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  1. Folha levanta principais ações em 14 áreas relevantes; presidentes alteraram políticas ao longo dos mandatos Eduardo Cucolo Nathalia Garcia São Paulo e Brasília Diante da falta de propostas claras sobre políticas e reformas econômicas dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro à Presidência da República, a Folha realiza um levantamento das principais ações adotadas durante os governos do PT (2003-2016) e na atual gestão (2019-2022). Obviamente, não há garantia de que essas políticas irão se repetir —e alguns leitores certamente desejarão que muitas delas não se repitam. Em alguns casos, os três governos analisados (Lula, Dilma Rousseff e Bolsonaro) promoveram mudanças profundas em suas ações na área econômica na segunda metade de suas gestões. Especialmente quando próximos do período eleitoral ou durante crises políticas e/ou econômicas. Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) durante votação neste domingo (2) - Mariana Geif/Reuters e André Coelho/AFP Divididos em 14 tópicos, são abordados temas como política fiscal, reformas tributária, trabalhista e da Previdência, relação com órgão estatais e políticas de distribuição de renda, em um período que engloba a maior parte dos últimos 20 anos. Medidas adotadas por cada governo mostram preferências na economia POLÍTICA FISCAL 2003-2006: Governo eleva a meta de superávit do setor público, entrega resultados próximos a 3,5% do PIB e reduz a dívida bruta. Aumento de arrecadação compensa alta da despesa. Ministros Dilma Rousseff e Guido Mantega barram tentativa da equipe econômica de aprofundar ajuste fiscal 2007-2010: Crise de 2008/2009 acelera processo de expansão de gastos. Arrecadação é recorde, mas superávits ficam menores (3% do PIB, em média). Governo tira estatais da contabilidade pública. Brasil ganha selo de bom pagador (investment grade). É lançado o PAC 2011-2014: Desaceleração econômica e benefícios fiscais reduzem receitas. Despesa cresce e superávits caem, mas são obtidos com medidas classificadas como contabilidade criativa. Estatais bancam despesas do Tesouro (pedaladas fiscais). Em 2014, o país entra em recessão e as contas, no vermelho 2015-2016: Déficit nas contas públicas se aprofunda com queda de receitas e aumento de despesas, principalmente do INSS. Aumento da dívida bruta para 68% do PIB (72% na metodologia do início do governo Lula). Tentativa de ajuste fiscal é barrada no Congresso, que aprova "pautas bombas" 2019-2022: Governo não cumpre promessa de zerar déficit em 2019. Pandemia leva a despesa recorde em 2020. Constituição é alterada em 2021 e 2022 para permitir furos no teto de gastos e ajudar na reeleição. Despesa é a menor desde 2014, com gasto menor em servidor, INSS e investimento DESONERAÇÕES E INCENTIVOS 2003-2006: Aprovação da Lei do Bem e Lei de Inovação Tecnológica 2007-2010: Promoção de desonerações para compra de veículos e outros bens e para operações de crédito a partir de 2008 2011-2014: Desoneração da cesta básica e aprovação do Plano Brasil Maior (com desoneração da folha de pagamentos de alguns setores, instituição do programa Inovar-Auto, criação de regimes fiscais diferenciados e concessão de isenção tributária a produtos) 2015-2016: Em 2015 e 2016, conta de subsídios bate recorde. Gasto tributário atinge pico de 4,5% do PIB com desonerações aprovadas em anos anteriores 2019-2022: Depois de reduzir gasto tributário nos três primeiros anos, presidente anuncia benefícios às vésperas da eleição. Também renova e passa a defender desoneração da folha de pagamento para mais setores SALÁRIO MÍNIMO 2003-2006: Salário mínimo cresce 35% acima da inflação com política de valorização 2007-2010: Medidas provisórias garantem correção pelo INPC mais crescimento do PIB e antecipação de reajuste para 1º de janeiro (aumento real de 17% no período) 2011-2014: Regra de correção do mínimo vira lei e aumento fica 12% acima da inflação até 2014 2015-2016: Reajuste fica 4% acima da inflação. Nova lei garante regra de correção até 2019 2019-2022: Com o fim da política de ganho real em 2019, o mínimo tem reajuste de acordo com a inflação REAJUSTE DE SERVIDORES 2003-2006: Redução na despesa com pessoal de 4,8% para 4,4% do PIB, com governo segurando reajustes no início do mandato 2007-2010: Despesa com pessoal estável em relação ao PIB, com concessão de reajustes maiores e contratação de mais servidores 2011-2014: Redução na despesa com pessoal para 3,8% do PIB 2015-2016: Elevação na despesa com pessoal para 4,1% do PIB. Aprovados acordos de reajuste que seriam implementados no governo Michel Temer 2019-2022: Redução na despesa de pessoal (3,8% do PIB) e no número de servidores. Aplicados reajustes anunciados por Temer e novos aumentos para militares REFORMA DA PREVIDÊNCIA 2003-2006: Aprovadas contribuição de inativos e pensionistas, alteração nas regras de paridade, integralidade e pensão de servidores, previdência complementar do funcionalismo, elevação do limite do salário de contribuição e benefício e novas regras de idade mínima para servidores 2007-2010: É criado o Fórum Nacional de Previdência Social para debater novas propostas 2011-2014: Criação da Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal) e aprovação de emenda sobre regras de aposentadoria por invalidez para servidores 2015-2016: Aumento da aposentadoria compulsória dos servidores públicos de 70 para 75 anos de idade e mudança nas regras de pensão por morte, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e auxílio-reclusão, com flexibilização do fator previdenciário 2019-2022: Reforma da Previdência com idade mínima de 65/62 (homem/mulher) para novos entrantes e regra de transição para os demais, novo cálculo das aposentadorias, novas regra de pensão por morte e limitação de acúmulo de benefícios REFORMA TRIBUTÁRIA 2003-2006: Aprova a prorrogação da CPMF de 0,38% sobre as transações financeiras até 2007, a criação do Simples Nacional e a introdução da não-cumulatividade na Cofins 2007-2010: Congresso extingue a CPMF em 2007, e governo eleva IOF para manter arrecadação. Governo apresenta proposta para unificar tributos sobre o consumo, abandonada no ano seguinte 2011-2014: Governo discute simplificação de tributos, mas desiste de proposta por falta de acordo 2015-2016: Proposta de recriação da CPMF com alíquota de 0,20%, que não chegou a ser votada 2019-2022: Governo é contra propostas da Câmara e Senado sobre tributação do consumo. Envia projeto de fusão do PIS/Cofins e propõe tributação de dividendos e correção da tabela (parados no Congresso) REFORMA TRABALHISTA 2003-2006: Novos direitos para empregado doméstico (como descanso remunerado e férias de 30 dias), mas com veto a FGTS, multa de 40% e seguro desemprego. Regulação de prestadores de serviço como PJ. Lei do seguro defeso. Programa Primeiro Emprego 2007-2010: Criação do MEI. Ratifica lei que permite trabalho aos domingos e feriados aos empregados do comércio. Regulamentação do estágio. Lei da empresa cidadã, com licença maternidade opcional de seis meses. Autoriza redução do intervalo intrajornada 2011-2014: Amplia direitos dos trabalhadores domésticos, com FGTS, multa de 40%, seguro desemprego etc.. Aumento do aviso prévio. Criação da certidão negativa de débitos trabalhistas. Regulamentação do vínculo no trabalho à distância 2015-2016: Mudança no período de carência para acesso ao seguro-desemprego 2019-2022: Lei da Liberdade Econômica traz novas regras de registro de ponto e a emissão de carteira de trabalho eletrônica. Adoção de programa emergencial de emprego durante a pandemia. Aprovação de regras alternativas em períodos de calamidade. Redução do número de normas. REFORMA ADMINISTRATIVA 2003-2006: Promove reorganização da estrutura administrativa e das carreiras de servidores. Número de ministérios e órgãos da Presidência sobe de 28 para 36 2007-2010: Proposta para serviço público federal de saúde e outras áreas adotem modelo de fundação estatal de direito privado para aplicar regras da CLT. O projeto não foi adiante 2011-2014: Número de ministérios e órgãos da Presidência chega ao recorde de 40 2015-2016: Reforma extingue oito ministérios, corta 3.000 cargos comissionados e 30 secretarias, reduz em 10% salários de presidente, vice e ministros e em até 20% gastos de custeio 2019-2022: Proposta que está travada no Congresso proíbe progressões automáticas de carreira, gratificações por tempo de serviço e flexibiliza estabilidade de boa parte dos novos servidores AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL 2003-2006: Henrique Meirelles assume o BC com autonomia informal. Lula minimiza importância de instituição independente e diz que essencial é ter BC "sério" e política monetária sem "aventuras" 2007-2010: Meirelles é mantido no comando do BC. Posteriormente, diz que Lula garantiu, na prática, o respeito à independência da instituição 2011-2014: Tombini assume e diz ter recebido garantia de plena autonomia para perseguir objetivos da política monetária, mas surgem sinais de interferência em decisões. Dilma diz que não é necessário dar autonomia ao BC 2015-2016: Postura do presidente do BC na véspera de reunião do Copom levanta suspeitas de influência política na decisão da autoridade sobre os juros. Credibilidade do BC fica abalada 2019-2022: É sancionada em fevereiro de 2021 lei que dá autonomia ao BC, com criação de mandatos fixos para presidente e diretores, renovados apenas uma vez e não coincidentes com o do presidente da República BENEFÍCIOS ASSISTENCIAIS 2003-2006: Bolsa Família é criado em 2003 e vira lei no ano seguinte. É um programa de transferência de renda condicionada (exigia cumprimento de medidas como vacinação e frequência escolar). Tem como público-alvo famílias em situação de extrema pobreza (renda familiar mensal de até R$ 89 por pessoa) e pobreza (renda per capita entre R$ 89 e R$ 178 por mês) 2007-2010: Minha Casa Minha Vida é criado em 2009 para facilitar o acesso de famílias com menor poder aquisitivo à moradia no Brasil. As concessões de benefícios são feitas por faixa de renda. As famílias que recebem até três salários mínimos por mês contam com subsídio integral do governo e são foco do governo nos primeiros anos do programa 2011-2014: Brasil sem Miséria (2011). Um de seus pilares consiste na busca ativa dos que estavam fora do CadÚnico e na ampliação das ações de acesso à renda. Lançamento do Brasil Carinhoso em 2012 (Benefício para Superação da Extrema Pobreza, como complementação de renda para famílias com crianças de zero a seis anos incompletos do Bolsa Família) 2015-2016: Presidente veta reajuste do Bolsa Família em janeiro de 2016, justificando que o aumento não estava previsto no projeto de Lei Orçamentária. Em maio, anuncia aumento de 9%, levando o benefício médio para R$ 176. Naquele ano, o programa atendia 13,9 milhões de famílias, com gasto de 0,47% do PIB 2019-2022: Auxílio Brasil substitui Bolsa Família em novembro de 2021, com valor médio de R$ 217. Sobe para R$ 400 com aprovação da PEC dos Precatórios e para R$ 600 às vésperas da eleição (com autorização de consignado). Na corrida eleitoral, cria auxílio para caminhoneiros e taxistas e dobra vale-gás. Casa Verde e Amarela substitui Minha Casa Minha Vida USO DOS BANCOS PÚBLICOS 2003-2006: Caixa e BB atuam no processo de ampliação da oferta de acesso ao crédito e em uma política de ampla bancarização, com a concessão de microcrédito e consignado. As instituições públicas aumentaram seu volume de crédito de 9,1% para 11,9% do PIB entre 2003 e 2006 2007-2010: Em meio à crise de 2008, BB e Caixa reduzem taxas de juros. Bancos públicos participam de estratégia para evitar colapso da economia e socorrem instituições privadas. Em 2009, há troca no comando do BB para implementar política mais agressiva de aumento e crédito 2011-2014: Em 2012, sob determinação do governo, BB e Caixa cortam juros para tentar influenciar o restante do mercado. Presidente aposta na emissão de dívida pública para capitalizar instituições financeiras federais e defende fortalecimento dos bancos públicos 2015-2016: Em 2016, lei autoriza BB, Caixa e subsidiárias a comprar ativos de instituições financeiras públicas ou privadas, além de empresas dos ramos de seguros, previdenciário e de capitalização 2019-2022: Presidente promete reduzir participação de bancos públicos no crédito. Apesar do recuo, Caixa e BB se mantêm dominantes em alguns segmentos, como habitacional. Na eleição, Caixa é usada para reforçar programas sociais, com anúncios de potencial impacto eleitoral ATUAÇÃO DO BNDES 2003-2006: BNDES atua na expansão do crédito de longo prazo a empresas de infraestrutura, energia e indústria em geral e financia obras no exterior das principais empreiteiras brasileiras. Em 2003, desembolsa R$ 35,2 bilhões para investimento produtivo 2007-2010: PSI (Programa de Sustentação do Investimento) é criado em 2009, operado por meio de repasses do BNDES. O governo oferece linhas de crédito com juros mais baixos para a aquisição de produtos destinados a aumentar a produção 2011-2014: Entre 2008 e 2014, o BNDES recebe aporte de R$ 400 bilhões do Tesouro Nacional e, com o caixa reforçado, oferece crédito a baixo custo para grandes empresas. Desembolsos para investimento produtivo chegam a R$ 190 bilhões em 2013 2015-2016: BNDES desembolsa R$ 136 bilhões para projetos de investimento em 2015. Câmara dos Deputados cria CPI para investigar atuação da instituição financeira desde 2003 2019-2022: BNDES contrata auditoria para investigar operações de 2005 a 2018, mas não encontra indícios de corrupção. A instituição financeira reduz volume de crédito, atua na estruturação de projetos e devolve recursos ao Tesouro PRIVATIZAÇÕES E CONCESSÕES 2003-2006: Em 2004, projeto de lei institui as PPPs (Parcerias Público-Privadas). Nessa modalidade, o agente privado arca com os riscos e as responsabilidades de gestão, e a remuneração é vinculada ao desempenho e à demanda pelo serviço 2007-2010: Sete rodovias federais são concedidas à iniciativa privada em outubro de 2007. Governo coloca na gaveta plano de privatizar Eletrobras e freia venda de distribuidoras, mas segue com leilões de transmissão e geração. Destaca-se o leilão da Usina de Belo Monte, em 2010 2011-2014: No setor de energia, são feitos leilões de linhas de transmissão e hidrelétricas, como a concessão da usina de Três Irmãos (SP). De 2011 a 2014, são concedidos seis aeroportos. Com leilões de Confins (MG) e Galeão (RJ), governo arrecada R$ 20,8 bilhões 2015-2016: Nova etapa do PIL (Programa de Investimento em Logística), adotando o modelo de outorga. A expectativa é atrair a iniciativa privada para investir cerca de R$ 200 bilhões no setor de infraestrutura em concessões de portos, ferrovias, rodovias e aeroportos 2019-2022: Além de privatizar a Eletrobras, governo promove leilões de distribuidoras, como a CEB (Brasília) e a CEA (Amapá). Caixa, Petrobras e BB passam por processo de venda de ativos (R$ 91,3 bilhões em 2019). Plano de privatização da Petrobras fica em segundo plano AGÊNCIAS REGULADORAS 2003-2006: Depois de se dizer surpreendido por reajustes das tarifas telefônicas e de energia elétrica e dos preços de combustíveis, o presidente tem intenção de mudar o papel das agências reguladoras. No ano seguinte, envia projeto de lei ao Congresso que prevê a transferência de parte do poder das agências para os ministérios. O projeto conhecido como Lei Geral das Agências Reguladoras não avança 2007-2010: Aparelhamento político das agências reguladoras marca os dois mandatos do presidente, apesar das negativas veementes dos órgãos e dos próprios indicados. Alguns gestores escolhidos têm pouca familiaridade com as entidades que representam 2011-2014: Em 2013, a presidente decide arquivar o projeto da Lei Geral das Agências Reguladoras proposto por Lula, que estava sendo analisado pelos parlamentares há mais de oito anos. Ao anunciar a retirada da proposta que definia as atribuições das agências reguladoras, ela diz que a legislação da época basta 2015-2016: Lei Geral das Agências Reguladoras volta à pauta no Congresso em 2015. A proposta, que faz parte da chamada Agenda Brasil, estabelece regras relativas a gestão, organização e mecanismos de controle social das agências reguladoras federais, incluindo Anatel e Ancine 2019-2022: Presidente sanciona lei das agências reguladoras e veta lista tríplice para seleção de integrantes dos órgãos. Neste ano, indica 21 nomes para as cúpulas das agências e das autarquias federais, entre eles um advogado amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
  2. A economia básica de ganho e perda de rounds no CS:GO é uma das mais importantes partes do jogo para você saber se o seu time tem que comprar full, fazer uma meia compra ou até mesmo o famoso eco. Além disso, é possível “adivinhar” se o seu adversário tem condições de fazer um round armado ou não. Mas fica tranquilo que o oldmanspacca aqui vai te ensinar tudinho. BÔNUS POR VITÓRIA CT Eliminando todos os Terroristas/Tempo esgotado do round – $3250 C4 defusada – $3500 TR Eliminando todos os CT’s – $3250 + $300 caso você tenha plantado a bomba. C4 explodiu – $3500 BÔNUS POR DERROTA É a grana que você vai ganhar caso o seu time perca rounds em SEQUÊNCIA. PERDA DE ROUND PISTOL (round 1 e 16) – $1900 PERDA DE UM ROUND (tirando os pistols) – $1400 PERDA DE DOIS ROUNDS – $1900 PERDA DE TRÊS ROUNDS – $2400 PERDA DE QUATRO ROUNDS – $2900 PERDA DE CINCO ROUNDS OU MAIS – $3400 NO CASO DE DERROTA COM BOMBA PLANTADA, O TIME TR RECEBE UM BÔNUS DE $800. O SISTEMA ATUAL DE RESET ECONÔMICO Você também precisa saber como funciona o reset econômico do seu time no caso de uma vitória no meio de tantos rounds perdidos em sequência. A conta é muito simples, mas tem que ficar ligeiro para não errar nos números. 1 round perdido = 1 nível a mais de bônus de derrota. 1 round vencido = 1 nível a menos de bônus de derrota. Exemplo: Numa partida com o placar de 5-0 para o time adversário, o time perdedor receberá o bônus máximo de $3400. Caso o time que está perdendo vença o 6º round e perca o 7º (placar de 6-1), ele receberá $2900 no próximo round. Sabe porque? Isso porque 5 rounds perdidos menos 1 round vencido é igual a: $3400 – $500 = $2900. Você acaba ganhando o bônus de derrota de quatro rounds perdidos. E isso se mantém durante todo o processo de perda e ganho de rounds no jogo. Parece complexo, mas é bem fácil quando você se acostuma a fazer a conta de rounds perdidos menos rounds vencidos. Creditos: Guilherme Spacca / GamersClub
  3. ̶Aʟғa.

    Oligopólio

    Oligopólio é um sistema que faz parte da economia política que caracteriza um mercado onde existem poucos vendedores para muitos compradores. Em um oligopólio, as alterações nas condições de atuação de uma empresa vai influenciar o desempenho de outras empresas no mercado. Isto provoca reações que são mais relevantes quando o número de empresas do oligopólio é reduzido. Um oligopólio é caracterizado por: um estado de hegemonia, em que existe a luta para alcançar a supremacia total; inflexibilidade de preços: os preços em vigor são estabilizados, sendo evitada a competição; predominância dos preços, sendo que todos os vendedores aceitam os preços estabelecidos; ocorrência de ações em conjunto, frequentemente dando origem a trustes. (Um truste é uma coligação econômica ou financeira, um agrupamento de empresas que tem como objetivo diminuir e eliminar a concorrência, dividindo o mercado. Quando se verifica a formação de trustes, a concorrência é transferida para a área da qualidade e apoio ao cliente, porque não existe concorrência no que diz respeito aos preços.) No oligopólio, muitas vezes ocorre a criação de um cartel, onde as poucas empresas dominantes fazem um acordo para manter o preço do produto comercializado. Tanto o carte como o truste exercem poder de pressão sobre o mercado. Ao contrário do truste, no cartel as empresas envolvidas continuam independentes no âmbito legal. O oposto de oligopólio é designado como oligopsônio, um mercado onde existem poucos compradores de um grande número de vendedores. Oligopólio e monopólio Tanto o monopólio como o oligopólio contribuem para uma concorrência imperfeita. A diferença entre monopólio e oligopólio é que no monopólio existe apenas um fornecedor ou vendedor, que domina o mercado, enquanto que no oligopólio existem poucos fornecedores do mesmo produto. Quando um produto é considerado essencial para a economia de um país, muitas vezes esse país estabelece leis que impedem a criação de monopólios e oligopólios. Oligopólio no Brasil Talvez o maior exemplo de oligopólio no Brasil seja o mercado de telecomunicações, no qual poucas empresas controlam o mercado. No caso da telefonia móvel, a fusão das empresas TIM e Vivo consistiu no primeiro oligopólio nesta área do mercado. Também são conhecidos oligopólios no caso da montagem de veículos, na produção de ônibus, por exemplo, o que pode contribuir para o aumento do preço do transporte público.
  4. Não irei falar sobre investimento, se tiver interessado em investir nessa área, sugiro que leia a matéria completa (link no final do tópico) e lembre-se; É por total responsabilidade sua. Recomendo que estude bem esse mercado antes de sair comprando ações por aí. Entenda o que são commodities: Seja nos noticiários ou no universo dos investimentos, você provavelmente já ouviu falar em commodity alguma vez. Não é difícil ouvir que sua cotação derrubou a bolsa de valores, prejudicou determinada empresa ou favoreceu outra, por exemplo. As commodities são elementos de vital importância no que se refere ao funcionamento da economia, tanto em termos locais quanto em nível global. São produtos que funcionam como matéria-prima, produzidos em escala e que podem ser estocados sem perda de qualidade, como petróleo, suco de laranja congelado, boi gordo, café, soja e ouro. Commodity vem do inglês e originalmente tem significado de mercadoria. Dessa forma seu preço é determinado pelo mercado mundial como uma consequência da oferta e demanda, e não pela empresa que a produz, uma vez que sua “marca” não importa tanto. Em termos gerais, algumas características que determinam uma commodity são: Produtos de origem primária; Grande importância mundial; Pequeno grau de industrialização; Produção em larga escala; Comercialização mundial; Qualidade e características uniformes de produção, sem diferenciação de marca; Podem ser estocadas sem perda de qualidade. As commodities podem ser classificadas em 4 tipos principais: 1. Agrícolas: Na categoria de commodities agrícolas estão inclusos os bens que são cultivados através do agronegócio. Assim como: Milho Café Açúcar Algodão Suco de Laranja Soja Trigo 2. Minerais Nesta categoria enquadram-se bens do segmento de energia, metais e minerais diversos. Assim como: Petróleo Etanol Ouro Gás Natural 3. Ambientais São bens originados à partir de recursos naturais e essenciais para a produção agrícola e industrial. Assim como: Água Madeira Geração de Energia 4. Financeiras Nesta categoria se enquadram moedas negociadas em vários mercados e títulos do governo. Assim como: Dólar Euro Real Títulos públicos do governo federal Commodities brasileiras: O que elas influenciam no mercado O Brasil é um destaque na produção e exportação desse mercado, em parte devido à extensão do território e à larga exploração dos recursos naturais, e por isso o seu impacto em nossa economia também é bastante alto. Em 2014 por exemplo, estimava-se que essas mercadorias representavam cerca de 65% do valor total das exportações do país. Em 2015 essas exportações representaram US$191 bilhões. Mas como tudo na vida, existe um lado bom e outro ruim nesta posição. O Brasil tem o benefício de comercializar mercadorias de consumo mundial, tendo alta demanda, porém fica exposto a determinação internacional dos preços. Por exemplo: Se a demanda internacional está alta, o preço sobe e o lucro dos produtores aumenta. Ou seja, o Brasil lucra muito. Mas se uma recessão atinge escala global, a commodity desvaloriza e os produtores são muito prejudicados. Isso quer dizer que o Brasil pode ter sua economia afetada por uma crise internacional, mesmo que sua economia internamente esteja indo bem. Outro ponto a se destacar é que o mercado interno também sofre com a oscilação internacional dos preços dessas mercadorias (isso pode ser um dos motivos q pode explicar o preço atual do petróleo). Se a cotação do boi gordo subir internacionalmente devido a escassez, o mercado interno também verá seus preços elevados, mesmo que o país tenha grande produção da carne bovina. Isso porque, motivada pela alta dos preços, consequentemente a maioria dos produtores irá preferir exportar o produto, provocando alta também nos preços do mercado interno, uma vez que a oferta do produto será reduzida. Algumas das principais commodities brasileiras exportadas são: Petróleo Café Boi Gordo Suco de Laranja Minério de Ferro Soja Alumínio Quem ficou interessado pode conferir a matéria completa onde aborda os commodities na BOVESPA por exemplo. Como funciona esse tipo de investimento e afins. Abraços. Fontes: [Hidden Content] [Hidden Content]
  5. Nós, do LitheMC, somos um dos únicos servidores do mundo e o primeiro brasileiro a ter/suportar o modo Battle Royale. Fundado em 2017, nosso propósito é levar a melhor experiência possível de gameplay à nossos jogadores, em todos nossos modos, sendo eles: DayZ, RankUP, BattleRoyale e Gladiator. O servidor está em BETA, bugs são esperados. Para reportar bugs, reporte em nosso fórum ou envie um email a [email protected] Neste tópico, iremos falar um pouco sobre o nosso modo de RANKUP da network, que abrange um tema Nobliárquico. Pensando nos amantes do famoso modo RankUP, não poderíamos deixá-lo fica de fora da nossa network! Atualmente contamos com um servidor RankUp, o RankUp Nobiliárquico. Este conta com 33, exatamente isso que você leu, 33 ranks, além de um sistema de encantamentos 100% próprio e interativo! Contamos também com sistema de almas, spawners, skills, eventos diários, maçãs e pvp da 1.5.2 na 1.8+ e muito mais! Iai, será que você tem determinação o suficiente para chegar ao último rank e adquirir todos os itens possíveis dentro do servidor? IP: play.lithemc.com.br SITE: www.lithemc.com.br FÓRUM: www.lithemc.com.br/forum VERSÕES: 1.8.X ~ 1.12.X Aguardamos você! Boa jogatina.
  6. Além da corrupção escancarada é claro, qual o grande problema do Brasil? Econômico, Social ou Cultural? (Ou outros?).
  7. Anti Social (BETA), o mais novo servidor de sobrevivencia brasileiro! •Servidor 1.12.2; •Staff cheia; •Mundo livre; •PvP ativo a noite, no end e no nether; •Sistema de Clans; •Caixa vote; •Sem lag; •Servidor novo; •Mcmmo; •Jobs; •Equipe madura; •Premiação para mais votos no servidor; •Economia equilibrada. -Em breve- •Eventos automáticos; •Gladiador todo fim de semana; •Comando para 1v1; •Mais caixas diversificadas; » AntiSocial.reis.host » Loja virtual (BETA): [Hidden Content] » Dúvidas? Steam: dave_thekiller1
  8. Servido ONLINE [19/10] Olá! Você está procurando um servidor novo, sem lag e divertido? Sua busca terminou! Venha jogar com a gente! IP: jogar.absolutecraft.com.br ou 158.69.63.191:25565. ► Nós temos suporte para o Minecraft Original e Pirata, versão 1.9 ► Temos eventos especiais, onde você tem a chance de ganhar itens exclusivos e raros. Sistemas: ► Sistema de recompensa diária ► Loteria ► Pets ► MCMMO ► Clans ► Empregos ► Hologramas ► Loja - Loja de Players ► ArenaPVP ► Proteção de Casas - RedProtect ► Shop balanceado ► Economia balanceada e maleável ► Atualizações e novidades constantes ► Equipe especializada, determinada e competente para te auxiliar; ► Servidor em atualizações e com modificações constantes, mantendo o foco na diversão e qualidade; ► Eventos sempre que possível, para manter a diversão; ► Servidor completamente estável, livre de erros e bugs; ► Vagas para ajudantes que desejarem contribuir com o servidor; Screenshots: Spawn: ArenaPVP: Loja: Eventos: Acesse nosso site e fã-page no facebook e fique por dentro das novidades: [Hidden Content] [Hidden Content] Esperamos todos vocês! Atenciosamente, Equipe AbsoluteCraft.
  9. WC Repórter - O Papel Vanguardista e Inovador da Web Cheats na “Era 10” Os fóruns online são palcos das mais célebres divulgações de cheats, discussões acaloradas e propagação de conteúdo de design. Fóruns existem para todos os gostos: fóruns que suportam os mais assíduos fãs de MMORPGs, aos otakus da fanbase do Naruto ou até mesmo aos gamers leitores dos sites vinculados ao GameBlast. Gostos a parte, até a Level Up se pontifica em ter entre seus domínios fóruns onlines para seus jogadores. Há pessimistas que dizem que “os fóruns” estão mortos – se assim o é, por que eles continuam sendo criados? –, tal como Nietzsche anunciou no livro Gaia da Ciência que Deus estava morto. Esse que vos escreve, Dom Astrogildo, seu repórter a todo momento, não acredita que os fóruns e até deus tenham vindo a falecerem. Apesar de que as redes sociais, tal como Facebook e os sites como YouTube abrigarem uma legião de fãs, eles ainda não conseguem bater de frente com a Web Cheats no quesito de hackers, tutoriais e, também, no que se refere em ferramentas para ajudar os problemas de quem mais precisa; sempre seremos muito mais objetivos e melhores nesses assuntos. Fóruns vs Redes Sociais Um fórum usualmente possuí um conteúdo muito mais delimitado, o conteúdo dele é preestabelecido de forma mais rápida – se o fórum é sobre cheats, então ele sempre majoritariamente sobre cheats e satisfaça-se com isso pequeno gafanhoto de araque; numa rede social se é bem mais comum as pessoinhas aglomeradas decidirem o que irão quererem verem em suas queridas “telinhas virtuais”. Numa rede social você pode criar um grupo sobre ballet e várias pessoas entraram nele, discutirem o estilo de dança e você mesmo poderá ser o “líder” desse grupo de admiradores da dança. Num fórum se é um pouco mais difícil, um administrador delimita qual tipo de conteúdo será criado. Diria que os fóruns são bastante menos abertos a liberdade criativa e liberdade de escolha – mas isso nem de longe quer dizer que não exista liberdade criativa ou liberdade de escolha; nossos fóruns, em comparação, possuem muito mais ferramentas para ajudar o criador de conteúdo a se dedicar ao seu trabalho. O que acontece nos fóruns é que a hierarquia, quem comanda e quem obedece, é mais restrita e nas redes ela é muito mais aberta, mais espontânea e livre. Você pode a todo momento decidir “se tornar um líder” e criar um grupo, bons criadores receberão mais membros e péssimos criadores menos. Já num fórum, na WC (Web Cheats) mesmo, isso é mais difícil. Se nosso Fórum fosse “WG (Web Games)”, por exemplo, poderíamos estar agora discutindo sobre o possível novo console ou portátil da Big N (Nintendo). Por causa dessas complicações, comparar fóruns online com redes sociais é algo muito difícil. Redes sociais possuem relações muito mais espontâneas que fóruns, a competição de grupos por membros é alta e as regras de grupo para grupos varia muito – a qualidade de grupo para grupo é absurda e se é muito comum brigas e “secessões”, além de bons membros saírem o tempo todo por causa do mal comportamento de membros intolerantes, ponto para nós, nos fóruns a organização é muito melhor e esses problemas acontecem com muita pouca frequência. Um fórum costuma ser muito mais fácil de se relacionar, pois, muito frequentemente, regras são, quase que, inteiramente fixas de área para área – nas redes sociais elas podem variar de ideologia para ideologia. Nossos “cabeças” são mais fixos – isso garante tempo para maior aprendizagem e adaptação –, porém, nossa organização e compreensão são bem mais fáceis no que se entende por regras. Nossas ferramentas são um pouco mais difíceis de se comandar e requerem uma determinada quantia de tempo de aprendizagem, porém nossas “páginas” são muito mais bonitas que as do Facebook e nos orgulhamos muito disso! O membro que sabe usar o Fórum da maneira adequada pode visualizar o Fórum de forma muito mais polida e concisa que as redes sociais. Nas redes sociais, por exemplo, o Facebook, se é preciso descer postagem por postagem, enquanto aqui, na WC (Web Cheats), se é preciso apenas saber o nome do tópico ou pesquisá-lo pelas ferramentas de pesquisa. Web Cheats é Vanguardista! Sempre nos foi muito difícil (e custoso) abrigar áreas novas dentro de nossos fóruns – esse problema é um “lugar-comum” para todo mundo que convive dentro de fóruns, especialmente para quem tem um fórum –, toda criação de área era vista com uma imensidão de incerteza que obscurecia nossas visões já periféricas. Fóruns, como já descrito, possuem um poder criativo muito prefixado em relação as redes sociais que, diferentemente, só possuem regras de convivência e poder de criação quase que ilimitado. A Web Cheats não é só mais um fórum de cheats – como você, querido leitor, já deve ter percebido –, com o tempo passamos a perceber que os “cheats” não dariam vigor eterno e deixava muito “fixo” nossas crescidas e subidas. Promessas de novos cargos para uma nova área é até bom, mas jogos novos para novos hacks – e a criação desses hacks – não surgem a todo momento – muito menos capital humano (membros bons) na criação de hacks, tutoriais, atendimento de dúvidas (afinal, membros têm dúvidas) ou até mesmo dispostos a interagirem na área bate papo das áreas novas. Outro problema contumaz que persiste: nem todo jogo que entra no Brasil “cola”, isto é, nem todo jogo atrai jogadores o suficiente para fóruns onlines que faça valer a pena a criação de uma área exclusiva e “investir” em moderadores para essa área. Encaramos o que a dado momento todos os fóruns encararam – e para o “ ”, eles encararam e caíram no limbo, sorte nossa, chora mais – a diversificação sem cheats – ninguém pensou nisso antes, além daquelas ideias de criação de áreas para animes/mangás, é claro; isso quebrou um velho “tabu” (talvez uma “tradição”) nossa. Acostumamo-nos a sempre depender de jogos que viriam para cá e dariam um “boom” em nossos fóruns, mas eles nem sempre chegavam. Descentralizamos muito nossa Staff, isso foi bom para fiscalização das áreas e trouxe novos moderadores e membros, mas isso por si só e insuficiente para fazer que nosso querido Fórum voltasse a “decolar”. Uma Luz no Fim do Túnel O que fez a Web Cheats tomar o papel vanguardista – que sempre lhe foi dado por mérito, convém lembrar – foi a reinterpretação do conceito de fórum. Falhamos miseravelmente enquanto não tínhamos esquecido dos nossos “antigos dogmas”, eles estavam nos tornado seres tribais. Como foi escrito anteriormente: nossos principais problemas eram as esperas por jogos que a pudesse criar ou receber cheats e prefixação alta do que poderia vir a ser construído e explorado no Fórum. Esquecemo-nos dessas bobagens de selvagens e criamos uma rede interconectada de fóruns. A Web Cheats foi redescoberta com a criação da WEBFX e WEB GAMING. Não seremos nunca mais uma “coisa limitada”, e a Web Cheats deu sua declaração de “guerra” – mesmo que discretamente e só para quem tenha cérebro o suficiente para entender a periculosidade desse potencial incrivelmente inovador – a todos os outros fóruns brasileiros: - Ou vocês sejam covardes demais para copiar nossas armas e tentar de lutar de igual para igual diante delas ou cairão perante elas num ataque fulminante! A Web Cheats é agora um grande império – seja soterrado para o crescimento do mesmo, huehuehuehuehue –, renda-se para nós agora ou acabe sendo destruído para sempre!
  10. Staff Way of Life - Hagaro (Ayel é o mais gato) Staff Way of Life se trata de conversas distraídas com moderadores, se procedem de forma espontânea e possuem picos de seriedade e zoeira. Leve tudo na paz, amém! Dom Astrogildo: Bem. Dom Astrogildo: Vamos começar a entrevista? Hagaro ҉: s *** Dom Astrogildo: Qual é a sua idade? Hagaro ҉: 19 anos *** Dom Astrogildo: Com qual idade se descobriu desimer? Hagaro ҉: entre 15 ~ 16 *** Dom Astrogildo: Foi um choque para seus pais e para a sociedade? Hagaro ҉: Não kkkk *** Dom Astrogildo: Ainda bem, graças a Deus hoje vivemos num mundo mais tolerante. Hagaro ҉: E eu também não falo pras pessoas que eu sou desimer em um fórum de joguinhos onde faço imagens com luzes coloridas e renders de animes, seria estranho. Hagaro ҉: lmao Dom Astrogildo: Claro que sim. (Tem certas coisas improfícuas que temos que guardar para nós mesmos.) *** Dom Astrogildo: Então, querido Raggaro, como foi a sua primeira experiência com fóruns? Hagaro ҉: Se não me engano em meados de 2011 e 2012 Hagaro ҉: eu estava jogando e então me falaram sobre os servidores piratas, eu pesquisei no google e fui parar na webcheats *** Dom Astrogildo: (Há sempre infelizes apontando o caminho da perdição.) E como foi a primeira sensação de estar num fórum, na Web Cheats, você se sentiu acuado pelas forças malignas e patológicas aqui presente? (Dizem que aqui há até jogadores de LoL.) Hagaro ҉: HAHAHA, então eu só me cadastrei e fiquei de sangue suga mesmo. Hagaro ҉: Depois de um tempo eu participei de uma equipe de ddtank (é vergonhoso mas já fui viciado nessa mierda) e então me foi dada a missão de divulgar o servidor. Lembro que foi meu primeiro tópico, todo zuado letra laranja grandona e um monte de nego me xingando pelo fato do server ter ficado off no outro dia, então eu participei de uma pequena treta e levei minhas primeiras infras, foi ai que comecei a participar do fórum e comentar os outros servidores dando minha opinião sobre eles e etc... depois comecei a jogar outros jogos e fui conhecendo melhor o fórum e fiz algumas amizades por aqui, minha primeira amizade foi com o Isaque que era moderador na epoca. *** Dom Astrogildo: E como foi essa relação com o Isaque, rolou um staffmance? Hagaro ҉: Vuash, a gente foi brother até ele sumir... *** Dom Astrogildo: (Esses adúlteros, nunca se mantêm em relacionamentos estáveis.) Se você fosse uma mulher (ou pudesse virar uma), diga-me, para qual adm você daria para subir de cargo? Hagaro ҉: Nenhum, se eu fosse mulher já teria 3 filhos, impossível ter cargo na wc e 3 filhos kkkkkkk Hagaro ҉: mentira Hagaro ҉: Se eu fosse mulher colocaria todos na friend zone, pq é isso que as mulheres fazem. *** Dom Astrogildo: (Sem coração - já tem o quesito primordial para ser mulher -, mudemos de assunto.) Qual é a sua opinião sobre Haseo, sobre Getúlio Vargas e sobre o novo álbum do Justin Bieber? Hagaro ҉: Na minha opinião o Haseo foi um cara muito especial para a história da webcheats, tanto é que daqui uns dias o fórum completa 30 anos e ainda vão lembrar dele. O mesmo vale pro Getúlio... Não escuto Justin Bieber, sorry< kkk *** Dom Astrogildo: Uma perguntinha sobre a Staff, quem é o moderador mais gato? Dom Astrogildo: Quem mais pega mulher? Hagaro ҉: AYEL É O MAIS GATO Dom Astrogildo: Ele é o cara das baladinhas? Hagaro ҉: sim Dom Astrogildo: Top. *** Dom Astrogildo: Se você pudesse escalar alguém para a moderação da Staff, quem escolheria? Hagaro ҉: Moraes Hagaro ҉: pra desing *** Dom Astrogildo: Quem é o membro mais amorzinho da WC? Hagaro ҉: como assim? Dom Astrogildo: O mais fofinho, aquele que todo mundo ama. Hagaro ҉: Carnage e Toddy *** Dom Astrogildo: O que é a tal da Webfx? Hagaro ҉: Webfx é um projeto recente que fui convidado á participar, um fórum clássico de design só que com a mesma base da webcheats. Foi legal porque eu fiz as team icons em parceria com o Ruti e participei desde o começo. Estou muito satisfeito. Dom Astrogildo: Como é trabalhar para a Webfx? Há grandes oportunidades? Os membros são amistosos? Hagaro ҉: Não difere muito das experiências que eu já tive anteriormente com a webcheats, o nível da galera aumentou bastante mas ainda temos muito o que melhorar, principalmente porque existe uma baixa demanda de membros. A maioria dos membros são amistosos e sociáveis, tanto é que nosso chat no skype geralmente tem proza o dia inteiro. Dom Astrogildo: Você acha que o gosto por designer leva a um maior gosto artístico no geral? Hagaro ҉: Sim, o Ishiyoto por exemplo quando o conheci ele fazia apenas signs simples. Hoje em dia ele faz umas pinturas bem tops e uns 3d do caralho também. Dom Astrogildo: Qual é a sua perspectiva para o fórum Webfx para daqui a alguns anos? Hagaro ҉: Pra ser sincero, nunca parei para pensar sobre isso. Tudo pode acontecer, vai depender muito da equipe e da estruturação geral do fórum... Prefiro não dar palpites. *** Dom Astrogildo: Como é ser moderador do maior fórum do Brasil? Hagaro ҉: Na minha primeira passagem era muita correria, fabrica lotada e um monte de projetos... Hoje em dia é mais sussa, o movimento caiu um pouco e com isso cai a pressão. Me sinto mais maduro, mas sei que tudo que fiz e faço de errado e certo vale a pena, pois eu tiro lições de tudo. *** Dom Astrogildo: O que você acha da música brasileira? Hagaro ҉: Já foi melhor. Hoje em dia existem apenas refrões feitos apenas para vender e sumir em 1 ou 2 meses. Não existem mais músicas verdadeiramente escritas, são todas feitas para o mercado. *** Dom Astrogildo: O que achou do impeachment de Dilma Rousseff? Hagaro ҉: Eu achei justo, acho que não deve mudar muita coisa. Mas achei justo pois pra mim foi como um patrão despede um funcionário que não trabalha direito. No caso o patrão foi o povo. Sem falar que ela deu motivos para sair com todos aqueles rolos dela... *** Dom Astrogildo: Agora iremos para perguntas ultra polêmicas, preparado? Hagaro ҉: ok Hagaro ҉: pode mandar *** Dom Astrogildo: Na ditadura chilena, Pinochet, matou muitos chilenos; porém, ao mesmo tempo, criou uma política econômica sólida que fez o Chile o país mais desenvolvido da América Latina. Você concordaria com o regime de Pinochet que surgiu em reação as políticas desastrosas de Salvador Allende que flagelaram a economia?, e, se concorda com isso, concorda que Pinochet é um herói? Hagaro ҉: poha pensei q era pergunta polemica relacionada ao fórum kkk. Não sei muito sobre essa ditadura chilena, Não posso opinar Glória Pires Mode Dom Astrogildo: Okay. *** Dom Astrogildo: Vamos mudar para o Regime-Civil Militar brasileiro. Pode ser? Hagaro ҉: ok *** Dom Astrogildo: O regime civil-militar surgiu com o objetivo de restaurar a ordem e destruir os inimigos da democracia; porém, de forma totalmente paradoxal, intensificou uma concentração no poderio econômico (elitizou o mercado), mas, se o Brasil tivesse vivido uma ditadura comunista, nossa situação econômica não estaria muito pior agora? Hagaro ҉: Na questão econômica eu acho que foi o menos ruim, embora eu não concorde com esse tipo de atos, pois sempre causa muito derramamento de sangue, muita gente é feita de massa de manobra por diferentes grupos e etc... Falar sobre a ditadura militar é complicado, pois existem várias versões sobre o que realmente aconteceu, mas nunca confiamos em ninguém. O fato do exercito sumir com pessoas e documentos sempre leva por água abaixo qualquer tentativa de defender em argumentos o governo militar. Creio que apenas quem viveu e viu tudo de perto sabe o que realmente aconteceu. Dom Astrogildo: Entendo. *** Dom Astrogildo: E para finalizar, o que o sr. Hagnarok, faria para mudar o Brasil nesse momento tão difícil? Hagaro ҉: Abriria o mercado :) Hagaro ҉: Ajudaria os empreendedores em geral, principalmente os microempreendedores, algo parecido com a agricultura familiar poderia ser feito para apoiar novos empresários. *** Dom Astrogildo: Conversamos hoje com Hagnarok, moderador da Webfx, desimir e, não menos importante, jogador profissional de Tíbia! Hagaro ҉: não jogo tíbia, jogador profissional de fifa, ninguém ganha de mim. obg dnd
  11. Uma resposta aos devaneios de KAIRS - ou - O livre-mercado deu certo SIM! Essa frase me é estranha, ela é imperativa; primeiramente, gostaria de reforçar que: tenho uma visão um pouco mais complexa (e bem estruturada) do que vem a ser o livre-mercado. A palavra "capitalismo" é uma palavra tosca que provoca uma grande nulidade e faz com que se omita características em detrimento de outras. Eu posso, por exemplo, argumentar que o país mais capitalista do mundo é Hong Kong e que os EUA não representam o capitalismo e você, ao mesmo tempo, pode argumentar que Cuba é país que vive com uma "burguesia estatal" ou num "capitalismo de estado"; então, para não complicar: usaremos termos como livre-mercado e planejamento central. Se você entende a palavra "capitalismo" como: um sistema voltado ao acúmulo de capital, então, deve esquecer tal conceito. Por quê? Por isto: Acúmulo de capital pode existir sem a existência de um livre-mercado; A maior parte de nós, libertários, liberais, liberais-conservadores, conservadores e libertários-conservadores, compreende a palavra capitalismo por livre mercado e socialismo por planejamento central; Enquanto isto, esquerdistas dos mais variados gêneros, compreendem a palavra meramente como uma forma de "tudo isto que está aí", relação corporativista (estado e empresas), imperialismo e, dentre outras, barbárie; Tal entendimento dificulta nossa argumentação: nós compreendemos o capitalismo como livre-mercado e, para vocês, capitalismo é simplesmente um sistema em que haja lucro ou em que o lucro determine as relações econômicas e políticas. Nós, pelo contrário, acreditamos em liberdade econômica, proteção a propriedade privada, transparência na gestão pública, gastos equilibrados - excetuando-se anarco-capitalistas que defendem somente as duas primeiras condições. Sem tal entendimento é dificultoso e contraditório seguir meu argumento. O livre-mercado, em sua gestão descentralizada, permitiu que as pessoas produzissem em massa bens e serviços; com o acúmulo de capital foram-se investidos em vários setores produtivos (ex: meios de transporte), a busca pelo lucro fez com que as pessoas, de forma totalmente aleatória e desconexa, buscassem meios de satisfazer as necessidades (demanda) da sociedade - novos meios de gestão e novas tecnologias foram empregadas com tal finalidade -, o homem médio viu seu padrão de vida saltar diante de seus olhos (teve acesso a bens e serviços que, anteriormente, não teria naturalmente). A economia de mercado, sobretudo, livre-mercado (nem toda economia de mercado é livre, aliás, há níveis diferentes de liberdade econômica): emerge naturalmente; nós, como humanos, respondemos a incentivos. Queremos "produzir valor" para lucrarmos, isto é, queremos fornecer um bem (ex: carro) ou um serviço (ex: limpeza de carro) e como recompensa lucramos - se você for um mal empreendedor você terá menos lucros, o lucro é uma recompensa pelo produto que é produzido. A argumentação de que o "capitalismo" deixou "800 milhões de pessoas" morrerem de fome é papo furado. Foi justamente o livre-mercado que possibilitou um crescimento populacional tão gigantesco como de hoje. O livre-mercado fez com que pessoas se sentissem motivadas a produzir bens alimentícios, graças a ele, diferentes pessoas das mais variadas classes sociais investiram tempo e correram riscos para achar meios de satisfazer a demanda por comida. Uma das mais criticadas foram os transgênicos, mas, como convém lembrar, os alimentos transgênicos fizeram com que a produtividade (produção) aumentasse e assim conseguiu pôr comida na mesa do mais pobre; foi o aumento da produção (ou seja: aumento da produtividade) que levou a uma fome menor no mundo. Uma questão simples: com o aumento da oferta de alimentos a demanda se viu menor (lei da procura e da oferta), logo, os preços caíram. Cuba era melhor antes do modelo econômico de planejamento central ser implantado, uma minuciosa análise pôde comprovar esse fato. Aqui te darei artigos muito bem feitos que explicam tal fato: [Hidden Content] [Hidden Content] [Hidden Content] [Hidden Content] Agora, o mais gritante artigo, é esse: [Hidden Content] Eu acredito em livre-mercado e, para ser livre, digamos assim, ele não pode sair matando todo mundo, pois, assim, não seria livre-mercado e sim barbárie. Logo seu argumento se autorrefutou. (Lembre-se das condições específicas com quais eu argumentei anteriormente.) Estou esperando. Cadê a dita revolução? Nem as condições especificadas categoricamente de Marx para que ela ocorresse chegou a acontecer; para Marx, a burguesia se veria cada vez mais reduzida e o proletariado cada vez mais miserável, a classe média deixaria de existir (ou ficaria em semi existência), mas, tal argumento, foi refutado pela história: cada vez mais se viu um aumento da qualidade de vida e maior descentralização do mercado (inclusive, dos meios de produção), o proletariado não ficou "consideravelmente miserável", ele ficou é imensamente melhor. A Floresta Amazônica INEXISTIRIA sem a descoberta de meios de fabricação de alimentos transgênicos - menor produtividade na processo de produção de alimentos levaria a uma maior ocupação territorial de campos, levando-se, então, a uma maior concentração rural por parte da economia. O livre-mercado, cada vez mais, encontra meios cada vez mais superiores para superar à escassez que nos é tão cruel; quer um exemplo disto? [Hidden Content] Estamos, pelo contrário, indo para uma mais eficiente alocação de recursos: gastamos menos, produzimos produtos de maior qualidade, e, de quebra, poupamos o meio ambiente com nossas fabulosas descobertas - fazenda vertical é só o começo <3! O mesmo ficaria impossível sem um sistema de preços: É o sistema de preços que guia a atividade econômica - e aqui, meu amigo, vai um repost de uma mensagem que você FUGIU COVARDEMENTE:
  12. SÃO PAULO - Se depender do governo interino de Michel Temer, as privatizações ocorrerão a todo vapor. De acordo com a coluna Radar Online, da Veja, Temer reuniu alguns dos principais para dar um recado claro: "a ordem é privatizar geral". Segundo a colunista Vera Magalhães, a ordem foi a seguinte: “senhores, tudo que puder ser transferido à iniciativa privada, façam. Não temos preconceitos!”. Os ministros, durante a reunião, já passaram a apontar o que, nas suas pastas, podem ser objeto de concessão ou parceria público-privada, passando de energia a saneamento até rodovias e aeroportos. Desta forma, Temer quis delimitar uma diferença importante entre a sua gestão e os 13 anos de governos do PT e busca reforçar o apoio do empresariado. Vale ressaltar que, na tarde de ontem, escalados para falar após o recém-criado Núcleo de Infraestrutura do governo federal, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, e o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), disseram que o setor poderá ser beneficiado com a venda das chamadas sociedades de propósito específico (SPE) da Eletrobras. Segundo o ministro e o deputado, há um potencial de cerca de R$ 20 bilhões apenas com as SPEs da Eletrobras. Segundo Araújo, na reunião de ontem, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, informou que a Eletrobras tem 174 SPEs. A privatização também atinge os estados, que devem vender ativos em contrapartida à renegociação das dívidas. Segundo o jornal O Globo, a possibilidade de privatizar empresas estatais com a ajuda do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) atrai, pelo menos, cinco estados: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará e São Paulo. Estes estados já começaram a analisar ativos que poderiam entrar nesse programa, que faz parte do projeto de renegociação das dívidas estaduais com a União. A lista dos candidatos a passar para as mãos do setor privado inclui empresas de saneamento, como a Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro), energia elétrica, gás e até bancos. A ideia é que os recursos arrecadados com a privatização possam ser usados para abater débitos com a União ou para a realização de programas de ajuste fiscal. No Rio Grande do Sul, a CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica) e a Sulgás estão na mira. O Banrisul (BRSR6) também chegou a entrar nos planos de privatização no início do ano, mas agora essas chances diminuíram. Fonte: Infomoney
  13. O servidor HolmitCraft é um servidor onde o intuito é criar e construir no minecraft vanilla,com pvp sempre ativado, sem lag, profissões, mundo exclusivo para mineração, e o melhor de tudo, você pode jogar com seus amigos, ou até fazer novas amizades isso tudo sem pagar nada. Estou te esperando... Este é o spawn do servidor: IP:holmitcraft.desire.host Nome:HolmitCraft Dono:HolmitYT Site:[Hidden Content] •Não xingar administradores e moderadores. •Não ofender players. •Não roubar caso o terreno esteja protegido (nem sei como você faria isso). •Não abuse de bugs reporte-os. •Não usar hacks. •Não pergunte para ser da staff caso não haja algum concurso. •Não floodar. Temos vaga na staff para moderador, porém para ser moderador tem que ser um player ativo no servidor e então eu lhe convidarei para o cargo
  14. Uma visão econômica da religião POR BERNARDO GUIMARÃES Religião é um assunto que envolve muitos aspectos diferentes. Esse post busca passar uma das visões econômicas da religião. Vivendo em sociedade, frequentemente temos que escolher entre “cooperar, fazer o certo” e “trapacear, levar vantagem”. Por exemplo, pessoas envolvidas em um negócio frequentemente tem a chance de roubar um pouco dos ganhos da outra (“trapacear”), com baixa chance disso despertar suspeitas. Ou, considere duas pessoas de uma comunidade primitiva caçando ou lutando em guerra contra um inimigo. Se um é ferido, o outro pode ajudá-lo (“cooperar”), ainda que isso implique riscos para si mesmo, ou pode abandonar o parceiro (“trapacear”). De modo geral, as pessoas de um grupo estarão melhor se todos cooperarem, se ninguém trapacear. Isso possibilitará mais negócios (pois uma confia na outra), mais empenho nas batalhas (pois um sabe que o outro tentará socorrê-lo, se preciso for), etc. Contudo, para um indivíduo pensando apenas em si mesmo, com frequência o melhor será “trapacear, levar vantagem”. Além disso, cooperar é ainda mais custoso se o outro não coopera. O indivíduo que age de boa fé com um membro da comunidade que quer roubá-lo é o que mais tem a perder. Em suma, apesar de “cooperar” ser o melhor para a comunidade, os indivíduos estarão tentados a “trapacear” com frequência. Essa perda de confiança nos outros afeta as decisões de cada um: há menos negócios, batalhas e caçadas. Isso afeta negativamente o grupo. Essa exposição pode passar a ideia de uma visão simplista da humanidade, sem espaço para qualquer outro senso de moralidade. Não é isso. O ponto é que induzir mais cooperação entre as pessoas nos negócios e nas batalhas contra outros grupos traz vantagens para a comunidade. Agora, entra a religião. Suponha que exista nesse mundo a seguinte crença: se você trapacear, uma força superior lhe punirá; se você cooperar, uma força superior lhe recompensará. As punições e recompensas ocorrerão na vida que começa depois da morte. Digamos que essa crença seja parte de um conjunto de crenças, chamada de “religião”. Essa crença tem o poder de induzir os indivíduos a cooperarem, mesmo quando seria possível roubar sem o parceiro perceber, abandonar o amigo ferido ou fugir da batalha. Para o grupo como um todo, isso traz muitas vantagens no longo prazo. Há, porém, uma questão: como eu vou saber que meu parceiro também vai cooperar comigo e, portanto, vale a pena cooperar? Bem, ele vai cooperar comigo se acredita que será recompensado se assim o fizer, ou seja, se ele acreditar na religião. Mas como eu sei que ele acredita na religião? Suponha que, de acordo com a religião, as forças superiores que recompensam as boas ações também punem quem não obedece o jejum em determinadas épocas do ano, as mulheres que cortam cabelos ou as pessoas que não oferecem seus serviços ou doações aos templos. Quem acredita na religião estará disposto a esses sacrifícios e privações e, com frequência, estará feliz de seguir as instruções e participar dos rituais, pois estará agradando às forças superiores. Esses custosos rituais mostram que uma pessoa envolvida acredita que será punida se não cooperar com seu grupo. Assim, para os outros que também acreditam na religião, vale a pena cooperar com ela. Como consequência, o grupo todo fica melhor, apesar dos custos (se esses não forem altos demais). O que emerge dessa análise é o seguinte: (1) A crença em uma força superior que recompensa os humanos por boas ações e pune as más ações pode trazer benefícios para a comunidade por si só (independentemente da existência ou não das punições depois da morte). (2) Faz todo sentido que essa crença exija rituais custosos, pois isso permite às pessoas mostrarem aos outros que acreditam no conjunto de crenças (“a religião”) e, portanto, que vão cooperar. Assim, faz sentido cooperar com elas. Uma implicação desse argumento é que não é nada surpreendente que a religião seja um componente importante da grande maioria das sociedades que prosperaram. Cooperar, em geral, é algo muito bom. Entretanto, em muitos casos importantes, “cooperar” pode significar arriscar a vida na guerra. O grupo que tem indivíduos dispostos a morrer pela vitória na batalha vai ter mais chances de vencer guerras e, portanto, conquistar territórios e prosperar. De acordo com essa lógica, não é nada estranho que a religião seja, ao mesmo tempo, fonte de crenças que nos levam a cuidar do próximo, mas também fonte de crenças que nos levam a matar quem enxergamos como inimigo. Referências: – Implicações dessa visão econômica da religião são estudadas, por exemplo, em artigos recentes de Gilat Levy e Ronny Razin, como: “Religious Beliefs, Religious Participation and Cooperation”, American Economic Journal: Microeconomics, 2012; “Rituals or Good Works: Social Signalling in Religious Organizations”, Journal of European Economic Association, 2014.
  15. Meus colunistas prediletos são (por ordem decrescente): Luiz Felipe Pondé (Folha de São Paulo). Leandro Narloch (Veja). Rodrigo da Silva (Spotniks). Meus sites prediletos (por ordem crescente): Veja. Games Tecmundo. Libertarianismo. Instituto Liberal. Instituto Liberal de São Paulo. Exame. Instituto Mises. Foda-seoestado. Nintendo Blast. Superinteressante. Folha de São Paulo. Ano-zero. ONabuco. Spotniks. Mercado Popular. Minha lista ficou lo(ooooooooooooooooooooooooooooooo)nga. Espero ver a lista de vocês grande também.
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