista era extremamente pobre. Isso mudou até certo ponto nas décadas de 1900 e 2000, quando o Partido Comunista Chinês permitiu algumas reportagens investigativas e críticas públicas online. Mas, sob o governo de Xi, tudo o que diz respeito à China exala "energia positiva", incluindo as previsões econômicas, enquanto o Ocidente, em especial os EUA, é retratado cada vez mais como perverso ou em declínio. Em 2018, ansiosa por atribuir os sucessos do país ao partido, a emissora estatal Chinese Central Television (CCTV) transmitiu um documentário intitulado "Amazing China". Numa seção sobre os avanços na erradicação da pobreza, o filme mostrou Xi sentado entre agricultores, falando de como a renda deles se multiplicara por 20 em 20 anos. "Quem mais poderia ter feito isso?", perguntou. "Apenas o Partido Comunista poderia ter feito. Apenas nosso sistema socialista teria conseguido. Isso não poderia ter sido realizado em nenhum outro lugar." Mas países capitalistas como o Japão e a Coreia do Sul passaram por transformações econômicas semelhantes décadas antes. Nos últimos dois anos, muitos artigos noticiosos e ensaios teóricos na imprensa estatal têm contrastado a governança ordeira da China com o "Ocidente caótico", citando o tratamento equivocado dado pelos EUA à pandemia, seus protestos amplos contra o racismo e os muitos massacres a tiros cometidos no país. Quando os EUA e alguns outros países ocidentais tiveram dificuldade em sua resposta à Covid, a mídia estatal e muitos influenciadores das redes sociais chinesas os incentivaram a "copiar a lição de casa da China". Wang Jisi, professor de estudos internacionais na Universidade de Pequim e especialista em relações EUA-China, queixou-se em julho, num fórum sobre a paz, que o principal programa de notícias da CCTV punha no ar pelo menos duas reportagens sobre os EUA toda noite e que as duas eram negativas. "Ou é sobre outro massacre a tiros ou sobre mais um caso de tensões raciais ou sobre a resposta inadequada à pandemia", ele comentou. "Por que não podemos falar do que acontece na África ou América Latina e não falar sempre sobre as coisas ruins que acontecem nos EUA?" Este ano, em entrevista a um periódico acadêmico, Wang procurou corrigir a ideia de que os EUA estão em declínio. Ele argumentou que, embora a posição internacional da América tenha sofrido um declínio relativo entre 1995 e 2011, sua parcela do PIB global subiu na década seguinte a 2011. Disse que não há evidências suficientes para concluir que a economia americana esteja em declínio irreversível, embora tenha reconhecido que o soft power dos EUA diminuiu. Para a China, o perigo de acreditar em sua própria propaganda política enganosa é que o país deixa de prestar atenção a seus próprios problemas, enquanto exagera as fraquezas da América. A aversão que o Partido Comunista tem pela v erdade e sua obsessão por controle estão tendo efeito inverso ao desejado. A política de Covid zero de Xi, que depende de lockdowns e de testes em massa, está prejudicando a economia chinesa tremendamente. Mas, como nenhuma crítica é permitida, o país está em grande medida seguindo adiante com as restrições rígidas, enquanto boa parte do mundo volta à normalidade.
  3. autor: Adrian Werner Space Engineers se tornou outro alvo de review bombing por parte dos usuários chineses e russos. Tudo porque os desenvolvedores expressaram oposição à invasão da Ucrânia. Space Engineers tem sido inundados com análises negativas no Steam. As avaliações negativas são dadas principalmente por jogadores da China e da Rússia. Eles estão irritados com a atitude do estúdio tcheco Keen Software House, que protesta contra a agressão militar da Federação Russa contra a Ucrânia. Space Engineers se torna alvo de review bombing Os desenvolvedores publicaram uma declaração no Steam em 25 de fevereiro, na qual eles se opõem à invasão da Ucrânia, incentivam doações à Cruz Vermelha e incentivam os jogadores russos a exigir que seu próprio governo pare a invasão. Esta declaração causou rapidamente um review bombing. Em 26 de fevereiro, o perfil do jogo no Steam foi inundado de análises negativas - havia 120 delas, enquanto nas últimas semanas Space Engineers havia recebido até uma dúzia de análises negativas por dia. A maioria das análises estavam em chinês e russo. O review bombing continuou nos dias seguintes; como resultado, a imagem do jogo no Steam logo passou de "muito positivas" para "neutras" nos últimos 30 dias . Os Trolls não conseguem fazer frente - a eficácia decrescente do review bombing Jogadores da Rússia e da China, no entanto, não foram capazes de prejudicar o jogo por muito tempo. Já em 1º de março, as análises positivas começaram a dominar novamente. Como resultado, atualmente 74% das críticas dos jogadores dos últimos 30 dias elogiam os Space Engineers, o que ajudou a mudar a categorização de todas as análises do jogo no Steam de "neutras" para "ligeiramente positivas". Olhando para as análises favoráveis, podemos ver que muitas delas foram emitidas para apoiar os devs na luta contra os review bombing e como uma expressão de solidariedade com a Ucrânia. Nas últimas análises, podemos encontrar textos como: O efeito da ação dos trolls foi de curta duração e o jogo está se recuperando rapidamente. Esta não é a única situação deste tipo nos últimos dias. A comunidade de gamedev reagiu rapidamente à invasão russa da Ucrânia. Como resultado, muitos estúdios se tornaram alvos de bombardeios de revisão. Este foi também o destino de This War of Mine. No entanto, os trolls russos e chineses claramente não conseguem manter-se e as quedas na média das avaliações são de curta duração. Os jogos alvo se recuperam rapidamente no Steam.
  4. autor: Hubert Sledziewski Uma declaração sobre a guerra na Ucrânia, divulgada ontem pelo estúdio 11 bit, provocou a indignação de jogadores chineses e russos. Como retaliação, eles estão conduzindo um Review Bombing sobre This War of Mine no Steam. Ontem, os estúdios 11 bit descontaram This War of Mine junto com seus DLCs e anunciaram que a receita gerada por ela até 3 de março irá para a Cruz Vermelha Ucraniana como ajuda às vítimas. A decisão da desenvolvedora foi bem recebida pelos jogadores, graças à qual o jogo está agora entre os primeiros lugares da lista de mais vendidos do Steam. Review Bombing por chineses e russos Infelizmente, nem todos os fãs de entretenimento digital o aceitaram bem. Jogadores da China e da Rússia começaram um review bombing do jogo na plataforma da Valve. Suas "críticas" - escritas apenas agora, muitas vezes após algumas ou várias dezenas de horas de "diversão" - geralmente não se referem, é claro, ao que o próprio título antiguerra oferece, mas misturam política com videogames. Vale notar que as opiniões sobre a situação no mundo às vezes são expressas em comentários aparentemente positivos. A imagem abaixo mostra alguns exemplos de posts negativos deste tipo. Eu deliberadamente decidi não traduzi-los. Vou apenas acrescentar que algumas dessas "opiniões" criticam a abordagem dos desenvolvedores - como se seus autores esquecessem que quase desde o lançamento de This War of Mine você pode comprar DLCs, cujo dinheiro é doado para caridade (você pode encontrá-los aqui). Fonte: Steam Resposta às críticas Vendo o que estava acontecendo, o resto da comunidade começou a fazer críticas positivas a This War of Mine. Estas também têm pouco a ver com o conteúdo do jogo, mas pelo menos proporcionam algum equilíbrio para manter uma taxa ótima de feedback. É reconfortante saber que, para ter uma batalha no Steam, os representantes de ambos os grupos devem ser donos de This War of Mine. Abaixo incluo o anúncio feito ontem pelos desenvolvedores do jogo:
  5. Os censores chineses não têm permitido nenhum novo jogo de vídeo no mercado desde uma proibição controversa de mostrar homens "efeminados" na televisão chinesa. autor: GRG A autoridade reguladora chinesa encarregada de permitir que os jogos de vídeo cheguem à China não aprovou nenhum novo título em mais de dois meses desde a introdução da controversa proibição de mostrar homens "efeminados" na televisão chinesa. Este é o resultado de um chamado do líder do país, Xi Jinping, para um controle mais rigoroso pelo Partido Comunista Chinês sobre negócios, educação, cultura e religião, a fim de "curar" o país dos efeitos dos valores prejudiciais. As autoridades estão particularmente desconfortáveis com a influência de celebridades e da cultura popular importada da Coréia do Sul e do Japão, que promove uma imagem metrosexual dos homens. De acordo com um memorando encontrado pelo South China Morning Post em um curso da indústria sobre novas exigências para videogames, a definição de jogos como mera forma de entretenimento mudou. Os desenvolvedores são obrigados a tratá-los como uma forma de arte, que deve ser consistente com os valores, história, cultura e linha ideológica do Partido Comunista Chinês. De acordo com as diretrizes gerais, eles não podem infringir a lei de forma alguma, revelar segredos de estado, mostrar nudez, sangue, drogas, promover superstições, violência e jogos de azar. Até mesmo a apresentação de tatuagens é proibida, pois elas são uma das formas de filiação a grupos criminosos. O vídeo a seguir sobre a versão chinesa da Gwent mostra perfeitamente quais elementos os desenvolvedores tiveram que remover para liberar o jogo no mercado chinês. A história de um jogo taiwanês Devotion, no qual os devs colocaram um cartaz alegadamente referindo-se ao meme comparando Xi Jinping com Winnie the Pooh, mostra como as autoridades chinesas são sensíveis. Eventualmente, o jogo desapareceu das lojas digitais e seu distribuidor local foi punido com a revogação de sua licença para fazer negócios na China. A aplicação detalhada das novas exigências pode ser muito problemática para os desenvolvedores de jogos e excluir completamente alguns jogos do processo decisório do regulador chinês. Por exemplo, títulos estabelecidos em mundos fictícios, pós-apocalípticos, onde os jogadores são forçados a matar outros, podem ser avaliados negativamente. Por outro lado, os títulos que permitem aos jogadores escolher entre o bem e o mal têm "limites morais borrados" e permitem aos jogadores tomar decisões inadequadas, de acordo com o memorando. A proibição de promover superstições e cultos religiosos tem forçado há muito tempo os desenvolvedores de versões chinesas de jogos a substituir esqueletos e ossos por outros modelos. O exemplo do World of Warcraft mostra quais os fragmentos de modelos que foram substituídos: Outro assunto muito sensível são os jogos que mostram relações entre pessoas do mesmo sexo ou homens "efeminados"; o jogo será banido se contiver tal conteúdo. Se o regulador não puder determinar imediatamente o sexo de um personagem em um jogo, ele também reduzirá as chances de aprovação. Algumas das maiores empresas que têm apoiado as diretrizes são a Tencent e a NetEase. Os elementos históricos são outro campo minado para os desenvolvedores: "Os jogos não podem distorcer fatos ou provocar deliberadamente controvérsia, e figuras históricas com narrativas estabelecidas não devem ser reformuladas". Os jogos, onde o curso dos eventos históricos pode ser alterado, devem receber atenção especial. Os censores olharão especialmente para os títulos que caracterizam o Japão ou a Alemanha nazista. A luta contra os "bárbaros" pode ser considerada um elemento do colonialismo, e títulos que retratam os Shoguns japoneses como uma expressão do militarismo e do chauvinismo. A presença de cruzes e suásticas nos jogos também deve ser objeto de verificação especial. Os devs que querem aparecer no imenso mercado chinês são forçados a adaptar seus trabalhos às regras estritas do regulador. Isto leva tempo e consome recursos adicionais. O exemplo acima mencionado da versão chinesa Gwent, sobre a qual também escrevemos aqui, mostra quais elementos atraem principalmente a atenção dos censores. As produções cinematográficas sofrem um destino semelhante; algumas (como Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Viúva Negra) podem nunca ser lançadas na China.
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